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Natal, RN, Brazil
Quem sou Eu??? Ahhh....!!! Curiosa por natureza, gente fina (rs), com o riso meio frouxo, alguém feliz , mas sempre em busca de mais e mais! Tudo na minha vida tem seus extremos. Desde o tempero na comida até o sentimento. Tudo na minha vida precisa de mudanças, desde o móvel da sala até o rumo da própria vida. Eu gosto dessa "rotina imprevisível". Sabe...? Uns dizem que me conhecem, outros nem tanto, muitos só de vista, alguns lembram da minha risada, mas uns poucos têm acesso ao meu íntimo. Estou criando esse blog pra deixar gravado um pouco de mim! Deixar minha impressões e expressões. Fazer minha terapia. Desamarrar o nó da garganta, chorar minhas pitangas, minhas dúvidas e respostas, deixar um pedacinho da Flávia nesse mundo virtual. Não é um diário, nem a sala do psicanalista, este blog é parte de mim, do meu jeito, como eu quero. Como sou e gostaria de ser. Obrigada pela visitinha e se gostou ou não do que viu, deixe seu comentário!

TÁ EM DÚVIDA??? CONSULTE AQUI QUE É BOM PRA BURRO!

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Motivação

Copiado integralmente do blog  A vida simples assim, pq eu adorei, mas segue abaixo o texto completo:

