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Quem sou Eu??? Ahhh....!!! Curiosa por natureza, gente fina (rs), com o riso meio frouxo, alguém feliz , mas sempre em busca de mais e mais! Tudo na minha vida tem seus extremos. Desde o tempero na comida até o sentimento. Tudo na minha vida precisa de mudanças, desde o móvel da sala até o rumo da própria vida. Eu gosto dessa "rotina imprevisível". Sabe...? Uns dizem que me conhecem, outros nem tanto, muitos só de vista, alguns lembram da minha risada, mas uns poucos têm acesso ao meu íntimo. Estou criando esse blog pra deixar gravado um pouco de mim! Deixar minha impressões e expressões. Fazer minha terapia. Desamarrar o nó da garganta, chorar minhas pitangas, minhas dúvidas e respostas, deixar um pedacinho da Flávia nesse mundo virtual. Não é um diário, nem a sala do psicanalista, este blog é parte de mim, do meu jeito, como eu quero. Como sou e gostaria de ser. Obrigada pela visitinha e se gostou ou não do que viu, deixe seu comentário!

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“Transformamos problemas cotidianos em transtornos mentais”



Allen Frances (Nova York, 1942) dirigiu durante anos o Manual Diagnóstico e Estatístico (DSM), documento que define e descreve as diferentes doenças mentais. Esse manual, considerado a bíblia dos psiquiatras, é revisado periodicamente para ser adaptado aos avanços do conhecimento científico. Frances dirigiu a equipe que redigiu o DSM IV, ao qual se seguiu uma quinta revisão que ampliou enormemente o número de transtornos patológicos. Em seu livro Saving Normal (inédito no Brasil), ele faz uma autocrítica e questiona o fato de a principal referência acadêmica da psiquiatria contribuir para a crescente medicalização da vida.
Pergunta. No livro, o senhor faz um mea culpa, mas é ainda mais duro com o trabalho de seus colegas do DSM V. Por quê?
Resposta. Fomos muito conservadores e só introduzimos [no DSM IV] dois dos 94 novos transtornos mentais sugeridos. Ao acabar, nos felicitamos, convencidos de que tínhamos feito um bom trabalho. Mas o DSM IV acabou sendo um dique frágil demais para frear o impulso agressivo e diabolicamente ardiloso das empresas farmacêuticas no sentido de introduzir novas entidades patológicas. Não soubemos nos antecipar ao poder dos laboratórios de fazer médicos, pais e pacientes acreditarem que o transtorno psiquiátrico é algo muito comum e de fácil solução. O resultado foi uma inflação diagnóstica que causa muito dano, especialmente na psiquiatria infantil. Agora, a ampliação de síndromes e patologias no DSM V vai transformar a atual inflação diagnóstica em hiperinflação.


P. Seremos todos considerados doentes mentais?
R. Algo assim. Há seis anos, encontrei amigos e colegas que tinham participado da última revisão e os vi tão entusiasmados que não pude senão recorrer à ironia: vocês ampliaram tanto a lista de patologias, eu disse a eles, que eu mesmo me reconheço em muitos desses transtornos. Com frequência me esqueço das coisas, de modo que certamente tenho uma demência em estágio preliminar; de vez em quando como muito, então provavelmente tenho a síndrome do comedor compulsivo; e, como quando minha mulher morreu a tristeza durou mais de uma semana e ainda me dói, devo ter caído em uma depressão. É absurdo. Criamos um sistema de diagnóstico que transforma problemas cotidianos e normais da vida em transtornos mentais.


P. Com a colaboração da indústria farmacêutica... 
R. É óbvio. Graças àqueles que lhes permitiram fazer publicidade de seus produtos, os laboratórios estão enganando o público, fazendo acreditar que os problemas se resolvem com comprimidos. Mas não é assim. Os fármacos são necessários e muito úteis em transtornos mentais severos e persistentes, que provocam uma grande incapacidade. Mas não ajudam nos problemas cotidianos, pelo contrário: o excesso de medicação causa mais danos que benefícios. Não existe tratamento mágico contra o mal-estar.


P. O que propõe para frear essa tendência?
R. Controlar melhor a indústria e educar de novo os médicos e a sociedade, que aceita de forma muito acrítica as facilidades oferecidas para se medicar, o que está provocando além do mais a aparição de um perigosíssimo mercado clandestino de fármacos psiquiátricos. Em meu país, 30% dos estudantes universitários e 10% dos do ensino médio compram fármacos no mercado ilegal. Há um tipo de narcótico que cria muita dependência e pode dar lugar a casos de overdose e morte. Atualmente, já há mais mortes por abuso de medicamentos do que por consumo de drogas.


P. Em 2009, um estudo realizado na Holanda concluiu que 34% das crianças entre 5 e 15 anos eram tratadas por hiperatividade e déficit de atenção. É crível que uma em cada três crianças seja hiperativa?
R. Claro que não. A incidência real está em torno de 2% a 3% da população infantil e, entretanto, 11% das crianças nos EUA estão diagnosticadas como tal e, no caso dos adolescentes homens, 20%, sendo que metade é tratada com fármacos. Outro dado surpreendente: entre as crianças em tratamento, mais de 10.000 têm menos de três anos! Isso é algo selvagem, desumano. Os melhores especialistas, aqueles que honestamente ajudaram a definir a patologia, estão horrorizados. Perdeu-se o controle.


P. E há tanta síndrome de Asperger como indicam as estatísticas sobre tratamentos psiquiátricos?
R. Esse foi um dos dois novos transtornos que incorporamos no DSM IV, e em pouco tempo o diagnóstico de autismo se triplicou. O mesmo ocorreu com a hiperatividade. Calculamos que, com os novos critérios, os diagnósticos aumentariam em 15%, mas houve uma mudança brusca a partir de 1997, quando os laboratórios lançaram no mercado fármacos novos e muito caros, e além disso puderam fazer publicidade. O diagnóstico se multiplicou por 40.


