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Quem sou Eu??? Ahhh....!!! Curiosa por natureza, gente fina (rs), com o riso meio frouxo, alguém feliz , mas sempre em busca de mais e mais! Tudo na minha vida tem seus extremos. Desde o tempero na comida até o sentimento. Tudo na minha vida precisa de mudanças, desde o móvel da sala até o rumo da própria vida. Eu gosto dessa "rotina imprevisível". Sabe...? Uns dizem que me conhecem, outros nem tanto, muitos só de vista, alguns lembram da minha risada, mas uns poucos têm acesso ao meu íntimo. Estou criando esse blog pra deixar gravado um pouco de mim! Deixar minha impressões e expressões. Fazer minha terapia. Desamarrar o nó da garganta, chorar minhas pitangas, minhas dúvidas e respostas, deixar um pedacinho da Flávia nesse mundo virtual. Não é um diário, nem a sala do psicanalista, este blog é parte de mim, do meu jeito, como eu quero. Como sou e gostaria de ser. Obrigada pela visitinha e se gostou ou não do que viu, deixe seu comentário!

TÁ EM DÚVIDA??? CONSULTE AQUI QUE É BOM PRA BURRO!

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“Transformamos problemas cotidianos em transtornos mentais”



Allen Frances (Nova York, 1942) dirigiu durante anos o Manual Diagnóstico e Estatístico (DSM), documento que define e descreve as diferentes doenças mentais. Esse manual, considerado a bíblia dos psiquiatras, é revisado periodicamente para ser adaptado aos avanços do conhecimento científico. Frances dirigiu a equipe que redigiu o DSM IV, ao qual se seguiu uma quinta revisão que ampliou enormemente o número de transtornos patológicos. Em seu livro Saving Normal (inédito no Brasil), ele faz uma autocrítica e questiona o fato de a principal referência acadêmica da psiquiatria contribuir para a crescente medicalização da vida.
Pergunta. No livro, o senhor faz um mea culpa, mas é ainda mais duro com o trabalho de seus colegas do DSM V. Por quê?
Resposta. Fomos muito conservadores e só introduzimos [no DSM IV] dois dos 94 novos transtornos mentais sugeridos. Ao acabar, nos felicitamos, convencidos de que tínhamos feito um bom trabalho. Mas o DSM IV acabou sendo um dique frágil demais para frear o impulso agressivo e diabolicamente ardiloso das empresas farmacêuticas no sentido de introduzir novas entidades patológicas. Não soubemos nos antecipar ao poder dos laboratórios de fazer médicos, pais e pacientes acreditarem que o transtorno psiquiátrico é algo muito comum e de fácil solução. O resultado foi uma inflação diagnóstica que causa muito dano, especialmente na psiquiatria infantil. Agora, a ampliação de síndromes e patologias no DSM V vai transformar a atual inflação diagnóstica em hiperinflação.


P. Seremos todos considerados doentes mentais?
R. Algo assim. Há seis anos, encontrei amigos e colegas que tinham participado da última revisão e os vi tão entusiasmados que não pude senão recorrer à ironia: vocês ampliaram tanto a lista de patologias, eu disse a eles, que eu mesmo me reconheço em muitos desses transtornos. Com frequência me esqueço das coisas, de modo que certamente tenho uma demência em estágio preliminar; de vez em quando como muito, então provavelmente tenho a síndrome do comedor compulsivo; e, como quando minha mulher morreu a tristeza durou mais de uma semana e ainda me dói, devo ter caído em uma depressão. É absurdo. Criamos um sistema de diagnóstico que transforma problemas cotidianos e normais da vida em transtornos mentais.


P. Com a colaboração da indústria farmacêutica... 
R. É óbvio. Graças àqueles que lhes permitiram fazer publicidade de seus produtos, os laboratórios estão enganando o público, fazendo acreditar que os problemas se resolvem com comprimidos. Mas não é assim. Os fármacos são necessários e muito úteis em transtornos mentais severos e persistentes, que provocam uma grande incapacidade. Mas não ajudam nos problemas cotidianos, pelo contrário: o excesso de medicação causa mais danos que benefícios. Não existe tratamento mágico contra o mal-estar.


P. O que propõe para frear essa tendência?
R. Controlar melhor a indústria e educar de novo os médicos e a sociedade, que aceita de forma muito acrítica as facilidades oferecidas para se medicar, o que está provocando além do mais a aparição de um perigosíssimo mercado clandestino de fármacos psiquiátricos. Em meu país, 30% dos estudantes universitários e 10% dos do ensino médio compram fármacos no mercado ilegal. Há um tipo de narcótico que cria muita dependência e pode dar lugar a casos de overdose e morte. Atualmente, já há mais mortes por abuso de medicamentos do que por consumo de drogas.


P. Em 2009, um estudo realizado na Holanda concluiu que 34% das crianças entre 5 e 15 anos eram tratadas por hiperatividade e déficit de atenção. É crível que uma em cada três crianças seja hiperativa?
R. Claro que não. A incidência real está em torno de 2% a 3% da população infantil e, entretanto, 11% das crianças nos EUA estão diagnosticadas como tal e, no caso dos adolescentes homens, 20%, sendo que metade é tratada com fármacos. Outro dado surpreendente: entre as crianças em tratamento, mais de 10.000 têm menos de três anos! Isso é algo selvagem, desumano. Os melhores especialistas, aqueles que honestamente ajudaram a definir a patologia, estão horrorizados. Perdeu-se o controle.


P. E há tanta síndrome de Asperger como indicam as estatísticas sobre tratamentos psiquiátricos?
R. Esse foi um dos dois novos transtornos que incorporamos no DSM IV, e em pouco tempo o diagnóstico de autismo se triplicou. O mesmo ocorreu com a hiperatividade. Calculamos que, com os novos critérios, os diagnósticos aumentariam em 15%, mas houve uma mudança brusca a partir de 1997, quando os laboratórios lançaram no mercado fármacos novos e muito caros, e além disso puderam fazer publicidade. O diagnóstico se multiplicou por 40.


