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Natal, RN, Brazil
Quem sou Eu??? Ahhh....!!! Curiosa por natureza, gente fina (rs), com o riso meio frouxo, alguém feliz , mas sempre em busca de mais e mais! Tudo na minha vida tem seus extremos. Desde o tempero na comida até o sentimento. Tudo na minha vida precisa de mudanças, desde o móvel da sala até o rumo da própria vida. Eu gosto dessa "rotina imprevisível". Sabe...? Uns dizem que me conhecem, outros nem tanto, muitos só de vista, alguns lembram da minha risada, mas uns poucos têm acesso ao meu íntimo. Estou criando esse blog pra deixar gravado um pouco de mim! Deixar minha impressões e expressões. Fazer minha terapia. Desamarrar o nó da garganta, chorar minhas pitangas, minhas dúvidas e respostas, deixar um pedacinho da Flávia nesse mundo virtual. Não é um diário, nem a sala do psicanalista, este blog é parte de mim, do meu jeito, como eu quero. Como sou e gostaria de ser. Obrigada pela visitinha e se gostou ou não do que viu, deixe seu comentário!

TÁ EM DÚVIDA??? CONSULTE AQUI QUE É BOM PRA BURRO!

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Cada um vê o que lhe é conveniente...


Acredita naquilo que adquiriu em suas vidas
Mas felizmente tem a capacidade de raciocinar e discernir o que é bom ou não para si
E só então dar um passo de cada vez
Pois ninguém pode dar o que não tem nem ser o que não é
Por isso, eu posso não concordar com sua postura ou opinião, mas sempre vou respeitar os seus limites de aprendizado.




Motivação

Copiado integralmente do blog  A vida simples assim, pq eu adorei, mas segue abaixo o texto completo:

A revista Isto é publicou esta entrevista por Camilo Vanucci, gostei e resolvi compartilhar.
O entrevistado é Roberto Shinyashiki, médico psiquiatra, com Pós-Graduação em administração de empresas pela USP, consultor organizacional e conferencista de renome nacional e internacional.
Em “Heróis de Verdade”, o escritor combate a supervalorização das Aparências, diz que falta ao Brasil competência, e não auto-estima.
ISTOÉ – QUEM SÃO OS HERÓIS DE VERDADE?
Roberto Shinyashiki — Nossa sociedade ensina que, para ser uma pessoa de sucesso, você precisa ser diretor de uma multinacional, ter carro importado, viajar de primeira classe.
O mundo define que poucas pessoas deram certo. Isso é uma loucura.
Para cada diretor de empresa, há milhares de funcionários que não chegaram a ser gerentes.
E essas pessoas são tratadas como uma multidão de fracassados.
Quando olha para a própria vida, a maioria se convence de que não valeu a pena porque não conseguiu ter o carro nem a casa maravilhosa.
Para mim, é importante que o filho da moça que trabalha na minha casa possa se orgulhar da mãe. O mundo precisa de pessoas mais simples e transparentes.
Heróis de verdade são aqueles que trabalham para realizar seus projetos de vida, e não para impressionar os outros.
São pessoas que sabem pedir desculpas e admitir que erraram.
ISTOÉ — O SR. CITARIA EXEMPLOS?
Shinyashiki — Quando eu nasci, minha mãe era empregada doméstica e meu pai, órfão aos sete anos,empregado em uma farmácia .
Morávamos em um bairro miserável em São Vicente (SP) chamado Vila Margarida. Eles são meus heróis.
Conseguiram criar seus quatro filhos, que hoje estão bem.
Acho lindo quando o Cafu põe uma camisa em que está escrito “100% Jardim Irene”.
É pena que a maior parte das pessoas esconda suas raízes.
O resultado é um mundo vítima da depressão, doença que acomete hoje 10% da população americana.
Em países como Japão, Suécia e Noruega, há mais suicídio do que homicídio. Por que tanta gente se mata?
Parte da culpa está na depressão das aparências, que acomete a mulher que, embora não ame mais o marido, mantém o casamento, ou o homem que passa décadas em um emprego que não o faz se sentir realizado, mas o faz se sentir seguro.
ISTOÉ — Qual o resultado disso?
Shinyashiki — Paranóia e depressão cada vez mais precoces.
O pai quer preparar o filho para o futuro e mete o menino em aulas de inglês, informática e mandarim.
Aos nove ou dez anos a depressão aparece.
A única coisa que prepara uma criança para o futuro é ela poder ser criança.
Com a desculpa de prepará-los para o futuro, os malucos dos pais estão roubando a infância dos filhos.
Essas crianças serão adultos inseguros e terão discursos hipócritas.
Aliás, a hipocrisia já predomina no mundo corporativo.
ISTOÉ – Por quê?
Shinyashiki — O mundo corporativo virou um mundo de faz-de-conta, a começar pelo processo de recrutamento.
É contratado o sujeito com mais marketing pessoal.
As corporações valorizam mais a auto-estima do que a competência.
Sou presidente da Editora Gente e entrevistei uma moça que respondia todas as minhas perguntas com uma ou duas palavras.
Disse que ela não parecia demonstrar interesse. Ela me respondeu estar muito interessada, mas, como falava pouco, pediu que eu pesasse o desempenho dela, e não a conversa.
Até porque ela era candidata a um emprego na contabilidade, e não de relações públicas. Contratei-a na hora.
Num processo clássico de seleção, ela não passaria da primeira etapa.
ISTOÉ — Há um script estabelecido?
Shinyashiki — Sim. Quer ver uma pergunta estúpida feita por um Presidente de multinacional no programa O aprendiz ?
“Qual é seu defeito?”
Todos respondem que o defeito é não pensar na vida pessoal:
“Eu mergulho de cabeça na empresa.
Preciso aprender a relaxar”.
É exatamente o que o Chefe quer escutar.
Por que você acha que nunca alguém respondeu ser desorganizado ou esquecido?
É contratado quem é bom em conversar, em fingir. Da mesma forma, na maioria das vezes, são promovidos aqueles que fazem o jogo do poder.
O vice-presidente de uma as maiores empresas do planeta me disse:
” Sabe, Roberto, ninguém chega à vice-presidência sem mentir”.
Isso significa que quem fala a verdade não chega a diretor?
ISTOÉ — Temos um modelo de gestão que premia pessoas mal preparadas?
Shinyashiki — Ele cria pessoas arrogantes, que não têm a humildade de se preparar, que não têm capacidade de ler um livro até o fim e não se preocupam com o conhecimento.
Muitas equipes precisam de motivação, mas o maior problema no Brasil é competência.
CUIDADO COM OS BURROS MOTIVADOS.
Há muita gente motivada fazendo besteira.
Não adianta você assumir uma função para a qual não está preparado.
Fui cirurgião e me orgulho de nunca um paciente ter morrido na minha mão.
Mas tenho a humildade de reconhecer que isso nunca aconteceu graças a meus chefes, que foram sábios em não me dar um caso para o qual eu não estava preparado.
Hoje, o garoto sai da faculdade achando que sabe fazer uma neurocirurgia.
O Brasil se tornou incompetente e não acordou para isso.
ISTOÉ — Está sobrando auto-estima?
Shinyashiki — Falta às pessoas a verdadeira auto-estima.
Se eu preciso que os outros digam que sou o melhor, minha auto-estima está baixa.
Antes, o ter conseguia substituir o ser.
O cara mal-educado dava uma gorjeta alta para conquistar o respeito do garçom.
Hoje, como as pessoas não conseguem nem ser nem ter, o objetivo de vida se tornou parecer.
As pessoas parecem que sabem, parece que fazem, parece que acreditam.
E poucos são humildes para confessar que não sabem.
Há muitas mulheres solitárias no Brasil que preferem dizer que é melhor assim.
Embora a auto-estima esteja baixa, fazem pose de que está tudo bem.
ISTOÉ — Por que nos deixamos levar por essa necessidade de sermos perfeitos em tudo e de valorizar a aparência?
Shinyashiki — Isso vem do vazio que sentimos. A gente continua valorizando os heróis.
Quem vai salvar o Brasil? O Lula.
Quem vai salvar o time? O técnico.
Quem vai salvar meu casamento? O terapeuta.
O problema é que eles não vão salvar nada! Tive um professor de filosofia que dizia:
“Quando você quiser entender a essência do ser
humano, imagine a rainha Elizabeth com uma crise de diarréia durante um jantar no Palácio de Buckingham”.
Pode parecer incrível, mas a rainha Elizabeth também tem diarréia.
Ela certamente já teve dor de dente, já chorou de tristeza, já fez coisas que não deram certo.
A gente tem de parar de procurar super-heróis. Porque se o super-herói não segura a onda, todo mundo o considera um fracassado.
ISTOÉ — O conceito muda quando a expectativa não se comprova?
Shinyashiki — Exatamente.
A gente não é super-herói nem superfracassado. A gente acerta, erra, tem dias de alegria e dias de tristeza. Não há nada de errado nisso.
Hoje, as pessoas estão questionando o Lula em parte porque acreditavam que ele fosse mudar
suas vidas e se decepcionaram.
A crise será positiva se elas entenderem que a responsabilidade pela própria vida é delas.
ISTOÉ — Muitas pessoas acham que é fácil para o Roberto Shinyashiki dizer essas coisas, já que ele é bem-sucedido. O senhor tem defeitos?
Shinyashiki — Tenho minhas angústias e inseguranças.
Mas aceitá-las faz minha vida fluir facilmente.
Há várias coisas que eu queria e não consegui.
Jogar na Seleção Brasileira, tocar nos Beatles (risos).
Meu filho mais velho nasceu com uma doença cerebral e hoje tem 25 anos.
Com uma criança especial, eu aprendi que ou eu a amo do jeito que ela é ou vou massacrá-la o resto da vida para ser o filho que eu gostaria que fosse.
Quando olho para trás, vejo que 60% das coisas que fiz deram certo.
O resto foram apostas e erros.
Dia desses apostei na edição de um livro que não deu certo.
Um amigão me perguntou:
” Quem decidiu publicar esse livro?”
Eu respondi que tinha sido eu. O erro foi meu.
Não preciso mentir.
ISTOÉ – Como as pessoas podem se livrar dessa tirania da aparência?
Shinyashiki — O primeiro passo é pensar nas coisas que fazem as pessoas cederem a essa tirania e tentar evitá-las.
São três fraquezas.
A primeira é precisar de aplauso, a segunda é precisar se sentir amada e a terceira é buscar segurança.
Os Beatles foram recusados por gravadoras e nem por isso desistiram.
Hoje, o erro das escolas de música é definir o estilo do aluno.
Elas ensinam a tocar como o Steve Vai, o B. B. King ou o Keith Richards.
Os MBAs têm o mesmo problema: ensinam os alunos a serem covers do Bill Gates.
O que as escolas deveriam fazer é ajudar o aluno a desenvolver suas próprias potencialidades.
ISTOÉ — Muitas pessoas têm buscado sonhos que não são seus?
Shinyashiki — A sociedade quer definir o que é certo.
São quatro loucuras da sociedade.
A primeira é instituir que todos têm de ter
sucesso, como se ele não tivesse significados individuais.
A segunda loucura é: Você tem de estar feliz todos os dias.
A terceira é: Você tem que comprar tudo o que puder.
O resultado é esse consumismo absurdo.
Por fim, a quarta loucura:
Você tem de fazer as coisas do jeito certo.
Jeito certo não existe!
Não há um caminho único para se fazer as coisas. As metas são interessantes para o sucesso, mas não para a felicidade.
Felicidade não é uma meta, mas um estado de espírito.
Tem gente que diz que não será feliz enquanto não casar, enquanto outros se dizem infelizes justamente por causa do casamento.
Você pode ser feliz tomando sorvete, ficando em casa com a família ou com amigos verdadeiros, levando os filhos para brincar ou indo a praia ou ao cinema.
Quando era recém-formado em São Paulo,
trabalhei em um hospital de pacientes terminais. Todos os dias morriam nove ou dez pacientes.
Eu sempre procurei conversar com eles na hora da morte.
A maior parte pega o médico pela camisa e diz:
“Doutor, não me deixe morrer.
Eu me sacrifiquei a vida inteira, agora eu quero aproveitá-la e ser feliz”.
Eu sentia uma dor enorme por não poder fazer nada.
Ali eu aprendi que a felicidade é feita de coisas pequenas.
Ninguém na hora da morte diz se arrepender por não ter aplicado o dinheiro em imóveis ou ações, mas sim de ter esperado muito tempo ou perdido várias oportunidades para aproveitar a vida .

