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Natal, RN, Brazil
Quem sou Eu??? Ahhh....!!! Curiosa por natureza, gente fina (rs), com o riso meio frouxo, alguém feliz , mas sempre em busca de mais e mais! Tudo na minha vida tem seus extremos. Desde o tempero na comida até o sentimento. Tudo na minha vida precisa de mudanças, desde o móvel da sala até o rumo da própria vida. Eu gosto dessa "rotina imprevisível". Sabe...? Uns dizem que me conhecem, outros nem tanto, muitos só de vista, alguns lembram da minha risada, mas uns poucos têm acesso ao meu íntimo. Estou criando esse blog pra deixar gravado um pouco de mim! Deixar minha impressões e expressões. Fazer minha terapia. Desamarrar o nó da garganta, chorar minhas pitangas, minhas dúvidas e respostas, deixar um pedacinho da Flávia nesse mundo virtual. Não é um diário, nem a sala do psicanalista, este blog é parte de mim, do meu jeito, como eu quero. Como sou e gostaria de ser. Obrigada pela visitinha e se gostou ou não do que viu, deixe seu comentário!

TÁ EM DÚVIDA??? CONSULTE AQUI QUE É BOM PRA BURRO!

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Sua saúde pelas fezes


Eu não sei por que as pessoas não tocam no assunto...!
Pronto! 
Tá aqui uma informação de utilidade pública!
O mais importante: faça o teste ao final!


