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Natal, RN, Brazil
Quem sou Eu??? Ahhh....!!! Curiosa por natureza, gente fina (rs), com o riso meio frouxo, alguém feliz , mas sempre em busca de mais e mais! Tudo na minha vida tem seus extremos. Desde o tempero na comida até o sentimento. Tudo na minha vida precisa de mudanças, desde o móvel da sala até o rumo da própria vida. Eu gosto dessa "rotina imprevisível". Sabe...? Uns dizem que me conhecem, outros nem tanto, muitos só de vista, alguns lembram da minha risada, mas uns poucos têm acesso ao meu íntimo. Estou criando esse blog pra deixar gravado um pouco de mim! Deixar minha impressões e expressões. Fazer minha terapia. Desamarrar o nó da garganta, chorar minhas pitangas, minhas dúvidas e respostas, deixar um pedacinho da Flávia nesse mundo virtual. Não é um diário, nem a sala do psicanalista, este blog é parte de mim, do meu jeito, como eu quero. Como sou e gostaria de ser. Obrigada pela visitinha e se gostou ou não do que viu, deixe seu comentário!

TÁ EM DÚVIDA??? CONSULTE AQUI QUE É BOM PRA BURRO!

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Desistir ou Prosseguir???







 PORQUE RAZÃO DESISTIMOS DOS NOSSOS OBJETIVOS?

Quando ainda era um jovem atleta, iniciei-me nas corridas de corta-mato e estrada. Mas, revelo que não tinha qualquer talento para as corridas de fundo e meio-fundo, o que mais tarde se viria a comprovar com a minha paixão no salto em altura e no qual consegui atingir alguns bons resultados a nível nacional. Voltemos então às corridas de meio fundo, onde eu sempre que entrava em competição passava por um calvário mental, uma luta entre a dor, angustia e o orgulho de não desistir. Era um desconforto enorme que eu sentia assim que se instalava o cansaço, as dores nas pernas e a respiração ofegante e dolorosa. Depois, sempre que eu entrava neste tipo de competição, acontecia algo de curioso, a minha mente era pródiga em lembrar-me o quanto eu tinha sofrido na corrida anterior e rapidamente se projetava uns quilómetros mais para a frente, para a meta. E assim, abruptamente só pensava em parar.
Só pensava em chegar ao fim, só pensava no momento em que eu iria parar assim que terminasse, que terminasse a corrida e as minhas dores horríveis. A ideia que a minha dor poderia terminar era tão incisiva que a minha capacidade para lhe resistir caía drasticamente. Naturalmente, a quantidade de dor que eu estava sentindo naquele momento não era pior do que a quantidade que eu sentia no momento anterior. O que tinha mudado era a minha capacidade para lidar com a dor. Porquê? Porque quando a minha mente começou a visualizar o fim da corrida, deixou de conseguir gerir a dor que o meu corpo estava a sentir, desviei o foco da minha atenção para onde não devia. Focando-me na meta a minha capacidade de resistência à dor reduziu drasticamente.  
Ainda assim, nunca desisti por 3 razões:
  • Não me via como alguém que fosse capaz de desistir
  • Gostava sempre de atingir aquilo a que me propunha
  • O orgulho era maior do que a dor que sentia

FOQUE-SE NAS SUAS MOTIVAÇÕES PODEROSAS

Penso que este tipo de situações e pensamentos por vezes também ocorrem noutras áreas da nossa vida. A partir do momento em que nos propomos a um objetivo exigente, a um desafio empolgante ou a mudar algo, inúmeras razões poderão surgir que nos empurram para a dúvida e incerteza (por exemplo, o medo do fracasso, medo do sucesso, a preguiça, falta de acreditar em nós mesmos, etc). Uma maneira de pensar sobre o porquê de não desistirmos é que outras motivações mais poderosas atraem a nossa atenção (por exemplo, o desejo de melhorar o nosso nível de aptidão, reduzir o nosso nível de gordura, ter prestígio, ganhar dinheiro). A ideia de desistir só permanece na nossa mente enquanto existirem razões para desistirmos, mas as probabilidades de desistirmos só aumentam quando nos focamos na desistência.
Nós não acabamos por desistir de algo porque enfrentamos muitos obstáculos ou por esses obstáculos serem muito difíceis. Nós acabamos por desistir porque em determinadas situações somos demasiado fracos. Na grande maioria da vezes não porque na realidade o somos, mas principalmente por pensarmos que somos fracos. Acredito firmemente, que o ponto de inflexão no qual não podemos mais evitar prestar atenção na ideia de desistir, é o ponto em que as nossas forças nos abandonam, e isto pode ser alterado. Nós podemos tornar-nos mais fortes em algumas áreas da nossa vida ou perante determinadas situações se desafiarmos a nossa fraqueza, mesmo que no inicio não sejamos bem sucedidos. Aumentar a resiliência, física e mental, é um processo árduo não linear. Ou seja, é um processo preenchido por avanços e recuos, períodos de progresso e períodos de regressão. O que importa é não desistir. A não ser que se comprove que a desistência é a melhor opção. Mas, isto será sempre a excepção.

OS CONTRATEMPOS SÃO PARTE DA MUDANÇA DE MENTALIDADE

Todos nós, mais tarde ou mais cedo somos confrontados com contratempos na nossa vida. Existem razões para alguns de nós ficarmos paralisados nestas situações levando-nos à desistência. Apresento, 3 dos maiores obstáculos que promovem a desistência:
  • Você não antecipa as razões que o podem levar a falhar
  • Você não antecipa formas de lidar com os contratempos
  • Você não acredita que consegue mudar
Assim que você se proponha a mudar e comece a fazer alguns progressos, é provável que se depare com alguns contratempos. Os contratempos fazem parte do processo para nos tornarmos mais resilientes na vida. As mudanças não são acontecimentos lineares, ocorrendo por vezes em 3 passos para a frente e 2 para trás. Os resultados bem sucedidos são originados pelo foco contínuo nos passos que damos em frente. Ao invés de usar os contratempos como desculpas para desistir, use-os como oportunidades para aprender acerca do que não funciona na sua vida e o que necessita de ser mudado. O fracasso é uma opção, mas o medo não.
Se você olhar para os contratempos como experiências de aprendizagem, facilitará certamente a preparação de um novo plano para evitar as dificuldade e seguir em frente. Se olhar para os recuos e obstáculos como falhanços, coloca-se no caminho da desistência. A melhor estratégia é tentar perceber o que funciona. O que não funciona? Continue a fazer as coisas que funcionam e analise novas abordagens naquelas em que não teve sucesso. Faça alguma coisa que não tenha feito antes. Não desista do seu objetivo, tente uma abordagem com uma perspectiva diferente. Em treino, aos atletas, quando eles enfrentam algumas dificuldades na realização de exercícios exigentes, e repetidamente falham, digo-lhes para experimentarem fazerem o que lhes está a ser pedido de forma diferente, para experimentarem novas formas, novos movimentos.


