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Natal, RN, Brazil
Quem sou Eu??? Ahhh....!!! Curiosa por natureza, gente fina (rs), com o riso meio frouxo, alguém feliz , mas sempre em busca de mais e mais! Tudo na minha vida tem seus extremos. Desde o tempero na comida até o sentimento. Tudo na minha vida precisa de mudanças, desde o móvel da sala até o rumo da própria vida. Eu gosto dessa "rotina imprevisível". Sabe...? Uns dizem que me conhecem, outros nem tanto, muitos só de vista, alguns lembram da minha risada, mas uns poucos têm acesso ao meu íntimo. Estou criando esse blog pra deixar gravado um pouco de mim! Deixar minha impressões e expressões. Fazer minha terapia. Desamarrar o nó da garganta, chorar minhas pitangas, minhas dúvidas e respostas, deixar um pedacinho da Flávia nesse mundo virtual. Não é um diário, nem a sala do psicanalista, este blog é parte de mim, do meu jeito, como eu quero. Como sou e gostaria de ser. Obrigada pela visitinha e se gostou ou não do que viu, deixe seu comentário!

TÁ EM DÚVIDA??? CONSULTE AQUI QUE É BOM PRA BURRO!

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Motivação

Copiado integralmente do blog  A vida simples assim, pq eu adorei, mas segue abaixo o texto completo:

A revista Isto é publicou esta entrevista por Camilo Vanucci, gostei e resolvi compartilhar.
O entrevistado é Roberto Shinyashiki, médico psiquiatra, com Pós-Graduação em administração de empresas pela USP, consultor organizacional e conferencista de renome nacional e internacional.
Em “Heróis de Verdade”, o escritor combate a supervalorização das Aparências, diz que falta ao Brasil competência, e não auto-estima.
ISTOÉ – QUEM SÃO OS HERÓIS DE VERDADE?
Roberto Shinyashiki — Nossa sociedade ensina que, para ser uma pessoa de sucesso, você precisa ser diretor de uma multinacional, ter carro importado, viajar de primeira classe.
O mundo define que poucas pessoas deram certo. Isso é uma loucura.
Para cada diretor de empresa, há milhares de funcionários que não chegaram a ser gerentes.
E essas pessoas são tratadas como uma multidão de fracassados.
Quando olha para a própria vida, a maioria se convence de que não valeu a pena porque não conseguiu ter o carro nem a casa maravilhosa.
Para mim, é importante que o filho da moça que trabalha na minha casa possa se orgulhar da mãe. O mundo precisa de pessoas mais simples e transparentes.
Heróis de verdade são aqueles que trabalham para realizar seus projetos de vida, e não para impressionar os outros.
São pessoas que sabem pedir desculpas e admitir que erraram.
ISTOÉ — O SR. CITARIA EXEMPLOS?
Shinyashiki — Quando eu nasci, minha mãe era empregada doméstica e meu pai, órfão aos sete anos,empregado em uma farmácia .
Morávamos em um bairro miserável em São Vicente (SP) chamado Vila Margarida. Eles são meus heróis.
Conseguiram criar seus quatro filhos, que hoje estão bem.
Acho lindo quando o Cafu põe uma camisa em que está escrito “100% Jardim Irene”.
É pena que a maior parte das pessoas esconda suas raízes.
O resultado é um mundo vítima da depressão, doença que acomete hoje 10% da população americana.
Em países como Japão, Suécia e Noruega, há mais suicídio do que homicídio. Por que tanta gente se mata?
Parte da culpa está na depressão das aparências, que acomete a mulher que, embora não ame mais o marido, mantém o casamento, ou o homem que passa décadas em um emprego que não o faz se sentir realizado, mas o faz se sentir seguro.
ISTOÉ — Qual o resultado disso?
Shinyashiki — Paranóia e depressão cada vez mais precoces.
O pai quer preparar o filho para o futuro e mete o menino em aulas de inglês, informática e mandarim.
Aos nove ou dez anos a depressão aparece.
A única coisa que prepara uma criança para o futuro é ela poder ser criança.
Com a desculpa de prepará-los para o futuro, os malucos dos pais estão roubando a infância dos filhos.
Essas crianças serão adultos inseguros e terão discursos hipócritas.
Aliás, a hipocrisia já predomina no mundo corporativo.
ISTOÉ – Por quê?
Shinyashiki — O mundo corporativo virou um mundo de faz-de-conta, a começar pelo processo de recrutamento.
É contratado o sujeito com mais marketing pessoal.
As corporações valorizam mais a auto-estima do que a competência.
Sou presidente da Editora Gente e entrevistei uma moça que respondia todas as minhas perguntas com uma ou duas palavras.
Disse que ela não parecia demonstrar interesse. Ela me respondeu estar muito interessada, mas, como falava pouco, pediu que eu pesasse o desempenho dela, e não a conversa.
Até porque ela era candidata a um emprego na contabilidade, e não de relações públicas. Contratei-a na hora.
Num processo clássico de seleção, ela não passaria da primeira etapa.
ISTOÉ — Há um script estabelecido?
Shinyashiki — Sim. Quer ver uma pergunta estúpida feita por um Presidente de multinacional no programa O aprendiz ?
“Qual é seu defeito?”
Todos respondem que o defeito é não pensar na vida pessoal:
“Eu mergulho de cabeça na empresa.
Preciso aprender a relaxar”.
É exatamente o que o Chefe quer escutar.
Por que você acha que nunca alguém respondeu ser desorganizado ou esquecido?
É contratado quem é bom em conversar, em fingir. Da mesma forma, na maioria das vezes, são promovidos aqueles que fazem o jogo do poder.
O vice-presidente de uma as maiores empresas do planeta me disse:
” Sabe, Roberto, ninguém chega à vice-presidência sem mentir”.
Isso significa que quem fala a verdade não chega a diretor?
ISTOÉ — Temos um modelo de gestão que premia pessoas mal preparadas?
Shinyashiki — Ele cria pessoas arrogantes, que não têm a humildade de se preparar, que não têm capacidade de ler um livro até o fim e não se preocupam com o conhecimento.
Muitas equipes precisam de motivação, mas o maior problema no Brasil é competência.
CUIDADO COM OS BURROS MOTIVADOS.
Há muita gente motivada fazendo besteira.
Não adianta você assumir uma função para a qual não está preparado.
Fui cirurgião e me orgulho de nunca um paciente ter morrido na minha mão.
Mas tenho a humildade de reconhecer que isso nunca aconteceu graças a meus chefes, que foram sábios em não me dar um caso para o qual eu não estava preparado.
Hoje, o garoto sai da faculdade achando que sabe fazer uma neurocirurgia.
O Brasil se tornou incompetente e não acordou para isso.
ISTOÉ — Está sobrando auto-estima?