Prestar atenção nas suas fezes pode ser tão útil quanto checar se está com febre ou com a pressão alta. Pelo cocô é possível descobrir alguns problemas da sua alimentação, da sua saúde, dos seus intestinos e até mesmo de seus níveis de stress e ansiedade.
No momento que o alimento entra na boca, o organismo inicia um processo ultracomplexo para transformá-lo em uma massa pastosa chamada “quimo”. A mastigação, a saliva, a peristalse (contrações involuntárias dos músculos gastrointestinais), as bactérias, o ácido clorídrico, as enzimas digestivas, a bile e outras secreções são responsáveis em transformar os diversos alimentos nessa massa com aparência de sopa de ervilha.
Enquanto acontece a absorção dos nutrientes ao longo do tubo digestivo, os “restos” continuam seu caminho em direção à saída. No intestino grosso as sobras se misturam com água e se forma o bolo fecal – o cocô. Que é constituído de água, fibra insolúvel, alimentos não digeridos (casca de milho e sementes), células mortas, bactérias vivas e mortas, secreções e bile. As células vermelhas mortas também são eliminadas pelas fezes e são as responsáveis pela coloração marrom.
Se o processo acontece como esperado o final é uma visita saudável ao banheiro. Cada pessoa possui suas particularidades quanto ao seu “hábito intestinal” com suas devidas variações de freqüência, horário, consistência, odor e cor. Mas há uma expectativa e um consenso de como os dito cujos devem se apresentar. As fezes devem ter uma consistência cilíndrica e firme, porém macias, serem “encorpadas”, variar de marrom a marrom claro e ter um cheiro característico, mas não fétido. E, devem “sair” sem muito sacrifício.
Nem sempre isso acontece. E vários tipos, formas, cores e odores de cocô podem aparecer:
- O cocô pode ser bem escuro, quase preto, quando sangue já seco de um possível sangramento interno está presente.
- Fezes com muco e com um sangramento mais intenso podem indicar uma alteração mais séria como hemorróidas, colite ou até mesmo câncer e é melhor procurar um médico.
- Dor ao fazer cocô também pode ser sinal de hemorróidas ou falta de fibras.
- Quando você toma muito vinho tinto as fezes também podem ficar bem escuras.
- Alimentos industrializados com corantes muito fortes e intensos podem deixar o cocô mais “colorido”. Assim como a beterraba deixa o cocô vermelho.
- Se o cocô está verde claro pode ser um sinal de excesso de açúcar, frutas e vegetais e uma falta de grãos ou sal.
- Fezes amareladas podem indicar uma infecção por um parasita chamado giárdia, que causa uma diarréia intensa e amarela.
- Quem come muitas folhas e verduras escuras faz cocô verde escuro. Cocô verde também pode ser causado por excesso de ferro na dieta, vindo de complementos alimentares, por exemplo.
- Fezes muito gordurosas são típicas de má absorção e se forem seguidas de muitos gases podem indicar uma má absorção de carboidratos.
- Com relação ao seu formato, cocôs tipo “lápis”: finos e compridos, podem indicar que alguma coisa interna está atrapalhando sua passagem ou que há um baixo consumo de fibras.
- Fezes amolecidas e pastosas e com pedaços de alimentos podem indicar uma intoxicação alimentar, intolerância a lactose, uso de antibióticos e antiácidos e até situações de muita ansiedade.
- Se suas fezes boiam isso signifca que ela tem maior concentração de fibras,então ela é saudável.
- Agora se ela afunda isso significa que ela tem maior concentração de gorduras,logo não é saudável.
- Se o cocô se parece com cocô de cabrito, em bolinhas pequenas e ressecadas, pode ser um sinal de intestino preso. As causas são geralmente falta de fibras, água e consumo em excesso de gordura, fast foods e alimentos industrializados.
- Se o cocô for muito fedido pode ser um sinal de desequilíbrio da flora intestinal (as bactérias saudáveis que moram no intestino e ajudam na digestão) ou um excesso de proteína animal que pode “putrefar”: apodrecer, dentro do intestino.
Alguns alimentos contêm compostos de enxofre, como o repolho e os puns podem ter um cheiro bem forte. Uma pessoa normal solta pum de 10 a 15 vezes durante o dia, mesmo que não os sinta.
Quando alguma coisa não vai bem certamente você vai sentir logo: dores, gases, cólicas, barriga inchada e uma sensação geral de desconforto são sintomas tanto de diarréia como de intestino preso.
Nosso organismo é a máquina mais perfeita que existe e, quando pede uma coisa deve ser atendido. O organismo vai se acostumando com as “negações” e “esperas” e depois de um tempo começa a falhar, causando problemas mais sérios. Portanto, se vier aquela vontade sobrenatural de fazer cocô, pare o que estiver fazendo e atenda seu intestino.
Teste se o seu cocô é saudável:
Ele bóia?
Afundam ( ) 1
Bóiam ( ) 2
Com que frequência você faz cocô?
Uma vez por dia ou dia sim, dia não ( ) 1
A cada 2 ou 3 dias ( ) 2
Qual a consistência?
Macia ( ) 1
Dura ( ) 2
Qual a cor do seu cocô?
Amarelo ( ) 1
Marrom ( ) 2
Como é o cheiro?
Muito fedido ( ) 2
Cheiro de cocô ( ) 1
Qual é o formato?
Tipo cabrito ( ) 2
Pastosa ( ) 1
Tipo banana ( ) 1
Líquidas ( ) 2
Resultados:
6 a 8 pontos – você parece bem saudável
9-10 pontos – Preste mais atenção. Aumente o consumo de frutas e vegetais
11-12 pontos – Cuidado! Talvez seja interessante procurar um médico ou nutricionista.


Só esse artigo não esclareceu?????
Segue fotos para ajudar:




Gengibre, Kion, Ingwer, Zenzero, Ginger

Muitos os nomes e muitos os benefícios. Segundo a medicina ayurvédica, ele é doce, picante e quente.
Ou seja, problemas que resultem dessas deficiências se resolve com gengibre!
Gripes, rinites, catarro, rouquidão, é antinflamatório, para gases, má digestão, acelera o metabolismo, enjoos, náuseas, úlceras, síndrome do cólon irritável, aumenta temperatura do corpo, ajuda no combate a células cancerígenas.... 
Iiiihhh.. se eu ficar listando aqui os benefícios, melhor seria escrever um livro! 
Aliás têm vários  no mercado. 
E existem formas e formas de usar e consumir o gengibre que vão desde a comida até massagens.


