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Quem sou Eu??? Ahhh....!!! Curiosa por natureza, gente fina (rs), com o riso meio frouxo, alguém feliz , mas sempre em busca de mais e mais! Tudo na minha vida tem seus extremos. Desde o tempero na comida até o sentimento. Tudo na minha vida precisa de mudanças, desde o móvel da sala até o rumo da própria vida. Eu gosto dessa "rotina imprevisível". Sabe...? Uns dizem que me conhecem, outros nem tanto, muitos só de vista, alguns lembram da minha risada, mas uns poucos têm acesso ao meu íntimo. Estou criando esse blog pra deixar gravado um pouco de mim! Deixar minha impressões e expressões. Fazer minha terapia. Desamarrar o nó da garganta, chorar minhas pitangas, minhas dúvidas e respostas, deixar um pedacinho da Flávia nesse mundo virtual. Não é um diário, nem a sala do psicanalista, este blog é parte de mim, do meu jeito, como eu quero. Como sou e gostaria de ser. Obrigada pela visitinha e se gostou ou não do que viu, deixe seu comentário!

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“Transformamos problemas cotidianos em transtornos mentais”



Allen Frances (Nova York, 1942) dirigiu durante anos o Manual Diagnóstico e Estatístico (DSM), documento que define e descreve as diferentes doenças mentais. Esse manual, considerado a bíblia dos psiquiatras, é revisado periodicamente para ser adaptado aos avanços do conhecimento científico. Frances dirigiu a equipe que redigiu o DSM IV, ao qual se seguiu uma quinta revisão que ampliou enormemente o número de transtornos patológicos. Em seu livro Saving Normal (inédito no Brasil), ele faz uma autocrítica e questiona o fato de a principal referência acadêmica da psiquiatria contribuir para a crescente medicalização da vida.
Pergunta. No livro, o senhor faz um mea culpa, mas é ainda mais duro com o trabalho de seus colegas do DSM V. Por quê?
Resposta. Fomos muito conservadores e só introduzimos [no DSM IV] dois dos 94 novos transtornos mentais sugeridos. Ao acabar, nos felicitamos, convencidos de que tínhamos feito um bom trabalho. Mas o DSM IV acabou sendo um dique frágil demais para frear o impulso agressivo e diabolicamente ardiloso das empresas farmacêuticas no sentido de introduzir novas entidades patológicas. Não soubemos nos antecipar ao poder dos laboratórios de fazer médicos, pais e pacientes acreditarem que o transtorno psiquiátrico é algo muito comum e de fácil solução. O resultado foi uma inflação diagnóstica que causa muito dano, especialmente na psiquiatria infantil. Agora, a ampliação de síndromes e patologias no DSM V vai transformar a atual inflação diagnóstica em hiperinflação.


P. Seremos todos considerados doentes mentais?
R. Algo assim. Há seis anos, encontrei amigos e colegas que tinham participado da última revisão e os vi tão entusiasmados que não pude senão recorrer à ironia: vocês ampliaram tanto a lista de patologias, eu disse a eles, que eu mesmo me reconheço em muitos desses transtornos. Com frequência me esqueço das coisas, de modo que certamente tenho uma demência em estágio preliminar; de vez em quando como muito, então provavelmente tenho a síndrome do comedor compulsivo; e, como quando minha mulher morreu a tristeza durou mais de uma semana e ainda me dói, devo ter caído em uma depressão. É absurdo. Criamos um sistema de diagnóstico que transforma problemas cotidianos e normais da vida em transtornos mentais.


P. Com a colaboração da indústria farmacêutica... 
R. É óbvio. Graças àqueles que lhes permitiram fazer publicidade de seus produtos, os laboratórios estão enganando o público, fazendo acreditar que os problemas se resolvem com comprimidos. Mas não é assim. Os fármacos são necessários e muito úteis em transtornos mentais severos e persistentes, que provocam uma grande incapacidade. Mas não ajudam nos problemas cotidianos, pelo contrário: o excesso de medicação causa mais danos que benefícios. Não existe tratamento mágico contra o mal-estar.