Segue link para matéria: Revista Isto É

Eu vejo o Futuro repetir o Passado, Eu vejo um Museu de grandes Novidades

Dias sim, dias não
Eu vou sobrevivendo sem um arranhão
Da caridade de quem me detesta

A tua piscina tá cheia de ratos
Tuas ideias não correspondem aos fatos

O tempo não para
Eu vejo o futuro repetir o passado

Eu vejo um museu de grandes novidades
O tempo não para
Não para, não, não para

Eu não tenho data pra comemorar
Às vezes os meus dias são de par em par
Procurando agulha num palheiro

Nas noites de frio é melhor nem nascer
Nas de calor, se escolhe: é matar ou morrer
E assim nos tornamos brasileiros

Te chamam de ladrão, de bicha, maconheiro
Transformam o país inteiro num puteiro

Pois assim se ganha mais dinheiro

Nosso Lar



Moramos num grande pedregulho, que às vezes se movimenta e às vezes chispa fogo.
E continuo sem resposta às minhas indagações.... : se os terremotos e tremores não têm ligação com a erupção ou ameaça dos vulcões? Já que o magma é que se movimenta... então tudo que está em cima se movimenta junto! Há controvérsias! ... rs

Economize Água

Achei bonitinho esa propaganda do Animal Planet!!!
Crianças!!! Vamos economizar água!!!
Pra gente tomar banho, beber, comer, gerar energia!!!

Enchentes... Deslizamentos.... Tudo sempre igual.

Esta é em SP, veja a altura da água!

Mais uma calamidade pública? Um caos sócio-político? Um bom motivo, um argumento para eleições? Um acidente...? Ou algo possível de evitar? 
Bom... agora não adianta chorar o leite derramado, a coisa já está feita e o resultado tá aí e Inês é morta, aliás muitas Inês estão mortas, até o momento e só no Rio temos cerca de 650 mortes confirmadas, sem contar os desaparecidos e, se existem sobreviventes. 
Fora os de Franco da Rocha, Atibaia.... e ainda não podemos esquecer que essas localidades são as que a mídia divulga como piores, mas temos várias outras regiões com o mesmo problema, só que numa proporção menor.
Agora os mercados, que também foram invadidos pela enchente e lama, vendem o que se aproveita a preços exorbitantes! E produtos de necessidade básica!

Os corpos chegam em caminhões e ficam assim para reconhecimento dos parente pois os necrotérios estão lotados.
Pois é... mas como eu dizia no título do post, tudo sempre igual, as coisas acontecem mas não como castigo ou revolta da natureza,  como dizem muitos religiosos, e sim como consequências! (dos nossos próprios atos, atos de e vidas, de gerações a gerações que nunca mudam).
E por que acontecem? Para se aprender alguma coisa! Não para "cumprir os desígnios de Deus", ou se queimar o carma... ai quanta bobagem o povo fala pra superar a dor, para consolo próprio e ainda dizem em nome da religião.
Essa tragédia traz uma oportunidade, mais uma, de mudança! Mesmo que aparentemente trágica, é uma oportunidade.
Oras! Tem gente que perdeu tudo!  Só ficou a vida... até a esperança foi embora! Aí essa gente olha pro lado e vê que tem muita gente ajudando, voluntários que vão até lá sem a menor intenção de ter nada em troca. Um sentimento simples de solidariedade, boa vontade e disponibilidade. 
Mas também olham para outro lado e vêem pessoas e países e mídias querendo apenas o lucro, benefícios próprios.
Empresas de telecomunicações que vão aos locais fazer a melhor reportagem, o melhor ângulo para a foto da dor, mas que não têm a coragem de levar suprimentos para essa população.
Países que se propõem ajudar o Brasil, mas cheios de segundas intenções para futuros acordos políticos e econômicos.
Donos de mercados e mercadinhos vendendo aos olhos da cara produtos como água e gás a preços absurdos! Por que não fazem uma troca: eu te dou galão de água e você o que pode fazer para ajudar ou ou trazer para oferecer? Mas não... só querem dinheiro e para si.
Poxa! Esse era o momento certo de fazer diferente! Se estão pensando em reconstruir as cidades, essa seria a hora de reconstruir num sistema diferente, onde a ganância, filha do capitalismo não teria espaço, onde todos trabalhariam por todos, para reerguer um lugar para todos e não só para um! Onde o meu é melhor que o seu.
Daria até gosto, até vontade de ir lá para ajudar nessa reconstrução, nesse novo lugar, se a mentalidade do povo fosse diferente.... Se pensassem em NÓS e não em MIM.
Mas infelizmente, as pessoas não pensam nisso né... só querem saber de refazer cada um as suas vidas. 
Mas não posso criticar muito porque essas pessoas sempre estiveram tão afundadas no próprio umbigo e agora na própria dor, que não conseguem olhar para o lado, nem pensar, nem agir diferente.
Tudo o que aconteceu (muito lamentável) continuará acontecendo... e isso sim é lamentável. Se não for nessa localidade será em outra e em mais outra.... até quando?
Até que aprendamos a lição.
Obs.: e eu continuo me sentindo só no mundo... ninguém ou poucos compartilham com o que eu penso... acho ainda estou na adolescência: o que faço aqui? por que nasci?  sirvo pra quê? nasci no mundo errado... por que sou assim? etc.. etc.. etc... e cada dia mais sem respostas... só perguntas... os que já passaram da adolescência não pensam mais nessas coisas, vivem num mundo adulto, será que chego lá?