Existe uma diferença entre um lapso/recuso e uma recaída. Um lapso pode ser definido por um breve retorno a um comportamento ou atitude indesejável e uma recaída como um completo retorno para velhos hábitos/atitudes, e/ou pensamentos. Se você fumar um cigarro, você não deitou tudo a perder na sua intenção de deixar de fumar, mas se você voltar a fumar um maço inteiro por dia, então sim, podemos dizer que interrompeu o processo de mudança e desistiu do seu projeto de desabituação tabágica. Se você recuar um pouco e por lapso tiver comportamentos indesejados, desde que breves, pode usar isso para obter informação acerca das situações que são mais tentadoras e/ou incapacitantes e formular novas formas de lidar com os problemas em futuros cenários.

 

TENTE, TENTE SEMPRE QUE LHE SEJA POSSÍVEL

O risco de tornar-se enraizado em pensamentos auto-destrutivos, quando você é derrotado por si mesmo (ou seja, optar por desistir), devemos perceber, que é muito maior do que quando é derrotado por acontecimentos exteriores ou que não estão sobre o seu controlo. Pode muito bem ser psicologicamente mais benéfico se você se propuser a tentar novamente, esta atitude é bastante mais adequada, do que entrar numa atitude de raciocínio desfavorável, enveredando numa narrativa que o define como desistente e, portanto, merecedor de insucesso.
Mas a auto-sabotagem é uma falsa narrativa. Mesmo que  falhe porque decidiu desistir, você pode tentar novamente. Deverá relembrar-se constantemente que o fato de tentar,  aumenta as suas hipóteses de ignorar as vozes que ecoam na sua cabeça, dizendo-lhe para desistir. Relembre-se sempre, que a chave para a vitória é a sua força interior, e a chave para desenvolver essa força é tentar de novo, não se agarrando aos fatores desculpabilizantes. Pense positivo, insista no pensamento positivo.
Algumas da razões pelas quais a desistência na grande maioria das vezes tem um valor negativo e desadequado foram apresentadas. Proponho-lhe que faça uma lista acerca de novas formas de como lidar com os obstáculos e contratempos no futuro. A seguir apresento uma lista construída com base em respostas de pacientes em consulta clínica. Use-a para que o possa ajudar a identificar as mudanças que quer fazer, e escreva alguma das razões que o fazem pensar não conseguir vir a ser bem sucedido.

Apresento ainda uma “fórmula” para usar na resolução de problemas. Pode usar estes passos para descobrir soluções alternativas que não tenham sido apresentadas nos exemplos anteriores:
  • Escreva os detalhes dos problemas ou contratempos mais significativos na sua vida. Passe a usar um registro que descreva detalhadamente as razões que encontra para o fato de não ter conseguido alcançar os resultados que desejava.
  • Soluções de brainstorming. Trabalhe com outras pessoas, medite, leia, mantenha uma mente aberta, escreva todas as alternativas que lhe passem na cabeça sobre como pode lidar com a situação.
  • Escolha várias soluções. Reveja as soluções, e foque-se naquela que lhe parece ser a melhor.
  • Implemente as soluções. Idealize um plano para a acção. Seja paciente e persistente até que obtenha os resultados que deseja.
  • Use a sua força de vontade para manter a sua atenção na finalização do resultado que deseja.  Insista, persista, a persistência torna-se num hábito.
E aí??? Vai desistir???

Autor do texto:



Cada um vê o que lhe é conveniente...


Acredita naquilo que adquiriu em suas vidas
Mas felizmente tem a capacidade de raciocinar e discernir o que é bom ou não para si
E só então dar um passo de cada vez
Pois ninguém pode dar o que não tem nem ser o que não é
Por isso, eu posso não concordar com sua postura ou opinião, mas sempre vou respeitar os seus limites de aprendizado.




Propriedades e Benefícios da Quínua




TABELA NUTRICIONAL (100 Grs. de produto)
Aminoácidos (AA): Perfil de AA: %AA/100gr de proteínas:
AminoácidosQUINUATrigoLeite
Histidina *4.61.71.7
Isoleucina *7.03.34.8
Leucina *7.35.87.3
Lisina*8.42.25.6
Metionina*5.52.12.1
Fenilalanina*5.34.23.7
Treonina*5.72.73.1
Triptofano*1.21.01.0
Valina*7.63.64.7
Ácido Aspártico8.6 - -
Ácido Glutámico16.2 - -
Cisterina7.0 - -
Serina4.8 - -
Tirosina6.7 - -
Argina*7.43.62.8
Prolina3.5 - -
Alanina4.73.73.3
Glicina5.23.92.0


VITAMINAS PERFIL EM 100 gr.:
  • Vitamina B1 - 30 mg
  • Vitamina B2 - 28 mg
  • Vitamina B3 - 7 mg
  • Vitamina C - 3 mg
  • Vitamina E - 4,1 mg 