Shinyashiki — Falta às pessoas a verdadeira auto-estima.
Se eu preciso que os outros digam que sou o melhor, minha auto-estima está baixa.
Antes, o ter conseguia substituir o ser.
O cara mal-educado dava uma gorjeta alta para conquistar o respeito do garçom.
Hoje, como as pessoas não conseguem nem ser nem ter, o objetivo de vida se tornou parecer.
As pessoas parecem que sabem, parece que fazem, parece que acreditam.
E poucos são humildes para confessar que não sabem.
Há muitas mulheres solitárias no Brasil que preferem dizer que é melhor assim.
Embora a auto-estima esteja baixa, fazem pose de que está tudo bem.
ISTOÉ — Por que nos deixamos levar por essa necessidade de sermos perfeitos em tudo e de valorizar a aparência?
Shinyashiki — Isso vem do vazio que sentimos. A gente continua valorizando os heróis.
Quem vai salvar o Brasil? O Lula.
Quem vai salvar o time? O técnico.
Quem vai salvar meu casamento? O terapeuta.
O problema é que eles não vão salvar nada! Tive um professor de filosofia que dizia:
“Quando você quiser entender a essência do ser
humano, imagine a rainha Elizabeth com uma crise de diarréia durante um jantar no Palácio de Buckingham”.
Pode parecer incrível, mas a rainha Elizabeth também tem diarréia.
Ela certamente já teve dor de dente, já chorou de tristeza, já fez coisas que não deram certo.
A gente tem de parar de procurar super-heróis. Porque se o super-herói não segura a onda, todo mundo o considera um fracassado.
ISTOÉ — O conceito muda quando a expectativa não se comprova?
Shinyashiki — Exatamente.
A gente não é super-herói nem superfracassado. A gente acerta, erra, tem dias de alegria e dias de tristeza. Não há nada de errado nisso.
Hoje, as pessoas estão questionando o Lula em parte porque acreditavam que ele fosse mudar
suas vidas e se decepcionaram.
A crise será positiva se elas entenderem que a responsabilidade pela própria vida é delas.
ISTOÉ — Muitas pessoas acham que é fácil para o Roberto Shinyashiki dizer essas coisas, já que ele é bem-sucedido. O senhor tem defeitos?
Shinyashiki — Tenho minhas angústias e inseguranças.
Mas aceitá-las faz minha vida fluir facilmente.
Há várias coisas que eu queria e não consegui.
Jogar na Seleção Brasileira, tocar nos Beatles (risos).
Meu filho mais velho nasceu com uma doença cerebral e hoje tem 25 anos.
Com uma criança especial, eu aprendi que ou eu a amo do jeito que ela é ou vou massacrá-la o resto da vida para ser o filho que eu gostaria que fosse.
Quando olho para trás, vejo que 60% das coisas que fiz deram certo.
O resto foram apostas e erros.
Dia desses apostei na edição de um livro que não deu certo.
Um amigão me perguntou:
” Quem decidiu publicar esse livro?”
Eu respondi que tinha sido eu. O erro foi meu.
Não preciso mentir.
ISTOÉ – Como as pessoas podem se livrar dessa tirania da aparência?
Shinyashiki — O primeiro passo é pensar nas coisas que fazem as pessoas cederem a essa tirania e tentar evitá-las.
São três fraquezas.
A primeira é precisar de aplauso, a segunda é precisar se sentir amada e a terceira é buscar segurança.
Os Beatles foram recusados por gravadoras e nem por isso desistiram.
Hoje, o erro das escolas de música é definir o estilo do aluno.
Elas ensinam a tocar como o Steve Vai, o B. B. King ou o Keith Richards.
Os MBAs têm o mesmo problema: ensinam os alunos a serem covers do Bill Gates.
O que as escolas deveriam fazer é ajudar o aluno a desenvolver suas próprias potencialidades.
ISTOÉ — Muitas pessoas têm buscado sonhos que não são seus?
Shinyashiki — A sociedade quer definir o que é certo.
São quatro loucuras da sociedade.
A primeira é instituir que todos têm de ter
sucesso, como se ele não tivesse significados individuais.
A segunda loucura é: Você tem de estar feliz todos os dias.
A terceira é: Você tem que comprar tudo o que puder.
O resultado é esse consumismo absurdo.
Por fim, a quarta loucura:
Você tem de fazer as coisas do jeito certo.
Jeito certo não existe!
Não há um caminho único para se fazer as coisas. As metas são interessantes para o sucesso, mas não para a felicidade.
Felicidade não é uma meta, mas um estado de espírito.
Tem gente que diz que não será feliz enquanto não casar, enquanto outros se dizem infelizes justamente por causa do casamento.
Você pode ser feliz tomando sorvete, ficando em casa com a família ou com amigos verdadeiros, levando os filhos para brincar ou indo a praia ou ao cinema.
Quando era recém-formado em São Paulo,
trabalhei em um hospital de pacientes terminais. Todos os dias morriam nove ou dez pacientes.
Eu sempre procurei conversar com eles na hora da morte.
A maior parte pega o médico pela camisa e diz:
“Doutor, não me deixe morrer.
Eu me sacrifiquei a vida inteira, agora eu quero aproveitá-la e ser feliz”.
Eu sentia uma dor enorme por não poder fazer nada.
Ali eu aprendi que a felicidade é feita de coisas pequenas.
Ninguém na hora da morte diz se arrepender por não ter aplicado o dinheiro em imóveis ou ações, mas sim de ter esperado muito tempo ou perdido várias oportunidades para aproveitar a vida .