P. A influência dos laboratórios é evidente, mas um psiquiatra dificilmente prescreverá psicoestimulantes a uma criança sem pais angustiados que corram para o seu consultório, porque a professora disse que a criança não progride adequadamente, e eles temem que ela perca oportunidades de competir na vida. Até que ponto esses fatores culturais influenciam? 
R. Sobre isto tenho três coisas a dizer. Primeiro, não há evidência em longo prazo de que a medicação contribua para melhorar os resultados escolares. Em curto prazo, pode acalmar a criança, inclusive ajudá-la a se concentrar melhor em suas tarefas. Mas em longo prazo esses benefícios não foram demonstrados. Segundo: estamos fazendo um experimento em grande escala com essas crianças, porque não sabemos que efeitos adversos esses fármacos podem ter com o passar do tempo. Assim como não nos ocorre receitar testosterona a uma criança para que renda mais no futebol, tampouco faz sentido tentar melhorar o rendimento escolar com fármacos. Terceiro: temos de aceitar que há diferenças entre as crianças e que nem todas cabem em um molde de normalidade que tornamos cada vez mais estreito. É muito importante que os pais protejam seus filhos, mas do excesso de medicação.


P. Na medicalização da vida, não influi também a cultura hedonista que busca o bem-estar a qualquer preço?
R. Os seres humanos são criaturas muito maleáveis. Sobrevivemos há milhões de anos graças a essa capacidade de confrontar a adversidade e nos sobrepor a ela. Agora mesmo, no Iraque ou na Síria, a vida pode ser um inferno. E entretanto as pessoas lutam para sobreviver. Se vivermos imersos em uma cultura que lança mão dos comprimidos diante de qualquer problema, vai se reduzir a nossa capacidade de confrontar o estresse e também a segurança em nós mesmos. Se esse comportamento se generalizar, a sociedade inteira se debilitará frente à adversidade. Além disso, quando tratamos um processo banal como se fosse uma enfermidade, diminuímos a dignidade de quem verdadeiramente a sofre.


P. E ser rotulado como alguém que sofre um transtorno mental não tem consequências também?
R. Muitas, e de fato a cada semana recebo emails de pais cujos filhos foram diagnosticados com um transtorno mental e estão desesperados por causa do preconceito que esse rótulo acarreta. É muito fácil fazer um diagnóstico errôneo, mas muito difícil reverter os danos que isso causa. Tanto no social como pelos efeitos adversos que o tratamento pode ter. Felizmente, está crescendo uma corrente crítica em relação a essas práticas. O próximo passo é conscientizar as pessoas de que remédio demais faz mal para a saúde.


P. Não vai ser fácil…
R. Certo, mas a mudança cultural é possível. Temos um exemplo magnífico: há 25 anos, nos EUA, 65% da população fumava. Agora, são menos de 20%. É um dos maiores avanços em saúde da história recente, e foi conseguido por uma mudança cultural. As fábricas de cigarro gastavam enormes somas de dinheiro para desinformar. O mesmo que ocorre agora com certos medicamentos psiquiátricos. Custou muito deslanchar as evidências científicas sobre o tabaco, mas, quando se conseguiu, a mudança foi muito rápida.


P. Nos últimos anos as autoridades sanitárias tomaram medidas para reduzir a pressão dos laboratórios sobre os médicos. Mas agora se deram conta de que podem influenciar o médico gerando demandas nos pacientes.
R. Há estudos que demonstram que, quando um paciente pede um medicamento, há 20 vezes mais possibilidades de ele ser prescrito do que se a decisão coubesse apenas ao médico. Na Austrália, alguns laboratórios exigiam pessoas de muito boa aparência para o cargo de visitador médico, porque haviam comprovado que gente bonita entrava com mais facilidade nos consultórios. A esse ponto chegamos. Agora temos de trabalhar para obter uma mudança de atitude nas pessoas.


P. Em que sentido?
R. Que em vez de ir ao médico em busca da pílula mágica para algo tenhamos uma atitude mais precavida. Que o normal seja que o paciente interrogue o médico cada vez que este receita algo. Perguntar por que prescreve, que benefícios traz, que efeitos adversos causará, se há outras alternativas. Se o paciente mostrar uma atitude resistente, é mais provável que os fármacos receitados a ele sejam justificados.


P. E também será preciso mudar hábitos.
R. Sim, e deixe-me lhe dizer um problema que observei. É preciso mudar os hábitos de sono! Vocês sofrem com uma grave falta de sono, e isso provoca ansiedade e irritabilidade. Jantar às 22h e ir dormir à meia-noite ou à 1h fazia sentido quando vocês faziam a sesta. O cérebro elimina toxinas à noite. Quem dorme pouco tem problemas, tanto físicos como psíquicos.

Fonte: El País

Cada um vê o que lhe é conveniente...


Acredita naquilo que adquiriu em suas vidas
Mas felizmente tem a capacidade de raciocinar e discernir o que é bom ou não para si
E só então dar um passo de cada vez
Pois ninguém pode dar o que não tem nem ser o que não é
Por isso, eu posso não concordar com sua postura ou opinião, mas sempre vou respeitar os seus limites de aprendizado.




Método menos invasivo para diagnóstico da Endometriose no Brasil


Vale a pena entrar no link do artigo do Jornal Nacional que está lá no final do texto, pois tem um vídeo do próprio médico relatando como é feito o exame e porque poucos estão habilitados para esse diagnóstico.


Médicos brasileiros desenvolveram uma nova técnica que se tornou referência mundial para o diagnóstico da endometriose, uma das principais causas de infertilidade. Só no Brasil, seis milhões de mulheres têm a doença.
Foram várias idas a consultórios até Luciana descobrir que tinha endometriose. “Uns dez médicos que eu procurei, quando fui na 11ª ela descobriu a endometriose”, conta a psicóloga Luciana Diamante.
A endometriose é uma doença hormonal que ocorre quando o endométrio, o tecido que reveste a cavidade do útero, não se dissolve totalmente na menstruação. Partes dele se grudam no próprio útero, ovários e até no intestino. A endometriose causa muitas cólicas e, se não tratada, pode levar à infertilidade.
Um método desenvolvido aqui mesmo no Brasil vem ajudando os médicos a diagnosticar a endometriose de forma mais rápida e simples. Basta um aparelho de ultrassom e um profissional treinado para enxergar sinais da doença.
A paciente toma um laxante meia horas antes do exame para esvaziar o intestino. O método é bem diferente do que os médicos de todo o mundo costumam adotar: a videolaparoscopia, cirurgia em que microcâmeras são inseridas no abdômen na tentativa de diagnosticar a doença.

