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Quem sou Eu??? Ahhh....!!! Curiosa por natureza, gente fina (rs), com o riso meio frouxo, alguém feliz , mas sempre em busca de mais e mais! Tudo na minha vida tem seus extremos. Desde o tempero na comida até o sentimento. Tudo na minha vida precisa de mudanças, desde o móvel da sala até o rumo da própria vida. Eu gosto dessa "rotina imprevisível". Sabe...? Uns dizem que me conhecem, outros nem tanto, muitos só de vista, alguns lembram da minha risada, mas uns poucos têm acesso ao meu íntimo. Estou criando esse blog pra deixar gravado um pouco de mim! Deixar minha impressões e expressões. Fazer minha terapia. Desamarrar o nó da garganta, chorar minhas pitangas, minhas dúvidas e respostas, deixar um pedacinho da Flávia nesse mundo virtual. Não é um diário, nem a sala do psicanalista, este blog é parte de mim, do meu jeito, como eu quero. Como sou e gostaria de ser. Obrigada pela visitinha e se gostou ou não do que viu, deixe seu comentário!

TÁ EM DÚVIDA??? CONSULTE AQUI QUE É BOM PRA BURRO!

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Método menos invasivo para diagnóstico da Endometriose no Brasil


Vale a pena entrar no link do artigo do Jornal Nacional que está lá no final do texto, pois tem um vídeo do próprio médico relatando como é feito o exame e porque poucos estão habilitados para esse diagnóstico.


Médicos brasileiros desenvolveram uma nova técnica que se tornou referência mundial para o diagnóstico da endometriose, uma das principais causas de infertilidade. Só no Brasil, seis milhões de mulheres têm a doença.
Foram várias idas a consultórios até Luciana descobrir que tinha endometriose. “Uns dez médicos que eu procurei, quando fui na 11ª ela descobriu a endometriose”, conta a psicóloga Luciana Diamante.
A endometriose é uma doença hormonal que ocorre quando o endométrio, o tecido que reveste a cavidade do útero, não se dissolve totalmente na menstruação. Partes dele se grudam no próprio útero, ovários e até no intestino. A endometriose causa muitas cólicas e, se não tratada, pode levar à infertilidade.
Um método desenvolvido aqui mesmo no Brasil vem ajudando os médicos a diagnosticar a endometriose de forma mais rápida e simples. Basta um aparelho de ultrassom e um profissional treinado para enxergar sinais da doença.
A paciente toma um laxante meia horas antes do exame para esvaziar o intestino. O método é bem diferente do que os médicos de todo o mundo costumam adotar: a videolaparoscopia, cirurgia em que microcâmeras são inseridas no abdômen na tentativa de diagnosticar a doença.

“Você não precisa fazer uma cirurgia para olhar como está a barriga da paciente. Nós fazemos o exame e dizemos para o cirurgião como ela está. Nós levamos aproximadamente dez anos para aprender a ter todo o know how sobre a doença, porque ela é muito complexa”, explica o médico radiologista Manoel Orlando da Costa Gonçalves.
O assunto atraiu médicos de todas as partes do mundo ao Congresso Mundial de Endometriose, em São Paulo. Mas ainda falta um bom caminho para o Brasil. A sociedade médica tenta convencer o SUS a adotar o exame, que hoje já é feito de graça em alguns hospitais universitários.
“A expectativa é que chegue o mais rápido possível. Nós temos tentado estimular o governo brasileiro a treinar mais e mais pessoas para essa técnica”, declara Mauricio Abrão, responsável pelo setor de endometriose do HC.
O Ministério da Saúde informou que ainda não há prazo para que este exame seja oferecido na rede pública.