P. A influência dos laboratórios é evidente, mas um psiquiatra dificilmente prescreverá psicoestimulantes a uma criança sem pais angustiados que corram para o seu consultório, porque a professora disse que a criança não progride adequadamente, e eles temem que ela perca oportunidades de competir na vida. Até que ponto esses fatores culturais influenciam? 
R. Sobre isto tenho três coisas a dizer. Primeiro, não há evidência em longo prazo de que a medicação contribua para melhorar os resultados escolares. Em curto prazo, pode acalmar a criança, inclusive ajudá-la a se concentrar melhor em suas tarefas. Mas em longo prazo esses benefícios não foram demonstrados. Segundo: estamos fazendo um experimento em grande escala com essas crianças, porque não sabemos que efeitos adversos esses fármacos podem ter com o passar do tempo. Assim como não nos ocorre receitar testosterona a uma criança para que renda mais no futebol, tampouco faz sentido tentar melhorar o rendimento escolar com fármacos. Terceiro: temos de aceitar que há diferenças entre as crianças e que nem todas cabem em um molde de normalidade que tornamos cada vez mais estreito. É muito importante que os pais protejam seus filhos, mas do excesso de medicação.


P. Na medicalização da vida, não influi também a cultura hedonista que busca o bem-estar a qualquer preço?
R. Os seres humanos são criaturas muito maleáveis. Sobrevivemos há milhões de anos graças a essa capacidade de confrontar a adversidade e nos sobrepor a ela. Agora mesmo, no Iraque ou na Síria, a vida pode ser um inferno. E entretanto as pessoas lutam para sobreviver. Se vivermos imersos em uma cultura que lança mão dos comprimidos diante de qualquer problema, vai se reduzir a nossa capacidade de confrontar o estresse e também a segurança em nós mesmos. Se esse comportamento se generalizar, a sociedade inteira se debilitará frente à adversidade. Além disso, quando tratamos um processo banal como se fosse uma enfermidade, diminuímos a dignidade de quem verdadeiramente a sofre.


P. E ser rotulado como alguém que sofre um transtorno mental não tem consequências também?
R. Muitas, e de fato a cada semana recebo emails de pais cujos filhos foram diagnosticados com um transtorno mental e estão desesperados por causa do preconceito que esse rótulo acarreta. É muito fácil fazer um diagnóstico errôneo, mas muito difícil reverter os danos que isso causa. Tanto no social como pelos efeitos adversos que o tratamento pode ter. Felizmente, está crescendo uma corrente crítica em relação a essas práticas. O próximo passo é conscientizar as pessoas de que remédio demais faz mal para a saúde.


P. Não vai ser fácil…
R. Certo, mas a mudança cultural é possível. Temos um exemplo magnífico: há 25 anos, nos EUA, 65% da população fumava. Agora, são menos de 20%. É um dos maiores avanços em saúde da história recente, e foi conseguido por uma mudança cultural. As fábricas de cigarro gastavam enormes somas de dinheiro para desinformar. O mesmo que ocorre agora com certos medicamentos psiquiátricos. Custou muito deslanchar as evidências científicas sobre o tabaco, mas, quando se conseguiu, a mudança foi muito rápida.


P. Nos últimos anos as autoridades sanitárias tomaram medidas para reduzir a pressão dos laboratórios sobre os médicos. Mas agora se deram conta de que podem influenciar o médico gerando demandas nos pacientes.
R. Há estudos que demonstram que, quando um paciente pede um medicamento, há 20 vezes mais possibilidades de ele ser prescrito do que se a decisão coubesse apenas ao médico. Na Austrália, alguns laboratórios exigiam pessoas de muito boa aparência para o cargo de visitador médico, porque haviam comprovado que gente bonita entrava com mais facilidade nos consultórios. A esse ponto chegamos. Agora temos de trabalhar para obter uma mudança de atitude nas pessoas.


P. Em que sentido?
R. Que em vez de ir ao médico em busca da pílula mágica para algo tenhamos uma atitude mais precavida. Que o normal seja que o paciente interrogue o médico cada vez que este receita algo. Perguntar por que prescreve, que benefícios traz, que efeitos adversos causará, se há outras alternativas. Se o paciente mostrar uma atitude resistente, é mais provável que os fármacos receitados a ele sejam justificados.


P. E também será preciso mudar hábitos.
R. Sim, e deixe-me lhe dizer um problema que observei. É preciso mudar os hábitos de sono! Vocês sofrem com uma grave falta de sono, e isso provoca ansiedade e irritabilidade. Jantar às 22h e ir dormir à meia-noite ou à 1h fazia sentido quando vocês faziam a sesta. O cérebro elimina toxinas à noite. Quem dorme pouco tem problemas, tanto físicos como psíquicos.

Fonte: El País

Super Bactéria E. Coli - Um desrespeito à Vida Humana


Uma decodificação genética pode revelar o "histórico" de uma bactéria e, segundo estudos, esta bactéria foi exposta e exaustivas vezes aos seguintes tipos de antibióticos: 
Penicilinas
Tetraciclina
Ácido nalidíxico
Cotrimoxazol
Cefalosporina
Amoxicilina / ácido clavulânico
Piperacilina-Sulbactam sódico
Piperacilina-tazobactam

Além disso elas produzem enzimas que  as tornam resistentes às cefalosporinas, como por exemplo: cefuroxima, cefotaxima e ceftazidima - que são os antibióticos mais utilizados em muitos hospitais"
Daí se pode deduzir que ela não se "fortaleceu" ao longo de bilhões de anos, e sim, que sua origem foi em algum laboratório....
...Mas se você pode fazer as pessoas tereme medo de vegetais frescos, ou até mesmo proibi-los totalmente, então você pode forçar a população inteira a uma dieta de alimentos mortos e processados, que promovem doenças degenerativas e impulsionam os lucros das poderosas companhias farmacêuticas...

LUCRO
LUCRO 
LUCRO

Esse é o interesse das indústrias farmacêuticas e de alimentos.
Cuidado com o que você lê, com o que você come e como você se previne.
A melhor prevenção é a informação e a melhor cura é saber como colocar em prática os conhecimentos e recursos dos quais você dispõe.
Não vá sair por aí se antecipando, como muita gente fez na ocasião da vacina H1N1.
INFORME-SE!