Sobre o post Xenofobia da Elite e Racismo


Primeiro temos que dar uma olhadinha na legislação. 
Essa está comentada que busquei no site DireitoNet. Para ler na íntegra clique no site.

Quando da promulgação de Nossa Constituição Federal em 1988, seu art. 5º, inciso XLII, determinava que “a prática do racismo constitui crime inafiançável e imprescritível, sujeito à pena de reclusão, nos termos da lei”, sendo referido inciso um mandado expresso de criminalização, o qual teve sua eficácia com a promulgação da Lei nº 7.716/89.
Curiosamente a Lei nº 7.716/89 determina em seu título a punição de crimes resultantes de preconceito de raça ou de cor, categorias estas que foram ampliadas no ano de 1.997, quando o legislador então acrescentou ao art. 1º da referida lei os termos etnia, religião e procedência nacional, passando referido art. a vigorar da seguinte forma:
“Art. 1º Serão punidos, na forma desta Lei, os crimes resultantes de discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional”. (Redação dada pela Lei nº 9.459, de 15/05/97).
A lei 9.459 de 15 maio de 1.997 além de criar novas categorias para a “lei de racismo”, também acresceu ao artigo 140 do Código Penal, o parágrafo terceiro, criando com isso a figura da injúria qualificada, in verbis:
Art. 140 - Injuriar alguém, ofendendo-lhe a dignidade ou o decoro:
(...)
§ 3º - Se a injúria consiste na utilização de elementos referentes a raça, cor, etnia, religião ou origem.
Pena - reclusão de um a três anos e multa.
O parágrafo terceiro do art. 140 do Código Penal ainda sofreu nova alteração no ano de 2.003, com a Lei nº 10.741, quando então foram incluídas duas novas categorias, pessoa idosa ou portadora de deficiência, passando a vigorar da seguinte forma:
§ 3o Se a injúria consiste na utilização de elementos referentes a raça, cor, etnia, religião, origem ou a condição de pessoa idosa ou portadora de deficiência...
Isso só vem acrescentar e confirmar o que eu já disse em outros posts sobre as pessoas, sobre minha desilusão com o mundo. Fazendo uma pequena observação: não sou dona perfeitinha, mas tento ser sim! E assumo isso. Tento ser correta, sincera e só vejo um mal nisso: não me encaixo nesse mundo. ( ou não aprendi a lidar com ele e com a maioria das pessoas que destoam do MEU mundo...)
Digo e repito: 
AS PESSOAS FINGEM, fingem o tempo todo, mentem inclusive para elas próprias! Fingem que são educadas e quando você vira as costam comentam.  Por que ao invés de falar de você não falam para você? Ajudaria a ser alguém melhor...
FALSAS!
Te dizem bom dia por uma mera formalidade, mecanicamente, isso não quer dizer que querem que seu dia seja realmente bom... nem te olham nos olhos!
FRIAS!
Em público te apoiam, dizem que você está certo, que é preciso reivindicar! Mas quando é necessário pôr as mãos na massa e agir, enfiam o rabo entre as pernas  (provavelmente um rabo sujo, porque quem não deve não teme!) e saem pela tangente! 
COVARDES! 
Pelo amor de Deus! Quão POLITICAMENTE CORRETAS se dizem essas criaturas, se batem no peito e afirmam o que não praticam?! Está escrito na testa!
HIPÓCRITAS!
Entram em seus carros de luxo são verdadeiros transformistas! Aquela aparência elegante e bons modos ao falar vão por terra depois de picotar o trânsito e daquela fechada que te dão na primeira esquina, sem sequer um gesto de desculpas.
IGNORÂNCIA
Pois é... ignorância resume tudo. Todos nós estamos sujeitos à momentos de ignorância. De desconhecimento do caso, da situação, dos sentimentos e das consequências. Não consigo acreditar que as pessoas tenham tais atitudes conscientes. Mas como disse, estamos sujeitos à MOMENTOS. Quero dizer que temos a capacidade de perceber o erro e modificar atitudes e padrões de pensamentos.

A Internet é como uma festa à fantasia, as pessoas entram, se disfarçam (ou não) mas dão a cara à tapa. São o que são e ali se entregam. Às vezes até se descobrem.

E o que aconteceu não foi coisa do mundo virtual! É real! 
É assim que muitos são e pensam e agem e excluem (ou talvez se excluam). Na verdade, só veio à tona um problema histórico! É impressionante como se avança tecnologicamente, economicamente e ao mesmo se percebe uma pausa moral no tempo, na história de várias gerações. Não dá pra dizer retrocesso porque acredito que o ser humano nunca regride. Apenas estagnou. Parou aí! Não QUIS crescer e avançar no que chamam de Inteligência Emocional, Evolução Espiritual ou, para ser mais simples, mantém-se como um ser anti-ético. Cultivado a cada geração, passado de pai para filho, para netos e bisnetos de forma muito sutil, entranhado nos mais simples gestos. Porque a gente não é o que diz, a gente é o que faz, de que modo agimos. Para quem não sabe, esse é o processo inicial e base do aprendizado infantil, como já dizia Vigotsky sobre a zona de desenvolvimento proximal, e todas as teorias existentes sobre valor cognitivo-afetivo nos processos de ensino-aprendizagem. Acho que é por isso que até agora não tive filhos... porque sei que vou tentar educá-los não só com palavras, mas principalmente com atitudes. Porque eles irão crescer e perceber que tiveram uma educação coerente entre o que era dito e o que era praticado. Tentando criar neles discernimento e entendimento de que toda ação tem suas consequências e quais são elas. Talvez o universo não conspire ao meu favor.  Talvez esteja aí a explicação de não ter filhos apesar das tentativas. Talvez o mundo não precise de pessoas assim...