Acidez Vaginal e Infertilidade



Outro dia meu marido em alto e bom tom no meio da rua me pergunta: 
SERÁ QUE VOCÊ É ÁCIDA???!
Aaafff.......... me senti um limão!!! 
Fiquei verde e olhei pro lado para certificar-me de que ninguém tivesse ouvido tal indiscrição...!
Bom, como sempre, lá fui eu no Google! 
Se não tem no Google, não existe! 
Aí achei no site Reprodução Humana, na seção tira-dúvidas o seguinte:

Quando procuramos na literatura por esta resposta, normalmente nos deparamos com associações entre secreções vaginais, geralmente provocados por agentes como Clamídia, Gonococo e Micoplasma, precursores de infecções tubárias que levariam a alterações da função tubária (tuba uterina) e até a obstrução das mesmas. Mas não é deste tipo de infecção que estamos falando, e sim de vaginites por Tricomonas ou Cândida e da vaginose Bacteriana (Gardnerella vaginalis).
Devemos lembrar que o ambiente vaginal, decorrente da umidade da mucosa vaginal e presença de glicogênio livre, é atrativo ao crescimento bacteriano. A vagina contém normalmente bactérias intestinais, da pele assim como outras que em algumas ocasiões, devido a alterações do meio ambiente vaginal, podem facilitar a sua multiplicação. Estes microorganismos são mantidos em equilíbrio no ecossistema vaginal controlados pela predominância dos bacilos de Doderlein e de outras bactérias produtoras de ácido lático.
Este equilíbrio depende da virulência da bactéria, da imunidade da hospedeira (mulher) e da adequada produção de ácido lático que permita manter a acidez vaginal num pH (concentração de íons hidrogênio) entre 3,5 e 4,0. Tudo isto para explicar que a presença de bactérias e fungos na vagina é normal e que dependendo do equilíbrio do seu ecossistema um ou outro microorganismo pode-se multiplicar.
Quando procuramos na literatura especializada de infertilidade notamos.......

Quem, Como e Quando devem realizar o Exame das Mamas?

Homens e Mulheres de vem realizar o auto-exame!

Veja esta matéria do Correio de Uberlândia e saiba porque.
Abaixo segue o vídeo de como realizar o procedimento sozinho e com qual frequência.

Auto-Exame NÃO substitui mamografia!!!

Candidíase: prevenção

Por isso a minha birra em ir ao médico. Ahhhh... se eles soubessem metade do conhecimento oriental sobre medicina, iriam curar muito mais! Em geral médico não cura, quebra-galho. Te solicita um exame, receita um remedinho e tchau! " Se não melhorar volte aqui." - Assim nos dizem. Eles tratam mais dos sintomas do que da doença, o que aliás já não está certo! 
Tem que se começar trantando o doente! Pois é nele que está o desequilíbrio que geram as doenças ou qualquer aviso de distúrbio do organismo. Mais uma vez eu aqui divulgando a homeopatia, que vai no doente e não na doença. E nos remete ao equilíbrio original.
Bom, mas voltando ao assunto, quantas moçoilas não sofrem com Cândida? Até bebês têm esse problema.
Além dos cuidados básicos para evitar o surgimento, a novidade é que se você tem problemas intestinais está propensa a ter candidíase recorrente.
Então aqui estão as orientações que se devem seguir:
  • Calcinhas de algodão sempre, as outras só em ocasiões especiais;
  • Manter a área ventilada, em geral calças justas e grossas não devem ser usadas;
  • A higiene deve estar em dia (clique AQUI para ver como);
  • Nada de duchas vaginais como explicado no link acima;
  • Intestino funcionando bem:
  1. Se o problema for frequente, corte o açúcar, refrigerantes mesmo diets,  leite de vaca e tudo que tem fermento;
  2. Frutas secas, amendoim, bebida alcoólica também estão proibidos;
  3. Aumente no seu cardápio alho, vegetais, arroz, grãos em geral, caju;
  4. Se alimente de forma a melhorar seu sistema imunológico;
  5. Aumente a ingestão de água e fibras para manter a regularidade do intestino.
Pronto! Acho que essas dicas ajudam muito.
Ah sim! E no caso de bebês com esse problema, a mamãe deve cuidar melhor da alimentação do seu filho. 
Se for o caso de ainda amamentar, você deve buscar seguir essas orientações alimentares e, em conjunto com o pediatra, que tipo de alimentos ou homeopáticos ou fitoterápicos podem ajudar a manter em alta o sistema imunológico do seu pequeno.