Fonte: Trechos copiados do site Doce Limão

Pucon - Chile (en portugués e inglés)

Nós somos isso! Perfeitos!

Me apaixonei.... ai ai....
Lindo! 
Aqui tem um vídeo de só um pedacinho de Pucón, uma das Termas das muitas que têm lá.
Termas Geométricas, se chama assim por causa da arquitetura. E ao final do vídeo ele comenta de um famoso hotel da municipalidade.
Pucón tem grande influência Alemã, por isso me apaixonei tão rápido.
Além do que, desde as pessoas aos animais de rua (rs), todos são amáveis ao extremo!
Encantadora Pucón!


Socorro! Dor, tontura e alterações do humor

A depressão causa a dor ou a dor leva à depressão?


Como se não bastassem as crises de dor de cabeça, pessoas com cefaleias, principalmente a enxaqueca, apresentam um risco maior de desenvolver outras doenças. Chamamos essa associação de duas doenças que ocorrem no mesmo indivíduo de comorbidades. Elas também são caracterizadas por dividir uma causa em comum. E quanto maior a frequência das dores de cabeça, maior a presença de comorbidades. Neste artigo, vamos conversar um pouco sobre algumas dessas doenças associadas.

Dor de cabeça e distúrbios psiquiátricos:

Pessoas com enxaqueca e cefaléia do tipo tensional têm maior frequência de transtornos como ansiedade e depressão, principalmente se apresentam dor de cabeça diariamente. Em pesquisa realizada no Setor de Cefaleias da UNIFESP, foi observado também em crianças com enxaqueca uma maior frequência de sintomas psicológicos como preocupação excessiva, oscilações de humor e agressividade. 
Dor de cabeça e distúrbios de sono:

Insônia, dificuldades em manter o sono com despertares recorrentes, mexer-se muito na cama, sonambulismo, bruxismo, são distúrbios de sono mais comuns em pessoas com cefaleias, tanto em adultos como em crianças. Também em pesquisa realizada na UNIFESP, crianças com enxaqueca apresentaram uma diminuição do sono REM, fase do sono mais profunda na qual sonhamos, comprovado pelo exame de polissonografia, o que pode provocar dificuldades de atenção e memória e pior desempenho escolar.

Dor de cabeça e outras dores:

Pessoas com dor de cabeça apresentam com maior frequência e intensidade outros quadros dolorosos como dor lombar, tendinites, dor facial, e a fibromialgia, onde a dor acontece no corpo todo. Cerca de 80% das pessoas com fibromialgia também apresentam dores de cabeça, e já apresentavam a cefaléia antes da fibromialgia.  

Dor de cabeça e crises convulsivas:

Vários estudos comprovaram que pessoas com enxaqueca têm maior risco de sofrer uma crise convulsiva, principalmente se tiveram um tipo de enxaqueca que chamamos enxaqueca com aura, onde além da dor de cabeça, apresentam junto com a cefaléia sintomas visuais, como embaçamento, perda visual ou pontos brilhantes na visão e formigamentos no corpo.

Déficits de atenção e problemas de memória:


Queixas sobre déficit de atenção são muito comuns em pessoas com dores de cabeça, tanto em crianças como adultos. Ainda existem poucos estudos científicos sobre essa associação, porém um estudo brasileiro pioneiro, realizado no Setor de cefaleias da UNIFESP, demonstrou que, crianças com enxaqueca, quando comparadas com crianças sem cefaleia, apresentaram maior dificuldade em atenção e memória. Alguns estudos internacionais também encontraram essas dificuldades em adultos com cefaleia. 


Tonturas:

Pessoas com dor de cabeça apresentam com mais queixas de tonturas, rotatórias (vertigens) ou não, tanto na crise de cefaleia ou mesmo fora dela. Tal situação favorece a ocorrência de diagnósticos equivocados como labirintites e mudanças na pressão arterial e, como consequência, tratamentos inadequados para pessoas com dor de cabeça.

Dor de cabeça e derrames cerebrais:

Estão em grande evidência estudos que encontraram uma maior associação entre a enxaqueca e doenças vasculares como o infarto cardíaco, e principalmente os acidentes vasculares cerebrais (AVC), chamados de derrames. E esse risco é ainda mais alto em pessoas com a enxaqueca com aura, e em mulheres que tem enxaqueca e usam pílulas anticoncepcionais e são fumantes.  

Se você apresenta crises de dor de cabeça, principalmente a enxaqueca, deve observar o aparecimento de outros sintomas ou doenças. A boa notícia é que o tratamento da dor de cabeça, quando bem indicado, pode melhorar também as doenças associadas. O mais importante é não deixar de lado o sinal de alerta que é a cefaleia, achando que dor de cabeça é algo simples e corriqueiro. As doenças associadas tendem a acontecer ainda mais em pessoas que apresentam dores de cabeça frequentes ou há muito tempo.

Fonte: Minha Vida

Reconheça se é Enxaqueca



A vontade é arrancar a cabeça fora. Os olhos não agüentam a claridade e a dor insiste em perturbar, prejudicando qualquer tipo de raciocínio e azedando o humor. A enxaqueca realmente compromete a qualidade de vida dos pacientes , afirma a neurologista Sandra Mathias, do Hospital Bandeirantes, em São Paulo. Nos Estados Unidos, onde se estudam vários índices de produtividade, chegou-se à conclusão de que ela é um dos principais fatores na queda de produtividade por falta ao trabalhoNuma entrevista exclusiva ao Minha Vida, a especialista descreve com detalhes todos os sintomas e tratamentos do problema, difere o mal da dor de cabeça corriqueira, fala sobre os melhores tratamentos, a prevenção e sobre tudo aquilo que tem potencial para desencadear uma temida crise. No final, acompanhe ainda uma descrição dos principais tipos de dor de cabeça e identifique qual deles tira você do sério.

Existem alimentos que causam dor de cabeça?
Não. As pesquisas, no entanto, apontam que alguns deles podem desencadear crises em pacientes com enxaqueca. É o caso dos chocolates, alguns queijos curados, embutidos de carne (salsichas, lingüiças) e glutamato de sódio (o sal utilizado na culinária oriental). Álcool e café também podem causar o desconforto.