“Você não precisa fazer uma cirurgia para olhar como está a barriga da paciente. Nós fazemos o exame e dizemos para o cirurgião como ela está. Nós levamos aproximadamente dez anos para aprender a ter todo o know how sobre a doença, porque ela é muito complexa”, explica o médico radiologista Manoel Orlando da Costa Gonçalves.
O assunto atraiu médicos de todas as partes do mundo ao Congresso Mundial de Endometriose, em São Paulo. Mas ainda falta um bom caminho para o Brasil. A sociedade médica tenta convencer o SUS a adotar o exame, que hoje já é feito de graça em alguns hospitais universitários.
“A expectativa é que chegue o mais rápido possível. Nós temos tentado estimular o governo brasileiro a treinar mais e mais pessoas para essa técnica”, declara Mauricio Abrão, responsável pelo setor de endometriose do HC.
O Ministério da Saúde informou que ainda não há prazo para que este exame seja oferecido na rede pública.

Propriedades e Benefícios da Quínua




TABELA NUTRICIONAL (100 Grs. de produto)
Aminoácidos (AA): Perfil de AA: %AA/100gr de proteínas:
AminoácidosQUINUATrigoLeite
Histidina *4.61.71.7
Isoleucina *7.03.34.8
Leucina *7.35.87.3
Lisina*8.42.25.6
Metionina*5.52.12.1
Fenilalanina*5.34.23.7
Treonina*5.72.73.1
Triptofano*1.21.01.0
Valina*7.63.64.7
Ácido Aspártico8.6 - -
Ácido Glutámico16.2 - -
Cisterina7.0 - -
Serina4.8 - -
Tirosina6.7 - -
Argina*7.43.62.8
Prolina3.5 - -
Alanina4.73.73.3
Glicina5.23.92.0


VITAMINAS PERFIL EM 100 gr.:
  • Vitamina B1 - 30 mg
  • Vitamina B2 - 28 mg
  • Vitamina B3 - 7 mg
  • Vitamina C - 3 mg
  • Vitamina E - 4,1 mg 

Componente QUINUA Arroz Milho Trigo Aveia Centeio Cevada
Cálcio mg/g 66.60 23.00 150.00 43.70 88.00 54.00 38.00
Fósforo mg/g 408.30 325.00 256.00 406.00 253.00 323.00 376.00
Magnésio mg/g 204.20 157.00 120.00 147.00 0.00 0.00 0.00
Potássio mg/g 1040.00 150.00 330.00 502.00 0.00 0.00 0.00
Ferro mg/g 10.90 2.60 0.00 3.30 5.30 5.80 3.70
Manganês mg/g 2.21 1.10 0.48 3.40 0.00 0.00 0.00
Zinco mg/g 7.47 0.00 2.50 4.10 0.00 0.00 0.00
Umidade % 9.80 10.25 12.28 11.34 12.30 12.70 12.60
Cinza g/100g 4.73 0.60 1.48 1.46 2.60 2.40 1.20
Proteína g/100g 14.16 7.69 10.67 11.72 8.20 10.40 9.50
Fibra g/100g 5.10 0.05 1.68 2.65 8.70 3.40 1.70
Gordura g/100g 5.73 2.20 4.30 2.08 5.60 1.20 1.60
Carboidrato g/100g 59.85 81.30 69.58 70.75 62.60 68.90 73.80

Fonte: Quinua Real



De nome estranho e ainda pouca popularizada, a quinoa é considerada um alimento completo pela FAO(Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação) por reunir vantagens tanto de cultivo quanto nutritivas. Para começar, a quinoa é muito resistente e pode ser cultivada em qualquer tipo de solo, inclusive os secos ou muito úmidos. Suporta frio, calor, vento e outras adversidades naturais, podendo servir como alimento para comunidades de baixa renda.
Entre as propriedades nutriocionais, a quinoa, apesar de ser um cereal, não contém glutén (que em excesso pode causar problemas intestinais e digestivos) e possui grande concentração de proteína (contém 16 tipos de aminoácidos essenciais, ou seja, os que não são produzidos pelo corpo humano), zinco e ferro. Por conta disso, a quinoa tem ação cicatrizante, analgésica e antiinflatória, sendo recomendada especialmente para vegetarianos por conseguir substituir o consumo de carne vermelha sem prejuízo para o organismo.
As vantagens não param por aí. A quinoa também possui alto teor de fibras, o que favorece o funcionamento do instestino, afastando o incômodo da prisão de ventre, além de ajudar a emagrecer pois prolonga a saciedade. Magnésio, potássio e manganês são outros minerais presentes na quinoa, que também possui vitaminas que controlam diversas funções do nosso metabolismo, como as vitaminas B1, B2, B3, D e E.
Indicações e preparo
Qualquer pessoa pode consumir a quinoa, mas por ser tão rica em proteínas, além de recomendada para vegetarianos, ela também é indicada para pessoas com hipersensibilidade ao leite e às pessoas portadoras de doença celíaca (que não podem consumir alimentos com glutén, ou seja, os que possum cevada, aveia, trigo e centeio). Idosos também devem consumir quinoa, já que ela estimula o fortalecimento da imunidade fisiológica. Por possuir ômega 3 e ômega 6, a quinoa é recomendada para pessoas portadoras de psoríase (doença auto-imune crônica de pele) e para atletas, antes e depois dos treinos.
Você deve estar se perguntando: e o sabor é agradável? A quinoa tem sabor suave, quase neutro, e pode ser servida tanto como ingrediente de alimentos doces quanto salgados. A quinoa pode complementar a salada, pode fazer parte de receitas de doces ou acompanhar carnes e massas.
Depois de todas estas informações, você ainda tem dúvidas de que incluir a quinoa na sua alimentação pode trazer muitos benefícios? Se aventure no sabor da quinoa e veja o que pode trazer de bom para você e sua família.

Veja também:
Receitas Light


Por Isabelle Lindote

Terrorismo Alimentar




Sophie Deram não é uma nutricionista convencional. Para começar, ela é contra dietas. Para essa francesa e brasileira, doutora em Endocrinologia pela Faculdade de Medicina da USP, dietas restritivas só estressam o corpo e fazem o cérebro alterar o metabolismo e o apetite, fazendo você engordar ainda mais a longo prazo. Especialista em obesidade infantil e transtornos alimentares, Sophie, que também é chefe de cozinha, estuda neurociência e nutrigenômica - a ciência que mostra como os alimentos “conversam” com nossos genes. Ela defende uma forma libertadora de lidar com a comida: o “comer consciente”, que permite ter saúde e peso estável tendo prazer à mesa e comendo de tudo - até mesmo doces e fast food!

A senhora é uma nutricionista contra dietas?
Eu sou muito contra dieta (risos). E quanto mais eu estudo, mais fico contra. Uma das coisas que mais assusta e estressa o cérebro é fazer uma dieta muito restritiva. O cérebro a percebe como um grande perigo e vai desenvolver mecanismos de adaptação. Ele vai aumentar o seu apetite, diminuir seu metabolismo e deixar você mais obcecado por alimento.