Como Cuidar Bem da Sua Bichinha



Bom seria já acordar de manhã com a depilação em dia, cabelo escovado e unha feita – pé e mão. Mas, não rola! Ser mulher dá um trabalho danado. Homem é que é feliz: não tem que passar maquiagem, veste a primeira calça jeans que vê pela frente e, se bobear, nem penteia o cabelo. Já nós, além de todas as peculiaridades do universo feminino, temos que ficar atentas à higiene íntima. Até nisso, a gente está em desvantagem em relação ao sexo oposto. Enquanto o deles é pra fora, a nossa é escondidinha e requer maior atenção. Reclamar é mole e eles não pensam duas vezes antes de fazer gracinhas de mau gosto (ou mau cheiro: de bacalhau). Mas como é que se faz para manter o playground limpinho e perfumado como a gente – e também eles – gostam?

A resposta é mais simples do que se pensa: a dupla dinâmica água e sabão pode ser a solução dos seus problemas. A ginecologista Sônia Valentim explica que, entre as dobras dos pequenos e grandes lábios, acumula-se uma secreção branquinha chamada esmegma, natural do corpo da mulher. Durante o banho, devemos retirar essa secreção com cuidado, usando sabonetes de pH neutro e esfregando delicadamente cada dobrinha da vulva. Além disso, Dra. Sônia aconselha que se faça uma higiene especial cerca de duas vezes por semana. “É necessário introduzir o dedo na vagina e fazer uma limpeza, como quem tira meleca do nariz. Por exemplo, no dia seguinte de ter relação, devemos tirar com o dedo o resto de esperma que tiver ficado lá dentro. No caso de um corrimento leve, o dedinho pode dar um jeito. No fim da menstruação, também pode servir para retirar aquela borra de café que suja a calcinha por alguns dias”, ensina.

Falando em menstruação, quando estamos naqueles dias, os cuidados com a higiene têm que ser redobrados. O absorvente externo deve ser trocado com freqüência, de acordo com o fluxo menstrual de cada mulher. Já o interno tem que ser substituído a cada três horas, no máximo. “Tem gente que chega a dormir de OB, o que é um absurdo e pode provocar até uma infecção pélvica”, alerta Dra. Sônia. O ginecologista Eduardo Zlotnik explica que a menstruação muda o pH da vagina. “A maioria das mulheres não apresenta problemas, mas algumas reclamam de cheiro ruim. Realmente, os riscos de infecção aumentam no período”, afirma o médico.

De segunda a sexta, sábados, domingos e feriados, grande parte da mulherada gosta de colocar um absorvente diário na calcinha, mas Dra. Sônia é contra. “As bactérias amam de paixão, é uma festa!”, alerta ela. E Dr. Eduardo confirma: “Abafa, aumenta a temperatura e vira um meio de cultura de bactérias”, diz o ginecologista. Melhor assim, menos um item para comprar na farmácia! Tem mais: o ideal é usar calcinha de algodão todo dia, porque deixa a pele respirar melhor. “A lycra bloqueia e faz suar”, afirma Dra. Sônia. “Não adianta só o forro ser de algodão, tem que ser a calcinha toda”, engrossa o coro Dr. Eduardo. E o que fazer então com aquela calcinha rendada preta? “Calcinha de renda é apenas para noites especiais”, responde Dra. Sônia. Bom, menos mal...

Alguns probleminhas da área de lazer podem ser resolvidos apenas com uma boa higienização. No caso de corrimentos leves, só a ventilação já ajuda muito. Além da lycra, devemos evitar calça apertada e biquíni molhado o dia todo. “O ideal é dormir sem calcinha. Tem gente que não consegue, fala que se sente pelada, mas é um bom hábito para ser adquirido”, sugere Dr. Eduardo. Já o banho de assento com água morna, coisa do tempo das nossas avós, pode estabilizar o pH e aliviar eventuais coceiras. “Às vezes, uma paciente me liga e não pode vir ao consultório. Então, peço que ela use o bidê ou encha uma bacia de água morna e fique 10 minutos lendo uma revista. Só isso já dá resultado, sem produto nenhum, sem sabão, nada”, diz Dr. Eduardo.

