Aqui você encontra de tudo um pouco. E cada dia mais um pouquinho! Por onde ando e por onde andarei, sentimentos, perguntas, respostas, protestos. Só espero poder contribuir com a minha curiosidade, trazer reflexão por alguns instantes e contagiar com minha alegria!!! Seja Bem-Vindo e Obrigada pela Visitinha!
Páginas
wibiya widget
Meu Perfil
- Flá
- Natal, RN, Brazil
- Quem sou Eu??? Ahhh....!!! Curiosa por natureza, gente fina (rs), com o riso meio frouxo, alguém feliz , mas sempre em busca de mais e mais! Tudo na minha vida tem seus extremos. Desde o tempero na comida até o sentimento. Tudo na minha vida precisa de mudanças, desde o móvel da sala até o rumo da própria vida. Eu gosto dessa "rotina imprevisível". Sabe...? Uns dizem que me conhecem, outros nem tanto, muitos só de vista, alguns lembram da minha risada, mas uns poucos têm acesso ao meu íntimo. Estou criando esse blog pra deixar gravado um pouco de mim! Deixar minha impressões e expressões. Fazer minha terapia. Desamarrar o nó da garganta, chorar minhas pitangas, minhas dúvidas e respostas, deixar um pedacinho da Flávia nesse mundo virtual. Não é um diário, nem a sala do psicanalista, este blog é parte de mim, do meu jeito, como eu quero. Como sou e gostaria de ser. Obrigada pela visitinha e se gostou ou não do que viu, deixe seu comentário!
TÁ EM DÚVIDA??? CONSULTE AQUI QUE É BOM PRA BURRO!
Mostrando postagens com marcador Momentos de Reflexão. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Momentos de Reflexão. Mostrar todas as postagens
Desistir ou Prosseguir???
PORQUE RAZÃO DESISTIMOS DOS NOSSOS OBJETIVOS?
Quando ainda era um jovem atleta,
iniciei-me nas corridas de corta-mato e estrada. Mas, revelo que não
tinha qualquer talento para as corridas de fundo e meio-fundo, o que
mais tarde se viria a comprovar com a minha paixão no salto em altura e
no qual consegui atingir alguns bons resultados a nível nacional.
Voltemos então às corridas de meio fundo, onde eu sempre que entrava em
competição passava por um calvário mental, uma luta entre a dor,
angustia e o orgulho de não desistir. Era um desconforto enorme que eu
sentia assim que se instalava o cansaço, as dores nas pernas e a
respiração ofegante e dolorosa. Depois, sempre que eu entrava neste tipo
de competição, acontecia algo de curioso, a minha mente era pródiga em
lembrar-me o quanto eu tinha sofrido na corrida anterior e rapidamente
se projetava uns quilómetros mais para a frente, para a meta. E assim,
abruptamente só pensava em parar.
Só pensava em chegar ao fim, só pensava
no momento em que eu iria parar assim que terminasse, que terminasse a
corrida e as minhas dores horríveis. A ideia que a minha dor poderia
terminar era tão incisiva que a minha capacidade para lhe resistir caía
drasticamente. Naturalmente, a quantidade de dor que eu estava sentindo
naquele momento não era pior do que a quantidade que eu sentia no
momento anterior. O que tinha mudado era a minha capacidade para lidar
com a dor. Porquê? Porque quando a minha mente começou a visualizar o
fim da corrida, deixou de conseguir gerir a dor que o meu corpo estava a
sentir, desviei o foco da minha atenção para onde não devia. Focando-me
na meta a minha capacidade de resistência à dor reduziu drasticamente.