A revista Isto é publicou esta entrevista por Camilo Vanucci, gostei e resolvi compartilhar.
O entrevistado é Roberto Shinyashiki, médico psiquiatra, com Pós-Graduação em administração de empresas pela USP, consultor organizacional e conferencista de renome nacional e internacional.
Em “Heróis de Verdade”, o escritor combate a supervalorização das Aparências, diz que falta ao Brasil competência, e não auto-estima.
ISTOÉ – QUEM SÃO OS HERÓIS DE VERDADE?
Roberto Shinyashiki — Nossa sociedade ensina que, para ser uma pessoa de sucesso, você precisa ser diretor de uma multinacional, ter carro importado, viajar de primeira classe.
O mundo define que poucas pessoas deram certo. Isso é uma loucura.
Para cada diretor de empresa, há milhares de funcionários que não chegaram a ser gerentes.
E essas pessoas são tratadas como uma multidão de fracassados.
Quando olha para a própria vida, a maioria se convence de que não valeu a pena porque não conseguiu ter o carro nem a casa maravilhosa.
Para mim, é importante que o filho da moça que trabalha na minha casa possa se orgulhar da mãe. O mundo precisa de pessoas mais simples e transparentes.
Heróis de verdade são aqueles que trabalham para realizar seus projetos de vida, e não para impressionar os outros.
São pessoas que sabem pedir desculpas e admitir que erraram.
ISTOÉ — O SR. CITARIA EXEMPLOS?
Shinyashiki — Quando eu nasci, minha mãe era empregada doméstica e meu pai, órfão aos sete anos,empregado em uma farmácia .
Morávamos em um bairro miserável em São Vicente (SP) chamado Vila Margarida. Eles são meus heróis.
Conseguiram criar seus quatro filhos, que hoje estão bem.
Acho lindo quando o Cafu põe uma camisa em que está escrito “100% Jardim Irene”.
É pena que a maior parte das pessoas esconda suas raízes.
O resultado é um mundo vítima da depressão, doença que acomete hoje 10% da população americana.
Em países como Japão, Suécia e Noruega, há mais suicídio do que homicídio. Por que tanta gente se mata?
Parte da culpa está na depressão das aparências, que acomete a mulher que, embora não ame mais o marido, mantém o casamento, ou o homem que passa décadas em um emprego que não o faz se sentir realizado, mas o faz se sentir seguro.
ISTOÉ — Qual o resultado disso?
Shinyashiki — Paranóia e depressão cada vez mais precoces.
O pai quer preparar o filho para o futuro e mete o menino em aulas de inglês, informática e mandarim.
Aos nove ou dez anos a depressão aparece.
A única coisa que prepara uma criança para o futuro é ela poder ser criança.
Com a desculpa de prepará-los para o futuro, os malucos dos pais estão roubando a infância dos filhos.
Essas crianças serão adultos inseguros e terão discursos hipócritas.
Aliás, a hipocrisia já predomina no mundo corporativo.
ISTOÉ – Por quê?
Shinyashiki — O mundo corporativo virou um mundo de faz-de-conta, a começar pelo processo de recrutamento.
É contratado o sujeito com mais marketing pessoal.
As corporações valorizam mais a auto-estima do que a competência.
Sou presidente da Editora Gente e entrevistei uma moça que respondia todas as minhas perguntas com uma ou duas palavras.
Disse que ela não parecia demonstrar interesse. Ela me respondeu estar muito interessada, mas, como falava pouco, pediu que eu pesasse o desempenho dela, e não a conversa.
Até porque ela era candidata a um emprego na contabilidade, e não de relações públicas. Contratei-a na hora.
Num processo clássico de seleção, ela não passaria da primeira etapa.
ISTOÉ — Há um script estabelecido?
Shinyashiki — Sim. Quer ver uma pergunta estúpida feita por um Presidente de multinacional no programa O aprendiz ?
“Qual é seu defeito?”
Todos respondem que o defeito é não pensar na vida pessoal:
“Eu mergulho de cabeça na empresa.
Preciso aprender a relaxar”.
É exatamente o que o Chefe quer escutar.
Por que você acha que nunca alguém respondeu ser desorganizado ou esquecido?
É contratado quem é bom em conversar, em fingir. Da mesma forma, na maioria das vezes, são promovidos aqueles que fazem o jogo do poder.
O vice-presidente de uma as maiores empresas do planeta me disse:
” Sabe, Roberto, ninguém chega à vice-presidência sem mentir”.
Isso significa que quem fala a verdade não chega a diretor?
ISTOÉ — Temos um modelo de gestão que premia pessoas mal preparadas?
Shinyashiki — Ele cria pessoas arrogantes, que não têm a humildade de se preparar, que não têm capacidade de ler um livro até o fim e não se preocupam com o conhecimento.
Muitas equipes precisam de motivação, mas o maior problema no Brasil é competência.
CUIDADO COM OS BURROS MOTIVADOS.
Há muita gente motivada fazendo besteira.
Não adianta você assumir uma função para a qual não está preparado.
Fui cirurgião e me orgulho de nunca um paciente ter morrido na minha mão.
Mas tenho a humildade de reconhecer que isso nunca aconteceu graças a meus chefes, que foram sábios em não me dar um caso para o qual eu não estava preparado.
Hoje, o garoto sai da faculdade achando que sabe fazer uma neurocirurgia.
O Brasil se tornou incompetente e não acordou para isso.
ISTOÉ — Está sobrando auto-estima?