 

Vídeo Xenofobia da Elite e Racismo

E quem disse que isso é coisa da Internet?

Isso é vida real!!!

Teste Psicológico - Resultado: Neurótica



Meu Deus!!! 
Tô preocupadíssima!!!!
Tô rosa chiclete!!!
Será que algum dia serei internada num manicômio???
Fiz um desses testes malucos da internet sobre a personalidade e olha só o resultado!
Sou do tipo NERVOSO!
Vou fazer alguns destaques e observações em vermelho... rs
Sobre o tipo Nervoso:  
De humor variável, querem chocar os outros e atrair sobre si a atenção alheia. (Meu humor é variável mesmo e gosto de atenção mas não quero chocar ninguém! Tudo pela paz!) 
Indiferentes à objetividade, precisam embelezar a realidade e para isso vão da mentira à ficção poética. (Explicando melhor... acho que vivo num mundo que eu criei e quando caio na realidade tenho minhas famosas crises existenciais. Acho que sou autista e ninguém me contou...!) 
Têm pronunciada tendência ao bizarro, pelo horrível, pelo macabro e, de modo geral, pelo "negativo". (Olha.... de macabro só gosto de filmes de terror)  
Trabalham irregularmente e somente no que lhes agrada. (Mas é claro! Quem gosta de fazer o que não gosta?) 
Dependem de excitantes para saírem da inatividade e do tédio.  (Ah... é verdade! Cada dia mudo os móveis de lugar na casa) Inconstantes nas afeições,são logo seduzidos e logo consolados.
Valor dominante: o divertimento.
Aqui, trata-se de um tipo que corresponde à combinação emotividade (portanto indivíduo muito excitável) (Levando-se em conta que qualquer coisa me faz chorar e rir... concordo), não-atividade (pouco propenso ao consumo orgânico) (Ah... será por isso que detesto ter que comer...? Sempre achei um desperdício! Come aqui, sai ali. O único lado bom do consumo é o prazer que ele proporciona.) o e primariedade (de reação rápida ou "reagente"). (Ah... quer me ver irritada é com gente lenta... não que eu não tenha meu momentos.... mas como disse, são momentos. Por que será que tem pessoas que pensam e falam devagar? E na hora da prova? Quem sabe, sabe. Quem não sabe, não sabe! Oras! Sabe marca e faz logo. Se não sabe, de que adianta ficar alisando a prova, pensando, desenhando, ficam até o último minuto do tempo! Talvez esperando por uma psicografia, algo vindo do além para preencher sua prova.)
O que impressiona à primeira vista no nervoso é a intensidade e a sucessão rápida de suas emoções. (Meu Deus...) Ele passa sem intervalo da euforia à depressão, do entusiasmo ao abatimento, da alegria à dor. (Sou eu!) Suas opiniões têm a mesma inconstância e inclina-se prazerosamente (prazerosamente???? será que sou masoquista???) para os extremos mais contraditórios. Disso resulta uma personagem multifacetada, ao mesmo tempo desconcertante e encantadora, irritante e agradável. (Encantadora e agradável sim! rs Mas já me disseram que sou irritante...)

Suas relações interpessoais são numerosas e agitadas. Se tem muitos colegas temporários, poucos os amigos verdadeiros. O reconhecimento e a fidelidade são nele raros, e a "inconstância afetiva" está sempre espreitando-o em suas ligações, da mesma forma que a "inconstância profissional" o espreita em sua carreira (ou carreiras!). (É.... mas quando eu me proponho ser ou fazer vou até o fim! Sou amiga, fiel, cumpro com meus deveres e obrigações no trabalho... mas dentro de mim essa inconstância borbulha!)
As emoções lhe são tão indispensáveis, quanto o pão e a água. Quando não as encontra em sua pessoa, ou no meio em que vive, corre a procurá-las no exterior. Aprecia particularmente as impressões inéditas (claro que o diferente é mais interessante que o comum!) e os excitantes de todas as espécies: filmes de terror, romances policiais, amores excêntricos, perversões sexuais (???), fumo, álcool, entorpecentes. (Mentira gente... não fumo, não bebo, não cheiro.... sou assim naturalmente...!)