É por isso que tantos voltam a engordar?
A curto prazo, a dieta vai funcionar. Só que o cérebro vai desenvolver mecanismos de adaptação, vai ‘ligar’ os genes do apetite e do armazenamento de gordura. A ciência mostra que 90% a 95% das pessoas que fazem uma dieta muito restritiva voltam a engordar, não só tudo de novo, mas ainda mais. Pelo menos 30% de quem faz dieta engorda mais do que perdeu com ela. O interessante é que, depois de uma dieta, o apetite de uma pessoa aumenta por até um ano após ela ter voltado a comer normalmente. E o risco de desenvolver compulsão é até 18 vezes maior depois de uma dieta restritiva. Os maiores transtornos alimentares (como bulimia e anorexia) que a gente trata começaram com uma dieta.

Então, qual a solução?
Primeiro, não enxergar o peso como a causa do problema, para não trabalhar só sobre a consequência. É preciso entender porque você engordou. Pode ser emocional, por fazer dieta, por comer de maneira não muito saudável, pode ser um medicamento que você está tomando ou uma fase de vida – a menopausa e pré-menopausa, por exemplo, são momentos muito sensíveis para a mulher.

O que é o “terrorismo nutricional” que a senhora afirma que vivemos?
Hoje estamos focando no alimento de um jeito muito simplificado: ou o alimento é bom ou é ruim. Esse engorda e aquele emagrece. Não existe isso. Nenhum alimento por si só vai fazer engordar ou emagrecer. Quando você só foca nas calorias e nos alimentos, você esquece de escutar o seu corpo. Você não responde mais à fome ou à saciedade. Você só responde com terrorismo ao que você está comendo. Comer vira uma coisa estressante. E uma culpa.

Dá para acabar com essa culpa?
Uma das coisas que eu trabalho muito no consultório é recuperar a sensação de fome e saciedade e o comer sem culpa. Nosso corpo é totalmente habituado a todo tipo de alimento. Claro que algumas pessoas têm problemas ou alergias, e isso tem que ser tratado. Mas colocar uma população inteira sem açúcar, sem glúten ou sem lactose é uma loucura! O terrorismo é esse: cada vez mais as pessoas não sabem o que comer. Acham que controlando o que elas estão comendo vão emagrecer. Na verdade, estão cada vez mais estressadas e com maior risco de ganho de peso.

Mas há dietas restritivas famosas que cortam glúten ou proteína e dão certo. Também não são recomendadas?
Para uma pessoa que tem doença celíaca, eu vou recomendar uma dieta sem glúten. Mas para uma pessoa que está bem, só porque ela quer perder peso, isso afeta muito a sua relação com os alimentos. Vira um inferno. Tirar o glúten é uma coisa muito difícil, muito estressante. Claro que a pessoa vai perder peso, e é por isso que está na moda. Só que, infelizmente, isso só aumenta aquele terrorismo nutricional. Em geral, cortar um grupo alimentar não é adequado. Somos onívoros, ou seja, animais que comem de tudo.  Quando você corta um grupo alimentar, você assusta o seu corpo. Ele vai desenvolver adaptações que podem fazer você engodar mais a longo prazo.

Por que é tão importante acabar com essa culpa ao comer?
Quando você está com muita culpa, sofrendo muito terrorismo nutricional, você pode engordar, porque está estressado, em desequilíbrio diante da alimentação. Isso pode afetar o cérebro e “ligar” genes que vão fazer você engordar mais. Mas é bom lembrar que tem obesos que comem superbem. É bom não fazer discriminação. Pode ser um estresse na vida que aciona um mecanismo de proteção. A gordura era uma proteção contra a falta de alimentos e o nosso cérebro ainda pensa assim. Se você estressa muito o seu corpo, se fica sem comer, se corta carboidrato, ele reage aumentando a produção de gordura. Quando você está comendo com prazer, sem culpa, você come menos porque vai ficar satisfeito e não engole a comida. E também vai ter uma digestão diferente do que se comer com rapidez, com culpa, com estresse.

A senhora é contra os produtos light e diet?
Não sou contra. O que eu acho importante é mostrar que eles não são necessariamente interessantes para emagrecer. Para fazer produtos light e diet, a indústria fez uma troca. Tiraram parte da gordura, o que deixa ele sem gosto, e colocaram carboidratos. Açúcar, amido modificado, xarope de açúcar, todos esses carboidratos, dão bastante prazer no cérebro. A gordura tem 9 calorias por grama, mas o açúcar só 4. Então, o produto fica com menos calorias, mas não necessariamente mais interessante do ponto de vista da saciedade. E também pode ter um efeito diferente no metabolismo.

Então seria melhor comer algo que você goste em porções menores?

  1. Na dúvida, o é melhor pegar o alimento mais ‘in natura’ possível. Não estou dizendo orgânico, estou dizendo mais natural. Em vez de comer o iogurte light ou diet de morando, por exemplo, a opção que eu acho mais saudável seria o iogurte natural junto com o morango e um pouquinho de açúcar. É um alimento mais verdadeiro.
Mas como, então, emagrecer?
Primeiro, é preciso ter excesso de peso e nem todo mundo tem. Pessoas que estão com peso saudável e que querem emagrecer mais vão assustar o corpo. Essa preocupação de emagrecer é muito exagerada hoje. As pessoas estão muito focadas nisso. É “bom dia, você emagreceu” ou “você engordou”. Antes se falava do tempo! Uma pena. Mas uma pessoa que tem sobrepeso precisa saber que não há uma solução só. As dietas hoje dão a mesma solução para todo mundo. Isso não dá certo. Cada um tem um metabolismo, uma história, uma razão diferente para o sobrepeso. Mas uma dica interessante é essa: comer mais alimentos verdadeiros.

Ou seja, menos industrializado.
Isso, menos industrializados. E não estou dizendo que sou contra alimentos industrializados. Sou engenheira agrônoma, trabalhei em indústria, e acho que eles ajudam muito no dia a dia. Mas, quando puder, cozinhe, prepare o prato em casa, coma alimentos que vêm da natureza e tente evitar essa preocupação de dieta. Isso está fazendo com que ninguém coma junto. Sei de pessoas que levam marmita para eventos sociais. A gente está cada vez mais com esse terrorismo da nutrição. Se você volta a comer alimentos verdadeiros, para os quais a gente foi adaptado, você não deveria ter essa preocupação de calorias, de engordar. O que você deveria ter é uma consciência maior de como está se sentindo. Estou com fome? Vou comer. Estou sem fome? Vou parar de comer! Alguém que está respondendo bem a essas perguntas chega a um peso saudável. É o que em inglês se chama “mindful eating”, o comer consciente. É um bom jeito de emagrecer de maneira suave e para a vida inteira.