Segue link para matéria: Revista Isto É

Cuidado com o que você fala!



Cuidado com o que você fala.
Mas muito mais cuidado com o como você age.
Palavras machucam.....
Mas atitudes podem destruir.
E não adianta... você pode até tentar consertar...
Porém nunca mais será como antes.

Senhor, tirai-me uma dúvida



Um mortal pergunta:
- Deus, se Você sabia que Eva corromperia Adão a comer maçã, e que depois disso viria toda essa problemática que vivemos hoje, por que então os criou?
Você merece ser castigado, Pai.
E Deus diz em sua onipotência:
- E criaturas como ti, perambulando pelo mundo que passei sete dias para criar já não é castigo suficiente?

Mais uma...

 Um alemão, um francês, um inglês e um brasileiro apreciam um quadro de Adão e Eva no Paraíso.

O alemão comenta:

- Olhem que perfeição de corpos: ela, esbelta e espigada; ele, com este corpo atlético, os músculos perfilados... Devem ser alemães!


Imediatamente, o francêscontesta:

- Não acredito. É evidente o erotismo que se desprende de ambas as figuras. Ela, tão feminina... Ele, tão masculino... Sabem que em breve chegará a tentação... Devem ser franceses!


Movendo negativamente a cabeça, o inglês comenta:

- Que nada! Notem a serenidade dos seus rostos, a delicadeza da pose, a sobriedade do gesto. Só podem ser ingleses!


Depois de alguns segundos mais de contemplação silenciosa, o brasileiro declara:

- Não concordo. Olhem bem: não têm roupa, não têm sapatos, não têm casa, estão na merda... Só têm uma única maçã para comer. Mas não protestam, ainda estão pensando em sacanagem e o pior, acreditam que estão no Paraíso. Só podem ser brasileiros!

FRASE DO DIA

Quem julga ter muito, geralmente é pobre, é só e não dá valor ao simples da vida. 
De que vale TER, se não consegue SER feliz?

Economize Água

Achei bonitinho esa propaganda do Animal Planet!!!
Crianças!!! Vamos economizar água!!!
Pra gente tomar banho, beber, comer, gerar energia!!!

Não acredito...

NÃO ACREDITO MAIS NAS PESSOAS.
Antes as mudanças de opinião fossem apenas para crescimento, aprendizado;
No entanto são usadas apenas quando convenientes.
Antes as palavras ditas fossem apenas as do sentimento, boas ou más, tanto faz, mas reais;
No entanto... são apenas palavras: usadas na conveniência ou de forma inconveniente; muitas vezes irreais e muitas vezes vazias...
(eu preciso aprender com o silêncio).
Antes as pessoas fossem mais honestas consigo mesmas...
Assim eu seria mais feliz, você seria mais feliz e o mundo menos chato.

Antigamente se podia dizer que as crianças eram sinceras, inclusive eu mais estava com elas do que com os adultos, nas festinhas, em família, onde eu não conhecesse ninguém, lá estava eu brincando com as crianças e igual a uma!
Pois hoje... nem isso é possível. Primeiro que tudo é processo! E esse negócio de pedofilia... (acho que é só com homens) mas é sempre bom evitar, porque para uma família maliciosa, tudo é motivo.
E não é só isso!
As crianças não são tão crianças quanto antes... acabou-se a inocência, são tratadas como adultos, são cobradas por serem sempre mais e fazerem mais e o mundo não é mais o mesmo.
Se crianças estão assim, como serão os futuros adultos?
É por isso que cada dia mais gosto da minha cachorra. Me mostra os dentes toda hora, mas é sincera como ninguém!


Lauroka

Enchentes... Deslizamentos.... Tudo sempre igual.

Esta é em SP, veja a altura da água!

Mais uma calamidade pública? Um caos sócio-político? Um bom motivo, um argumento para eleições? Um acidente...? Ou algo possível de evitar? 
Bom... agora não adianta chorar o leite derramado, a coisa já está feita e o resultado tá aí e Inês é morta, aliás muitas Inês estão mortas, até o momento e só no Rio temos cerca de 650 mortes confirmadas, sem contar os desaparecidos e, se existem sobreviventes. 
Fora os de Franco da Rocha, Atibaia.... e ainda não podemos esquecer que essas localidades são as que a mídia divulga como piores, mas temos várias outras regiões com o mesmo problema, só que numa proporção menor.
Agora os mercados, que também foram invadidos pela enchente e lama, vendem o que se aproveita a preços exorbitantes! E produtos de necessidade básica!