Ainda assim, nunca desisti por 3 razões:
- Não me via como alguém que fosse capaz de desistir
- Gostava sempre de atingir aquilo a que me propunha
- O orgulho era maior do que a dor que sentia
FOQUE-SE NAS SUAS MOTIVAÇÕES PODEROSAS
Penso que este tipo de situações e
pensamentos por vezes também ocorrem noutras áreas da nossa vida. A
partir do momento em que nos propomos a um objetivo exigente, a um
desafio empolgante ou a mudar algo, inúmeras razões poderão surgir que
nos empurram para a dúvida e incerteza (por exemplo, o medo do fracasso,
medo do sucesso, a preguiça, falta de acreditar em nós mesmos, etc).
Uma maneira de pensar sobre o porquê de não desistirmos é que outras
motivações mais poderosas atraem a nossa atenção (por exemplo, o desejo
de melhorar o nosso nível de aptidão, reduzir o nosso nível de gordura,
ter prestígio, ganhar dinheiro).
A ideia de desistir só permanece na nossa mente enquanto existirem
razões para desistirmos, mas as probabilidades de desistirmos só
aumentam quando nos focamos na desistência.
Nós não acabamos por desistir de algo
porque enfrentamos muitos obstáculos ou por esses obstáculos serem muito
difíceis. Nós acabamos por desistir porque em determinadas situações
somos demasiado fracos. Na grande maioria da vezes não porque na
realidade o somos, mas principalmente por pensarmos que somos fracos.
Acredito firmemente, que o ponto de inflexão no qual não podemos mais
evitar prestar atenção na ideia de desistir, é o ponto em que as nossas
forças nos abandonam, e isto pode ser alterado. Nós podemos tornar-nos
mais fortes em algumas áreas da nossa vida ou perante determinadas
situações se desafiarmos a nossa fraqueza, mesmo que no inicio não
sejamos bem sucedidos. Aumentar a resiliência, física e mental, é um
processo árduo não linear. Ou seja, é um processo preenchido por avanços
e recuos, períodos de progresso e períodos de regressão. O que importa é
não desistir. A não ser que se comprove que a desistência é a melhor
opção. Mas, isto será sempre a excepção.
OS CONTRATEMPOS SÃO PARTE DA MUDANÇA DE MENTALIDADE
Todos nós, mais tarde ou mais cedo somos confrontados com contratempos na nossa vida. Existem razões para alguns de nós ficarmos paralisados nestas situações levando-nos à desistência. Apresento, 3 dos maiores obstáculos que promovem a desistência:- Você não antecipa as razões que o podem levar a falhar
- Você não antecipa formas de lidar com os contratempos
- Você não acredita que consegue mudar
Assim que você se proponha a mudar e comece a fazer alguns progressos, é provável que se depare com alguns contratempos.
Os contratempos fazem parte do processo para nos tornarmos mais
resilientes na vida. As mudanças não são acontecimentos lineares,
ocorrendo por vezes em 3 passos para a frente e 2 para trás. Os
resultados bem sucedidos são originados pelo foco contínuo nos passos
que damos em frente. Ao invés de usar os contratempos como desculpas
para desistir, use-os como oportunidades para aprender acerca do que não
funciona na sua vida e o que necessita de ser mudado. O fracasso é uma opção, mas o medo não.
Se você olhar para os
contratempos como experiências de aprendizagem, facilitará certamente a
preparação de um novo plano para evitar as dificuldade e seguir em
frente. Se olhar para os recuos e obstáculos como falhanços,
coloca-se no caminho da desistência. A melhor estratégia é tentar
perceber o que funciona. O que não funciona? Continue a fazer as coisas
que funcionam e analise novas abordagens naquelas em que não teve
sucesso. Faça alguma coisa que não tenha feito antes. Não desista do seu
objetivo, tente uma abordagem com uma perspectiva diferente. Em treino,
aos atletas, quando eles enfrentam algumas dificuldades na realização
de exercícios exigentes, e repetidamente falham, digo-lhes para
experimentarem fazerem o que lhes está a ser pedido de forma diferente,
para experimentarem novas formas, novos movimentos.
Existe uma diferença entre um lapso/recuso e uma recaída.