O que estes alimentos têm de especial?
Eles contêm elementos que interagem com a bioquímica cerebral, alterando a ação de determinadas enzimas e acelerando a metabolização de substâncias chamadas neurotransmissores (como a serotonina). Mas é importante lembrar que casos de crises desencadeadas por alimentos são pouco comuns e afetam só quem é sensível.

Enxaqueca é hereditária? Ela é uma dor de cabeça mais forte?
A história familiar favorece o surgimento do problema. Mas só ela não justifica um caso de enxaqueca. Enxaqueca é um dos tipos de dor de cabeça, e não uma variação na intensidade do mal.

Há cura para enxaqueca?
Não. A enxaqueca é uma doença crônica, que exige o afastamento dos fatores desencadeantes, além do consumo de medicamentos. Mas o tratamento é bastante eficaz na prevenção das crises. Além de medicações, são indicados exercícios físicos e atenção à estrutura emocional.

Qual o efeito dos exercícios no controle da doença?
Exercícios físicos estimulam a circulação e a oxigenação sanguínea, propiciando um estado aeróbico no organismo. Isso confirma a teoria da enxaqueca de que as crises possam ser causadas por uma redução de oxigênio cerebral. Além disso, atividade física libera endorfinas, substâncias reconhecidamente benéficas e que têm ação no alívio da dor.

E o que a estrutura emocional tem a ver?
A estrutura emocional é a base para o tipo de dor de cabeça mais comum: a cefaléia tensional, geralmente descrita como se houvesse um peso sobre a cabeça. Geralmente, ela aparece mais no final do dia. O estresse emocional e físico é, reconhecidamente, um dos causadores de inúmeras doenças e sintomas, além das cefaléias.

Existem vários tipos de dor de cabeça?
Sim. Existem as cefaléias denominadas primárias (como a enxaqueca e a cefaléia tensional) e as cefaléias secundárias, que podem ser desencadeadas por diversas causas, como nevralgias, causas odontológicas, problemas de coluna cervical, glaucoma e infecção de ouvido.

Enxaqueca é sintoma de outros problemas de saúde?
Não. Enxaqueca é um tipo de problema de saúde, que deve ser diagnosticada e tratada corretamente.

TPM causa enxaqueca?
TPM não causa enxaqueca. Ela, simplesmente, pode desencadear uma crise em mulheres que já sofrem com o problema.

Enxaqueca é uma doença incapacitante?
A intensidade da dor varia de pessoa para pessoa. Mas, muitas vezes, a dor de cabeça associada a sintomas como náuseas, vômitos e a dificuldade para tolerar a luz tornam o paciente incapacitado para suas atividades habituais. Nos Estados Unidos, onde se estudam vários índices de produtividade, chegou-se à conclusão de que a crise de enxaqueca é um dos principais fatores na queda de produtividade por falta ao trabalho.

Dor de cabeça é uma doença crônica?
A dor de cabeça é uma das queixas mais comuns em relação às dores em outras regiões do corpo. Estima-se que até 80% das pessoas apresentam pelo menos um episódio de cefaléia por ano. Já a enxaqueca, especificamente, é uma doença que pode aparecer em crises repetidas ao longo de anos se não for tratada adequadamente.

Tipos de dor de cabeça:

1. Cefaléia tensional: dor de cabeça mais comum. Caracteriza-se pela dor tipo peso, geralmente acometendo a cabeça toda ou mais localizada na parte de trás da cabeça, irradiando-se para a nuca. Geralmente há contração muscular na região dos ombros. Fadiga, irritabilidade, alterações de sono e de apetite são outros sintomas. Muitas vezes o paciente relata estar passando por alguma situação de conflito ou estresse.

2. Enxaqueca: predominante no sexo feminino. Normalmente, a dor é latejante e sentida de um lado só da cabeça. Náuseas ou vômitos são comuns. É comum ainda a intolerância à luz e a outros estímulos sensoriais, como sons e odores. Alguns sinais, conhecidos como "aura", tendem a antecipar a dor. São, principalmente, de origem visual e incluem escurecimento de parte ou de todo o campo visual ou sensações visuais de luzes ou cintilações.

3. Cefaléia por hipertensão intracraniana: em casos de tumores cerebrais ou hidrocefalia há aumento da pressão no interior do cérebro, que se encontra fechado na caixa craniana. A dor é contínua, e não em crises. Geralmente associa-se a náuseas e vômitos. Pode haver alterações de consciência. No caso de tumores, há sinais e sintomas neurológicos focais relacionados às áreas afetadas no cérebro.

4. Cefaléia por rotura de aneurisma cerebral: é descrita pelo paciente como uma dor muito, muito intensa. A comparação é com uma paulada na cabeça, de instalação súbita e que também pode se acompanhar de náuseas e vômitos. Dependendo da gravidade do sangramento pode ocorrer deterioração neurológica, com piora grave até para coma.

5. Cefaléia pós-raquianestesia: acontece após procedimento anestésico - a raquianestesia. Caracteriza-se por dor intensa na cabeça inteira, podendo se associar a náuseas e vômitos. Caracteristicamente, a dor some quando o paciente permanece deitado com travesseiro baixo e se inicia assim que se levanta a cabeça. 

6. Cefaléia por meningite: tem as mesmas características da cefaléia por hipertensão intracraniana, e soma-se a presença de febre e mal-estar generalizado.

Cefaléias secundárias: têm uma multiplicidade de fatores causais:
1. Neuralgia do nervo trigêmeo: caracteriza-se por acometer a área da face sob a inervação do nervo trigêmeo. A dor é descrita como lancinante e persistente, com alguns períodos de alívio. Uma característica importante é a sensibilidade da chamada zona de gatilho: um toque leve em alguns pontos do rosto desencadeia a dor.

2. Dor de cabeça por sinusite: caracteriza-se por ser contínua, tipo peso, sem sintomas associados e que pode piorar quando se abaixa a cabeça.