O comportamento alimentar é tão importante quanto o que se come?
O “mindful eating” é totalmente isso. Pesquisas com crianças mostram que se você cuidar mais do ambiente, sem falar do que ela está comendo, ela vai ter menos risco de engordar. Não é só o que você come. É também como você está comendo. Ter um comportamento adequado à fome é comer de maneira consciente. E se, ainda, você consegue comer com prazer e sem culpa, você será supersaudável. E comer com prazer não é comer com gula. É diferente. Não é liberar tudo. É comer devagar, o alimento que você gosta, saboreando e sem estresse.

Comer fora é mais difícil...
Na rua, a tentação é grande. Então também temos que comer devagar para perceber quando estamos satisfeitos. E quando isso acontecer antes do fim do prato, não precisa comer a porção inteira. Escute o corpo. Não é só porque está pagando um preço fixo, numa churrascaria, que você tem que se entupir de comida. Aproveite o momento com os amigos, converse, sinta o alimento. Não existe nenhum alimento ruim. O que existe são alimentos mais interessantes do que outros.

Hoje, muita gente se diz viciada em doces e fast food. Como elas podem comer de forma mais saudável?
Primeiro, se conscientizar de que esse vício é real. Esses alimentos focam no nosso cérebro e podem viciar mesmo. Mas é possível mudar. Não fazendo dieta restritiva. O que eu aconselho é incluir, cada vez mais, alimentos verdadeiros. Eu nunca retiro alimentos de ninguém porque isso é muito frustrante. O que trabalho é uma atitude positiva. Pode comer de tudo, mas inclua mais legumes, mais arroz, mais feijão. Tome mais água, evite o excesso de bebidas doces, tanto refrigerantes quanto sucos. E aí a pessoa, sozinha, consegue se livrar desse vício. Tenho pacientes adolescentes que saíram da obesidade sem deixar de ir ao Mc Donald’s com os amigos. Isso faz parte da vida do adolescente. É um erro tirar isso dele. Mas quando você inclui os alimentos verdadeiros, automaticamente, você vai comer menos dos outros.

Fonte: Sophie Deram

Fitoterápico evita HIV tipo 1




O extrato de uma espécie de gerânio inativou o vírus da AIDS tipo 1 (HIV-1), evitando que o vírus invadisse células humanas.

O extrato foi tirado das raízes do gerânio sul-africano (Pelargonium sidoides), uma planta medicinal com conhecidos efeitos antibacterianos, expectorante e estimulante imunológico.

A descoberta de sua ação radical contra o HIV-1 foi publicada na revista científica PLoS ONE por uma equipe do Centro Helmholtz de Munique (Alemanha).

Os extratos coletados a partir da raiz do gerânio contêm compostos que atacaram o HIV-1, evitando a replicação do vírus em células humanas em cultura.

O extrato bloqueou a ligação das partículas virais às células hospedeiras, impedindo, de forma eficaz, que o vírus invadisse as células.

Análises químicas revelaram que o efeito antiviral do extrato de gerânio é mediado por polifenóis.

Os extratos polifenólicos isolados da raiz do gerânio também apresentaram a atividade anti-HIV-1, mas são ainda menos tóxicos para as células do que o extrato bruto retirado da raiz da planta.


Fitoterápico contra a AIDS

"Os extratos da Pelargonium sidoides são uma rota muito promissora para o desenvolvimento do primeiro fitoterápico cientificamente validado contra o HIV-1. Os extratos atacam o HIV-1 com um modo de ação que é diferente de qualquer medicamento anti-HIV-1 em uso clínico. Portanto, um fitoterápico baseado no gerânio pode ser um complemento valioso para as terapias anti-HIV estabelecidas," disse a Dra. Ruth Brack-Werner, membro da equipe de pesquisa.

"Além disso, extratos da Pelargonium sidoides são fortes candidatos para melhorar as opções terapêuticas anti-HIV-1 em contextos de recursos limitados, uma vez que eles são fáceis de produzir e não necessitam de refrigeração. Os resultados do nosso estudo e a segurança comprovada dos extratos de Pelargonium sidoides encorajam seu teste em indivíduos infectados com o HIV-1 como o próximo passo," concluiu a pesquisadora.

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Lavanda e Jasmim




Super cheiroso e ainda traz os benefícios da Aromaterapia!
EM BREVE CITRONELA (repelente)!
 
Universiades brasileiras realizam pesquisas sobre os benefícios dos aromas na promoção da saúde e na recuperação das enfermidades. É um estudo oriundo da Fitoquímica, que investiga os efeitos bioquímicos dos aromas no organismo. 
Abaixo segue o texto de Carmo Gallo Netto, da Unicamp.

Há muito tempo se sabe que o aroma interfere no sistema endócrino, modificando, por exemplo, o humor e levando a estados...

Sua saúde pelas fezes


Eu não sei por que as pessoas não tocam no assunto...!
Pronto! 
Tá aqui uma informação de utilidade pública!
O mais importante: faça o teste ao final!