Um lapso pode ser definido por um breve retorno a um comportamento ou
atitude indesejável e uma recaída como um completo retorno para velhos
hábitos/atitudes, e/ou pensamentos. Se você fumar um cigarro, você não
deitou tudo a perder na sua intenção de deixar de fumar, mas se você
voltar a fumar um maço inteiro por dia, então sim, podemos dizer
que interrompeu o processo de mudança e desistiu do seu projeto de
desabituação tabágica. Se você recuar um pouco e por lapso tiver
comportamentos indesejados, desde que breves, pode usar isso para obter
informação acerca das situações que são mais tentadoras e/ou
incapacitantes e formular novas formas de lidar com os problemas em
futuros cenários.
TENTE, TENTE SEMPRE QUE LHE SEJA POSSÍVEL
O risco de tornar-se enraizado em
pensamentos auto-destrutivos, quando você é derrotado por si mesmo (ou
seja, optar por desistir), devemos perceber, que é muito maior do que
quando é derrotado por acontecimentos exteriores ou que não estão sobre o
seu controlo. Pode muito bem ser psicologicamente mais benéfico se você
se propuser a tentar novamente, esta atitude é bastante mais adequada,
do que entrar numa atitude de raciocínio desfavorável, enveredando numa
narrativa que o define como desistente e, portanto, merecedor de
insucesso.
Mas a auto-sabotagem é uma falsa narrativa.
Mesmo que falhe porque decidiu desistir, você pode tentar novamente.
Deverá relembrar-se constantemente que o fato de tentar, aumenta as
suas hipóteses de ignorar as vozes que ecoam na sua cabeça, dizendo-lhe
para desistir. Relembre-se sempre, que a chave para a vitória é a sua
força interior, e a chave para desenvolver essa força é tentar de novo,
não se agarrando aos fatores desculpabilizantes. Pense positivo, insista no pensamento positivo.
Algumas da razões pelas quais a
desistência na grande maioria das vezes tem um valor negativo e
desadequado foram apresentadas. Proponho-lhe que faça uma lista acerca
de novas formas de como lidar com os obstáculos e contratempos no
futuro. A seguir apresento uma lista construída com base em respostas de
pacientes em consulta clínica. Use-a para que o possa ajudar a
identificar as mudanças que quer fazer, e escreva alguma das razões que o
fazem pensar não conseguir vir a ser bem sucedido.
Apresento ainda uma “fórmula” para usar
na resolução de problemas. Pode usar estes passos para descobrir
soluções alternativas que não tenham sido apresentadas nos exemplos
anteriores:
-
Escreva os detalhes dos problemas ou contratempos mais significativos na sua vida. Passe a usar um registro que descreva detalhadamente as razões que encontra para o fato de não ter conseguido alcançar os resultados que desejava.
-
Soluções de brainstorming. Trabalhe com outras pessoas, medite, leia, mantenha uma mente aberta, escreva todas as alternativas que lhe passem na cabeça sobre como pode lidar com a situação.
-
Escolha várias soluções. Reveja as soluções, e foque-se naquela que lhe parece ser a melhor.
-
Implemente as soluções. Idealize um plano para a acção. Seja paciente e persistente até que obtenha os resultados que deseja.
-
Use a sua força de vontade para manter a sua atenção na finalização do resultado que deseja. Insista, persista, a persistência torna-se num hábito.
E aí??? Vai desistir???
Autor do texto: Miguel Lucas
Cada um vê o que lhe é conveniente...
Mas felizmente tem a capacidade de raciocinar e discernir o que é bom ou não para si
E só então dar um passo de cada vez
Pois ninguém pode dar o que não tem nem ser o que não é
Por isso, eu posso não concordar com sua postura ou opinião, mas sempre vou respeitar os seus limites de aprendizado.
Motivação
Copiado integralmente do blog A vida simples assim, pq eu adorei, mas segue abaixo o texto completo:
A revista Isto é publicou esta entrevista por Camilo Vanucci, gostei e resolvi compartilhar.