Os corpos chegam em caminhões e ficam assim para reconhecimento dos parente pois os necrotérios estão lotados.
Pois é... mas como eu dizia no título do post, tudo sempre igual, as coisas acontecem mas não como castigo ou revolta da natureza,  como dizem muitos religiosos, e sim como consequências! (dos nossos próprios atos, atos de e vidas, de gerações a gerações que nunca mudam).
E por que acontecem? Para se aprender alguma coisa! Não para "cumprir os desígnios de Deus", ou se queimar o carma... ai quanta bobagem o povo fala pra superar a dor, para consolo próprio e ainda dizem em nome da religião.
Essa tragédia traz uma oportunidade, mais uma, de mudança! Mesmo que aparentemente trágica, é uma oportunidade.
Oras! Tem gente que perdeu tudo!  Só ficou a vida... até a esperança foi embora! Aí essa gente olha pro lado e vê que tem muita gente ajudando, voluntários que vão até lá sem a menor intenção de ter nada em troca. Um sentimento simples de solidariedade, boa vontade e disponibilidade. 
Mas também olham para outro lado e vêem pessoas e países e mídias querendo apenas o lucro, benefícios próprios.
Empresas de telecomunicações que vão aos locais fazer a melhor reportagem, o melhor ângulo para a foto da dor, mas que não têm a coragem de levar suprimentos para essa população.
Países que se propõem ajudar o Brasil, mas cheios de segundas intenções para futuros acordos políticos e econômicos.
Donos de mercados e mercadinhos vendendo aos olhos da cara produtos como água e gás a preços absurdos! Por que não fazem uma troca: eu te dou galão de água e você o que pode fazer para ajudar ou ou trazer para oferecer? Mas não... só querem dinheiro e para si.
Poxa! Esse era o momento certo de fazer diferente! Se estão pensando em reconstruir as cidades, essa seria a hora de reconstruir num sistema diferente, onde a ganância, filha do capitalismo não teria espaço, onde todos trabalhariam por todos, para reerguer um lugar para todos e não só para um! Onde o meu é melhor que o seu.
Daria até gosto, até vontade de ir lá para ajudar nessa reconstrução, nesse novo lugar, se a mentalidade do povo fosse diferente.... Se pensassem em NÓS e não em MIM.
Mas infelizmente, as pessoas não pensam nisso né... só querem saber de refazer cada um as suas vidas. 
Mas não posso criticar muito porque essas pessoas sempre estiveram tão afundadas no próprio umbigo e agora na própria dor, que não conseguem olhar para o lado, nem pensar, nem agir diferente.
Tudo o que aconteceu (muito lamentável) continuará acontecendo... e isso sim é lamentável. Se não for nessa localidade será em outra e em mais outra.... até quando?
Até que aprendamos a lição.
Obs.: e eu continuo me sentindo só no mundo... ninguém ou poucos compartilham com o que eu penso... acho ainda estou na adolescência: o que faço aqui? por que nasci?  sirvo pra quê? nasci no mundo errado... por que sou assim? etc.. etc.. etc... e cada dia mais sem respostas... só perguntas... os que já passaram da adolescência não pensam mais nessas coisas, vivem num mundo adulto, será que chego lá?




Lendas Urbanas



Lenda???
Que nada!!!
É o Rio de Janeiro!
 E quem disse que lá é cidade sem lei???
A lei é a do tráfico. 
O poder vigente (por agora) é o do tráfico.
E sabe o que é pior?
Quem "trabalha" para esse grupo é de extrema burrice! 
Alguns são usuários, outros são traficantes, a maioria mora em comunidades e dão a vida em nome desse "trabalho". Acham que é "a oportunidade"!
Pois quem financia a grande empresa nem neste país mora!
Está nos Estados Unidos, na Europa, em uma de suas mansões ou por aí em algum dos seus carros de última tecnologia.
Gente besta essa que dá a vida pelo mundo do tráfico.
Seguem direitinho o slogan: Do pó viemos, pelo pó vivemos e ao pó voltaremos.
E metade desses contribuintes (usuários e/ou traficantes de pequena escala) são filhos dos mesmos que estavam na piscina de uma daquelas mansões ou desfilando num carrão. 

Olha o resultado de um desses trabalhadores, coisa que aliás é rotina no Rio, só não é divulgado nos jornais:
  
Foto de Parazão antes...

Foto de Parazão depois!
 Chocou-se com meu post?
Os cariocas apesar de tristes, desiludidos, indignados, cansados, sem esperanças... também estão chocados, mas ao mesmo, acostumados, senão é impossível (sobre)viver lá. 
Obs.: eu me dou ao direito de falar sim, pois também sou carioca, eu me dou ao direito de estar indignada me envorgonhar do último post meu sobre Rio 2016, e de achar que não vão resolver numa cidade um problema que existe no mundo todo: drogas e violência.
Olho por olho, dente por dente.
Voltamos à Era Medieval, onde o troféu era uma cabeça!

Abaixo segue um relato de uma repórter num dia comum de trabalho:

Quinta-feira, 4 Novembro, 2010

"Sei quem matou não, mas 'geral' viu a cabeça dele pela favela"