Prestar atenção nas suas fezes pode ser tão útil quanto checar se está com febre ou com a pressão alta. Pelo cocô é possível descobrir alguns problemas da sua alimentação, da sua saúde, dos seus intestinos e até mesmo de seus níveis de stress e ansiedade.
No momento que o alimento entra na boca, o organismo inicia um processo ultracomplexo para transformá-lo em uma massa pastosa chamada “quimo”. A mastigação, a saliva, a peristalse (contrações involuntárias dos músculos gastrointestinais), as bactérias, o ácido clorídrico, as enzimas digestivas, a bile e outras secreções são responsáveis em transformar os diversos alimentos nessa massa com aparência de sopa de ervilha.
Enquanto acontece a absorção dos nutrientes ao longo do tubo digestivo, os “restos” continuam seu caminho em direção à saída. No intestino grosso as sobras se misturam com água e se forma o bolo fecal – o cocô. Que é constituído de água, fibra insolúvel, alimentos não digeridos (casca de milho e sementes), células mortas, bactérias vivas e mortas, secreções e bile. As células vermelhas mortas também são eliminadas pelas fezes e são as responsáveis pela coloração marrom.
Se o processo acontece como esperado o final é uma visita saudável ao banheiro. Cada pessoa possui suas particularidades quanto ao seu “hábito intestinal” com suas devidas variações de freqüência, horário, consistência, odor e cor. Mas há uma expectativa e um consenso de como os dito cujos devem se apresentar. As fezes devem ter uma consistência cilíndrica e firme, porém macias, serem “encorpadas”, variar de marrom a marrom claro e ter um cheiro característico, mas não fétido. E, devem “sair” sem muito sacrifício.
Nem sempre isso acontece. E vários tipos, formas, cores e odores de cocô podem aparecer:
- O cocô pode ser bem escuro, quase preto, quando sangue já seco de um possível sangramento interno está presente.
- Fezes com muco e com um sangramento mais intenso podem indicar uma alteração mais séria como hemorróidas, colite ou até mesmo câncer e é melhor procurar um médico.
- Dor ao fazer cocô também pode ser sinal de hemorróidas ou falta de fibras.
- Quando você toma muito vinho tinto as fezes também podem ficar bem escuras.
- Alimentos industrializados com corantes muito fortes e intensos podem deixar o cocô mais “colorido”. Assim como a beterraba deixa o cocô vermelho.
- Se o cocô está verde claro pode ser um sinal de excesso de açúcar, frutas e vegetais e uma falta de grãos ou sal.
- Fezes amareladas podem indicar uma infecção por um parasita chamado giárdia, que causa uma diarréia intensa e amarela.
- Quem come muitas folhas e verduras escuras faz cocô verde escuro. Cocô verde também pode ser causado por excesso de ferro na dieta, vindo de complementos alimentares, por exemplo.
- Fezes muito gordurosas são típicas de má absorção e se forem seguidas de muitos gases podem indicar uma má absorção de carboidratos.
- Com relação ao seu formato, cocôs tipo “lápis”: finos e compridos, podem indicar que alguma coisa interna está atrapalhando sua passagem ou que há um baixo consumo de fibras.
- Fezes amolecidas e pastosas e com pedaços de alimentos podem indicar uma intoxicação alimentar, intolerância a lactose, uso de antibióticos e antiácidos e até situações de muita ansiedade.
- Se suas fezes boiam isso signifca que ela tem maior concentração de fibras,então ela é saudável.
- Agora se ela afunda isso significa que ela tem maior concentração de gorduras,logo não é saudável.
- Se o cocô se parece com cocô de cabrito, em bolinhas pequenas e ressecadas, pode ser um sinal de intestino preso. As causas são geralmente falta de fibras, água e consumo em excesso de gordura, fast foods e alimentos industrializados.
- Se o cocô for muito fedido pode ser um sinal de desequilíbrio da flora intestinal (as bactérias saudáveis que moram no intestino e ajudam na digestão) ou um excesso de proteína animal que pode “putrefar”: apodrecer, dentro do intestino.
Alguns alimentos contêm compostos de enxofre, como o repolho e os puns podem ter um cheiro bem forte. Uma pessoa normal solta pum de 10 a 15 vezes durante o dia, mesmo que não os sinta.
Quando alguma coisa não vai bem certamente você vai sentir logo: dores, gases, cólicas, barriga inchada e uma sensação geral de desconforto são sintomas tanto de diarréia como de intestino preso.
Nosso organismo é a máquina mais perfeita que existe e, quando pede uma coisa deve ser atendido. O organismo vai se acostumando com as “negações” e “esperas” e depois de um tempo começa a falhar, causando problemas mais sérios. Portanto, se vier aquela vontade sobrenatural de fazer cocô, pare o que estiver fazendo e atenda seu intestino.
Teste se o seu cocô é saudável:
Ele bóia?
Afundam ( ) 1
Bóiam ( ) 2
Com que frequência você faz cocô?
Uma vez por dia ou dia sim, dia não ( ) 1
A cada 2 ou 3 dias ( ) 2
Qual a consistência?
Macia ( ) 1
Dura ( ) 2
Qual a cor do seu cocô?
Amarelo ( ) 1
Marrom ( ) 2
Como é o cheiro?
Muito fedido ( ) 2
Cheiro de cocô ( ) 1
Qual é o formato?
Tipo cabrito ( ) 2
Pastosa ( ) 1
Tipo banana ( ) 1
Líquidas ( ) 2
Resultados:
6 a 8 pontos – você parece bem saudável
9-10 pontos – Preste mais atenção. Aumente o consumo de frutas e vegetais
11-12 pontos – Cuidado! Talvez seja interessante procurar um médico ou nutricionista.


Só esse artigo não esclareceu?????
Segue fotos para ajudar:




Super Bactéria E. Coli - Um desrespeito à Vida Humana


Uma decodificação genética pode revelar o "histórico" de uma bactéria e, segundo estudos, esta bactéria foi exposta e exaustivas vezes aos seguintes tipos de antibióticos: 
Penicilinas
Tetraciclina
Ácido nalidíxico
Cotrimoxazol
Cefalosporina
Amoxicilina / ácido clavulânico
Piperacilina-Sulbactam sódico
Piperacilina-tazobactam

Além disso elas produzem enzimas que  as tornam resistentes às cefalosporinas, como por exemplo: cefuroxima, cefotaxima e ceftazidima - que são os antibióticos mais utilizados em muitos hospitais"
Daí se pode deduzir que ela não se "fortaleceu" ao longo de bilhões de anos, e sim, que sua origem foi em algum laboratório....
...Mas se você pode fazer as pessoas tereme medo de vegetais frescos, ou até mesmo proibi-los totalmente, então você pode forçar a população inteira a uma dieta de alimentos mortos e processados, que promovem doenças degenerativas e impulsionam os lucros das poderosas companhias farmacêuticas...

LUCRO
LUCRO 
LUCRO

Esse é o interesse das indústrias farmacêuticas e de alimentos.
Cuidado com o que você lê, com o que você come e como você se previne.
A melhor prevenção é a informação e a melhor cura é saber como colocar em prática os conhecimentos e recursos dos quais você dispõe.
Não vá sair por aí se antecipando, como muita gente fez na ocasião da vacina H1N1.
INFORME-SE!

Fonte: Trechos copiados do site Doce Limão

Pucon - Chile (en portugués e inglés)

Nós somos isso! Perfeitos!

Me apaixonei.... ai ai....
Lindo! 
Aqui tem um vídeo de só um pedacinho de Pucón, uma das Termas das muitas que têm lá.
Termas Geométricas, se chama assim por causa da arquitetura. E ao final do vídeo ele comenta de um famoso hotel da municipalidade.
Pucón tem grande influência Alemã, por isso me apaixonei tão rápido.
Além do que, desde as pessoas aos animais de rua (rs), todos são amáveis ao extremo!
Encantadora Pucón!