O que você come é o que você é


 Por algum motivo meu corpo rejeita alguns alimentos. A natureza é sabia (e nós, cegos). Falando de um modo bem feio, eu vomito mesmo!
Aqui estão alguns dos vilões da minha vida, o adoçante, a carne, mas os vídeos mostram também outros problemas com alimentos.
Só faço uma observação quando ele comenta como um bom assunto, falar dos alimentos orgânicos. Tenho meu pé atrás e mil dúvidas! Mas fica para outro post.
Os vídeos estão divididos em partes, tire suas conclusões e pense qual será sua atitude depois de ver. 
Acho que vamos "viver de luz".... rs



Picanha Maturada e o Educar



Que título mais esquisito! O que tem uma coisa a ver com outra?
Mas olhem só esse artigo da revista Super Interessante:

Enzimas fazem a carne ficar mais macia

Maturação é a técnica natural de amaciar a carne, sem nenhum tipo de produto.

O que é uma carne maturada?É uma carne amaciada naturalmente, sem que se misture a ela qualquer produto. Geralmente, esse processo de maturação é usado para a carne bovina. Existem enzimas dentro dela que fazem com que os filamentos de proteínas das fibras musculares se rompam. A carne fica então mais molinha, além do sabor tornar-se mais acentuado. Mas como o alimento se estraga com muita facilidade, é preciso que esse processo aconteça sob refrigeração (abaixo de 2 graus Célsius). Se a carne for embalada a vácuo, a segurança será maior ainda porque ela não será atacada pelos microorganismos externos que causam a deterioração. (Só os microorganismos internos...! Só??? Será??? O nome disso é ESTADO DE DECOMPOSIÇÃO)
É importante destacar que a carne maturada tem uma composição idêntica à da fresca e nenhum ingrediente é adicionado a ela, explica o veterinário especializado em engenharia de alimentos Pedro Eduardo de Felício, da Universidade Estadual de Campinas, em São Paulo. Durante a maturação, porém, perde-se um pouco de umidade e de proteínas solúveis presentes no alimento. 


Bom, não satisfeita só com esse texto, busquei mais na fonte, um site sobre o Desenvolvimento de Agronegócios: 
A maturação é o amaciamento (tenderização) da carne que ocorre após o rigor mortis, durante a estocagem refrigerada.  Outra definição é que, carne maturada é aquela resultante do processo que consiste em manter a carne refrigerada sob temperatura próximas de 0oC por um período suficiente para torná-la não apenas amaciada, como também melhorar outras qualidades organolépticas inerentes, como por exemplo, o sabor (Kubota et al., 1993; Lawrie, 1985; Puga et al., 1999).

Segundo Goll et al. (1992) e Koohmaraie (1992), durante a maturação ocorrem importantes mudanças químicas e estruturais (degradação da linha Z, degradação de desmina, degradação e desaparecimento de troponina-T, degradação de titina e nebulina, aparecimento de polipeptídeos de peso molecular de 95 e 28 - 32 kDa, e a não degradação dos miofilamentos actina e miosina), que vão influenciar a maciez da carne.

A maturação consiste em armazenar a carne em embalagens à vácuo (sem oxigênio) em temperaturas entre 0-1 oC por um período de 15 dias. A necessidade de embalagem a vácuo visa o retardamento do crescimento de bactérias aeróbicas putrefativas e favorece o crescimento de bactérias lácticas, que, por sua vez, produzem substâncias antimicrobbianas (Puga et al, 1999).

Segundo Kubota et al. (1993) a técnica para a preparação da carne maturada seguiria os seguintes passos:  1) Retirada cuidadosa de aponevroses (gorduras, tendões) da superfície das peças;  2) embalamento à vácuo, com filme termoencolhível;  3) manter em refrigeração entre 0-4oC, durante 15-21 dias.

Quer dizer, deteriorização mudou de nome! O mundo dos Agronegócios chamam de tenderização. Não tenho mais o que dizer, eles já dizem por mim. 
Você escolhe o quê, e como consome.
Inclusive, lembro da violência de pais que costumam forçar seus filhos a comer, alegando que é preciso senão vão ficar anêmicos. Me lembro de amiguinhas de infância que passavam mal, de bebês numa creche que estagiei, que vomitavam  a papinha com carne... e ainda assim as Pedagogas forçavam a comida guela abaixo dizendo que a mãe iria reclamar que seu bebê não se alimentou. Aliás esse é UM dos vários motivos que encheram meu saquinho para  eu não seguir na profissão. A falta e noção, de bom senso e de educação de quem se dizia Educadora. Agora, lembrando bem, antes de ingressar na universidade, me diziam  um trocadilho... algo de PedaGOGO que parecia PedaCOCÔ.