Componente QUINUA Arroz Milho Trigo Aveia Centeio Cevada
Cálcio mg/g 66.60 23.00 150.00 43.70 88.00 54.00 38.00
Fósforo mg/g 408.30 325.00 256.00 406.00 253.00 323.00 376.00
Magnésio mg/g 204.20 157.00 120.00 147.00 0.00 0.00 0.00
Potássio mg/g 1040.00 150.00 330.00 502.00 0.00 0.00 0.00
Ferro mg/g 10.90 2.60 0.00 3.30 5.30 5.80 3.70
Manganês mg/g 2.21 1.10 0.48 3.40 0.00 0.00 0.00
Zinco mg/g 7.47 0.00 2.50 4.10 0.00 0.00 0.00
Umidade % 9.80 10.25 12.28 11.34 12.30 12.70 12.60
Cinza g/100g 4.73 0.60 1.48 1.46 2.60 2.40 1.20
Proteína g/100g 14.16 7.69 10.67 11.72 8.20 10.40 9.50
Fibra g/100g 5.10 0.05 1.68 2.65 8.70 3.40 1.70
Gordura g/100g 5.73 2.20 4.30 2.08 5.60 1.20 1.60
Carboidrato g/100g 59.85 81.30 69.58 70.75 62.60 68.90 73.80

Fonte: Quinua Real



De nome estranho e ainda pouca popularizada, a quinoa é considerada um alimento completo pela FAO(Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação) por reunir vantagens tanto de cultivo quanto nutritivas. Para começar, a quinoa é muito resistente e pode ser cultivada em qualquer tipo de solo, inclusive os secos ou muito úmidos. Suporta frio, calor, vento e outras adversidades naturais, podendo servir como alimento para comunidades de baixa renda.
Entre as propriedades nutriocionais, a quinoa, apesar de ser um cereal, não contém glutén (que em excesso pode causar problemas intestinais e digestivos) e possui grande concentração de proteína (contém 16 tipos de aminoácidos essenciais, ou seja, os que não são produzidos pelo corpo humano), zinco e ferro. Por conta disso, a quinoa tem ação cicatrizante, analgésica e antiinflatória, sendo recomendada especialmente para vegetarianos por conseguir substituir o consumo de carne vermelha sem prejuízo para o organismo.
As vantagens não param por aí. A quinoa também possui alto teor de fibras, o que favorece o funcionamento do instestino, afastando o incômodo da prisão de ventre, além de ajudar a emagrecer pois prolonga a saciedade. Magnésio, potássio e manganês são outros minerais presentes na quinoa, que também possui vitaminas que controlam diversas funções do nosso metabolismo, como as vitaminas B1, B2, B3, D e E.
Indicações e preparo
Qualquer pessoa pode consumir a quinoa, mas por ser tão rica em proteínas, além de recomendada para vegetarianos, ela também é indicada para pessoas com hipersensibilidade ao leite e às pessoas portadoras de doença celíaca (que não podem consumir alimentos com glutén, ou seja, os que possum cevada, aveia, trigo e centeio). Idosos também devem consumir quinoa, já que ela estimula o fortalecimento da imunidade fisiológica. Por possuir ômega 3 e ômega 6, a quinoa é recomendada para pessoas portadoras de psoríase (doença auto-imune crônica de pele) e para atletas, antes e depois dos treinos.
Você deve estar se perguntando: e o sabor é agradável? A quinoa tem sabor suave, quase neutro, e pode ser servida tanto como ingrediente de alimentos doces quanto salgados. A quinoa pode complementar a salada, pode fazer parte de receitas de doces ou acompanhar carnes e massas.
Depois de todas estas informações, você ainda tem dúvidas de que incluir a quinoa na sua alimentação pode trazer muitos benefícios? Se aventure no sabor da quinoa e veja o que pode trazer de bom para você e sua família.

Veja também:
Receitas Light


Por Isabelle Lindote

Terrorismo Alimentar




Sophie Deram não é uma nutricionista convencional. Para começar, ela é contra dietas. Para essa francesa e brasileira, doutora em Endocrinologia pela Faculdade de Medicina da USP, dietas restritivas só estressam o corpo e fazem o cérebro alterar o metabolismo e o apetite, fazendo você engordar ainda mais a longo prazo. Especialista em obesidade infantil e transtornos alimentares, Sophie, que também é chefe de cozinha, estuda neurociência e nutrigenômica - a ciência que mostra como os alimentos “conversam” com nossos genes. Ela defende uma forma libertadora de lidar com a comida: o “comer consciente”, que permite ter saúde e peso estável tendo prazer à mesa e comendo de tudo - até mesmo doces e fast food!

A senhora é uma nutricionista contra dietas?
Eu sou muito contra dieta (risos). E quanto mais eu estudo, mais fico contra. Uma das coisas que mais assusta e estressa o cérebro é fazer uma dieta muito restritiva. O cérebro a percebe como um grande perigo e vai desenvolver mecanismos de adaptação. Ele vai aumentar o seu apetite, diminuir seu metabolismo e deixar você mais obcecado por alimento.

É por isso que tantos voltam a engordar?
A curto prazo, a dieta vai funcionar. Só que o cérebro vai desenvolver mecanismos de adaptação, vai ‘ligar’ os genes do apetite e do armazenamento de gordura. A ciência mostra que 90% a 95% das pessoas que fazem uma dieta muito restritiva voltam a engordar, não só tudo de novo, mas ainda mais. Pelo menos 30% de quem faz dieta engorda mais do que perdeu com ela. O interessante é que, depois de uma dieta, o apetite de uma pessoa aumenta por até um ano após ela ter voltado a comer normalmente. E o risco de desenvolver compulsão é até 18 vezes maior depois de uma dieta restritiva. Os maiores transtornos alimentares (como bulimia e anorexia) que a gente trata começaram com uma dieta.

Então, qual a solução?
Primeiro, não enxergar o peso como a causa do problema, para não trabalhar só sobre a consequência. É preciso entender porque você engordou. Pode ser emocional, por fazer dieta, por comer de maneira não muito saudável, pode ser um medicamento que você está tomando ou uma fase de vida – a menopausa e pré-menopausa, por exemplo, são momentos muito sensíveis para a mulher.

O que é o “terrorismo nutricional” que a senhora afirma que vivemos?
Hoje estamos focando no alimento de um jeito muito simplificado: ou o alimento é bom ou é ruim. Esse engorda e aquele emagrece. Não existe isso. Nenhum alimento por si só vai fazer engordar ou emagrecer. Quando você só foca nas calorias e nos alimentos, você esquece de escutar o seu corpo. Você não responde mais à fome ou à saciedade. Você só responde com terrorismo ao que você está comendo. Comer vira uma coisa estressante. E uma culpa.