Sente uma atração muito viva pelo que é raro, excepcional, excitante, inclusive pelo mórbido e pelo macabro. (Como disse antes, de macabro só gosto de filmes e de mórbido.... bem... um dia na adolescência pensei em ser médica legista... será essa a tal morbidez do caso?) Gosta de forçar o tom em tudo: vocabulário metafórico e superabundante, excentricidades no vestir, ideologias chocantes, culto do paradoxo, atitudes teatrais, inconformismo mais ou menos agressivo. (Sei não.... acho que não. O que diz quem me conhece?)
O nervoso é sacudido por sentimentos tumultuosos, ou que assim se lhe afiguram em sua atitude narcísica. Por isso os poetas exaltados e os escritores iluminados se recrutam com freqüência nesse arquétipo. (Será que sou um talento não aflorado??? rs) Até mesmo sua solidão é agitada, à semelhança de seu estado febril de todos os dias. O nervoso raramente guarda consigo as impressões que tem. Sua transparência é total, (e quantos transtornos isso me causa porque o mundo, as pessoas não são tão transparentes e sinceras) e ele, por vezes, recai no exibicionismo. (Eu recaio é numa bela depressão tipo... oh...! que mundo cruel!)
Está constantemente desempenhando papéis, e às vezes parece estar vivendo em um mundo que imaginou para si mesmo, à margem das monótonas realidades da vida comum. (Nâo sei se desempenho tantos papéis, mas vivo mesmo no meu "Fantástico Mundo de Bobby", que desenhei só pra mim e tento dar um colorido diferente a cada dia, porque ele é quase sempre preto e branco com uns tons de cinza. Eu não me entendo comigo mesma, esta é a verdade).
Uma tal prodigalidade de energia nervosa não deixa de causar fadiga. (Isso explica minhas famosas enxaquecas! Mas vai contar isso pro médico! Até explicar que focinho de porco não é tomada... estarei saindo numa camisa de força.)
E como as reservas orgânicas são limitadas, o nervoso não é pessoa nem de trabalhos que exijam força e nem mesmo para os esforços prolongados.
Sua escolha mostra que na sua personalidade nesse momento prevalece o lado intelectual, o idealismo. As aspirações abstratas, o "Superior" o espiritual estão com marcante presença em seu mundo. O "pensar" predomina. (Quantas vezes disse que nasci no mundo errado?!! E ninguém me leva a sério!) Mas precisamos também olhar em volta e não esquecer das nossas outras áreas que precisam também de ser alimentadas com sabedoria: a que cuida da nossa sobrevivência e da nossa parte física (que alguns gostam de chamar de animal) para estar bem presentes e atuantes no nosso caminho de evolução. Geralmente prevalece o desenvolvimento dos centros energéticos superiores (chacras laringeo, frontal e da Coroa).

Há uma necessidade (veja! Uma necessidade!) de que seu ponto de vista seja vencedor (por que não?), de que suas opiniões venham a prevalecer e que seu espaço seja respeitado. (Até que me provem o contrário) Mas está disponível para o diálogo (Claro!), apelando para o bom senso (lógico!) e o interesse do grupo (sempre!). Sabe ceder se necessário, mas não abre mão de seu ideal e sua liberdade. Sabe ouvir seus oponentes e argumenta com firmeza mas normalmente com sensibilidade.(Resumindo: Gentileza Gera Gentileza, já dizia Seu Gentileza lá no Rio! Mas sabe que às vezes ouço e não escuto...!)

Você tende a abraçar o mundo - é como uma pessoa de braços abertos avançando para a frente - dependendo da inclinação - com maior ou menor expansão. Pode estar normalmente preocupado com aquilo que estarão fazendo para com o mundo. Você luta com ardor para conseguir seus objetivos e interage com firmeza em qualquer situação de confronto. Geralmente é pessoa extrovertida, socialmente consciente, e por vezes buscando status ou aprovação com implacável força de vontade. (Quando eu me preocupo com o mundo eu fico doente, quando eu me preocupo comigo eu fico depressiva).
Mas sou brasileira! 
E teimoso é quem teima comigo! 
Alguém já disse e eu repito!
Gente preciso de terapia? Tenho cura?
Ou é direto pro hospício?! 
Algum psicólogo disposto a me desvendar (ops, quer dizer disposto a me tratar?) 
Coloco-me à disposição da Ciência para entrevistas e/ou testes que se fizerem necessários! 
E sobre a enxaqueca também! 
Há mais de 20 anos que ela me persegue! 

Alimentos Orgânicos



Quem lembra daquela notícia que saiu na Folha: "Canários rejeitam comida orgânica"? Então aqui está:
"Nas nações mais afluentes do mundo, Estados Unidos e Europa, os alimentos ditos "orgânicos" já representam 2% a 3% de toda a comida vendida. Um mercado avaliado em R$ 64 bilhões anuais, que cresce à taxa de 14%.
No Brasil, a área ocupada por plantações naturebas não alcança 2% da superfície cultivada. Em alguns hipermercados, por outro lado, a oferta de produtos orgânicos aumenta em 20% a 40% anuais. Isso apesar de custarem cerca de 40% mais que a comida convencional.
Cada vez mais gente se sente atraída pelos gêneros produzidos sem pesticidas e fertilizantes artificiais, considerados mais saudáveis. Só falta convencer canários e outros passarinhos da superioridade dos orgânicos. Sério.
O estudo de Ailsa McKenzie e Mark Whittingham, da Universidade de Newcastle (Reino Unido), bem que..."  Clique aqui para ler a matéria completa.

Pois bem, tenho minha pulga atrás da orelha com esse tal de orgânico... Como se livram das pestes sem químicas? Que negócio é esse de vaca orgânica? Além de tudo, caríssimo nas prateleiras. Se nem os canários não querem, por que eu vou comprar?
E fui atrás de artigos sobre a coisa dos orgânicos. 
Ser ou não ser? 
Eis a questão!
E (por enquanto) me parece que a única desvantagem é o preço.
Aqui tem um site para consulta: Saúde e Orgânicos


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NÁUFRAGO

E temo, e temo tudo, e nem sei o que temo.
Perde-se o meu olhar pelas trevas sem fim.
Medonha é a escuridão do céu, de extremo a extremo...
De que noite sem luar, mísero e triste, vim?

Amedronta-me a terra, e se a contemplo, tremo.
Que mistério fatal corveja sobre mim?
E ao sentir-me no horror do caos, como um blasfemo,
Não sei por que padeço, e choro, e anseio assim.

A saudade tirita aos meus pés: vai deixando
Atrás de si a mágoa e o sonho... E eu, miserando,
Caminho para a morte alucinado e só.