3. Dor de cabeça por disfunção de ATM (articulação têmporo-mandibular): geralmente, portadores desse tipo de dor têm alterações da mastigação. A dor ocorre nas regiões temporais e pode ser do tipo peso. Apalpando a ATM notam-se desvios ou alterações na dinâmica do fechamento e abertura da boca. Muitas vezes, o uso noturno de plaquinhas acrílicas, prescritas pelo dentista, resolve o problema. Outras vezes, em casos mais graves, aparelhos ortodônticos ou mesmo cirurgias reparadoras são necessários. 

Fonte: Minha Vida

Nisso é que dá minha teimosia e relaxamento...

Depois da teimosia e de passar dois dias assim por causa de uns pedacinhos de carne...


Retorno à vida saudável assim:


Em respeito ao corpo, a mim mesma, aos animais, a um planeta mais zen e a pessoas mais conscientes.
Eu vou conseguir!

Acidez Vaginal e Infertilidade



Outro dia meu marido em alto e bom tom no meio da rua me pergunta: 
SERÁ QUE VOCÊ É ÁCIDA???!
Aaafff.......... me senti um limão!!! 
Fiquei verde e olhei pro lado para certificar-me de que ninguém tivesse ouvido tal indiscrição...!
Bom, como sempre, lá fui eu no Google! 
Se não tem no Google, não existe! 
Aí achei no site Reprodução Humana, na seção tira-dúvidas o seguinte:

Quando procuramos na literatura por esta resposta, normalmente nos deparamos com associações entre secreções vaginais, geralmente provocados por agentes como Clamídia, Gonococo e Micoplasma, precursores de infecções tubárias que levariam a alterações da função tubária (tuba uterina) e até a obstrução das mesmas. Mas não é deste tipo de infecção que estamos falando, e sim de vaginites por Tricomonas ou Cândida e da vaginose Bacteriana (Gardnerella vaginalis).
Devemos lembrar que o ambiente vaginal, decorrente da umidade da mucosa vaginal e presença de glicogênio livre, é atrativo ao crescimento bacteriano. A vagina contém normalmente bactérias intestinais, da pele assim como outras que em algumas ocasiões, devido a alterações do meio ambiente vaginal, podem facilitar a sua multiplicação. Estes microorganismos são mantidos em equilíbrio no ecossistema vaginal controlados pela predominância dos bacilos de Doderlein e de outras bactérias produtoras de ácido lático.
Este equilíbrio depende da virulência da bactéria, da imunidade da hospedeira (mulher) e da adequada produção de ácido lático que permita manter a acidez vaginal num pH (concentração de íons hidrogênio) entre 3,5 e 4,0. Tudo isto para explicar que a presença de bactérias e fungos na vagina é normal e que dependendo do equilíbrio do seu ecossistema um ou outro microorganismo pode-se multiplicar.
Quando procuramos na literatura especializada de infertilidade notamos.......

Quem, Como e Quando devem realizar o Exame das Mamas?

Homens e Mulheres de vem realizar o auto-exame!

Veja esta matéria do Correio de Uberlândia e saiba porque.
Abaixo segue o vídeo de como realizar o procedimento sozinho e com qual frequência.

Auto-Exame NÃO substitui mamografia!!!

Você tem Gases???

Tabule da Prima Monica


Essa receita eu faço no olhômetro.
Você decide a quantidade de salada!
E cuidado com o trigo que depois de hidratado "incha".

Foi minha prima que me ensinou há..... muuuuuito tempo como fazer um tabule. 
Um tabule mesmo! Tradicional. 
Mas como não podia deixar de ser, eu não consigo fazer uma receita igual a outra, sempre acrescentando algo a mais pra ver no que vai dar.
E confesso que quase sempre fica bom!!!

Ingredientes:
Trigo para kibe 
tomate
milho verde
cebola roxa
rabanete
pepino
linhaça
hortelã fresca
manjericão fresco
alho-poró
cebolinha
queijo branco fresco (tipo minas frescal)
azeitonas verdes
um honesto azeite de oliva extra virgem
óleo de gergelim
sumo de limão (de 1 a 1/2 limão)
sal ou gersal (gomashio)

Modo de Fazer:
Lave bem o trigo em água fria (eu uso pouco mais de 1/2 xícara de trigo). 
Deixe de molho uns 10 minutos para hidratar em água morna. 
Lave bem, escorra e aperte com uma colher para sair toda a água.
Lave e pique todos os ingredientes bem miudinhos e junte o milho e a quinua.
A quinua acrescentei bem pouca, só para completar nutricionalmente o prato.
Obs.: dos temperos, a hortelã tem que estar em maior quantidade.
A vantagem é que você pode variar os ingredientes de acordo com o que gosta ou o que tem em casa.
Não gosto de pepino, tirei, e já fiz com gorgonzola pro queijo não ficar na geladeira mais verde do que já é. Ficou muito bom também!
Bom, misture tudo e por último coloque o sumo de 1/2 limão, regue com azeite (coloque sem dó! Olha o colesterol bom!), sal, linhaça, cebolinha e o queijo.
Para quem gostar, no prato pode acrescentar umas gotas de óleo de gergelim.
Sirva imediatamente.
Pode decorar com umas castanhas.
A salada não deve ser guardada para o jantar ou dia seguinte.

Gengibre, Kion, Ingwer, Zenzero, Ginger

Muitos os nomes e muitos os benefícios. Segundo a medicina ayurvédica, ele é doce, picante e quente.
Ou seja, problemas que resultem dessas deficiências se resolve com gengibre!
Gripes, rinites, catarro, rouquidão, é antinflamatório, para gases, má digestão, acelera o metabolismo, enjoos, náuseas, úlceras, síndrome do cólon irritável, aumenta temperatura do corpo, ajuda no combate a células cancerígenas.... 
Iiiihhh.. se eu ficar listando aqui os benefícios, melhor seria escrever um livro! 
Aliás têm vários  no mercado. 
E existem formas e formas de usar e consumir o gengibre que vão desde a comida até massagens.


Quando vacinar seu Animal?