Dá para acabar com essa culpa?
Uma das coisas que eu trabalho muito no consultório é recuperar a sensação de fome e saciedade e o comer sem culpa. Nosso corpo é totalmente habituado a todo tipo de alimento. Claro que algumas pessoas têm problemas ou alergias, e isso tem que ser tratado. Mas colocar uma população inteira sem açúcar, sem glúten ou sem lactose é uma loucura! O terrorismo é esse: cada vez mais as pessoas não sabem o que comer. Acham que controlando o que elas estão comendo vão emagrecer. Na verdade, estão cada vez mais estressadas e com maior risco de ganho de peso.

Mas há dietas restritivas famosas que cortam glúten ou proteína e dão certo. Também não são recomendadas?
Para uma pessoa que tem doença celíaca, eu vou recomendar uma dieta sem glúten. Mas para uma pessoa que está bem, só porque ela quer perder peso, isso afeta muito a sua relação com os alimentos. Vira um inferno. Tirar o glúten é uma coisa muito difícil, muito estressante. Claro que a pessoa vai perder peso, e é por isso que está na moda. Só que, infelizmente, isso só aumenta aquele terrorismo nutricional. Em geral, cortar um grupo alimentar não é adequado. Somos onívoros, ou seja, animais que comem de tudo.  Quando você corta um grupo alimentar, você assusta o seu corpo. Ele vai desenvolver adaptações que podem fazer você engodar mais a longo prazo.

Por que é tão importante acabar com essa culpa ao comer?
Quando você está com muita culpa, sofrendo muito terrorismo nutricional, você pode engordar, porque está estressado, em desequilíbrio diante da alimentação. Isso pode afetar o cérebro e “ligar” genes que vão fazer você engordar mais. Mas é bom lembrar que tem obesos que comem superbem. É bom não fazer discriminação. Pode ser um estresse na vida que aciona um mecanismo de proteção. A gordura era uma proteção contra a falta de alimentos e o nosso cérebro ainda pensa assim. Se você estressa muito o seu corpo, se fica sem comer, se corta carboidrato, ele reage aumentando a produção de gordura. Quando você está comendo com prazer, sem culpa, você come menos porque vai ficar satisfeito e não engole a comida. E também vai ter uma digestão diferente do que se comer com rapidez, com culpa, com estresse.

A senhora é contra os produtos light e diet?
Não sou contra. O que eu acho importante é mostrar que eles não são necessariamente interessantes para emagrecer. Para fazer produtos light e diet, a indústria fez uma troca. Tiraram parte da gordura, o que deixa ele sem gosto, e colocaram carboidratos. Açúcar, amido modificado, xarope de açúcar, todos esses carboidratos, dão bastante prazer no cérebro. A gordura tem 9 calorias por grama, mas o açúcar só 4. Então, o produto fica com menos calorias, mas não necessariamente mais interessante do ponto de vista da saciedade. E também pode ter um efeito diferente no metabolismo.

Então seria melhor comer algo que você goste em porções menores?

  1. Na dúvida, o é melhor pegar o alimento mais ‘in natura’ possível. Não estou dizendo orgânico, estou dizendo mais natural. Em vez de comer o iogurte light ou diet de morando, por exemplo, a opção que eu acho mais saudável seria o iogurte natural junto com o morango e um pouquinho de açúcar. É um alimento mais verdadeiro.
Mas como, então, emagrecer?
Primeiro, é preciso ter excesso de peso e nem todo mundo tem. Pessoas que estão com peso saudável e que querem emagrecer mais vão assustar o corpo. Essa preocupação de emagrecer é muito exagerada hoje. As pessoas estão muito focadas nisso. É “bom dia, você emagreceu” ou “você engordou”. Antes se falava do tempo! Uma pena. Mas uma pessoa que tem sobrepeso precisa saber que não há uma solução só. As dietas hoje dão a mesma solução para todo mundo. Isso não dá certo. Cada um tem um metabolismo, uma história, uma razão diferente para o sobrepeso. Mas uma dica interessante é essa: comer mais alimentos verdadeiros.

Ou seja, menos industrializado.
Isso, menos industrializados. E não estou dizendo que sou contra alimentos industrializados. Sou engenheira agrônoma, trabalhei em indústria, e acho que eles ajudam muito no dia a dia. Mas, quando puder, cozinhe, prepare o prato em casa, coma alimentos que vêm da natureza e tente evitar essa preocupação de dieta. Isso está fazendo com que ninguém coma junto. Sei de pessoas que levam marmita para eventos sociais. A gente está cada vez mais com esse terrorismo da nutrição. Se você volta a comer alimentos verdadeiros, para os quais a gente foi adaptado, você não deveria ter essa preocupação de calorias, de engordar. O que você deveria ter é uma consciência maior de como está se sentindo. Estou com fome? Vou comer. Estou sem fome? Vou parar de comer! Alguém que está respondendo bem a essas perguntas chega a um peso saudável. É o que em inglês se chama “mindful eating”, o comer consciente. É um bom jeito de emagrecer de maneira suave e para a vida inteira.

O comportamento alimentar é tão importante quanto o que se come?
O “mindful eating” é totalmente isso. Pesquisas com crianças mostram que se você cuidar mais do ambiente, sem falar do que ela está comendo, ela vai ter menos risco de engordar. Não é só o que você come. É também como você está comendo. Ter um comportamento adequado à fome é comer de maneira consciente. E se, ainda, você consegue comer com prazer e sem culpa, você será supersaudável. E comer com prazer não é comer com gula. É diferente. Não é liberar tudo. É comer devagar, o alimento que você gosta, saboreando e sem estresse.

Comer fora é mais difícil...
Na rua, a tentação é grande. Então também temos que comer devagar para perceber quando estamos satisfeitos. E quando isso acontecer antes do fim do prato, não precisa comer a porção inteira. Escute o corpo. Não é só porque está pagando um preço fixo, numa churrascaria, que você tem que se entupir de comida. Aproveite o momento com os amigos, converse, sinta o alimento. Não existe nenhum alimento ruim. O que existe são alimentos mais interessantes do que outros.