Em qualquer esquina, estão à venda sabonetes íntimos que fazem sucesso com quem tem mania de limpeza – vão de lencinhos umedecidos a desodorantes para as partes baixas! Dr. Eduardo recomenda o uso de produtos como Dermacyd, Flogorosa ou o novíssimo Vagisil apenas quando houver algum sinal de inflamação, uma vez que eles podem ajudar a diminuir a coceira. No dia-a-dia, é preferível usar sabão normal. “O corpo da mulher é perfeito, não precisa ficar mexendo”, afirma. “Esses produtos eliminam o excesso de bactérias e fazem uma limpeza mais profunda, mas não precisam ser de uso diário”, frisa Dra. Sônia.

Na hora da depilação, as que optam por um visual mulher-das-cavernas devem ter higiene ainda mais apurada, porque as bactérias podem se proliferar. Depilar (quase) tudo está na moda e a Dra. Sônia garante que os pêlos não fazem falta para as que preferem o estilo carequinha. “O único cuidado é para não inflamar e dar foliculite, que são os pêlos encravados”, ressalta. Reza a lenda que eles servem como proteção natural para o corpo, mas Dr. Eduardo não vê mal nenhum em tirar. “Teoricamente, o pêlo protege. Mas, na prática, não há dados que comprovem que ter menos ou mais pêlos interfira na saúde da mulher”, explica o médico.

Com a porta da frente um brinco, a faxina da área de serviço não requer nenhum cuidado especial, além da água e sabão do banho. O ideal é lavar o local no bidê ou com chuveirinho a cada vez que for ao banheiro fazer número dois. “Se não for possível, basta passar o papel, de frente para trás e nunca o contrário, para não passar bactérias do ânus para a vagina”, ensina Dr. Eduardo. Por conta disso, o sexo anal também deve ser deixado por último, mesmo de camisinha.

Depois de todas essas dicas de como tratar bem a zona sul, parece até contraditório, mas os dois ginecologistas frisaram que higiene demais pode atrapalhar. “Tem gente que chega a se lavar dez vezes por dia, ou toda vez que faz xixi. Aí fica com ardência ou coceira e não sabe o motivo”, diz Dra. Sônia. A médica afirma que duas ou três limpezas por dia já estão de bom tamanho. Isso porque existem bactérias no nosso corpo que servem justamente para nos proteger de outras. “Fazer higiene em excesso na vulva pode criar problemas para quem não tem nenhum”, completa Dr. Eduardo. O ginecologista ressalta que, com a vida corrida que levamos, é comum ter problemas de saúde por conta do estresse. “Algumas pessoas têm gastrite, outras, vaginite! Falo para as minhas pacientes tirarem férias e aí tudo melhora!”, comenta. Pois é. Tem horas em que não adianta limpar tudo direitinho, é preciso lavar a alma também.

Autora: Bel Vieira (Site Bolsa de Mulher)

Procurando um Obstetra

            A gravidez é um momento mágico,no qual todas as escolhas e decisões são da maior importância. E, quando o assunto é a saúde da gestante e do bebê,a busca pelo obstetra ideal para acompanhar o casal nessa grande aventura deve ser cercada de cuidados e muitas informações. Afinal não há espaço para dúvidas ou erros. Geralmente, quem procura um obstetra é a mulher que engravida pela primeira vez e não tem um ginecologista fixo. Há também pacientes que querem um novo médico porque o anterior não corresponde mais às suas necessidades. Seja qual for o motivo, o objetivo é encontrar um profissional que reúna o maior número de qualidades consideradas essenciais pela futura mãe. E, além dos requisitos obrigatórios — ser formado em medicina com especialização em obstetrícia —, também estão em jogo aspectos subjetivos, pois um médico que se preocupa com a vida pessoal da paciente pode ser ótimo para uns e intrometido para outros. O que conta mesmo é aliar a experiência ao jeito de ser e de pensar do casal. Para ajudar sua pesquisa, CRESCER elaborou uma lista de itens que você deve analisar para tornar mais fácil a busca pelo melhor profissional. Confira quais são e boa escolha!