Shinyashiki — Falta às pessoas a verdadeira auto-estima.
Se eu preciso que os outros digam que sou o melhor, minha auto-estima está baixa.
Antes, o ter conseguia substituir o ser.
O cara mal-educado dava uma gorjeta alta para conquistar o respeito do garçom.
Hoje, como as pessoas não conseguem nem ser nem ter, o objetivo de vida se tornou parecer.
As pessoas parecem que sabem, parece que fazem, parece que acreditam.
E poucos são humildes para confessar que não sabem.
Há muitas mulheres solitárias no Brasil que preferem dizer que é melhor assim.
Embora a auto-estima esteja baixa, fazem pose de que está tudo bem.
ISTOÉ — Por que nos deixamos levar por essa necessidade de sermos perfeitos em tudo e de valorizar a aparência?
Shinyashiki — Isso vem do vazio que sentimos. A gente continua valorizando os heróis.
Quem vai salvar o Brasil? O Lula.
Quem vai salvar o time? O técnico.
Quem vai salvar meu casamento? O terapeuta.
O problema é que eles não vão salvar nada! Tive um professor de filosofia que dizia:
“Quando você quiser entender a essência do ser
humano, imagine a rainha Elizabeth com uma crise de diarréia durante um jantar no Palácio de Buckingham”.
Pode parecer incrível, mas a rainha Elizabeth também tem diarréia.
Ela certamente já teve dor de dente, já chorou de tristeza, já fez coisas que não deram certo.
A gente tem de parar de procurar super-heróis. Porque se o super-herói não segura a onda, todo mundo o considera um fracassado.
ISTOÉ — O conceito muda quando a expectativa não se comprova?
Shinyashiki — Exatamente.
A gente não é super-herói nem superfracassado. A gente acerta, erra, tem dias de alegria e dias de tristeza. Não há nada de errado nisso.
Hoje, as pessoas estão questionando o Lula em parte porque acreditavam que ele fosse mudar
suas vidas e se decepcionaram.
A crise será positiva se elas entenderem que a responsabilidade pela própria vida é delas.
ISTOÉ — Muitas pessoas acham que é fácil para o Roberto Shinyashiki dizer essas coisas, já que ele é bem-sucedido. O senhor tem defeitos?
Shinyashiki — Tenho minhas angústias e inseguranças.
Mas aceitá-las faz minha vida fluir facilmente.
Há várias coisas que eu queria e não consegui.
Jogar na Seleção Brasileira, tocar nos Beatles (risos).
Meu filho mais velho nasceu com uma doença cerebral e hoje tem 25 anos.
Com uma criança especial, eu aprendi que ou eu a amo do jeito que ela é ou vou massacrá-la o resto da vida para ser o filho que eu gostaria que fosse.
Quando olho para trás, vejo que 60% das coisas que fiz deram certo.
O resto foram apostas e erros.
Dia desses apostei na edição de um livro que não deu certo.
Um amigão me perguntou:
” Quem decidiu publicar esse livro?”
Eu respondi que tinha sido eu. O erro foi meu.
Não preciso mentir.
ISTOÉ – Como as pessoas podem se livrar dessa tirania da aparência?
Shinyashiki — O primeiro passo é pensar nas coisas que fazem as pessoas cederem a essa tirania e tentar evitá-las.
São três fraquezas.
A primeira é precisar de aplauso, a segunda é precisar se sentir amada e a terceira é buscar segurança.
Os Beatles foram recusados por gravadoras e nem por isso desistiram.
Hoje, o erro das escolas de música é definir o estilo do aluno.
Elas ensinam a tocar como o Steve Vai, o B. B. King ou o Keith Richards.
Os MBAs têm o mesmo problema: ensinam os alunos a serem covers do Bill Gates.
O que as escolas deveriam fazer é ajudar o aluno a desenvolver suas próprias potencialidades.
ISTOÉ — Muitas pessoas têm buscado sonhos que não são seus?
Shinyashiki — A sociedade quer definir o que é certo.
São quatro loucuras da sociedade.
A primeira é instituir que todos têm de ter
sucesso, como se ele não tivesse significados individuais.
A segunda loucura é: Você tem de estar feliz todos os dias.
A terceira é: Você tem que comprar tudo o que puder.
O resultado é esse consumismo absurdo.
Por fim, a quarta loucura:
Você tem de fazer as coisas do jeito certo.
Jeito certo não existe!
Não há um caminho único para se fazer as coisas. As metas são interessantes para o sucesso, mas não para a felicidade.
Felicidade não é uma meta, mas um estado de espírito.
Tem gente que diz que não será feliz enquanto não casar, enquanto outros se dizem infelizes justamente por causa do casamento.
Você pode ser feliz tomando sorvete, ficando em casa com a família ou com amigos verdadeiros, levando os filhos para brincar ou indo a praia ou ao cinema.
Quando era recém-formado em São Paulo,
trabalhei em um hospital de pacientes terminais. Todos os dias morriam nove ou dez pacientes.
Eu sempre procurei conversar com eles na hora da morte.
A maior parte pega o médico pela camisa e diz:
“Doutor, não me deixe morrer.
Eu me sacrifiquei a vida inteira, agora eu quero aproveitá-la e ser feliz”.
Eu sentia uma dor enorme por não poder fazer nada.
Ali eu aprendi que a felicidade é feita de coisas pequenas.
Ninguém na hora da morte diz se arrepender por não ter aplicado o dinheiro em imóveis ou ações, mas sim de ter esperado muito tempo ou perdido várias oportunidades para aproveitar a vida .