Ontem (quinta-feira) passava das 12h50. Eu esperava o presidente da Associação de Moradores do Morro da Serrinha vir me buscar para entrar na comunidade e fazer uma matéria lá no alto quando sou parada por um morador:
"Aê, quer comprar uma foto da cabeça
do Parazão?",diz o morador.
" O Parazão morreu? Agora? Quando?".
"Ontem à noite. Sei quem matou não, mas 'geral' viu a cabeça dele pela favela".
" Traz a foto para eu ver".
O morador então segue em busca da foto para ver se eu me interessava.
Pouco depois das 13h recebo uma ligação da redação dizendo que haviam acabado de receber uma denúncia sobre a morte do Parazão. Contei a conversa com o morador e disse que era possível que o boate procedesse e que veria a foto para confirmar. Resolvo ligar mais uma vez para o comandante do 41º BPM (Irajá), o tenente coronel Alexandre Fontenelli, para saber como estava a atuação da polícia no alto da favela e novidades relevantes sobre a guerra pelo controle de vendas do tráfico que acontece há um mês. Conversando com o comandante falávamos justamente da noite e manhã tranquilas vividas pelo bairro quando ouço um tiro. Dois tiros de pistola e digo: ouviu?! acabei de ouvir um tiro.
" Nossos policiais estão aí", perguntou o comandante
"Acho que é um assalto...", eu disse.
Ao correr para saber do que se tratava a ligação cai. Corro, pelo canto da parede, na direção dos tiros e percebo, ao mesmo tempo em que tento retornar a ligação para o comandante, um motorista saindo do carro em direção a um comércio. Pedestres faziam o mesmo. Um caminhão que entregava bebidas foi abandonado na pista, impedindo, inclusive a minha visão para o outro lado. Vi, então, os criminosos entrando numa blazer que já se distanciava. O comandante atende:
" Uns bandidos acabaram de passar atirando do meio da Edgar Romero para o Morro do Cajueiro", contei.
"Vou mandar uma viatura chegar isso agora", informou ele.
O comandante desliga ao mesmo tempo que consigo passar pelo caminhão parado. Ainda do outro lado da rua vejo a cabeça do Parazão que bandidos haviam acabado de tentar jogar na favela mas ela acabou caindo na via. E antes de continuar a minha apuração da selvageria para seguir para o alto da Serrinha, ligo para a redação:
"O boato procede. Achei a cabeça do Parazão. Está aqui do meu lado "


POSTADO POR: Isabel Boechat às 21:37 
Fonte: Jornal O Dia On line

Um dia como Cadeirante ( e muletante)

Pois essa plaquinha aí define bem como é o mundo para os cadeirantes: PROIBIDO. (Aos meus olhos... pra ficar bem claro).
Vou contar uma historinha.... rs
Um belo dia ensolarado de 7 de setembro, fiz o favor de pisar numa pedrinha e fissurei o pé. Fui ao médico achando que não era nada... e que me desse um remedinho para dor, mas minha surpresa foi ele pedir que imobilizasse, sem pôr o pé no chão por um mês!
Meu maridinhu achou melhor alugarmos umas muletinhas!
(que ninguém saiba... mas pensei cá com meus botões: êba... vou experimentar andar de muletas...rs)
Ahhhh... se eu soubesse... Agora tenho um braço meio roxo e as mãos doendo. Dói a outra perna, os braços, as mãos.... menos o pé fissurado! 
Além disso, ou carrego as muletas e mais nada, ou vou mancando (o que não devia) e carrego as coisas.  
ATENÇÃO EMPRESÁRIOS DAS MULETAS!!!
Sugiro que façam umas muletas mais fashion, personalizáveis como nossos notebooks e com bolsas retráteis, portáteis ou coisa parecida.
Pois bem, voltando ao assunto... não me aguento estar em casa. E com a desculpa de que precisava ir ao mercado, fomos ao shopping!
Obaaa!!! Lá me emprestarão uma cadeira de rodas e não vou fazer esforço com as muletas, pensei.
Dito e feito! Mas como não era motorizada, tive que ir com meu marido barbeiro. Altas emoções e aventuras!
Cuidado! Olha o pé da moça! Não!!! Vira pra lá! Pra lá!.... Ai que vontade de levantar da cadeira e sair andando...rs Cuidado!! Olha a vitrine!!! Ai meu Deus! 
Bom, aíííí.... esperamos um par de tempo pra tomar um cafezinho.... mas tinha que ser num lugar onde entrasse a cadeira... Como lá é bem concorrido, desistimos e fomos a outro café.