Reprogramação Celular - Em Busca da Perfeição Humana



Há exatamente 12 anos conheci uma estudante de Medicina que pesquisava algo sobre memória celular. Então bem antes de 1999 que esse estudo já acontecia! Falta pouco... bem pouco para a perfeição, mas até lá a gente ainda morre de muitas coisas.
A morte só precisa de uma desculpa...

E viva as células-tronco!!!!

"O futuro da medicina é personalizado

A reprogramação celular é uma técnica recente. Apesar de já estar contribuindo nas pesquisas médicas, ainda tem pela frente muitos desafios. Stevens Rehen, especialista no assunto, fala sobre a técnica e traça um panorama dos estudos com células-tronco."

Leia o artigo na íntegra clicando aqui!

Socorro! Dor, tontura e alterações do humor

A depressão causa a dor ou a dor leva à depressão?


Como se não bastassem as crises de dor de cabeça, pessoas com cefaleias, principalmente a enxaqueca, apresentam um risco maior de desenvolver outras doenças. Chamamos essa associação de duas doenças que ocorrem no mesmo indivíduo de comorbidades. Elas também são caracterizadas por dividir uma causa em comum. E quanto maior a frequência das dores de cabeça, maior a presença de comorbidades. Neste artigo, vamos conversar um pouco sobre algumas dessas doenças associadas.

Dor de cabeça e distúrbios psiquiátricos:

Pessoas com enxaqueca e cefaléia do tipo tensional têm maior frequência de transtornos como ansiedade e depressão, principalmente se apresentam dor de cabeça diariamente. Em pesquisa realizada no Setor de Cefaleias da UNIFESP, foi observado também em crianças com enxaqueca uma maior frequência de sintomas psicológicos como preocupação excessiva, oscilações de humor e agressividade. 
Dor de cabeça e distúrbios de sono:

Insônia, dificuldades em manter o sono com despertares recorrentes, mexer-se muito na cama, sonambulismo, bruxismo, são distúrbios de sono mais comuns em pessoas com cefaleias, tanto em adultos como em crianças. Também em pesquisa realizada na UNIFESP, crianças com enxaqueca apresentaram uma diminuição do sono REM, fase do sono mais profunda na qual sonhamos, comprovado pelo exame de polissonografia, o que pode provocar dificuldades de atenção e memória e pior desempenho escolar.

Dor de cabeça e outras dores:

Pessoas com dor de cabeça apresentam com maior frequência e intensidade outros quadros dolorosos como dor lombar, tendinites, dor facial, e a fibromialgia, onde a dor acontece no corpo todo. Cerca de 80% das pessoas com fibromialgia também apresentam dores de cabeça, e já apresentavam a cefaléia antes da fibromialgia.  

Dor de cabeça e crises convulsivas:

Vários estudos comprovaram que pessoas com enxaqueca têm maior risco de sofrer uma crise convulsiva, principalmente se tiveram um tipo de enxaqueca que chamamos enxaqueca com aura, onde além da dor de cabeça, apresentam junto com a cefaléia sintomas visuais, como embaçamento, perda visual ou pontos brilhantes na visão e formigamentos no corpo.

Déficits de atenção e problemas de memória:


Queixas sobre déficit de atenção são muito comuns em pessoas com dores de cabeça, tanto em crianças como adultos. Ainda existem poucos estudos científicos sobre essa associação, porém um estudo brasileiro pioneiro, realizado no Setor de cefaleias da UNIFESP, demonstrou que, crianças com enxaqueca, quando comparadas com crianças sem cefaleia, apresentaram maior dificuldade em atenção e memória. Alguns estudos internacionais também encontraram essas dificuldades em adultos com cefaleia. 


Tonturas:

Pessoas com dor de cabeça apresentam com mais queixas de tonturas, rotatórias (vertigens) ou não, tanto na crise de cefaleia ou mesmo fora dela. Tal situação favorece a ocorrência de diagnósticos equivocados como labirintites e mudanças na pressão arterial e, como consequência, tratamentos inadequados para pessoas com dor de cabeça.

Dor de cabeça e derrames cerebrais:

Estão em grande evidência estudos que encontraram uma maior associação entre a enxaqueca e doenças vasculares como o infarto cardíaco, e principalmente os acidentes vasculares cerebrais (AVC), chamados de derrames. E esse risco é ainda mais alto em pessoas com a enxaqueca com aura, e em mulheres que tem enxaqueca e usam pílulas anticoncepcionais e são fumantes.  

Se você apresenta crises de dor de cabeça, principalmente a enxaqueca, deve observar o aparecimento de outros sintomas ou doenças. A boa notícia é que o tratamento da dor de cabeça, quando bem indicado, pode melhorar também as doenças associadas. O mais importante é não deixar de lado o sinal de alerta que é a cefaleia, achando que dor de cabeça é algo simples e corriqueiro. As doenças associadas tendem a acontecer ainda mais em pessoas que apresentam dores de cabeça frequentes ou há muito tempo.

Fonte: Minha Vida

Reconheça se é Enxaqueca



A vontade é arrancar a cabeça fora. Os olhos não agüentam a claridade e a dor insiste em perturbar, prejudicando qualquer tipo de raciocínio e azedando o humor. A enxaqueca realmente compromete a qualidade de vida dos pacientes , afirma a neurologista Sandra Mathias, do Hospital Bandeirantes, em São Paulo. Nos Estados Unidos, onde se estudam vários índices de produtividade, chegou-se à conclusão de que ela é um dos principais fatores na queda de produtividade por falta ao trabalhoNuma entrevista exclusiva ao Minha Vida, a especialista descreve com detalhes todos os sintomas e tratamentos do problema, difere o mal da dor de cabeça corriqueira, fala sobre os melhores tratamentos, a prevenção e sobre tudo aquilo que tem potencial para desencadear uma temida crise. No final, acompanhe ainda uma descrição dos principais tipos de dor de cabeça e identifique qual deles tira você do sério.

Existem alimentos que causam dor de cabeça?
Não. As pesquisas, no entanto, apontam que alguns deles podem desencadear crises em pacientes com enxaqueca. É o caso dos chocolates, alguns queijos curados, embutidos de carne (salsichas, lingüiças) e glutamato de sódio (o sal utilizado na culinária oriental). Álcool e café também podem causar o desconforto.