Hoje, muita gente se diz viciada em doces e fast food. Como elas podem comer de forma mais saudável?
Primeiro, se conscientizar de que esse vício é real. Esses alimentos focam no nosso cérebro e podem viciar mesmo. Mas é possível mudar. Não fazendo dieta restritiva. O que eu aconselho é incluir, cada vez mais, alimentos verdadeiros. Eu nunca retiro alimentos de ninguém porque isso é muito frustrante. O que trabalho é uma atitude positiva. Pode comer de tudo, mas inclua mais legumes, mais arroz, mais feijão. Tome mais água, evite o excesso de bebidas doces, tanto refrigerantes quanto sucos. E aí a pessoa, sozinha, consegue se livrar desse vício. Tenho pacientes adolescentes que saíram da obesidade sem deixar de ir ao Mc Donald’s com os amigos. Isso faz parte da vida do adolescente. É um erro tirar isso dele. Mas quando você inclui os alimentos verdadeiros, automaticamente, você vai comer menos dos outros.

Fonte: Sophie Deram

Atenção Homens!

Você sabe como satisfazer uma mulher com algo fino de apenas 9cm????


Mais fácil impossível!!!

Super Bactéria E. Coli - Um desrespeito à Vida Humana


Uma decodificação genética pode revelar o "histórico" de uma bactéria e, segundo estudos, esta bactéria foi exposta e exaustivas vezes aos seguintes tipos de antibióticos: 
Penicilinas
Tetraciclina
Ácido nalidíxico
Cotrimoxazol
Cefalosporina
Amoxicilina / ácido clavulânico
Piperacilina-Sulbactam sódico
Piperacilina-tazobactam

Além disso elas produzem enzimas que  as tornam resistentes às cefalosporinas, como por exemplo: cefuroxima, cefotaxima e ceftazidima - que são os antibióticos mais utilizados em muitos hospitais"
Daí se pode deduzir que ela não se "fortaleceu" ao longo de bilhões de anos, e sim, que sua origem foi em algum laboratório....
...Mas se você pode fazer as pessoas tereme medo de vegetais frescos, ou até mesmo proibi-los totalmente, então você pode forçar a população inteira a uma dieta de alimentos mortos e processados, que promovem doenças degenerativas e impulsionam os lucros das poderosas companhias farmacêuticas...

LUCRO
LUCRO 
LUCRO

Esse é o interesse das indústrias farmacêuticas e de alimentos.
Cuidado com o que você lê, com o que você come e como você se previne.
A melhor prevenção é a informação e a melhor cura é saber como colocar em prática os conhecimentos e recursos dos quais você dispõe.
Não vá sair por aí se antecipando, como muita gente fez na ocasião da vacina H1N1.
INFORME-SE!

Fonte: Trechos copiados do site Doce Limão

Pucon - Chile (en portugués e inglés)

Nós somos isso! Perfeitos!

Me apaixonei.... ai ai....
Lindo! 
Aqui tem um vídeo de só um pedacinho de Pucón, uma das Termas das muitas que têm lá.
Termas Geométricas, se chama assim por causa da arquitetura. E ao final do vídeo ele comenta de um famoso hotel da municipalidade.
Pucón tem grande influência Alemã, por isso me apaixonei tão rápido.
Além do que, desde as pessoas aos animais de rua (rs), todos são amáveis ao extremo!
Encantadora Pucón!


Socorro! Dor, tontura e alterações do humor

A depressão causa a dor ou a dor leva à depressão?


Como se não bastassem as crises de dor de cabeça, pessoas com cefaleias, principalmente a enxaqueca, apresentam um risco maior de desenvolver outras doenças. Chamamos essa associação de duas doenças que ocorrem no mesmo indivíduo de comorbidades. Elas também são caracterizadas por dividir uma causa em comum. E quanto maior a frequência das dores de cabeça, maior a presença de comorbidades. Neste artigo, vamos conversar um pouco sobre algumas dessas doenças associadas.

Dor de cabeça e distúrbios psiquiátricos:

Pessoas com enxaqueca e cefaléia do tipo tensional têm maior frequência de transtornos como ansiedade e depressão, principalmente se apresentam dor de cabeça diariamente. Em pesquisa realizada no Setor de Cefaleias da UNIFESP, foi observado também em crianças com enxaqueca uma maior frequência de sintomas psicológicos como preocupação excessiva, oscilações de humor e agressividade. 
Dor de cabeça e distúrbios de sono:

Insônia, dificuldades em manter o sono com despertares recorrentes, mexer-se muito na cama, sonambulismo, bruxismo, são distúrbios de sono mais comuns em pessoas com cefaleias, tanto em adultos como em crianças. Também em pesquisa realizada na UNIFESP, crianças com enxaqueca apresentaram uma diminuição do sono REM, fase do sono mais profunda na qual sonhamos, comprovado pelo exame de polissonografia, o que pode provocar dificuldades de atenção e memória e pior desempenho escolar.

Dor de cabeça e outras dores:

Pessoas com dor de cabeça apresentam com maior frequência e intensidade outros quadros dolorosos como dor lombar, tendinites, dor facial, e a fibromialgia, onde a dor acontece no corpo todo. Cerca de 80% das pessoas com fibromialgia também apresentam dores de cabeça, e já apresentavam a cefaléia antes da fibromialgia.  

Dor de cabeça e crises convulsivas:

Vários estudos comprovaram que pessoas com enxaqueca têm maior risco de sofrer uma crise convulsiva, principalmente se tiveram um tipo de enxaqueca que chamamos enxaqueca com aura, onde além da dor de cabeça, apresentam junto com a cefaléia sintomas visuais, como embaçamento, perda visual ou pontos brilhantes na visão e formigamentos no corpo.

Déficits de atenção e problemas de memória:


Queixas sobre déficit de atenção são muito comuns em pessoas com dores de cabeça, tanto em crianças como adultos. Ainda existem poucos estudos científicos sobre essa associação, porém um estudo brasileiro pioneiro, realizado no Setor de cefaleias da UNIFESP, demonstrou que, crianças com enxaqueca, quando comparadas com crianças sem cefaleia, apresentaram maior dificuldade em atenção e memória. Alguns estudos internacionais também encontraram essas dificuldades em adultos com cefaleia. 