O naufrágio, meu Deus! Sou um navio sem mastros.
Como custa a minha alma a transformar-se em astros,
Como este corpo custa a desfazer-se em pó!
Autor: Afonso Henriques da Costa Guimarães (Alphonsus de Guimaraens)

Bem à calhar essa foto para chorar minhas pitangas! Se eu soubesse usar o Photoshop, eu colocaria essa pessoa enterrada com a cabeça num buraco, pra demonstrar meu sentimento.
Quem sou? O que estou fazendo aqui? Mas... aqui onde? Onde estamos? Para quê? Para onde seguir? E por quê?
Acho que estou regredindo... voltando à adolescência cheia de dúvidas e crises existenciais, ou ficando louca mesmo e ninguém pra me dizer!!!
Será que sigo como navio sem mastros, ao sabor das ondas (como até agora). Ou sigo contra a correnteza? 
Mas aí me pergunto... contra a correnteza... mas pra onde? Em que sentido? Com qual sentido?
Não vejo motivos..., nem sentidos.
Tenho medo sim, tenho vergonha sim, me falta alguma coisa... um não sei o quê.
........
Um vazio
.......
Que vida a gente vive! Que vida gente tem!
No final de tudo, é sempre igual, tudo a mesmo coisa.
Acordo, tenho que fazer a higiene, tenho que comer, tenho sair, tenho que trabalhar, tenho que jantar, tenho que lavar, tenho que me socializar, tenho que me distrair, tenho que dormir... e acordo.... e de novo tudo (quase) igual. Tenho que, tenho que, tenho que, tenho que, tenho que, tenho que, tenho que, tenho que, tenho que..... Mas por que tenho que...? Por que a vida é assim? Do jeito que tem que ser?
Às vezes, como criança, vivo como quem não sabe o que se passa, o que se espera. Onde tudo é alegria, tudo é riso, tudo é motivo, tudo é intenso, intensamente vivido.
Às vezes, como velha, vivo como quem já sabe o que espera. Onde nada tem tanta alegria, onde não existe motivo, quando a vida, na verdade, parece mais uma aproximação da morte (que nunca chega).
Que chato... Onde que estou errando?
Será que é igual com todo mundo e só eu que lamento?
Por que na hora que a gente precisa, nunca aparece uma alma boa que diga: Oooolha.... por que você não segue esse caminho que é melhor?
Eu sei que todo mundo tem problemas, mas por que parece que ninguém tem? Quanta gente fingida no mundo...
Sabe... tô cansada....


Mas Que Sacola!!!

Quem já me conhece ouve muuuuuito essa frase....! rs
Outra que sai de vez em quando é: Aaai minha sacolinha!
Pois é... mas só quando tô meio aborrecida.

Só que o objetivo deste post é outro.
Eu estava cansada de ir aos mercados e ler coisas do tipo: sustentável, meio ambiente, não utilize sacolas plásticas e coisas assim.
Pra começar, como é que um supermercado, que ainda por cima nem é nacional, vem com essa ladainha de sustentável e nos bastidores acontece o desperdício de alimento?
Tudo bem que como é Super, os alimentos tem que ser selecionados, bonitos para sua clientela vip, mas quando o setor da feirinha está meio murcho, meio amassado, por que não doar à comunidade local, já que não vai estar à venda?
Ou faça uma feirinha com preços mais em conta! Tenho certeza que o mercado vai lotar e sempre que alguém entra no mercado pra comprar 1 sai com 3... rs Olha o Marketing! Até eu sei!
Bom, um dia perguntei a uma pessoa do controle de qualidade das mercadorias que me disse que o problema vai além de simplesmente doar o que não vende. Existem leis, fiscalização, multa etc que não permitem essa redistribuição, caso algum cliente passe mal, pode processar o mercado.
Entendi, afinal leis devem ser cumpridas, mas não concordo! 
Sabe aquela banana meio pretinha, mas que quando você abre ainda dá pra comer? Alguém já passou mal com isso? E olha, tem muita gente carente que vive do lixo. De certa forma já está imune! Não é o legume feio ou a banana pretinha que vão causar algum problema.
Mas para minha alegria, só não é regra comum a todos os mercados, soube que alguns deles em off, fazem essa doação sim. Mas muito bem escondido por causa da fiscalização.
E voltando ao caso da sacola e do meio ambiente, minha primeira revolta foi com: "Não use sacolas plásticas, compre a sua sacola retornável!"
Mas que sacola!
Mais uma fonte de lucro! Pensei logo. Tudo bem que é baratinha, mas o mercado deveria socializar mais essas sacolas ao invés de vender.
Então tá! Aí pensei com meus botões: Eu adotaria a sacola retornável, até gosto! Acho bonitinha!
Mas onde vou colocar meu lixo se não levar a de plástico?
Aí andei lendo por aí, pensando no assunto e descobri algumas alternativas no site: Meu Mundo Sustentável

 Primeiro de tudo, o lugar onde você mora deve estar comprometido com isso.
Não é meu caso aqui em Natal. Raros são os locais que possuem lixeira seletiva.
Eu ainda tenho uma "dificuldade psicológica" quando junto meu lixo orgânico com o reciclável. Infelizmente e com muita dó, aqui eu junto porque, mesmo que eu separe, o Senhor lixeiro vai amassar tudo no caminhão e despejar no mesmo canto. 
Essa estratégia depende também das autoridades locais.
Em casa precisa de duas lixeiras: uma pro orgânico e outra pro reciclável. No começo eu reclamei porque morava em apartamento, não tinha espaço e ainda tinha que separar!
Mas agora depois passei a gostar. Deixava umm cantinho separado onde juntava todo o material e só separava quando chegava nos coletores do edifício.

Pra quem leva as compras de carro ou táxi, dá muito bem para colocar em caixas de papelão até em casa. É só querer e sugerir que o mercado disponibilize.
Para as mais madames, que adoram uma moda, lembrei daquelas cestas de vime, que são comuns e baratas aqui no nordeste. Só encomendar com umas alças e deixar na mala do carro para quando for ao mercado, transportar as compras.
E as mais divulgadas e alvo de comércio são as sacolas retornáveis.
Tem de tudo que é jeito, estampa, personalizada, feitas até da reciclagem de garrafa pet!
Aliás eu tenho 2 blusinhas de garrafa pet! Claro que depois de reciclar....rs 
Não ando por aí igual a Madonna.
E como será que fizeram hein?!!! Essa vai para o próximo post.