Mas me senti um alienígena na cadeira. Todos olham! Olha pra gente e para o problema da gente (no caso, meu pé). Será que as pessoas não têm discrição??? Mesmo que não estivesse olhando diretamente, eu percebia os olhares... em que será que pensavam...? Coitada....
Pois bem, depois entramos no mercado... Ou meu marido empurrava a cadeira ou empurrava o carrinho. Então resolvi eu mesma empurrar a cadeira pelo mercado e pegar o que pudesse porque era uma cadeira comum, não tinha cestinha.
E cada dia que passa as pessoas pra mim são uma decepção. A maioria finge que não te vê.
Parei num corredor do mercado e fiquei comtemplando uma caixa de mate que só tinha na última prateleira. Umas três pessoas passaram longe... duas olharam pra mim e viraram para o outro lado disfarçadamente. Acho que tinham medo de mim... rs
Ai refleti sobre o que passa um cadeirante e pensei: tenho a outra perna boa. Levantei, pulei num pé só e peguei o que queria. Observando que uma das pessoas que "fugiu" de mim, ficou olhando com cara de espanto quando me levantei.
Hahaha será que pensou que eu estava fingindo alguma deficiência...? Cada doido que a gente encontra...
Algumas mercadorias peguei e coloquei no carrinho que levava meu esposo. Peguei o que não escorregava do colo.

Pra não dizer que não falei de flores.... rs Quando cheguei no setor de frutas e legumes, encontrei uma senhora que também me olhava como um E.T., mas muito disponível para ajudar. Isso por momentos me deixa feliz, saber que no mundo ainda tem gente assim!

Mas pelo caminho a gente vê pessoas que não têm respeito e fingem que você não está ali. Crianças são curiosas por natureza, adolescentes muito sem noção, estão desculpados... mas um adulto? Até pessoas de idade? Como podem não respeitar o outro? E com que moral exigem respeito dos mais novos? Pessoas comuns e "normais" utilizando o elevador e se abre a porta, correm como se fosse a última viagem, como se o deficiente não tivesse prioridade, assim como o idoso, gestante e mães com crianças de colo. 
Nossa!!! Será que nunca ouviram sobre a Lei da Acessibilidade?? Educação?? Bom senso???
Tá.... chega de reclamar né... melhor fazer como nosso amigo Lesado e Meio que mostra com graça esse outro mundo, de pessoas que possuem alguma deficiência. Clique aqui para ver seu blog. E clique aqui para ver outro blog, de uma moçoila que conta seu dia-a-dia de adaptação. Se chama Muletas Cor de Rosa. Muito legal!!!

Corpo e Mente - Uma influência desde o útero

 
Antes da bioenergética propriamente dita, nasceu a terapia corporal pelas mãos do psicanalista húngaro Wilhelm Reich, ex-discípulo de Freud (o pai da psicanálise), que resgatou a importância do corpo para a compreensão das emoções e dos sentimentos. “Freud se preocupava com o que o paciente falava e Reich observava como ele falava, analisando sua respiração e expressão corporal”, diz o médico e psicoterapeuta Ricardo Amaral Rego, diretor do Instituto Brasileiro de Psicologia Biodinâmica.
Reich rompeu com a separação entre corpo e mente, tão comum nas terapias de então. Ele compreendeu que o que afeta o corpo repercute na mente, e vice-versa. Também passou a estudar como o corpo é regido e conduzido por uma energia que ele batizou de orgônio – conhecida por ch’i na medicina tradicional chinesa e por prana pelos hindus. O trabalho de Reich era inovador para a psicanálise e para a sociedade ocidental, pois defendia que a vitalidade dessa energia contribui para o bem-estar do ser humano. Empolgado, ele mergulhou em pesquisas para descobrir a origem dessa energia e deixou aberto o campo para estudos da correlação mente/corpo. “Nesse vácuo, Lowen, ex-paciente e aluno de Reich, encontrou espaço para sistematizar o trabalho do mestre”, explica o psicoterapeuta Rubens Kignel, de São Paulo. 
Lowen partiu do princípio de que a boa relação entre corpo, mente e energia é a base para uma vida plena. Na prática, se a pessoa está triste devido a uma perda, ela se sente enfraquecida para reagir porque o organismo não produz a energia de que ela precisa para se animar. Por isso, o terapeuta acredita ser difícil alguém deprimido ficar bem e pensar positivamente se seu nível de energia estiver baixo. Aí entra a análise bioenergética: para resolver o descompasso.
A fórmula conta com um equilíbrio na equação mente/corpo/energia, com base no estudo dos estados emocionais e energéticos do corpo.
Numa sessão de bioenergética, além de conversar como em qualquer outro tipo de psicoterapia, o terapeuta pede que o paciente faça alguns exercícios físicos. O objetivo é destravar tensões musculares – geradas por estresse, tristeza, ansiedade e problemas psicológicos – e levar a pessoa a respirar livremente, já que a emoção interfere no fluxo respiratório. “Por conta dos seus problemas emocionais, um paciente pode aprisionar a respiração, isto é, entrar num padrão de inspirações e expirações curtas e apressadas, que tensionam os músculos e distanciam o indivíduo do contato com o seu corpo”, afirma Liane Zink, diretora do Instituto Brasileiro de Análise Bioenergética, ex-aluna de Lowen. Os exercícios da bioenergética colaboram para a respiração fluir novamente. 
O resultado da terapia é um ser humano mais integrado consigo mesmo, seus desejos, sua verdade e, conseqüentemente, mais presente em tudo o que acontece na vida. “Diminui aquela sensação de estar sendo levado pelos acontecimentos, de viver no piloto automático”, considera Rubens Kignel. Essa consciência é trabalhada por meio do conceito de grounding (o fundamento mais importante da bioenergética), que significa “estar enraizado”. Para sentir o corpo enraizado, Lowen desenvolveu exercícios (veja quadro) que mesclam respiração e posturas. “Após esses exercícios, a pessoa percebe que está inteira numa relação – seja ela amorosa, de trabalho, com os filhos ou com seus valores. O grounding pode mostrar os medos do paciente, fazendo-o enfrentálos”, explica Liane.
Estar cheio de vida e energia é a idéia loweniana de saúde física e mental. Manter essa ligação dá ao ser humano a possibilidade de se expressar livremente e alcançar a graciosidade. Afinal, como o pai da bioenergética diz: “Na ausência do sentir, o movimento se torna mecânico e as idéias se tornam abstrações”. Se é verdade que alguns distúrbios diminuem a graça do corpo e debilitam sua saúde, também é fato que o resgate dessa graça recupera o bem-estar. “O paciente aprende a estar com o melhor de si e a aceitar que existem incompletudes, mas que é possível viver em harmonia assim”, afirma Kignel.