P. O que propõe para frear essa tendência?
R. Controlar melhor a indústria e educar de novo os médicos e a sociedade, que aceita de forma muito acrítica as facilidades oferecidas para se medicar, o que está provocando além do mais a aparição de um perigosíssimo mercado clandestino de fármacos psiquiátricos. Em meu país, 30% dos estudantes universitários e 10% dos do ensino médio compram fármacos no mercado ilegal. Há um tipo de narcótico que cria muita dependência e pode dar lugar a casos de overdose e morte. Atualmente, já há mais mortes por abuso de medicamentos do que por consumo de drogas.


P. Em 2009, um estudo realizado na Holanda concluiu que 34% das crianças entre 5 e 15 anos eram tratadas por hiperatividade e déficit de atenção. É crível que uma em cada três crianças seja hiperativa?
R. Claro que não. A incidência real está em torno de 2% a 3% da população infantil e, entretanto, 11% das crianças nos EUA estão diagnosticadas como tal e, no caso dos adolescentes homens, 20%, sendo que metade é tratada com fármacos. Outro dado surpreendente: entre as crianças em tratamento, mais de 10.000 têm menos de três anos! Isso é algo selvagem, desumano. Os melhores especialistas, aqueles que honestamente ajudaram a definir a patologia, estão horrorizados. Perdeu-se o controle.


P. E há tanta síndrome de Asperger como indicam as estatísticas sobre tratamentos psiquiátricos?
R. Esse foi um dos dois novos transtornos que incorporamos no DSM IV, e em pouco tempo o diagnóstico de autismo se triplicou. O mesmo ocorreu com a hiperatividade. Calculamos que, com os novos critérios, os diagnósticos aumentariam em 15%, mas houve uma mudança brusca a partir de 1997, quando os laboratórios lançaram no mercado fármacos novos e muito caros, e além disso puderam fazer publicidade. O diagnóstico se multiplicou por 40.


P. A influência dos laboratórios é evidente, mas um psiquiatra dificilmente prescreverá psicoestimulantes a uma criança sem pais angustiados que corram para o seu consultório, porque a professora disse que a criança não progride adequadamente, e eles temem que ela perca oportunidades de competir na vida. Até que ponto esses fatores culturais influenciam? 
R. Sobre isto tenho três coisas a dizer. Primeiro, não há evidência em longo prazo de que a medicação contribua para melhorar os resultados escolares. Em curto prazo, pode acalmar a criança, inclusive ajudá-la a se concentrar melhor em suas tarefas. Mas em longo prazo esses benefícios não foram demonstrados. Segundo: estamos fazendo um experimento em grande escala com essas crianças, porque não sabemos que efeitos adversos esses fármacos podem ter com o passar do tempo. Assim como não nos ocorre receitar testosterona a uma criança para que renda mais no futebol, tampouco faz sentido tentar melhorar o rendimento escolar com fármacos. Terceiro: temos de aceitar que há diferenças entre as crianças e que nem todas cabem em um molde de normalidade que tornamos cada vez mais estreito. É muito importante que os pais protejam seus filhos, mas do excesso de medicação.


P. Na medicalização da vida, não influi também a cultura hedonista que busca o bem-estar a qualquer preço?
R. Os seres humanos são criaturas muito maleáveis. Sobrevivemos há milhões de anos graças a essa capacidade de confrontar a adversidade e nos sobrepor a ela. Agora mesmo, no Iraque ou na Síria, a vida pode ser um inferno. E entretanto as pessoas lutam para sobreviver. Se vivermos imersos em uma cultura que lança mão dos comprimidos diante de qualquer problema, vai se reduzir a nossa capacidade de confrontar o estresse e também a segurança em nós mesmos. Se esse comportamento se generalizar, a sociedade inteira se debilitará frente à adversidade. Além disso, quando tratamos um processo banal como se fosse uma enfermidade, diminuímos a dignidade de quem verdadeiramente a sofre.


P. E ser rotulado como alguém que sofre um transtorno mental não tem consequências também?
R. Muitas, e de fato a cada semana recebo emails de pais cujos filhos foram diagnosticados com um transtorno mental e estão desesperados por causa do preconceito que esse rótulo acarreta. É muito fácil fazer um diagnóstico errôneo, mas muito difícil reverter os danos que isso causa. Tanto no social como pelos efeitos adversos que o tratamento pode ter. Felizmente, está crescendo uma corrente crítica em relação a essas práticas. O próximo passo é conscientizar as pessoas de que remédio demais faz mal para a saúde.