E esta última dica depende de nós.
De usarmos todo saquinho dos produtos que já consumimos para o lixo orgânico.
Tudo na vida é questão de costume!
É fácil estar cômodo, fazer as coisas como sempre fez, mas mudar também é muito bom!
Uma renovação no corpo, uma leveza no espírito e o planeta agradece!


Clique aqui e compre SACOLAS RETORNÁVEIS sem sair de casa! Tem sacolas, bolsões, bolsinhas, chinelos, porta-níquel... tem de tudo lá!

CPI do Amor


Encontrei esse texto de Rosana e achei bem interessante! 
Onde está a inocência do amor infantil, do amor antigo, das mãos dadas, dos  casais nos parques, do abraço sincero, o amor platônico e desinteressado...?
Vamos abrir uma sindicância para apurar os fatos! 
Por que hoje em dia, nem o amor infantil é tão inocente?
Por que o amor antigo ficou no passado?
Por que as mãos dadas agora se ocupam em carregar sacolas e celular?
Por que não mais nos parques, mas direto ao motel?
Por que o abraço de companheirismo se tornou um abraço de urso?
Por que não existe mais o amor platônico, só virtual?
Por que as relações são permeadas por interesses materiais ou sociais?
...
Será que estou desatualizada? Passada? Velha?
Ou exigente demais... já que "os tempos mudaram"?
Será que é exigir muito, que o amor seja mais leve, mais presente, mais descontraído, sem tantas cobranças?!
Sou eu quem está fora da realidade ou o mundo que está perto do fim mesmo?

Muitas das minhas perguntas vão continuar sem respostas.... a não ser que alguém me dê uma, e boa! Mas enquanto isso... esse texto me conforta um pouco.


"É preciso amar com ética!"
"Considero fundamental vivermos sob uma ética. Entretanto, não falo aqui de éticas morais, sociais ou culturais. Falo de uma ética pessoal. Da ética do coração!

Seus valores, sua conduta, aquilo que torna singular a sua essência é a sua ética! Porém, muitas vezes fica parecendo que o amor não requer ética alguma; que quando se ama vale tudo, qualquer coisa para viver esse sentimento. Será?!?


Não quero, de forma alguma, defender qualquer espécie de legado sobre o que venha a ser certo e errado, até porque esses são, a meu ver, valores absolutamente individuais; além disso, o único coração que conheço – de fato – é o meu. O que desejo é propor uma reflexão, um olhar atento e afetuoso para si mesmo.


Atualmente, a mídia vem tentando nos convencer de que tudo é permitido no amor. Incentiva o sexo sem compromisso, as relações passageiras e fugazes, como se até ele – o amor – tivesse que, definitivamente, encaixar-se no estilo fast de viver!


De verdade, sei o quanto é difícil fazer escolhas certeiras ou saber quando e quanto podemos apostar numa relação, especialmente porque ela é feita de dois e não somente de um coração. Por isso mesmo, insisto naquilo que nos é possível: mantermo-nos conectados internamente.


Qual é a sua ética? Até onde você acredita que vale chegar para vivenciar uma relação? A que preço? Quanto você terá que sofrer para desistir? Quanto terá que ver pessoas doerem para entender que, diante de sua própria dor ou da dor do outro, o melhor é rever seu lugar, sua postura e suas escolhas?!?


Entre o vale tudo e a hipocrisia insistentemente mantida em algumas relações, parece que a única semelhança é a inconsistência. Faltam um motivo e uma ação realmente consistentes para o amor; isto é, falta motivação para o coração. Falta um gancho que une o desejo à coragem de expor os sentimentos.


Não sei o que é certo ou errado para você. Não sei o que você deve ou não fazer. Não tenho as suas respostas. Não ando pelo seu caminho. Portanto, da sua ética é você quem sabe! No entanto, estou certa de que se todos nós começarmos a olhar e considerar um pouco mais o que está em nosso coração, conseguiremos exercitar a ética a despeito do que as regras tentam nos impor.


Sem julgamentos, sem preconceitos, sem verdades absolutas. Sem vaidade, sem orgulho, sem prepotência. Apenas respeito para consigo mesmo e para com o outro. Apenas compaixão e dignidade para com a própria dor e para com a dor do outro. E, nesta mesma medida, apenas coração... ainda que isso signifique abrir mão de uma relação ou de um desejo de relacionar-se... por amor a si mesmo e ao outro!"

Por que rimos quando vemos alguém cair?


 Por serem inesperados, os tombos criam uma incongruência, uma distorção da situação que gera hilaridade.
A forma como o jogo da situação é encarada explica porque a maioria das pessoas não acha engraçado alguém cair de um prédio de dez andares e morrer: 
Nesse caso, a agonia da pessoa que cai impede que uma situação de pouca seriedade se estabeleça. Mas se uma mulher andando normalmente pela rua tropeça e cai, o jogo da situação pode se estabelecer e o observador achar o fato divertido.
Então... não caia! Porque eu vou rir de você, talvez até chore de rir!!! 

Fonte: Site UOL


Chorar faz bem para a aparência (depois que o inchaço dos olhos passar, obviamente)



De tempos em tempos, os índios tupi-guaranis, que habitam o centro-sul do Brasil, deixam a aldeia onde estão estabelecidos e seguem para o leste, em busca da Terra sem Males - um lugar onde, segundo a tradição, não existe morte. Conta um relato antropológico da primeira década do século XX que, certa vez, um dos índios mais velhos da tribo desatou a chorar e
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