Outro aspecto das terapias corporais é a Biossíntese. Com base no estudo do desenvolvimento do feto na década de 1970, o pedagogo e psicoterapeuta inglês David Boadella entendeu a influência que o feto recebe da mãe e do meio ambiente e concebeu dois conceitos fundamentais da biossíntese – o útero receptivo e o útero rejeitador ao bebê. Dependendo de como foi a relação mãe/feto, o bebê pode se tornar um adulto receptivo ou rejeitador a pessoas, situações e desafios da vida. “Boadella também desenvolveu conceitos de movimento e postura. Cada uma delas está ligada a situações de abrir-se e fechar-se a si e ao mundo”, explica o psicoterapeuta Rubens Kignel.
Independentemente da linha, o fato é que as terapias corporais se mostram muito úteis para levar o homem a olhar mais para seu corpo e compreender que o bem-estar físico e mental são unos e uma valiosa ferramenta para o entendimento de si próprio.

Educação Mandou um Abraço!

UM OLHAR SOBRE O EDUCAR...



Um "de menor", delinquente, marginal, trombadinha, menor infrator... ?! Tantos nomes que deram pros "meninos de rua", mas .... eeei!!! Essa receita é a mesma que cria o rapaz da classe média, média-alta... qualquer classe!
Criar bem um filho independe de classe. Morar na favela não significa ser bandido ou traficante, nem morar em condomínios de luxo significa ser bom menino.

São muitas as variáveis na educação de um indivíduo. São aspectos morais (quanta hipocrisia), religiosos (se é que existem), culturais (onde não existe respeito a diversidade), costumes (que nunca mudam), políticos (manda quem pode, obedece quem tem juízo) ... enfim, tudo aquilo que se descarta, que se mantém, mas principalmente, o que se exemplifica. 

Simples: aquilo que você é....! 
 A frase de alguém já dizia: o mundo muda quando a gente muda. É verdade! Que tanto se discute educação, política, as aulas nas universidades dão até raiva, de tantas divagações e ninguém conclui nada, resolve nada!? Pra quê complicar...? Pra quê falar bonito, usar toda retórica...?
...

Confesso que tenho minhas crises existenciais, tipo... nasci no mundo errado, que é que tô fazendo aqui, pra quê nasci... e por aí vai! (em alguns momentos... ou quase sempre)!
Mas muito se fala por aí em perda de valores, perda da identidade... mas será que tivemos algo pra perder? Acho que nunca se criaram tais valores... ou os alicerces eram fracos e quebraram.

Eu que estou errada ou como dizia Sartre, o inferno são os outros?
Aaaai.... tô passando mal, eu sou da geração Gardenal.
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