Tonturas:

Pessoas com dor de cabeça apresentam com mais queixas de tonturas, rotatórias (vertigens) ou não, tanto na crise de cefaleia ou mesmo fora dela. Tal situação favorece a ocorrência de diagnósticos equivocados como labirintites e mudanças na pressão arterial e, como consequência, tratamentos inadequados para pessoas com dor de cabeça.

Dor de cabeça e derrames cerebrais:

Estão em grande evidência estudos que encontraram uma maior associação entre a enxaqueca e doenças vasculares como o infarto cardíaco, e principalmente os acidentes vasculares cerebrais (AVC), chamados de derrames. E esse risco é ainda mais alto em pessoas com a enxaqueca com aura, e em mulheres que tem enxaqueca e usam pílulas anticoncepcionais e são fumantes.  

Se você apresenta crises de dor de cabeça, principalmente a enxaqueca, deve observar o aparecimento de outros sintomas ou doenças. A boa notícia é que o tratamento da dor de cabeça, quando bem indicado, pode melhorar também as doenças associadas. O mais importante é não deixar de lado o sinal de alerta que é a cefaleia, achando que dor de cabeça é algo simples e corriqueiro. As doenças associadas tendem a acontecer ainda mais em pessoas que apresentam dores de cabeça frequentes ou há muito tempo.

Fonte: Minha Vida

Reconheça se é Enxaqueca



A vontade é arrancar a cabeça fora. Os olhos não agüentam a claridade e a dor insiste em perturbar, prejudicando qualquer tipo de raciocínio e azedando o humor. A enxaqueca realmente compromete a qualidade de vida dos pacientes , afirma a neurologista Sandra Mathias, do Hospital Bandeirantes, em São Paulo. Nos Estados Unidos, onde se estudam vários índices de produtividade, chegou-se à conclusão de que ela é um dos principais fatores na queda de produtividade por falta ao trabalhoNuma entrevista exclusiva ao Minha Vida, a especialista descreve com detalhes todos os sintomas e tratamentos do problema, difere o mal da dor de cabeça corriqueira, fala sobre os melhores tratamentos, a prevenção e sobre tudo aquilo que tem potencial para desencadear uma temida crise. No final, acompanhe ainda uma descrição dos principais tipos de dor de cabeça e identifique qual deles tira você do sério.

Existem alimentos que causam dor de cabeça?
Não. As pesquisas, no entanto, apontam que alguns deles podem desencadear crises em pacientes com enxaqueca. É o caso dos chocolates, alguns queijos curados, embutidos de carne (salsichas, lingüiças) e glutamato de sódio (o sal utilizado na culinária oriental). Álcool e café também podem causar o desconforto.

O que estes alimentos têm de especial?
Eles contêm elementos que interagem com a bioquímica cerebral, alterando a ação de determinadas enzimas e acelerando a metabolização de substâncias chamadas neurotransmissores (como a serotonina). Mas é importante lembrar que casos de crises desencadeadas por alimentos são pouco comuns e afetam só quem é sensível.

Enxaqueca é hereditária? Ela é uma dor de cabeça mais forte?
A história familiar favorece o surgimento do problema. Mas só ela não justifica um caso de enxaqueca. Enxaqueca é um dos tipos de dor de cabeça, e não uma variação na intensidade do mal.

Há cura para enxaqueca?
Não. A enxaqueca é uma doença crônica, que exige o afastamento dos fatores desencadeantes, além do consumo de medicamentos. Mas o tratamento é bastante eficaz na prevenção das crises. Além de medicações, são indicados exercícios físicos e atenção à estrutura emocional.

Qual o efeito dos exercícios no controle da doença?
Exercícios físicos estimulam a circulação e a oxigenação sanguínea, propiciando um estado aeróbico no organismo. Isso confirma a teoria da enxaqueca de que as crises possam ser causadas por uma redução de oxigênio cerebral. Além disso, atividade física libera endorfinas, substâncias reconhecidamente benéficas e que têm ação no alívio da dor.

E o que a estrutura emocional tem a ver?
A estrutura emocional é a base para o tipo de dor de cabeça mais comum: a cefaléia tensional, geralmente descrita como se houvesse um peso sobre a cabeça. Geralmente, ela aparece mais no final do dia. O estresse emocional e físico é, reconhecidamente, um dos causadores de inúmeras doenças e sintomas, além das cefaléias.

Existem vários tipos de dor de cabeça?
Sim. Existem as cefaléias denominadas primárias (como a enxaqueca e a cefaléia tensional) e as cefaléias secundárias, que podem ser desencadeadas por diversas causas, como nevralgias, causas odontológicas, problemas de coluna cervical, glaucoma e infecção de ouvido.

Enxaqueca é sintoma de outros problemas de saúde?
Não. Enxaqueca é um tipo de problema de saúde, que deve ser diagnosticada e tratada corretamente.

TPM causa enxaqueca?
TPM não causa enxaqueca. Ela, simplesmente, pode desencadear uma crise em mulheres que já sofrem com o problema.

Enxaqueca é uma doença incapacitante?
A intensidade da dor varia de pessoa para pessoa. Mas, muitas vezes, a dor de cabeça associada a sintomas como náuseas, vômitos e a dificuldade para tolerar a luz tornam o paciente incapacitado para suas atividades habituais. Nos Estados Unidos, onde se estudam vários índices de produtividade, chegou-se à conclusão de que a crise de enxaqueca é um dos principais fatores na queda de produtividade por falta ao trabalho.

Dor de cabeça é uma doença crônica?
A dor de cabeça é uma das queixas mais comuns em relação às dores em outras regiões do corpo. Estima-se que até 80% das pessoas apresentam pelo menos um episódio de cefaléia por ano. Já a enxaqueca, especificamente, é uma doença que pode aparecer em crises repetidas ao longo de anos se não for tratada adequadamente.