Este tirei do site: Mãe de Cachorro também é Mãe

Mais uma vez trago a vocês material não só confiável e com referências, mas de extrema importância para quem está realmente preocupado com a saúde de seus cães e gatos. Literalmente não ganho nenhum tipo de compensação financeira para tanto, sendo minha recompensa única o bem-estar dos peludos, caso as pessoas passem a considerar e estudar os assuntos abordados. Aproveitem, é de coração, com muito carinho e demanda toda atenção do mundo da parte de vocês, ok? Boa leitura e bom estudo!

Vacinações... São necessárias ou não?
Há apenas alguns anos as pessoas eram obrigadas a trazer seus cães para uma visita anual ao veterinário a fim de que fossem vacinados. Os tempos mudaram. 

Leia o que a médica-veterinária Christina Chambreau tem a dizer sobre reforços vacinais anuais:
"Como você reagiria se seu médico te dissesse para tomar vacina contra sarampo, caxumba, rubéola, difteria, coqueluxe, tétano e hepatite todos os anos de sua vida, até a sua morte, em vez de apenas algumas doses na infância?"
Mesmo entrando em contato com centenas de pessoas no dia-a-dia as pessoas não precisam de re-vacinações anuais. E veterinários pesquisadores imunologistas agora nos dizem: cães e gatos também não precisam!
Uma das maiores "bíblias" veterinárias, diz:
"Uma prática que teve início há muitos anos e que é destituída de validade ou verificação científica são os reforços vacinais anuais. Com raras exceções, não há necessidade imunológica para a revacinação anual. Imunidade contra vírus persiste por anos ou por toda a vida do animal.
Apenas a resposta imunológica a TOXINAS requer reforços (exemplo: o reforço contra a toxina tetânica que, para humanos, é recomendado uma vez a cada 7-10 anos). Para cães e gatos atualmente NENHUMA vacina contra toxina é utilizada."
Por favor releia essa parte. Porque é importante.
Isso é o que informa o Kirk's Current Veterinary Therapy XI - a "bíblia" de muitos veterinários. Esse capítulo foi escrito pelo Dr. Ronald Schultz, Ph.D (Imunologista e Presidente do Departamento de Ciências Patobiológicas da faculdade de Medicina Veterinária da Universidade de Wisconsin), junto com o Dr. Tom Phillips, médico-veterinário Ph.D.
Em português claro, significa que o sistema imunológico tem uma "memória". De fato, o sistema imune contém células de memória. Uma vez que foi demonstrado a essas células de memória o que fazer no caso de uma determinada doença (o que é obtido com uma vacinação bem-sucedida entre 12 e 16 semanas de idade), essas células de memória produzirão anticorpos contra aquela doença toda vez que a encontrarem - por anos e anos e, provavelmente, para toda a vida.
Lembretes anuais não são necessários. Na verdade, lembretes anuais são inúteis na maioria das vezes, porque, de acordo com o mesmo artigo no livro Kirk's Current Veterinary Therapy XI:
"Além disso, os reforços vacinais anuais não estimulam uma resposta secundária devido à presença de anticorpos existentes."
Mais uma vez, em português claro, isso quer dizer que revacinações não funcionam quando o organismo de seu pet JÁ tem anticorpos das vacinações anteriores. Esses anticorpos existentes neutralizam o reforço vacinal. Portanto, repetir as vacinas não reforça a imunidade de seu pet. Na verdade, re-vacinar um animal que já é imune oferece virtualmente nenhum benefício uma vez que a imunidade criada anteriormente inativa a vacina.
Então, por que os veterinários vacinam os pacientes todos os anos?
O Dr. Phillips e o Dr. Schultz terminam seu artigo no livro Kirk's Current Veterinary Therapy XI com essa revelação - o verdadeiro motivo por que tantos veterinários continuam a insistir que os pets sejam vacinados anualmente:
"A prática de vacinar anualmente, em nossa opinião, deve ser considerada de eficácia questionável, a não ser que seja empregada como forma de fornecer um exame físico anual."
Em outras palavras, seu veterinário atrai clientes com a declaração de que seus animais precisam ser vacinados anualmente. Vacinações correspodem a uma boa parte da renda de um veterinário. Veterinários (nos Estados Unidos) cobram 15 a 50 dólares por vacinas que custam a eles menos de dois dólares cada. E (nos Estados Unidos) você ainda paga 25 a 35 dólares pela consulta. É do interesse financeiro do seu veterinário que você volte com seu cão ou gato anualmente.
Não me entenda mal - check-ups físicos regulares podem ser bons, especialmente para pets mais velhos. Mas veterinários éticos precisam parar de usar o falso pretexto de que "reforços anuais são necessários" como forma de atrair clientes para seus consultórios.
Na verdade, reforços vacinais são prejudiciais.
"Mas, mesmo que os reforços vacinais anuais não sejam necessários, mal eles não fazem, certo?" Infelizmente, isso não é verdade. Leia o que o Dr. Charles Loops, médico veterinário, tem a dizer sobre o poder das vacinas:
"A primeira coisa que precisa mudar é a crença de que as vacinas são inofensivas. Veterinários e proprietários precisam perceber que eles não estão protegendo os animais de doenças com vacinações anuais, e sim, destruindo a saúde e o sistema imunológico dos animais que amam e cuidam."
A médica-veterinária Dra. Christina Chambreau concorda:
"Vacinações de rotina são provavelmente a pior coisa que fazemos com nossos animais. Elas causam todo tipo de enfermidades. Repetir anualmente as vacinas é uma afronta ao equilíbrio energético dos nossos animais. Veterinários imunologistas nos dizem que vacinas precisam ser aplicadas apenas uma ou duas vezes no decorrer da vida do animal.  Em primeiro lugar, não há necessidade para vacinações anuais e, em segundo lugar, elas definitivamente causam doenças crônicas."
O médico-veterinário Dr. Roger DeHann diz o seguinte:
"Estamos destruindo o sistema imune. Ao longo dos anos tem ficado cada vez mais claro que algumas vacinas são ineficazes ou desnecessárias, e que algumas vacinas são perigosas, capazes até mesmo de causar sintomas da doença que elas deveriam evitar."
Você pode suspirar aliviado ao pensar que seu pet escapou de reações imediatas com as vacinações recebidas até hoje. Mas, na realidade, você não tem ideia do que está se passando dentro dele. Os verdadeiros problemas podem aparecer no mês seguinte ou no ano seguinte. Leia o que o médico-veterinário, Dr. Pedro Rivera tem a dizer sobre a relação entre vacinas e doenças crônicas:
"Vacinose é a reação que decorre de inoculações comuns. Reações podem levar meses a anos para aparecerem. Em nossa clínica, vimos hipotireoidismo, otites, doenças imunológicas, afecções articulares e distúrbios comportamentais como reações da vacinação excessiva."
O médico-veterinário Dr. Charles Loops, diz:
"Vacinações representam um grande ataque ao sistema imune, (o que) causa irregularidades e anormalidades na imunidade, o que então se manifesta na forma de doenças crônicas que variam de condições potencialmente fatais a crises auto-imunes que acabam com a qualidade de vida do animal, como é o caso das alergias de pele crônicas.  O que vemos hoje são gerações de animais vacinados em excesso."
A médica-veterinária Dra. Pat Bradley, observa:
"Os problemas mais comuns que atendo e que estão diretamente relacionados às vacinas no dia-a-dia são otites e doenças de pele, como eliminação de secreções e coceira crônicas. Também vejo problemas comportamentais, como medo e agressividade. Muitas vezes, os proprietários relatam que esses problemas ocorrem logo após a vacinação, e que são exacerbados com cada inoculação. Em um contexto mais generalista e assustador, vejo a saúde geral e a longevidade dos animais deteriorando."
Deixe o Jornal da American Veterinary Medical Association (AVMA) de 1996 resumir tudo para você:
"Não existem dados científicos para apoiar a atual recomendação para a administração anual de vacinas. Além disso, a repetida administração de vacinas pode estar associada com um risco maior de anafilaxia e doenças anto-imunes."
Nesta mesma edição:
"Existe pouca documentação científica para apoiar as recomendações das bulas para administrar a maioria das vacinas anualmente. No passado, acreditava-se que a vacinação anual não faria mal e provavelmente ajudaria muitos animais. Contudo, preocupações sobre efeitos colaterais têm começado a mudar essa atitude. O cliente está pagando por algo que não tem efeito ou que tem o potencial de provocar uma reação adversa."
Protocolos de vacinação anual sempre se basearam - preste atenção - nas sugestões dos fabricantes das vacinas - e não nos resultados de pesquisas independentes. Será que é de surpreender que eles recomendam reforços anuais? Não se deixe intimidar por seu veterinário!
Don Hamilton, médico-veterinário, alerta: NÃO deixe seu veterinário fazer você sentir culpa!
"Outra tendência observada nos últimos anos é a coerção de proprietários para procedimentos como vacinações. A coerção pode ser forte, como a recusa em fornecer serviços, até mesmo tratamento emergencial, a menos que as vacinas do animal estejam 'em dia'.  (Nos Estados Unidos) às vezes até mesmo cães e gatos em estado crítico são vacinados a fim de serem admitidos para tratamento.
Outros meios mais sutis incluem a indução do medo e/ou da culpa por meio de afirmações (como uma figura autoritária) de que animais de companhia correm risco caso não sejam vacinados anualmente, e que deixar de obedecer a essa recomendação é sinal de negligência.
Táticas como essas podem gerar sentimentos de culpa no dono, o que leva a uma decisão de vacinar um animal que não corre risco movida por medo. Isso é anti-ético, senão evidência de incompetência, e a recusa do dono deve ser uma resposta aceitável."
A conclusão é clara: VOCÊ deve tomar o controle do protocolo de vacinação de seu animal.
Artigo: "Puppy Shots and Dog Vaccinations", escrito por Michele Welton e publicado aqui. Tradução: Sylvia Angélico