P. Não vai ser fácil…
R. Certo, mas a mudança cultural é possível. Temos um exemplo magnífico: há 25 anos, nos EUA, 65% da população fumava. Agora, são menos de 20%. É um dos maiores avanços em saúde da história recente, e foi conseguido por uma mudança cultural. As fábricas de cigarro gastavam enormes somas de dinheiro para desinformar. O mesmo que ocorre agora com certos medicamentos psiquiátricos. Custou muito deslanchar as evidências científicas sobre o tabaco, mas, quando se conseguiu, a mudança foi muito rápida.


P. Nos últimos anos as autoridades sanitárias tomaram medidas para reduzir a pressão dos laboratórios sobre os médicos. Mas agora se deram conta de que podem influenciar o médico gerando demandas nos pacientes.
R. Há estudos que demonstram que, quando um paciente pede um medicamento, há 20 vezes mais possibilidades de ele ser prescrito do que se a decisão coubesse apenas ao médico. Na Austrália, alguns laboratórios exigiam pessoas de muito boa aparência para o cargo de visitador médico, porque haviam comprovado que gente bonita entrava com mais facilidade nos consultórios. A esse ponto chegamos. Agora temos de trabalhar para obter uma mudança de atitude nas pessoas.


P. Em que sentido?
R. Que em vez de ir ao médico em busca da pílula mágica para algo tenhamos uma atitude mais precavida. Que o normal seja que o paciente interrogue o médico cada vez que este receita algo. Perguntar por que prescreve, que benefícios traz, que efeitos adversos causará, se há outras alternativas. Se o paciente mostrar uma atitude resistente, é mais provável que os fármacos receitados a ele sejam justificados.


P. E também será preciso mudar hábitos.
R. Sim, e deixe-me lhe dizer um problema que observei. É preciso mudar os hábitos de sono! Vocês sofrem com uma grave falta de sono, e isso provoca ansiedade e irritabilidade. Jantar às 22h e ir dormir à meia-noite ou à 1h fazia sentido quando vocês faziam a sesta. O cérebro elimina toxinas à noite. Quem dorme pouco tem problemas, tanto físicos como psíquicos.

Fonte: El País

Fitoterápico evita HIV tipo 1




O extrato de uma espécie de gerânio inativou o vírus da AIDS tipo 1 (HIV-1), evitando que o vírus invadisse células humanas.

O extrato foi tirado das raízes do gerânio sul-africano (Pelargonium sidoides), uma planta medicinal com conhecidos efeitos antibacterianos, expectorante e estimulante imunológico.

A descoberta de sua ação radical contra o HIV-1 foi publicada na revista científica PLoS ONE por uma equipe do Centro Helmholtz de Munique (Alemanha).

Os extratos coletados a partir da raiz do gerânio contêm compostos que atacaram o HIV-1, evitando a replicação do vírus em células humanas em cultura.

O extrato bloqueou a ligação das partículas virais às células hospedeiras, impedindo, de forma eficaz, que o vírus invadisse as células.

Análises químicas revelaram que o efeito antiviral do extrato de gerânio é mediado por polifenóis.

Os extratos polifenólicos isolados da raiz do gerânio também apresentaram a atividade anti-HIV-1, mas são ainda menos tóxicos para as células do que o extrato bruto retirado da raiz da planta.


Fitoterápico contra a AIDS

"Os extratos da Pelargonium sidoides são uma rota muito promissora para o desenvolvimento do primeiro fitoterápico cientificamente validado contra o HIV-1. Os extratos atacam o HIV-1 com um modo de ação que é diferente de qualquer medicamento anti-HIV-1 em uso clínico. Portanto, um fitoterápico baseado no gerânio pode ser um complemento valioso para as terapias anti-HIV estabelecidas," disse a Dra. Ruth Brack-Werner, membro da equipe de pesquisa.

"Além disso, extratos da Pelargonium sidoides são fortes candidatos para melhorar as opções terapêuticas anti-HIV-1 em contextos de recursos limitados, uma vez que eles são fáceis de produzir e não necessitam de refrigeração. Os resultados do nosso estudo e a segurança comprovada dos extratos de Pelargonium sidoides encorajam seu teste em indivíduos infectados com o HIV-1 como o próximo passo," concluiu a pesquisadora.