Saúde também é uma questão de costume. Precisamos nos acostumar com o mudar, com o fazer diferente, com o experimentar o novo, o saudável e comparar os resultados por si mesmo. Que raios de Educador, que passa sua graduação toda (e talvez a pós-graduação) repetindo, (sim, repetindo porque muitos não passam de louros) coisas que não aplicam nem acreditam?
- Sobre  a abordagem sóciointeracionista de Vygotsky esclarecendo a influência do ambiente no desenvolvimento da criança e as zonas de desenvolvimento proximal. Se somos produto do meio, por que não podemos explorar que outras possibilidades ele nos oferece? O crescimento seria muito mais rico!
- E aquela frase batida entre os pedagogos " Aprender a Aprender". Ai que raiva tenho quando escuto! Não sou contra a ideia, mas contra o discurso sem prática.
- E o respeito ao saber do educando, tão pregado por Paulo Freire (êita velhinho sabido!), à sua Pedagogia da Autonomia? Um aprendizado mais humano como o de Rogers, com liberdade e responsabilidade de Montessori!
Poxaaaa.... passamos alguns anos estudando as ideias dessas mentes para no final na faculdade ouvir que são TEÓRICOS DA EDUCAÇÃO!?
E se tornam teóricos mesmo! Poucos são os que aplicam em suas instituições de ensino. 
Se é particular o problema é o lucro: não pode perder aluno e faz tudo o que o papai e a mamãe querem. "TÔ PAGAAAANDO!"
Se é pública, não existe nada! Nem amparo legal, nem, estrutura, nem boa vontade, nem verbas, absolutamente nada! Uma que outra alma boa... recém chegada... ainda tem disposição.
Mas uma andorinha só não faz verão...

Aaaafff.......!!!
Deixo aqui minha desilusão com a Educação e, principalmente, com as pessoas...

Açafrão ou Cúrcuma: Remédio ou Veneno?


Como fã que sou de uma erva....hahaha, melhor explicando, de temperos e com a minha mais recente descoberta da cultura indiana, eu não podia deixar de falar do açafrão, que faz parte das minhas receitas.
Açafrão ou Cúrcuma, seu nome científico é Curcuma longa, mas é presente nos temperos indianos como o Curry. 
Aí está a foto dele natural que eu não conhecia e embaixo, a do açafrão em pó que a gente já conhece e pouco usa.
Dizem que é da família do gengibre, por isso se parecem e têm tantos benefícios.
Mas, eu ia colocar nesse post os benefícios do açafrão ou cúrcuma quando também encontrei uma pesquisa sobre os seus perigos.
Como tudo na vida, o excesso não presta né...? Essa é a lógica dos medicamentos homeopáticos.
Ele combate inflamações, câncer, principalmente do sistema digestivo (esôfago, estômago), é antioxidante, baixa colesterol, é bom para limpar o fígado, evitar a coagulação de plaquetas, arterosclerose e evita gases.
Mas tem seu lado ruim. 
Aqui coloco o texto da Fapesp sobre o assunto:
A curcumina, substância encontrada no pó amarelo-alaranjado extraído da raiz da curcuma ou açafrão-da-índia (Curcuma longa), aparentemente pode ajudar a combater vários tipos de câncer, o mal de Parkinson e o de Alzheimer e até mesmo retardar o envelhecimento. Usada há quatro milênios por algumas culturas orientais, apenas nos últimos anos passou a ser investigada pela ciência ocidental, com resultados surpreendentes em alguns casos e alarmantes em outros. Estudos conduzidos na Universidade de São Paulo em Ribeirão Preto (USP-RP), interior do estado, indicam que em dosagem baixa a curcumina previne danos no material genético das células provocados por compostos tóxicos. Em teores elevados, porém, a curcumina pode até matá-las.

Recentemente a curcumina vem sendo tratada como panaceia pelos meios de comunicação ávidos por dicas de saúde. Corante rotineiro na indústria alimentícia, ela está presente nos mais diversos produtos, de biscoitos a sorvetes, de sopas a margarinas. Também é a base de condimentos como o curry. Na Índia, aliás, seguindo a dieta... 