Segue link para matéria: Revista Isto É

O que Pedagogos e Professores desse Brasil não Aprenderam


Pode passar pela melhor universidade, concluir a melhor pós-graduação, ter um currículo exemplar, mas o que mostra nesse pequeno vídeo, não se encontra em nenhuma cátedra, não é ensinado em curso algum!
É uma questão de ser humano apenas.... de ser simples e sensível, de saber.... um saber que, posso dizer, nasce com cada um. Não se compra, não se adquire com um diploma, mas que pode ser apreendido ao longo da vida.
Apesar de ser apenas um vídeo, com apenas bonequinhos e de apenas uns poucos minutos.... ele me emociona.
Me sinto mal e muito triste em saber que essa é a realidade educacional que tivemos e damos às nossas crianças. Me sinto pior quando percebo que eu talvez tenha sido uma menina como esse menininho do vídeo, que pensa e sente e aprende diferente, mas que é paulatinamente engolido por uma sociedade que desconhece alguns saberes, alguns sentimentos e desrespeita os seus pequenos.
Talvez alguma coisa que eu não tenha superado, e mais um dos motivos de me sentir impotente e ter "fugido" da área educacional.

Uma frase de Joseph Joubert:
"As crianças têm mais necessidade de modelos do que de críticas".


Meretrizes do Mundo



Sabe... tem dias que eu tô perturbada, viu?! São meus dias de emo.
Escrevo cada coisa aqui no blog..... com sentido, claro! Mas percebe-se que foi num momento "biopolar" do meu ser... rs
Um surto! Mas vamos ao assunto né...

Pois cheguei a conclusão de que desde que o mundo é mundo, que o mundo é das meretrizes. 
Entendeu?
 O mundo sempre foi assim, não importa a época.
Quando estava em São Paulo aprendi que o mundo é gay e, convenhamos,  muito mais alegre e bonito assim.
Agora.... em conjunto com minhas aulas de História Antiga, apreendo que o mundo é e sempre foi das meretrizes. Digo apreendo porque já sabia, mas não me conformava.
Olha na Itália:
Olha na Holanda:

Olha no Brasil:
 Meretrizes de luxo transformam-se em escritoras famosas e "ensinam" sobre a "vida fácil".

O sucesso é tanto, que vira filme recorde de bilheterias da semana. 
E mais: se bem entendi a propaganda acima sugere uma orgia, sem preconceitos! Ok! Mas essa aí não subiu na vida, trepou mesmo!

A Record está usando artilharia pesada para contratar Raquel Pacheco, a ex-prostituta mais conhecida como Bruna Surfistinha, para o reality-show "A Fazenda 4", que estreia em julho. (Fonte: Pronto, falei! Publicado por Leo Dias, sexta-feira, 1 de abril de 2011 17:39 BRT)

E nada mais me surpreende...!!!! 
Como já dizia Clodovil: "Só no Brasil p... dá porque gosta." 

E agora essa da Rede Record cujo dono, Sr. Edir Macedo se entitula bispo da Igreja Universal.
Qual será o novo Ministério criado pela instituição? 
É.... porque de acordo com a filosofia do dono da emissora, templo é dinheiro!

(A forma como se consegue é o que menos importa pra eles...)

E eu estou tentando digerir tudo isso... talvez não exista o certo ou errado, o bem e o mal, e sim, pontos de vista diferentes....
Ai... por isso que eu detestava tanto as aulas de Filosofia e Psicologia... sempre me perdia... divagava pelos pensamentos, sentimentos, e ficava triste, e ninguém pra me ouvir, e voltava a estaca zero.....
Game Over... de novo. 





Seu filho é hiperativo...?


 Ou possui altas habilidades...? Talvez a diferença entre eles seja sutil. Somente uma equipe multidisciplinar qualificada pode, ao longo de alguns meses de observação, dar o diagnóstico correto e orientar a melhor forma de educar. A foto abaixo coloquei propositalmente porque superdotação é diferente de genialidade. Além disso, podemos perceber alguns indícios na criança, mas nada disso garante o diagnóstico de uma equipe profissional.

Veja esta matéria que saiu no site iG Último Segundo.

“Ninguém no mundo me entende”. A afirmação de Elivelton Pêgo de Macêdo, de 14 anos, poderia ser facilmente interpretada como uma crise normal da idade. Mas o estudante... 

Os Físicos que me perdoem mas....



Meu achismo é fundamental!
Eeeeeu... euzinha.... (rs) com toda minha sapiência criativa, aaaaaaaacho o seguinte: esse negócio de ficar anos e anos, gerações e mais gerações atrás da terceira, quarta, quinta e não sei quantas dimensões, esse negócio de espaço-tempo... ih... aaaaaaacho que estão perdendo tempo! Aaaaacho que é tudo uma coisa só! 
O tempo para mim é único mas em ciclos, cada coisa e cada pessoa tem o seu ciclo, tem seu ritmo. E no espaço co-existem várias dimensões! Mas com vários padrões, vários tipos de "matéria". É claro, a Ciência só pode e só consegue estudar o que alcança e só falam do que conseguem provar. Mas, queridos cientistas (inclusive meu maridinhu), nunca digam: "Desta água não beberei!" Vocês podem no máximo ignorar, mas não neguem. Um dia o conhecimento virá à tona e alguém vai dizer: "Não te disse que era assim?"