Alimentos Orgânicos



Quem lembra daquela notícia que saiu na Folha: "Canários rejeitam comida orgânica"? Então aqui está:
"Nas nações mais afluentes do mundo, Estados Unidos e Europa, os alimentos ditos "orgânicos" já representam 2% a 3% de toda a comida vendida. Um mercado avaliado em R$ 64 bilhões anuais, que cresce à taxa de 14%.
No Brasil, a área ocupada por plantações naturebas não alcança 2% da superfície cultivada. Em alguns hipermercados, por outro lado, a oferta de produtos orgânicos aumenta em 20% a 40% anuais. Isso apesar de custarem cerca de 40% mais que a comida convencional.
Cada vez mais gente se sente atraída pelos gêneros produzidos sem pesticidas e fertilizantes artificiais, considerados mais saudáveis. Só falta convencer canários e outros passarinhos da superioridade dos orgânicos. Sério.
O estudo de Ailsa McKenzie e Mark Whittingham, da Universidade de Newcastle (Reino Unido), bem que..."  Clique aqui para ler a matéria completa.

Pois bem, tenho minha pulga atrás da orelha com esse tal de orgânico... Como se livram das pestes sem químicas? Que negócio é esse de vaca orgânica? Além de tudo, caríssimo nas prateleiras. Se nem os canários não querem, por que eu vou comprar?
E fui atrás de artigos sobre a coisa dos orgânicos. 
Ser ou não ser? 
Eis a questão!
E (por enquanto) me parece que a única desvantagem é o preço.
Aqui tem um site para consulta: Saúde e Orgânicos


O que você come é o que você é


 Por algum motivo meu corpo rejeita alguns alimentos. A natureza é sabia (e nós, cegos). Falando de um modo bem feio, eu vomito mesmo!
Aqui estão alguns dos vilões da minha vida, o adoçante, a carne, mas os vídeos mostram também outros problemas com alimentos.
Só faço uma observação quando ele comenta como um bom assunto, falar dos alimentos orgânicos. Tenho meu pé atrás e mil dúvidas! Mas fica para outro post.
Os vídeos estão divididos em partes, tire suas conclusões e pense qual será sua atitude depois de ver. 
Acho que vamos "viver de luz".... rs



Chá para os Nervos

Indicações: 
Mulheres e sofredores dos nervos

Contra-Indicações:
Crianças e adolescentes. Consulte seu médico.

Posologia:
A qualquer hora do dia

Reações Adversas:
Não foram constatadas, desde que seguidas as devidas orientações.