Argiloterapia ou Geoterapia

As várias argilas

É lama mesmo! Uma pedra que vira pó que vira lama. Quem nunca viu aquela frase besta: "Do pó viemos, pelo pó vivemos e ao pó voltaremos" ? 
A natureza nos dá tudo que precisamos para viver, curar e sorrir. O saber dos antigos finalmente tem sido estudado, de modo a se conseguir um embasamento científico a respeito daquelas receitinhas da vovó que iam de chás a banhos de imersão, de receitas e "simpatias" populares. Hoje o assunto é o poder da argila.

Vamos à Química:
• Silício (Si): tem papel fundamental na reconstituição dos tecidos cutâneos e na defesa do tecido conjuntivo. Tem ação hemostática, purificante, adstringente e remineralizante. Rehidrata a pele e as mucosas e reduz as inflamações. Também tem ação na elasticidade da pele atuando em flacidez cutânea.
• Alumínio (Al): este elemento atua contra as faltas de tonicidade, tem ação cicatrizante, o alumínio inibe o desenvolvimento de estafilococo áureo em cultura.
• Cobre (Cu): tem desempenho importante nos processos de fixação do oxigênio, melanogenese. É eficaz em todas as manifestações infecciosas.
• Enxofre (S): na pele é um componente dos aminoácidos na proteína da pele. Tem efeito anti-séptico.
• Ferro (Fe): o ferro tem papel importante na respiração celular e na transferência de elétrons. Na pele as carências de ferro manifestam-se por uma epiderme fina, seca e com falta de elasticidade.
• Manganês (Mn): tem ação específica na bio-síntese do colágeno, tem ação antiinfecciosa, cicatrizante, anti-alérgico.
• Magnésio (Mg): tem poder de fixar os íons de potássio e do cálcio e a manutenção do gel celular, ou seja hidratação.
• Zinco (Zn): sua concentração é relativamente elevada na pele, sua carência se traduz por uma queratinização. 

Segundo a Naturopata Suzete (Fonte: http://www.saudeintegral.com), a argila é também adsorvente, porque doa para o corpo humano seus nutrientes, além da energia vital, fator indispensável para a cura. Ela tem grandes poderes radioativos e eletromagnéticos. Por causa disto, pode não só reconstituir células, como revitalizar o corpo. Daí o conselho de andar descalço sobre a terra (de preferência úmida e revolvida), o que fortifica o sistema nervoso, expulsa matérias mórbidas pelos pés, facilitando a penetração no corpo de correntes magnéticas e elétricas da terra e da atmosfera. Seria excelente se pudéssemos dormir em contato com a terra ou ficar enterrados, durante algum tempo, deixando apenas a cabeça do lado de fora.

Outras propriedades da argila
:
* Bactericida – Microorganismos contidos nela, entrando em contato com bactérias, se multiplicam milhões de vezes, destruindo-as muito mais rápido do que a capacidade que as bactérias têm de agir, eliminando, assim, qualquer infecção.
* Refrescante – Retém calor muito rapidamente, absorvendo o que chamamos de FEBRE INTERNA, descongestionando os órgãos e eliminado dores e mal-estar em geral.
* Cicatrizante – Cicatriza não só feridas, como também queimaduras, muitas vezes eliminando completamente as cicatrizes.
* Calmante, desinfetante – Permite o equilíbrio total do corpo. Funciona na maioria das doenças.
 