Cevada contra o Câncer

A maioria dos alimentos indicados contra o câncer são também ótimos para melhorar o sistema imunológico. E tudo que melhora o imunológico é bom para os diversos tipos de tumor, para quem possui o HIV e para todos nós!
Pois a cevada é um destes alimentos poderosos!

Ela aumenta o bolo fecal, o que já ajuda na limpeza e, as bactérias do nosso intestino que se alimentam de celulose, reagem produzindo uma substância protetora contra o câncer intestinal.
Ela é rica em minerais, vitaminas do complexo B, sendo indicada nos casos de anemia, pessoas convalescentes, problemas com colesterol, diabetes.

E para o vegetarianos é mais uma opção que não pode faltar no cardápio junto com a quinua. Para culinária é mais prático e já existe à venda, é a cevadinha.
Em vez de comprar a cevada com casca que exige todo um preparo, melhor comprar a cevadinha como mostra na foto lá em cima.

Mas atenção: NÃO deve ser consumida, bem como o trigo, aveia e centeio, por pessoas celíacas.
Tudo de bom! Vamos aproveitar o que nosso país (ainda) oferece.

Dê uma espiadinha na seção de Receitas!

Benefícios do Ghee



Aqui tenho um link com um artigo de um renomado médico ortomolecular sobre o assunto: http://www.drmarciobontempo.com.br/preview/reportagens/citacao08/citacao08n.asp

Dicas pra você encontrar mais informações sobre o Ghee: "Saúde Perfeita", de Deepak Chopra "A Dieta da Zona Ayurvédica", de Dennis Thompson
Mas aqui seguem alguns benefícios do ghee:

Desobstruindo as artérias (Fonte:http://www.gheenadaprema.com.br/saudavel.html)

Colesterol e o ghee

Mencione a palavra colesterol e logo surgem imagens mentais negativas de artérias obstruídas e outras doenças degenerativas. Certamente isto é parte da história, mas o papel do colesterol na nossa saúde tem sido generalizado e simplificado de forma exagerada para criar uma abordagem curta ao bem-estar. O naturopata John Finnegan escreveu vários livros sobre a qualidade de gorduras e colesterol em nossas dietas alimentares. Uma citação de um dos seus trabalhos recentes diz assim:
O colesterol é o precursor a partir do qual todos os nossos hormônios supra-renais e sexuais vitais são produzidos. É também um poderoso antioxidante que circula pelo sangue quando ingerimos radicais livres prejudiciais em excesso, encontrados em gorduras danificadas e rançosas de margarina e óleos vegetais altamente processados. Promove a saúde da parede intestinal e protege contra o câncer do cólon e desempenha um papel importante para o desenvolvimento do cérebro e do sistema nervoso.
O colesterol na sua forma pura é uma substância poeirenta de coloração leve encontrada em todas as células de tecidos animais. Não é solúvel em água, portanto o organismo cria grupos de lipoproteínas para transportar o colesterol na circulação sangüínea. Estes pequenos grupos de proteínas que transportam o colesterol podem ser tanto HDL (lipoproteínas de alta densidade) ou LDL (lipoproteínas de baixa densidade). Níveis altos de LDL estão associados a doenças cardíacas enquanto acredita-se que o HDL ajuda a manter as artérias limpas auxiliando na remoção do LDL do interior das paredes arteriais. A nossa propensão de apresentar níveis altos de HDL ou LDL na corrente sangüínea é, em parte, hereditária, em parte, devido à dieta e estilo de vida e também influenciada pela função hepática, que produz colesterol para os nossos hormônios, tecidos e ácidos digestivos.
Dr. Narinder Saini, do Centro de Reabilitação Cardíaca em Springfield, Ohio. Ele percebeu que o ghee deve possuir gorduras trans em um nível muito baixo o que explica a crença antiga mantida na Índia de que o ghee promove a saúde, incluindo a saúde cardíaca.
O ghee ou manteiga clarificada é uma melhor escolha do que a margarina e o óleo refinado. O ghee tem sido utilizado em prescrições Ayurvédicas e é o modo de cozinhar em diversas culturas há aproximadamente 2000 anos. Ele possui uma propriedade curativa excepcional não encontrada em outros óleos. Segundo os ensinamentos Ayurvédicos, ele realça o “ojas”, uma essência que controla o organismo e equilibra os hormônios corporais essenciais. Para assegurar um organismo e uma mente sadios você deve ter mais “ojas”. Ele também aumenta a longevidade e possui propriedades antivirais e anticancerígenas.
O colesterol propriamente dito não é prejudicial, porém torna-se prejudicial quando é parcialmente decomposto ou oxidado por substâncias químicas instáveis chamadas radicais livres. O ghee e, especialmente, o ghee orgânico, não possui colesterol oxidado ou ácidos graxos trans e é muito estável em temperaturas mais altas de cozimento. Por ser estável e não ficar rançoso, pode ser armazenado por um longo período de tempo.
O ghee, devido às suas propriedades bioquímicas, utiliza uma quantidade 30% a 40% menor de óleo se comparado com qualquer outro óleo. Uma colher de sopa de óleo ou ghee possui 14 gramas de gordura, mas para cozinhar é preciso aproximadamente 40% menos de ghee, o que significa que, para o mesmo cozimento, você acrescentará somente 8,4 gramas de gordura.
Também é sabido que o ghee possui propriedades antivirais muito poderosas. Se você possui alergias basta mergulhar o dedo indicador no ghee e aspirar pelas narinas para criar uma camada protetora na mucosa que impede que os alergênios criem reações alérgicas.
Várias outras propriedades estão ainda sob investigação e logo tornar-se-ão de conhecimento público.
Se está tentando ingerir menos gordura, vaporize ou salpique ghee aquecido sobre vegetais assados ou cozidos no vapor. Algumas gotas de ghee e ervas frescas picadas confere uma ornamentação maravilhosa para a sopa livre de gordura, arroz, massas ou feijões cozidos.