Modo de Fazer:
Banhar em água e preparar à gosto. 
Dependendo da forma como é manipulado, pode render mais!
Atenção!!!
Deve ser de origem selecionada!
Nunca utilize de origem duvidosa, mantenha em ambiente arejado e limpo!

Picanha Maturada e o Educar



Que título mais esquisito! O que tem uma coisa a ver com outra?
Mas olhem só esse artigo da revista Super Interessante:

Enzimas fazem a carne ficar mais macia

Maturação é a técnica natural de amaciar a carne, sem nenhum tipo de produto.

O que é uma carne maturada?É uma carne amaciada naturalmente, sem que se misture a ela qualquer produto. Geralmente, esse processo de maturação é usado para a carne bovina. Existem enzimas dentro dela que fazem com que os filamentos de proteínas das fibras musculares se rompam. A carne fica então mais molinha, além do sabor tornar-se mais acentuado. Mas como o alimento se estraga com muita facilidade, é preciso que esse processo aconteça sob refrigeração (abaixo de 2 graus Célsius). Se a carne for embalada a vácuo, a segurança será maior ainda porque ela não será atacada pelos microorganismos externos que causam a deterioração. (Só os microorganismos internos...! Só??? Será??? O nome disso é ESTADO DE DECOMPOSIÇÃO)
É importante destacar que a carne maturada tem uma composição idêntica à da fresca e nenhum ingrediente é adicionado a ela, explica o veterinário especializado em engenharia de alimentos Pedro Eduardo de Felício, da Universidade Estadual de Campinas, em São Paulo. Durante a maturação, porém, perde-se um pouco de umidade e de proteínas solúveis presentes no alimento. 


Bom, não satisfeita só com esse texto, busquei mais na fonte, um site sobre o Desenvolvimento de Agronegócios: 
A maturação é o amaciamento (tenderização) da carne que ocorre após o rigor mortis, durante a estocagem refrigerada.  Outra definição é que, carne maturada é aquela resultante do processo que consiste em manter a carne refrigerada sob temperatura próximas de 0oC por um período suficiente para torná-la não apenas amaciada, como também melhorar outras qualidades organolépticas inerentes, como por exemplo, o sabor (Kubota et al., 1993; Lawrie, 1985; Puga et al., 1999).

Segundo Goll et al. (1992) e Koohmaraie (1992), durante a maturação ocorrem importantes mudanças químicas e estruturais (degradação da linha Z, degradação de desmina, degradação e desaparecimento de troponina-T, degradação de titina e nebulina, aparecimento de polipeptídeos de peso molecular de 95 e 28 - 32 kDa, e a não degradação dos miofilamentos actina e miosina), que vão influenciar a maciez da carne.

A maturação consiste em armazenar a carne em embalagens à vácuo (sem oxigênio) em temperaturas entre 0-1 oC por um período de 15 dias. A necessidade de embalagem a vácuo visa o retardamento do crescimento de bactérias aeróbicas putrefativas e favorece o crescimento de bactérias lácticas, que, por sua vez, produzem substâncias antimicrobbianas (Puga et al, 1999).

Segundo Kubota et al. (1993) a técnica para a preparação da carne maturada seguiria os seguintes passos:  1) Retirada cuidadosa de aponevroses (gorduras, tendões) da superfície das peças;  2) embalamento à vácuo, com filme termoencolhível;  3) manter em refrigeração entre 0-4oC, durante 15-21 dias.

Quer dizer, deteriorização mudou de nome! O mundo dos Agronegócios chamam de tenderização. Não tenho mais o que dizer, eles já dizem por mim. 
Você escolhe o quê, e como consome.
Inclusive, lembro da violência de pais que costumam forçar seus filhos a comer, alegando que é preciso senão vão ficar anêmicos. Me lembro de amiguinhas de infância que passavam mal, de bebês numa creche que estagiei, que vomitavam  a papinha com carne... e ainda assim as Pedagogas forçavam a comida guela abaixo dizendo que a mãe iria reclamar que seu bebê não se alimentou. Aliás esse é UM dos vários motivos que encheram meu saquinho para  eu não seguir na profissão. A falta e noção, de bom senso e de educação de quem se dizia Educadora. Agora, lembrando bem, antes de ingressar na universidade, me diziam  um trocadilho... algo de PedaGOGO que parecia PedaCOCÔ.

Saúde também é uma questão de costume. Precisamos nos acostumar com o mudar, com o fazer diferente, com o experimentar o novo, o saudável e comparar os resultados por si mesmo. Que raios de Educador, que passa sua graduação toda (e talvez a pós-graduação) repetindo, (sim, repetindo porque muitos não passam de louros) coisas que não aplicam nem acreditam?
- Sobre  a abordagem sóciointeracionista de Vygotsky esclarecendo a influência do ambiente no desenvolvimento da criança e as zonas de desenvolvimento proximal. Se somos produto do meio, por que não podemos explorar que outras possibilidades ele nos oferece? O crescimento seria muito mais rico!
- E aquela frase batida entre os pedagogos " Aprender a Aprender". Ai que raiva tenho quando escuto! Não sou contra a ideia, mas contra o discurso sem prática.
- E o respeito ao saber do educando, tão pregado por Paulo Freire (êita velhinho sabido!), à sua Pedagogia da Autonomia? Um aprendizado mais humano como o de Rogers, com liberdade e responsabilidade de Montessori!
Poxaaaa.... passamos alguns anos estudando as ideias dessas mentes para no final na faculdade ouvir que são TEÓRICOS DA EDUCAÇÃO!?
E se tornam teóricos mesmo! Poucos são os que aplicam em suas instituições de ensino. 
Se é particular o problema é o lucro: não pode perder aluno e faz tudo o que o papai e a mamãe querem. "TÔ PAGAAAANDO!"
Se é pública, não existe nada! Nem amparo legal, nem, estrutura, nem boa vontade, nem verbas, absolutamente nada! Uma que outra alma boa... recém chegada... ainda tem disposição.
Mas uma andorinha só não faz verão...

Aaaafff.......!!!
Deixo aqui minha desilusão com a Educação e, principalmente, com as pessoas...

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