Comumente, ela é usada em cataplasmas, com água fria – água quente só em casos específicos, quando o corpo está muito debilitado, sendo que a primeira aplicação é muito mais eficaz, porque retira a febre interna mais rápido. Se houver dúvida, toque a pele; só se estiver muito fria é que necessita do barro quente. Ao ser usada em áreas doentes como braços, pernas, joelhos etc., deve-se sempre colocar também no abdome, porque é aí que está instalada a verdadeira doença, no aparelho digestivo; do contrário, podem surgir determinadas reações, como coceira, feridas e vermelhidão, entre outras. Para segurança, também é importante vigilância quanto à alimentação e uso de enemas. Com estas precauções, só não se diz que o resultado é 100% garantido porque “… na medicina e no amor, nem nunca, nem sempre…”.
Colocar a argila diretamente sobre a pele nem sempre é cômodo e seguro, por isso pode-se usá-la em folhas de couve, bananeira, repolho ou em tecidos absorventes e de fácil penetração, como gazes ou fraldas. Externamente, ainda é usada em compressas, máscaras, sabonetes, shampoos, etc. O Dr. Melara ensina, em seu livro, a fazer cápsulas com argila e hortelã para vermes, como também supositórios. Manipular a argila com as mãos ajuda a eliminar raivas e melhora a clareza de pensamentos, desenvolvendo a plena atenção. Ela é usada, ainda, na agricultura, para equilibrar o PH do solo, nas indústrias, alegorias etc.
Internamente, usa-se nos bochechos, para afta, gengivite e para beber, COM CUIDADO E ORIENTAÇÃO DE ESPECIALISTA, porque pode provocar prisão de ventre e outras conseqüências, se a pessoa estiver usando qualquer tipo de droga, inclusive remédios alopáticos.
 
MODO DE USAR
Uso Interno: Mistura-se uma colher (de sopa) de argila em um copo d’água, ou deixa-se decantar de um dia para o outro. Tomar de preferência em jejum, uma vez ao dia. Chegando ao estômago, ela atrai as toxinas de todo o corpo, e é eliminada pelos intestinos. Neste momento, são necessários enemas e algum chá ou fruta laxante. Também usa-se internamente para vermes como ameba e oxiúros, para desidratação, diarréias e enterites (inflamação da mucosa do intestino), em pílulas ou comprimidos. Para envenenamento, usar argila decantada com chás ou suco de limão. Ela regulariza o metabolismo e tonifica, reativando as funções dos órgãos preguiçosos.
Uso Externo: Elimina rugas e rejuvenesce, desencrosta os poros, dando uma aparência fresca e juvenil. Tira olheiras, reumatismo crônico, artrite, câncer e gota; depura o sangue, elimina dores, estimula a circulação sangüínea e linfática e combate os radicais livres. Pode-se passá-la diretamente na pele, caso não haja feridas.
 
Como fazer Cataplasmas:
A maneira mais usada é em forma de cataplasmas: misturar a argila com água (com as mãos ou colher de pau), numa vasilha de barro, vidro ou madeira, deixando ficar com a consistência de massa de pão. Pegar uma fralda, abrir o barro do meio da fralda até a periferia (como se abre uma massa para pastel), deixando-o com um centímetro de altura, com uma margem de dois centímetros nas bordas da fralda; colocar a outra metade da fralda sobre a argila, dobrando a borda para não vazar. É como se a argila ficasse dentro de um saco fechado. Pôr, então, no abdômen, colocando, por cima, um jornal dobrado em quatro partes, e depois um tecido de flanela para abafar e enfaixar. Deve-se deixar bem justo, mas sem atrapalhar a respiração.
A terra deve ser colhida a um metro do solo ou dois palmos, se for barranco, para evitar impurezas (é esta terra que chamamos de virgem). Deve estar longe de lixos, agrotóxicos, hospitais, cemitérios ou local suspeito de contaminação. Também há grandes profundidades onde a terra está molhada, e corre-se o risco do lençol freático estar contaminado.
Após retirar a terra, deve-se expô-la ao sol, por, no mínimo, duas horas, não apenas para secagem, mas também para que os raios solares possam penetrar, vitalizar e trazer os elementos radioativos, invisíveis e curativos. Não há preferência de cor, ela apenas deve ter liga, isto é, não ser arenosa. Cada pessoa que toca esta argila vai ter influência sobre ela. Se a pessoa carregar raivas, medos etc., a argila vai absorver e absorver.

IMPORTANTE: Os pés devem estar sempre aquecidos. É bom Usar meias ou bolsas de água quente. Também todo o corpo deve estar protegido do frio.

CONTRA-INDICAÇÃO: Não colocar diretamente nas feridas (usar proteção, com folhas ou fraldas), e não usar se estiver tomando antibióticos. Nunca reaproveitar a argila. Se houver doença contagiosa, enterrar profundamente e distante de moradias.

ARMAZENAGEM: Armazenar em vasilhas de madeira, vidro, pedra ou barro, nunca alumínio, plástico ou inox. Estes cuidados também devem ser observados no preparo. Por isso é recomendado o uso de colher de pau. Armazenada, a argila dura tempo indeterminado, desde que seja exposta ao sol uma vez por mês.