Como reagir às reações
Alergias lácteas e o ghee
 
Uma reação alérgica é a resposta do organismo à percepção de um invasor estranho. No caso de alergias alimentares, a intolerância à lactose é surpreendentemente comum em adultos acima dos 20 anos. Uma pessoa intolerante à lactose irá se referir freqüentemente a sua alergia láctea. Especificamente, esta pessoa produz quantidades inadequadas de lactose no intestino fino e digere inadequadamente os açúcares naturais de produtos lácteos. É raramente considerada mortal, porém pode ser crônica e limitar gravemente os tipos de alimentos na dieta. Para uma pessoa com intolerância à lactose uma taça de sorvete ou um copo de leite pode resultar em uma reação acelerada que varia de inchaço, diarréia, irritação nas cavidades ósseas ou urticária. Embora a manteiga contenha muito menos lactose que o leite ou o queijo, um indivíduo com intolerância grave à produtos lácteos não pode ingerir manteiga sem conseqüências. O ghee, por não possuir lactose, é uma adição bem-vinda a uma dieta em geral altamente restrita. Isto também é verdade para pessoas com cândida ou distúrbios no sistema imunológico. Verifique com o seu médico sobre a inclusão do ghee na sua dieta se possuir intolerância à lactose.
Durante o processo de aquecimento da manteiga para a preparação do ghee, as partículas de nata, que contêm lactose ou os açúcares do leite, aderem ao fundo da panela como uma crosta de cor levemente marrom. Estas cozidas nos sólidos da nata são descartadas à medida que o puro óleo de manteiga (o ghee) é despejado e vedado em potes. Portanto, o ghee tradicional é, por natureza, livre de lactose e proteínas. Sempre imaginei o ghee como um produto não-lácteo porque ele não compartilha várias das mesmas propriedades com o leite ou o queijo. Não precisa de refrigeração, não fica rançoso e é, na verdade, bom para os que não podem ingerir produtos lácteos.
 
Como afirma o Dr. David Simon, diretor médico do Chopra Center for Well Being:
Segundo a Ayurveda, o ghee possui a distinção extraordinária de acentuar o bem-estar em praticamente qualquer circunstância concebível. Ele nutre, desintoxica e transporta voluntariamente ervas curativas para as nossas células e tecidos. Não é de se estranhar que o ghee é visto como um presente dos deuses.
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