Uma gente muito da desocupada que inventou essa coisa de calendário, dias, anos, tempo, horas.... cheguei a essa conclusão através de um rigorosa pesquisa empírica acerca do meu ser!
Sou avessa à horários, o relógio nunca foi meu amigo (mas eu juro que me esforço pra ser amiga dele).
Dia? Às vezes esqueço até do ano em que estamos... a propósito eu não decorei bem em que século vivemos, só lembro que eu era nascida quando houve a transição dos séculos, porque eu tinha o prazer de dizer pros meus pais que eles eram do século passado!
Bom... isso tudo é uma chatisse. Detesto horário, detesto prazos, datas, pressão (apesar de, num ambiente de trabalho lidar muito bem com todas essas variáveis, coisa que me rende uns fios grisalhos). Aliás... que contraditório... pra dizer a verdade, sem datas e prazos não sei trabalhar. Preciso deles e eles de mim. Na minha mesa de trabalho não podem faltar: um computador com acesso à Internet, um calendário físico (vai que cai a energia), canetas, caderno para anotações (dispenso agenda), clip, grampeador, um organizador, algum enfeite útil, tipo prendedor de lembretes ou um post it coloridinho, uma lixeira embaixo e um relógio no pulso. Pronto! Por que será que eu odeio mas ao mesmo tempo eu quero? Nem Freud...

Então...?

Então tá! O tempo é único, o espaço também é único mas as dimensões são muitas, o espaço é multifacetado, como um cristal. O que vemos, dizemos, fazemos faz parte de um passado porque antes disso tudo, sentimos e pensamos, o que acho que deve ser o presente. E o futuro é um resultado desses dois. Tudo o que se faz tem suas consequências, só podemos moldar um pouquinho porque a rota já foi esboçada. O futuro se torna um resultado da interação entre o que sentimos, pensamos, vemos e como agimos ou reagimos perante ao mundo e o mundo a nós. O pensamento é uma dimensão no espaço, tem sua forma, sua energia, sua "matéria", igualmente o sentir, o agir  e é aqui que se encaixa o que vemos, o físico. E o tempo é mais uma das muitas dimensões do espaço.

Por que não estar mais aberto a outras possíveis teorias??? Por que não experimentar o diferente? Fazer diferente? Ser diferente? Pois lembrei daquela música "Robocop Gay" dos Mamonas Assassinas:

"Abra sua mente
Gay também é gente
Baiano fala "oxente"
E come vatapá

Você pode ser gótico
Ser punk ou skinhead
Tem gay que é Mohamed
Tentando camuflar:
Allah, meu bom Allah!

Faça bem a barba
Arranque seu bigode
Gaúcho também pode
Não tem que disfarçar

Faça uma plástica
Aí entre na ginástica
Boneca cibernética
Um robocop gay..."

Traduzindo essa música: Existem muitas coisas no mundo, todo tipo de gente, de hábitos, costumes, manias e crenças. E você pode ser o que quiser! Não tem que disfarçar...rs
Não pode ir contra a natureza, contra  a correnteza é mais difícil, dispendioso, tem que ser o que é, agir conforme o que se sente, o que se pensa, como dita a consciência.
Observação: eu não sou "um robocop gay."...rs, mas poderia experimentar! No entanto não sinto a vontade até então... Assim tem que ser! Mente aberta! Eu vivo assim, do jeito que sou!
Huuuummm........
Tô com medo desse post....rs
Espero que não me chamem de louca e também percebam que polêmica não faz parte da minha personalidade, mas sim o paradoxo.


Pau que nasce torto, não tem jeito, morre torto!



Não gosto que me digam: "não tem jeito". É aí que vou atrás do jeito!
Muitas vezes me pego dizendo: "De que adianta eu mudar, se o outro não não muda? Mais eu sofro!"
Mas acho que mudar acaba sendo a melhor opção. Só que tem um detalhe, ninguém toma consciência junto, cada um tem seu ritmo, seu processo, seu próprio tempo. Cada um tem que caminhar com as próprias pernas, caso contrário não aprende.

O primeiro passo é ter consciência, se existe um problema. Como consequência, virá um incômodo, uma vontade de trasformar esse problema.
Às vezes não sabemos como, ou por onde começar... por isso entendi que é preciso começar por nós mesmos. Em mudar começando de dentro.