O que estes alimentos têm de especial?
Eles contêm elementos que interagem com a bioquímica cerebral, alterando a ação de determinadas enzimas e acelerando a metabolização de substâncias chamadas neurotransmissores (como a serotonina). Mas é importante lembrar que casos de crises desencadeadas por alimentos são pouco comuns e afetam só quem é sensível.

Enxaqueca é hereditária? Ela é uma dor de cabeça mais forte?
A história familiar favorece o surgimento do problema. Mas só ela não justifica um caso de enxaqueca. Enxaqueca é um dos tipos de dor de cabeça, e não uma variação na intensidade do mal.

Há cura para enxaqueca?
Não. A enxaqueca é uma doença crônica, que exige o afastamento dos fatores desencadeantes, além do consumo de medicamentos. Mas o tratamento é bastante eficaz na prevenção das crises. Além de medicações, são indicados exercícios físicos e atenção à estrutura emocional.

Qual o efeito dos exercícios no controle da doença?
Exercícios físicos estimulam a circulação e a oxigenação sanguínea, propiciando um estado aeróbico no organismo. Isso confirma a teoria da enxaqueca de que as crises possam ser causadas por uma redução de oxigênio cerebral. Além disso, atividade física libera endorfinas, substâncias reconhecidamente benéficas e que têm ação no alívio da dor.

E o que a estrutura emocional tem a ver?
A estrutura emocional é a base para o tipo de dor de cabeça mais comum: a cefaléia tensional, geralmente descrita como se houvesse um peso sobre a cabeça. Geralmente, ela aparece mais no final do dia. O estresse emocional e físico é, reconhecidamente, um dos causadores de inúmeras doenças e sintomas, além das cefaléias.

Existem vários tipos de dor de cabeça?
Sim. Existem as cefaléias denominadas primárias (como a enxaqueca e a cefaléia tensional) e as cefaléias secundárias, que podem ser desencadeadas por diversas causas, como nevralgias, causas odontológicas, problemas de coluna cervical, glaucoma e infecção de ouvido.

Enxaqueca é sintoma de outros problemas de saúde?
Não. Enxaqueca é um tipo de problema de saúde, que deve ser diagnosticada e tratada corretamente.

TPM causa enxaqueca?
TPM não causa enxaqueca. Ela, simplesmente, pode desencadear uma crise em mulheres que já sofrem com o problema.

Enxaqueca é uma doença incapacitante?
A intensidade da dor varia de pessoa para pessoa. Mas, muitas vezes, a dor de cabeça associada a sintomas como náuseas, vômitos e a dificuldade para tolerar a luz tornam o paciente incapacitado para suas atividades habituais. Nos Estados Unidos, onde se estudam vários índices de produtividade, chegou-se à conclusão de que a crise de enxaqueca é um dos principais fatores na queda de produtividade por falta ao trabalho.

Dor de cabeça é uma doença crônica?
A dor de cabeça é uma das queixas mais comuns em relação às dores em outras regiões do corpo. Estima-se que até 80% das pessoas apresentam pelo menos um episódio de cefaléia por ano. Já a enxaqueca, especificamente, é uma doença que pode aparecer em crises repetidas ao longo de anos se não for tratada adequadamente.

Tipos de dor de cabeça:

1. Cefaléia tensional: dor de cabeça mais comum. Caracteriza-se pela dor tipo peso, geralmente acometendo a cabeça toda ou mais localizada na parte de trás da cabeça, irradiando-se para a nuca. Geralmente há contração muscular na região dos ombros. Fadiga, irritabilidade, alterações de sono e de apetite são outros sintomas. Muitas vezes o paciente relata estar passando por alguma situação de conflito ou estresse.

2. Enxaqueca: predominante no sexo feminino. Normalmente, a dor é latejante e sentida de um lado só da cabeça. Náuseas ou vômitos são comuns. É comum ainda a intolerância à luz e a outros estímulos sensoriais, como sons e odores. Alguns sinais, conhecidos como "aura", tendem a antecipar a dor. São, principalmente, de origem visual e incluem escurecimento de parte ou de todo o campo visual ou sensações visuais de luzes ou cintilações.

3. Cefaléia por hipertensão intracraniana: em casos de tumores cerebrais ou hidrocefalia há aumento da pressão no interior do cérebro, que se encontra fechado na caixa craniana. A dor é contínua, e não em crises. Geralmente associa-se a náuseas e vômitos. Pode haver alterações de consciência. No caso de tumores, há sinais e sintomas neurológicos focais relacionados às áreas afetadas no cérebro.

4. Cefaléia por rotura de aneurisma cerebral: é descrita pelo paciente como uma dor muito, muito intensa. A comparação é com uma paulada na cabeça, de instalação súbita e que também pode se acompanhar de náuseas e vômitos. Dependendo da gravidade do sangramento pode ocorrer deterioração neurológica, com piora grave até para coma.

5. Cefaléia pós-raquianestesia: acontece após procedimento anestésico - a raquianestesia. Caracteriza-se por dor intensa na cabeça inteira, podendo se associar a náuseas e vômitos. Caracteristicamente, a dor some quando o paciente permanece deitado com travesseiro baixo e se inicia assim que se levanta a cabeça. 

6. Cefaléia por meningite: tem as mesmas características da cefaléia por hipertensão intracraniana, e soma-se a presença de febre e mal-estar generalizado.

Cefaléias secundárias: têm uma multiplicidade de fatores causais:
1. Neuralgia do nervo trigêmeo: caracteriza-se por acometer a área da face sob a inervação do nervo trigêmeo. A dor é descrita como lancinante e persistente, com alguns períodos de alívio. Uma característica importante é a sensibilidade da chamada zona de gatilho: um toque leve em alguns pontos do rosto desencadeia a dor.

2. Dor de cabeça por sinusite: caracteriza-se por ser contínua, tipo peso, sem sintomas associados e que pode piorar quando se abaixa a cabeça.

3. Dor de cabeça por disfunção de ATM (articulação têmporo-mandibular): geralmente, portadores desse tipo de dor têm alterações da mastigação. A dor ocorre nas regiões temporais e pode ser do tipo peso. Apalpando a ATM notam-se desvios ou alterações na dinâmica do fechamento e abertura da boca. Muitas vezes, o uso noturno de plaquinhas acrílicas, prescritas pelo dentista, resolve o problema. Outras vezes, em casos mais graves, aparelhos ortodônticos ou mesmo cirurgias reparadoras são necessários. 

Fonte: Minha Vida
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