Fonte: Site Saúde Integral

Benefícios do Ghee



Aqui tenho um link com um artigo de um renomado médico ortomolecular sobre o assunto: http://www.drmarciobontempo.com.br/preview/reportagens/citacao08/citacao08n.asp

Dicas pra você encontrar mais informações sobre o Ghee: "Saúde Perfeita", de Deepak Chopra "A Dieta da Zona Ayurvédica", de Dennis Thompson
Mas aqui seguem alguns benefícios do ghee:

Desobstruindo as artérias (Fonte:http://www.gheenadaprema.com.br/saudavel.html)

Colesterol e o ghee

Mencione a palavra colesterol e logo surgem imagens mentais negativas de artérias obstruídas e outras doenças degenerativas. Certamente isto é parte da história, mas o papel do colesterol na nossa saúde tem sido generalizado e simplificado de forma exagerada para criar uma abordagem curta ao bem-estar. O naturopata John Finnegan escreveu vários livros sobre a qualidade de gorduras e colesterol em nossas dietas alimentares. Uma citação de um dos seus trabalhos recentes diz assim:
O colesterol é o precursor a partir do qual todos os nossos hormônios supra-renais e sexuais vitais são produzidos. É também um poderoso antioxidante que circula pelo sangue quando ingerimos radicais livres prejudiciais em excesso, encontrados em gorduras danificadas e rançosas de margarina e óleos vegetais altamente processados. Promove a saúde da parede intestinal e protege contra o câncer do cólon e desempenha um papel importante para o desenvolvimento do cérebro e do sistema nervoso.
O colesterol na sua forma pura é uma substância poeirenta de coloração leve encontrada em todas as células de tecidos animais. Não é solúvel em água, portanto o organismo cria grupos de lipoproteínas para transportar o colesterol na circulação sangüínea. Estes pequenos grupos de proteínas que transportam o colesterol podem ser tanto HDL (lipoproteínas de alta densidade) ou LDL (lipoproteínas de baixa densidade). Níveis altos de LDL estão associados a doenças cardíacas enquanto acredita-se que o HDL ajuda a manter as artérias limpas auxiliando na remoção do LDL do interior das paredes arteriais. A nossa propensão de apresentar níveis altos de HDL ou LDL na corrente sangüínea é, em parte, hereditária, em parte, devido à dieta e estilo de vida e também influenciada pela função hepática, que produz colesterol para os nossos hormônios, tecidos e ácidos digestivos.
Dr. Narinder Saini, do Centro de Reabilitação Cardíaca em Springfield, Ohio. Ele percebeu que o ghee deve possuir gorduras trans em um nível muito baixo o que explica a crença antiga mantida na Índia de que o ghee promove a saúde, incluindo a saúde cardíaca.
O ghee ou manteiga clarificada é uma melhor escolha do que a margarina e o óleo refinado. O ghee tem sido utilizado em prescrições Ayurvédicas e é o modo de cozinhar em diversas culturas há aproximadamente 2000 anos. Ele possui uma propriedade curativa excepcional não encontrada em outros óleos. Segundo os ensinamentos Ayurvédicos, ele realça o “ojas”, uma essência que controla o organismo e equilibra os hormônios corporais essenciais. Para assegurar um organismo e uma mente sadios você deve ter mais “ojas”. Ele também aumenta a longevidade e possui propriedades antivirais e anticancerígenas.
O colesterol propriamente dito não é prejudicial, porém torna-se prejudicial quando é parcialmente decomposto ou oxidado por substâncias químicas instáveis chamadas radicais livres. O ghee e, especialmente, o ghee orgânico, não possui colesterol oxidado ou ácidos graxos trans e é muito estável em temperaturas mais altas de cozimento. Por ser estável e não ficar rançoso, pode ser armazenado por um longo período de tempo.
O ghee, devido às suas propriedades bioquímicas, utiliza uma quantidade 30% a 40% menor de óleo se comparado com qualquer outro óleo. Uma colher de sopa de óleo ou ghee possui 14 gramas de gordura, mas para cozinhar é preciso aproximadamente 40% menos de ghee, o que significa que, para o mesmo cozimento, você acrescentará somente 8,4 gramas de gordura.
Também é sabido que o ghee possui propriedades antivirais muito poderosas. Se você possui alergias basta mergulhar o dedo indicador no ghee e aspirar pelas narinas para criar uma camada protetora na mucosa que impede que os alergênios criem reações alérgicas.
Várias outras propriedades estão ainda sob investigação e logo tornar-se-ão de conhecimento público.
Se está tentando ingerir menos gordura, vaporize ou salpique ghee aquecido sobre vegetais assados ou cozidos no vapor. Algumas gotas de ghee e ervas frescas picadas confere uma ornamentação maravilhosa para a sopa livre de gordura, arroz, massas ou feijões cozidos.