É como uma relação entre você e o homeopata:
Tenho um problema e vou ao médico buscar uma solução.
Médico este que escolhi previamente e acolhi pra cuidar de minha integridade física e emocional.
Ele me indica um remédio que pode demoooooraaaar pra fazer efeito ou nem faz.
Desanimo e desisto do remédio? Não.
Aí é que entra minha persistência. Continuo tomando conforme ele receitou.
Mas essa primeira tentativa não deu certo... e volto na consulta contando o ocorrido e ele muda a potência do meu homeopático.
Dessa vez preciso de paciência e esperança para ver alguma melhora.
E por fim, entendo que o médico também é humano como eu, que tem defeitos e qualidades e que é passível de erro. O que fazer?
Continuo doente? Procuro outro médico que atenda minhas necessidades?
Bom, como acho que, nesse caso, existe uma relação (às vezes passageira mas sempre profunda) e somos dois em busca de melhorar uma situação, eu insisto.
Nesse estágio preciso de confiança. Acho até que de coragem pra seguir tratamento.
Quando já se esgotarem as possibilidades e recursos de ambos, eu me verei obrigada a seguir outro caminho.
Talvez dê a "sorte" de encontrar um outro profissional que me ajude nessa parceria, talvez siga sozinha por muito tempo...
Mas de fato, uma coisa é verdade: nada será como antes.
Enquanto buscava tratamento tinha mais vitalidade e saúde que hoje, talvez não disponha mais. E por consequência, tive que deixar alguns sonhos de lado, alguns planos para outro dia, quem sabe...!
Mas terei paz na consciência de que fiz o que podia, no meu ritmo, no meu tempo..... e daí, retirar uma lição. O que aprendi com tudo isso?

Umas palavras aos Meus Amigos



Existem pessoas Estrelas e pessoas Cometas....
Os Cometas passam. Apenas são lembrados pelas datas que passam e retornam.
As Estrelas permanecem. Assim como o Sol. Passam anos, milhões de anos, e as Estrelas permanecem.
Há muita gente Cometa. Gente que passa pela nossa vida apenas por instantes.
Gente que não prende ninguém e a ninguém se prende.
Gente sem amigos, gente que passa pela vida sem iluminar, sem aquecer, sem marcar presença.
Importante é ser Estrela. Estar junto. Ser luz, calor, ser vida.
Amigo é Estrela. Podem passar anos, podem surgir distâncias, mas a marca fica no coração. O coração não quer enamorar-se de Cometas, aqueles que apenas atraem olhares passageiros.
Ser cometa é ser companheiro por instantes, explorar os sentimentos humanos, ser aproveitador das pessoas e das situações.
Solidão é resultado de uma vida cometa. Ninguém fica, todos passam. Há necessidade de se criar um mundo de Estrelas.
Para podermos contar com elas, senti-las como luz e calor.
Assim são os amigos, Estrelas na vida da gente. São aragem nos momentos de tensão e luz nos momentos de desânimo.
Ser Estrela nesse mundo passageiro, nesse mundo cheio de pessoas Cometas, é um desafio.
Mas acima de tudo, uma recompensa. Recompensa de ter sido luz para muitos amigos, calor para muitos corações e acima de tudo, saber que nascemos e vivemos, e não somente existimos.
Autor desconhecido 

 O dia do amigo já passou, mas só hoje me inspirei pra dizer o que sentia e precisava expressar de alguma forma.
Na verdade não concordo muito quando o texto diz que "Ser cometa é ser companheiro por instantes, explorar os sentimentos humanos, ser aproveitador das pessoas e das situações."
Simplesmente são cometas por afinidades, interesses de vida, personalidade, gênio, não exatamente por má intenção.
E esses cometas fazem parte da minha vida também, tenho consideração e respeito porque com eles aprendi. Com eles aprendo. 
Podem não iluminar como as estrelas, mas deixam seu rastro em nossas vidas.
Toda luz faz sua sombra.
Bom, essa mensagem é para todos!
Família, vizinhos, conhecidos, colegas, amigos, amigos de perto, amigos de longe, amigos amigos, amigos temporários, amigos permanentes, de todas as cores, tamanhos, diversidades e cada um em sua individualidade.
Obrigada por fazerem ou terem feito parte da minha vida.
Por muitos anos, por uns instantes, pessoas que nunca me esqueço, que me fizeram rir, chorar (mas eu ri mais que chorei... ou chorei de tanto rir..!)
Mas principalmente obrigada por me fazerem crescer, aprender, por conhecer o lado humano, por aprender a respeitar a individualidade de cada um, por aprender a me conhecer e me valorizar enquanto pessoa.
Muito rica a escola que vivemos!
Obrigada pelos bons momentos! E pelos maus também! A gente cresceu!
E pelos ombros e pelas orelhas e pelas palavras ditas!
Obrigada meus amigos , obrigada aos que passaram pela minha vida!
TODOS deixaram seu pedacinho!
E se em algum momento vacilei ou não correspondi às expectativas... me desculpem.
E tenham a certeza de que não foi intencional.
Mas a amizade é assim...!
Simples assim. Disponível e Fiel. Quando um cai o outro dá a mão mas quando os dois tropeçam, têm que se reerguer pensando que o outro pode precisar de ajuda para levantar.
É um vai e vem. Uma troca constante.
Mas sem cobranças. Sem esperas. Sem amarras. Sem julgamentos.
Obrigada.