Tipos de dor de cabeça:

1. Cefaléia tensional: dor de cabeça mais comum. Caracteriza-se pela dor tipo peso, geralmente acometendo a cabeça toda ou mais localizada na parte de trás da cabeça, irradiando-se para a nuca. Geralmente há contração muscular na região dos ombros. Fadiga, irritabilidade, alterações de sono e de apetite são outros sintomas. Muitas vezes o paciente relata estar passando por alguma situação de conflito ou estresse.

2. Enxaqueca: predominante no sexo feminino. Normalmente, a dor é latejante e sentida de um lado só da cabeça. Náuseas ou vômitos são comuns. É comum ainda a intolerância à luz e a outros estímulos sensoriais, como sons e odores. Alguns sinais, conhecidos como "aura", tendem a antecipar a dor. São, principalmente, de origem visual e incluem escurecimento de parte ou de todo o campo visual ou sensações visuais de luzes ou cintilações.

3. Cefaléia por hipertensão intracraniana: em casos de tumores cerebrais ou hidrocefalia há aumento da pressão no interior do cérebro, que se encontra fechado na caixa craniana. A dor é contínua, e não em crises. Geralmente associa-se a náuseas e vômitos. Pode haver alterações de consciência. No caso de tumores, há sinais e sintomas neurológicos focais relacionados às áreas afetadas no cérebro.

4. Cefaléia por rotura de aneurisma cerebral: é descrita pelo paciente como uma dor muito, muito intensa. A comparação é com uma paulada na cabeça, de instalação súbita e que também pode se acompanhar de náuseas e vômitos. Dependendo da gravidade do sangramento pode ocorrer deterioração neurológica, com piora grave até para coma.

5. Cefaléia pós-raquianestesia: acontece após procedimento anestésico - a raquianestesia. Caracteriza-se por dor intensa na cabeça inteira, podendo se associar a náuseas e vômitos. Caracteristicamente, a dor some quando o paciente permanece deitado com travesseiro baixo e se inicia assim que se levanta a cabeça. 

6. Cefaléia por meningite: tem as mesmas características da cefaléia por hipertensão intracraniana, e soma-se a presença de febre e mal-estar generalizado.

Cefaléias secundárias: têm uma multiplicidade de fatores causais:
1. Neuralgia do nervo trigêmeo: caracteriza-se por acometer a área da face sob a inervação do nervo trigêmeo. A dor é descrita como lancinante e persistente, com alguns períodos de alívio. Uma característica importante é a sensibilidade da chamada zona de gatilho: um toque leve em alguns pontos do rosto desencadeia a dor.

2. Dor de cabeça por sinusite: caracteriza-se por ser contínua, tipo peso, sem sintomas associados e que pode piorar quando se abaixa a cabeça.

3. Dor de cabeça por disfunção de ATM (articulação têmporo-mandibular): geralmente, portadores desse tipo de dor têm alterações da mastigação. A dor ocorre nas regiões temporais e pode ser do tipo peso. Apalpando a ATM notam-se desvios ou alterações na dinâmica do fechamento e abertura da boca. Muitas vezes, o uso noturno de plaquinhas acrílicas, prescritas pelo dentista, resolve o problema. Outras vezes, em casos mais graves, aparelhos ortodônticos ou mesmo cirurgias reparadoras são necessários. 

Fonte: Minha Vida

Olha o Fumacê!!!!



Essa coluna copiei na íntegra porque me identifiquei. Sinto-me uma fumante passiva, ou alguém meio defumada... com uma sensação de torpor, embriaguez dos sentidos... Mas de pleno acordo com o doutor! Eu sempre digo: " Educação... mandou um abraço!" 
Temos problemas de origem educacional, já que, desde a escolinhas, às crianças não são ofertados grandes atrativos para esse mundo que é a leitura.
Problemas de origem cultural, porque o brasileiro se acostumou ao "mínimo necessário", inclusive ao ler. 
Quando adolescentes na escola, lemos o resumo do livro para o vestibular (por quê não o livro todo?), mais tarde lemos as manchetes do jornal (por quê não o artigo todo?), lemos.... hum... lemos mais o quê hein? O horóscopo no jornal, o resumo dos últimos capítulos da novela... algo mais???
Então! Está aí nosso mal! 
Nem bulas de remédios, nem manual do novo celular, nem a caixa de emails se lê mais!!! Ler um livro?????? Acho que estamos a pedir demais.
Mas eu me diferencio dos outros!!!!
Eu percebo que sou míope, meio cega, sabe...!? Mas as pessoas, aliás, muitas pessoas não! Não percebem ou fingem que tudo está normal! 
Devagar eu vou me consertando, uso diariamente meus óculos para não ficar mais míope, mas ainda sou fumante passiva, nesse mundo onde o fumacê ainda passa na minha rua.
E sem esquecer o aspecto econômico. Em outros países, livro é bem barato! Existem sebos, trocas. E no Brasil, a gente fala em sebo e o povo torce o nariz, torce a cara toda! Mas livro aqui ainda é artigo de luxo, artigo para poucos.
Vamos ler a matéria que copiei aqui no post:


"Quando um certo alguém disse que “existe um limite para tudo, menos para a estupidez humana”, acertou na mosca. Pode ter sido Einstein, Sartre, Schoppenhauer, Tiririca, sei lá. Certamente vou receber um email dizendo de quem é esta máxima, mas que a mosca levou um peteleco no meio da testa, ah levou.
Como não é possível deixar a estupidez humana de lado (teríamos que alugar um planeta inteiro só para isso), vamos esquecê-la por alguns instantes e nos concentrar na primeira parte da frase. “Existe um limite para tudo”.
Existe um limite para o seu esforço, um limite para seus amigos, amores, vitórias e derrotas basicamente porque existe um limite para sua quantidade de dias. Apesar disso não ser novidade, conheço poucas pessoas que aprenderam a dimensionar esta verdade no tira-colo do cotidiano.
Quer um exemplo cinematográfico da nossa falta de visão? No filme “Homem de Ferro”, o personagem Tony Stark se vê preso em uma caverna nas montanhas nos confins do Afeganistão (hum… “confins do Afeganistão” não é uma redundância?), coagido a construir um míssil para os rebeldes com a promessa de ser libertado em seguida.
-  Haja o que houver – ele diz para si mesmo –, de qualquer forma, fazendo ou não o míssil, estarei morto em uma semana.
- Então – diz seu companheiro de cela –, esta é uma semana muito importante para você, não?
A tragédia e a beleza de tudo se esconde no limite.
Transformando a teoria em prática, suponhamos que você seja capaz de ler um livro a cada dois meses. Da alfabetização até estar com Alzheimer e não conseguir lembrar onde diabos colocou o livro (“hein, eu estava lendo um?”), vamos dizer que tenham se passado cerca de 80 anos. Isso daria um total de 480 obras. Sua capacidade de leitura ao longo da vida se restringirá a uma pilha de 480 títulos. Beeem menos do que o mercado editorial brasileiro lança em um ano.
Daí a importância do que você lê. Cada obra é importante, porque seu número de livros será limitado pelos seus dias. Em A Filosofia da Ciência, Rubem Alves comenta muito apropriadamente que o refinamento do pensamento depende da riqueza de vocabulário. Quem lê mais ganha mais palavras para ter mais ideias e raciocinar melhor. A inteligência é mais um produto de hábitos que uma benção divina.
Talvez nenhum outro livro tenha mudado tanto minha visão da medicina quanto “O Físico”, de Noah Gordon. O título original, “The Physician”, teria sido melhor traduzido para O Médico, mas tudo bem. Não é por causa de uma ervilha amassada que vou jogar todo o risoto fora.
Em “O Físico”, o vendedor ambulante Barber se desloca de uma cidade a outra comercializando seu Tônico Universal, uma bebida doce, com leve teor alcoólico, específico para o tratamento de todas as doenças – como o próprio nome sugere.
Em um de seus acessos de sinceridade, Barber comenta com seu aprendiz, o jovem Rob Cole:
- Quando eu morrer e estiver na fila na frente do portão, São Pedro vai perguntar, “Como você ganhou a vida?” “Eu era fazendeiro”, dirá um homem, ou, “Eu fazia sapatos de couro.” Mas eu responderei: “Fumum vendit”. Eu vendia fumaça.
O Físico se passa na Idade Média. É triste perceber que não mudamos muito desde então. O que chamamos de desenvolvimento ou progresso não passa de mais do de sempre. A despeito do maior acesso ao conhecimento, as pessoas ainda insistem em basear suas decisões em mitos, dogmas e desinformação. Ninguém quer pensar. Todo mundo está inebriado em um torpor de fumaça ignorante com cheiro de pão e circo.
Inserida neste cenário, a medicina está se tornando uma neblina que mais confunde que ilumina. Acompanhando o restante da sociedade, nós médicos vamos perdendo (ou já perdemos?) o rumo e, ao invés de acumular sabedoria para oferecer ao próximo bússolas para dias melhores, estamos nos tornando especialistas na arte de vender fumaça. Exames caros, procedimentos sofisticados, nenhuma empatia.
Também, de que adianta? Quantas vezes seu médico tentou lhe convencer de exercícios físicos, largar o cigarro, diminuir a bebida, combater o sobrepeso, manter a pressão e o diabetes sob controle, melhorar o sono, reduzir o estresse…? E quantas vezes você realmente ouviu, refletiu e mudou? Vendedores de fumaça existirão enquanto existirem compradores de fumaça.
A única saída que vejo para esse problema está na leitura. Assim como você planeja sua carreira, seu salário, seu guarda-roupa e o menu da semana, seria maravilhoso programar sua leitura para este mês e ano. Quais obras deseja ler? Uma rápida pesquisa na internet pode lhe fornecer um cardápio saboroso de idéias.
Você é o que come. Mas se tornará aquilo que lê. Se você consegue ler apenas um livro por ano, então, como diria Tony Stark, esse será um livro muito importante, não? Escolha-o com cuidado. Leia-o com atenção. Ou continue cego para o mundo à sua volta, sorvendo goles generosos de tônico universal, enquanto espera pelo próximo vendedor de fumaça.
Eu? Eu não fumo mais."


Fonte:

Por Dr. Alessandro Loiola . 17.03.11 - 21h06

Tabule da Prima Monica


Essa receita eu faço no olhômetro.
Você decide a quantidade de salada!
E cuidado com o trigo que depois de hidratado "incha".

Foi minha prima que me ensinou há..... muuuuuito tempo como fazer um tabule. 
Um tabule mesmo! Tradicional. 
Mas como não podia deixar de ser, eu não consigo fazer uma receita igual a outra, sempre acrescentando algo a mais pra ver no que vai dar.
E confesso que quase sempre fica bom!!!

Ingredientes:
Trigo para kibe 
tomate
milho verde
cebola roxa
rabanete
pepino
linhaça
hortelã fresca
manjericão fresco
alho-poró
cebolinha
queijo branco fresco (tipo minas frescal)
azeitonas verdes
um honesto azeite de oliva extra virgem
óleo de gergelim
sumo de limão (de 1 a 1/2 limão)
sal ou gersal (gomashio)

Modo de Fazer:
Lave bem o trigo em água fria (eu uso pouco mais de 1/2 xícara de trigo). 
Deixe de molho uns 10 minutos para hidratar em água morna. 
Lave bem, escorra e aperte com uma colher para sair toda a água.
Lave e pique todos os ingredientes bem miudinhos e junte o milho e a quinua.
A quinua acrescentei bem pouca, só para completar nutricionalmente o prato.
Obs.: dos temperos, a hortelã tem que estar em maior quantidade.
A vantagem é que você pode variar os ingredientes de acordo com o que gosta ou o que tem em casa.
Não gosto de pepino, tirei, e já fiz com gorgonzola pro queijo não ficar na geladeira mais verde do que já é. Ficou muito bom também!
Bom, misture tudo e por último coloque o sumo de 1/2 limão, regue com azeite (coloque sem dó! Olha o colesterol bom!), sal, linhaça, cebolinha e o queijo.
Para quem gostar, no prato pode acrescentar umas gotas de óleo de gergelim.
Sirva imediatamente.
Pode decorar com umas castanhas.
A salada não deve ser guardada para o jantar ou dia seguinte.

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