Como reagir às reações
Alergias lácteas e o ghee
 
Uma reação alérgica é a resposta do organismo à percepção de um invasor estranho. No caso de alergias alimentares, a intolerância à lactose é surpreendentemente comum em adultos acima dos 20 anos. Uma pessoa intolerante à lactose irá se referir freqüentemente a sua alergia láctea. Especificamente, esta pessoa produz quantidades inadequadas de lactose no intestino fino e digere inadequadamente os açúcares naturais de produtos lácteos. É raramente considerada mortal, porém pode ser crônica e limitar gravemente os tipos de alimentos na dieta. Para uma pessoa com intolerância à lactose uma taça de sorvete ou um copo de leite pode resultar em uma reação acelerada que varia de inchaço, diarréia, irritação nas cavidades ósseas ou urticária. Embora a manteiga contenha muito menos lactose que o leite ou o queijo, um indivíduo com intolerância grave à produtos lácteos não pode ingerir manteiga sem conseqüências. O ghee, por não possuir lactose, é uma adição bem-vinda a uma dieta em geral altamente restrita. Isto também é verdade para pessoas com cândida ou distúrbios no sistema imunológico. Verifique com o seu médico sobre a inclusão do ghee na sua dieta se possuir intolerância à lactose.
Durante o processo de aquecimento da manteiga para a preparação do ghee, as partículas de nata, que contêm lactose ou os açúcares do leite, aderem ao fundo da panela como uma crosta de cor levemente marrom. Estas cozidas nos sólidos da nata são descartadas à medida que o puro óleo de manteiga (o ghee) é despejado e vedado em potes. Portanto, o ghee tradicional é, por natureza, livre de lactose e proteínas. Sempre imaginei o ghee como um produto não-lácteo porque ele não compartilha várias das mesmas propriedades com o leite ou o queijo. Não precisa de refrigeração, não fica rançoso e é, na verdade, bom para os que não podem ingerir produtos lácteos.
 
Como afirma o Dr. David Simon, diretor médico do Chopra Center for Well Being:
Segundo a Ayurveda, o ghee possui a distinção extraordinária de acentuar o bem-estar em praticamente qualquer circunstância concebível. Ele nutre, desintoxica e transporta voluntariamente ervas curativas para as nossas células e tecidos. Não é de se estranhar que o ghee é visto como um presente dos deuses.

Não se agrida, use a homeopatia!



É um tratamento menos agressivo, que atua através de estímulo energético e não por efeito químico de drogas, a consulta homeopática, por abordar questões relativas à vida inteira do paciente, é mais humanizada que a grande maioria das consultas com especialistas. No tratamento pela homeopatia devemos diferenciar o tratamento de uma doença aguda do tratamento de uma doença crônica. Nas doenças agudas, quando o medicamento é bem indicado pela Lei dos Semelhantes, a melhora do paciente ocorre muito mais rapidamente do que com o tratamento por drogas ou medicamentos alopáticos. No caso das doenças crônicas, como se busca um equilíbrio integral do indivíduo, a melhora é lenta e progressiva; nesses casos, o que é "lento" é a estabilização da energia vital num patamar de equilíbrio integral.


Por outro lado, se compararmos o tratamento das doenças crônicas do ponto de vista alopático, que nunca termina e prolonga-se até que o paciente morra por isso são doenças crônicas, o tratamento homeopático, mesmo que dure dois ou três anos, é muito mais rápido. Como qualquer remédio, o medicamento homeopático pode fazer mal quando utilizado sem uma orientação adequada, ou seja, sem a correta individualização do paciente e do remédio pelo clínico homeopata.

Fonte: Revista Vida Natural
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