Um país chamado São Paulo

Carioca de nascimento e paulista de coração, foi difícil encontrar um vídeo pra São Paulo... precisaria de vídeos em capítulos para ser como eu queria, as várias São Paulo. 
Que nem só de arranha-céu vive São Paulo, tem muito mais pelo meio, por fora, por dentro.... 
De tudo um pouco, a mais rica (bio)diversidade (rs) de pessoas se concentra na Av. Paulista com Augusta.
Ai que saudades que tenho... da Aurora da minha vida... Que os anos não trazem mais....
Esse vídeo foi fiel, mostrando muito do que tem nas grandes cidades, vale ver até o final!

Fazendo a Feira

      Muitas vezes vamos ao mercado (porque aqui a feira é longe), e cada vez que passamos no caixa com legumes, verduras e frutas a pessoa pergunta: o que é isso? Algumas ainda me perguntam para que serve, como usar etc...
Bom, o fato é que as pessoas não conhecem nada, nem o que comem, como preparam, de que é feito.
Consequências da modernidade: mulher passou a trabalhar fora, comer fora ou mora com a mamãe que cozinha para ela, ou ele, para os netos e assim vivemos. E assim se perpetua o exemplo de família.
Oras! Eu também trabalho fora, como fora,  cozinho quando tenho que cozinhar, mas conheço muitas coisas. Se não conheço, procuro conhecer e provar.

Nos perguntam o que é espinafre, rabanete, coentro, majericão, alguns tipos de laranja, frutas diferentes então... nem se fala!
O engraçado é damos o nome, mas às vezes, por causa da diferença na linguagem, a coisa que tem um nome no sul e sudeste aqui se conhece por outro nome. Aí fica difícil, né!
Acho que já paguei mais caro na fruta porque o nome era outro que eles não achavam na porcaria da listinha de códigos e preços.
Eu já tinha no blog um tópico com Ervas e Frutos, despois deste posto vou mudar para Frutos, Ervas, Temperos Etc. Pois bem, lá vou postar o que é e os benefícios de cada coisa que costumo utilizar nos meus pratos ou gosto de comer.
E que faz bem!!!
Ou a população só conhece arroz com feijão? Cuzcuz com carne-de-sol?
É só abrir a internet, deixar de olhar sites de fofocas e buscar que encontra aos montes informação sobre tudo!
Esse  blog é mais um!
Será uma questão de cultura ou de educação?
Onde está o problema? Por que as pessoas não se interessam em aprender, em conhecer, em sair do seu mundo e deixar de olhar o próprio umbigo?

...

SEM COMENTÁRIOS

Educação Mandou um Abraço!

UM OLHAR SOBRE O EDUCAR...



Um "de menor", delinquente, marginal, trombadinha, menor infrator... ?! Tantos nomes que deram pros "meninos de rua", mas .... eeei!!! Essa receita é a mesma que cria o rapaz da classe média, média-alta... qualquer classe!
Criar bem um filho independe de classe. Morar na favela não significa ser bandido ou traficante, nem morar em condomínios de luxo significa ser bom menino.

São muitas as variáveis na educação de um indivíduo. São aspectos morais (quanta hipocrisia), religiosos (se é que existem), culturais (onde não existe respeito a diversidade), costumes (que nunca mudam), políticos (manda quem pode, obedece quem tem juízo) ... enfim, tudo aquilo que se descarta, que se mantém, mas principalmente, o que se exemplifica. 

Simples: aquilo que você é....! 
 A frase de alguém já dizia: o mundo muda quando a gente muda. É verdade! Que tanto se discute educação, política, as aulas nas universidades dão até raiva, de tantas divagações e ninguém conclui nada, resolve nada!? Pra quê complicar...? Pra quê falar bonito, usar toda retórica...?
...