Pelo plano ou particular?
Você pode optar por um profissional na lista do convênio e marcar uma consulta para avaliar se ele é adequado para acompanhar a sua gravidez. Mas sempre é bom tentar uma indicação de amiga que foi atendida pelo profissional ou de outros médicos do convênio que você conhece. Marque quantas consultas forem necessárias até encontrar o médico que lhe agrade. Se você não tem um convênio ou prefere usar o reembolso para ampliar as opções, vale ainda o critério da indicação. Outro quesito importante passa a ser o preço. Quanto mais o médico é renomado e oferece sofisticação da aparelhagem, mais caro custa. Negocie: divida o pagamento, peça um prazo maior para saldar a dívida, faça pacotes.

Homem ou mulher
Há grávidas que querem ser tratadas por mulheres porque acham que elas as entenderão melhor, ou porque os maridos pedem isso. Outras pacientes acreditam que os homens, por não conhecerem as dores femininas, serão mais respeitosos. O que vale é você se sentir bem.
Perguntar é preciso!
Não tenha vergonha de pesquisar sobre o médico. Saiba em que universidade ele se formou, se participa de congressos, se está atualizado. Também tenha clareza do que vocês desejam. Preferências sobre o tipo de parto, por exemplo, são fundamentais para orientar a escolha do profissional. Não adianta querer um parto em casa com um profissional que nunca fez isso.

Pré-natal e parto
Logo na primeira consulta, diga tudo o que deseja em seu pré-natal e no parto. O obstetra também terá oportunidade de dizer como faz seu trabalho. As expectativas têm de casar. O ideal é fazer sempre parto normal e só recorrer à cesárea em casos especiais. Por isso, convém conversar com as outras pacientes, na sala de espera, para ter uma idéia da quantidade de cesáreas que ele faz.

Mesma sintonia
Se não houver empatia entre a mulher e o obstetra, tudo cai por terra. Às vezes você não gosta do bigode dele ou da atmosfera do consultório. A regra é simples: você tem de gostar do médico e confiar nele.

Atenção e disponibilidade
O bom médico sabe ouvir a paciente. Ele vai diagnosticar considerando o contexto e não apenas um sintoma. Uma boa consulta deve durar no mínimo 40 minutos. E a primeira demora muito mais, pois vocês dois estão se conhecendo ou, no caso de ser paciente antiga, modificando a relação. O profissional precisa estar disposto a responder a todas as dúvidas e explicá-las em linguagem clara. Deve, ainda, estar acessível 24 horas por dia, pelo bip, celular ou telefone de casa, e retornar as ligações rapidamente.

Mil e um aparelhos
O equipamento básico de um obstetra, além dos instrumentos normais de um ginecologista, é o sonar, que capta os batimentos cardíacos do bebê. Dispor de ultra-som não acrescenta muito, apesar de qualquer gestante gostar de ver o bebê nas consultas. Só um detalhe importante: segundo alguns especialistas,exames de ultra-som, como o morfológico feito na 20a semana, devem ser feitos por outro profissional, pois o vínculo entre o obstetra e você pode interferir na interpretação.

Defina a maternidade
Cada obstetra tem os hospitais em que prefere trabalhar. Se você gosta de uma maternidade que está na lista dele, ótimo, pois o médico já conhece a estrutura e os profissionais do hospital e terá seu trabalho facilitado. Caso contrário,aponte suas preferências para chegarem a um denominador comum.

Segunda opinião, pode...
A gestação é um período delicado, que pode envolver riscos. Por isso, nunca é demais, em casos de dúvida, ouvir uma segunda opinião.Você tem o direito de consultar outros médicos,caso se sinta insegura ou não entenda o que está sendo feito. Um bom médico, além de ter maturidade para aceitar isso, também pede opiniões a outros colegas.

Consultoria: Abner Lobão Neto,obstetra e coordenador do Pré-natal Personalizado da Universidade Federal de São Paulo;Dóris Ammann Saad,enfermeira obstétrica do Grupo de Apoio à Maternidade e Paternidade (Gamp)

Fonte: Revista Crescer
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