Confesso que tenho minhas crises existenciais, tipo... nasci no mundo errado, que é que tô fazendo aqui, pra quê nasci... e por aí vai! (em alguns momentos... ou quase sempre)!
Mas muito se fala por aí em perda de valores, perda da identidade... mas será que tivemos algo pra perder? Acho que nunca se criaram tais valores... ou os alicerces eram fracos e quebraram.

Eu que estou errada ou como dizia Sartre, o inferno são os outros?
Aaaai.... tô passando mal, eu sou da geração Gardenal.

BULLYING - Uma solução em conjunto



"Para elas, o mundo é estranho e desconcertante: as pessoas não dizem aquilo que pensam, dizem aquilo que não pensam, fazem comentários triviais e sem significado, aborrecem-se e perdem a paciência quando uma pessoa com síndrome de Asperger lhes refere centenas de factos fascinantes sobre horários, as inúmeras variedades de cenouras ou o movimento dos planetas. Também não entendem como é que as pessoas conseguem tolerar tantas luzes, sons, cheiros, texturas, paladares, sem se desnortearem, se preocupam tanto com a hierarquia social, têm relações emocionais tão complicadas, conseguem utilizar e interpretar tantas convenções sociais, são tão ilógicos."
 
Esta é a forma como Lorna Wing, a psiquiatra que usou pela primeira vez o termo síndrome de Asperger, caracteriza as pessoas com esta síndrome. Quem contacta diariamente com crianças com Asperger considera que esta psiquiatra faz, de uma forma sintética, uma boa caracterização deste tipo de problemática. Apesar de, cognitivamente, apresentarem capacidades médias ou acima da média, ao nível das competências sociais os portadores de Asperger apresentam défices que lhes limitam seriamente a capacidade de interagir socialmente de uma forma gratificante. Para além de terem dificuldade em estabelecer diálogo, têm tendência para fazer comentários inoportunos, "demasiado honestos", que muitas vezes magoam os outros. A dificuldade em perceber sinais não verbais e expressões faciais que exprimem sentimentos é outra característica que os define e que dificulta o estabelecimento de relações sociais satisfatórias.

Para além de défices ao nível das competências sociais, estas crianças têm também dificuldades ao nível da comunicação, pois apesar de muitas vezes falarem de forma pomposa e fluente parecem ausentes do diálogo. A dificuldade em extrair o significado de metáforas e entoações leva as pessoas com quem interagem a questionarem as suas capacidades cognitivas. O facto de habitualmente apresentarem interesses obsessivos também não facilita a comunicação, uma vez que os outros ficam rapidamente cansados de ouvir constantemente falar em carros, comboios, planetas e outros temas pelos quais habitualmente se interessam.

As dificuldades referidas levam a que estas crianças frequentemente se isolem ou sejam vítimas de abuso, nomeadamente bullying. Estes riscos exigem que sejam alvo de um acompanhamento muito próximo.

Ao abordar este tema, vêm-me imediatamente à memória os muitos casos de meninos com Asperger que vou acompanhando no SPO. O Jorge, por exemplo, que agora é aluno do 8.º ano de escolaridade, é acompanhado desde o 5.º ano. Ao longo destes anos tem havido uma articulação constante entre o director de turma, os professores do conselho de turma e os pais do aluno em questão, pois é alvo constante de agressão por parte dos colegas, alguns deles colegas novos que entram para a turma no início de cada ano lectivo. Sem intervenção e vigilância permanentes, o Jorge estaria certamente perdido neste mundo tão complexo, cheio de segundos sentidos e subtilezas.

O contacto com estas crianças, com quem habitualmente estabeleço uma excelente relação, leva-me a concordar plenamente com a opinião de Tony Attwood, psicólogo clínico especialista mundial em síndrome de Asperger, relativamente às capacidades e talentos dos portadores desta síndrome. A capacidade para estabelecerem relações de grande lealdade, o discurso isento de falsidades, a conversação objectiva e sem manipulação, a perspectiva original de resolução de problemas e a clareza de valores fazem deles pessoas muito especiais. Como diria este especialista, "Precisamos de pessoas com Asperger, uma vez que são mais criativos do que a população em geral. A cura para o cancro será provavelmente descoberta por alguém com Asperger!". 

FONTE:  Adriana Campos| 2009-10-28 (Site Educare)

Outras informações: 
Tipos de Bullying - ENTRE NESSE SITE PORQUE TEM MUITA INFORMAÇÃO

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