O entrevistado é Roberto Shinyashiki, médico psiquiatra, com Pós-Graduação em administração de empresas pela USP, consultor organizacional e conferencista de renome nacional e internacional.
Em “Heróis de Verdade”, o escritor combate a supervalorização das Aparências, diz que falta ao Brasil competência, e não auto-estima.
ISTOÉ – QUEM SÃO OS HERÓIS DE VERDADE?
Roberto Shinyashiki — Nossa sociedade ensina que, para ser uma pessoa de sucesso, você precisa ser diretor de uma multinacional, ter carro importado, viajar de primeira classe.
O mundo define que poucas pessoas deram certo. Isso é uma loucura.
Para cada diretor de empresa, há milhares de funcionários que não chegaram a ser gerentes.
E essas pessoas são tratadas como uma multidão de fracassados.
Quando olha para a própria vida, a maioria se convence de que não valeu a pena porque não conseguiu ter o carro nem a casa maravilhosa.
Para mim, é importante que o filho da moça que trabalha na minha casa possa se orgulhar da mãe. O mundo precisa de pessoas mais simples e transparentes.
Heróis de verdade são aqueles que trabalham para realizar seus projetos de vida, e não para impressionar os outros.
São pessoas que sabem pedir desculpas e admitir que erraram.
ISTOÉ — O SR. CITARIA EXEMPLOS?
Shinyashiki — Quando eu nasci, minha mãe era empregada doméstica e meu pai, órfão aos sete anos,empregado em uma farmácia .
Morávamos em um bairro miserável em São Vicente (SP) chamado Vila Margarida. Eles são meus heróis.
Conseguiram criar seus quatro filhos, que hoje estão bem.
Acho lindo quando o Cafu põe uma camisa em que está escrito “100% Jardim Irene”.
É pena que a maior parte das pessoas esconda suas raízes.
O resultado é um mundo vítima da depressão, doença que acomete hoje 10% da população americana.
Em países como Japão, Suécia e Noruega, há mais suicídio do que homicídio. Por que tanta gente se mata?
Parte da culpa está na depressão das aparências, que acomete a mulher que, embora não ame mais o marido, mantém o casamento, ou o homem que passa décadas em um emprego que não o faz se sentir realizado, mas o faz se sentir seguro.
ISTOÉ — Qual o resultado disso?
Shinyashiki — Paranóia e depressão cada vez mais precoces.
O pai quer preparar o filho para o futuro e mete o menino em aulas de inglês, informática e mandarim.
Aos nove ou dez anos a depressão aparece.
A única coisa que prepara uma criança para o futuro é ela poder ser criança.
Com a desculpa de prepará-los para o futuro, os malucos dos pais estão roubando a infância dos filhos.
Essas crianças serão adultos inseguros e terão discursos hipócritas.
Aliás, a hipocrisia já predomina no mundo corporativo.
ISTOÉ – Por quê?
Shinyashiki — O mundo corporativo virou um mundo de faz-de-conta, a começar pelo processo de recrutamento.
É contratado o sujeito com mais marketing pessoal.
As corporações valorizam mais a auto-estima do que a competência.
Sou presidente da Editora Gente e entrevistei uma moça que respondia todas as minhas perguntas com uma ou duas palavras.
Disse que ela não parecia demonstrar interesse. Ela me respondeu estar muito interessada, mas, como falava pouco, pediu que eu pesasse o desempenho dela, e não a conversa.
Até porque ela era candidata a um emprego na contabilidade, e não de relações públicas. Contratei-a na hora.
Num processo clássico de seleção, ela não passaria da primeira etapa.
ISTOÉ — Há um script estabelecido?
Shinyashiki — Sim. Quer ver uma pergunta estúpida feita por um Presidente de multinacional no programa O aprendiz ?
“Qual é seu defeito?”
Todos respondem que o defeito é não pensar na vida pessoal:
“Eu mergulho de cabeça na empresa.
Preciso aprender a relaxar”.
É exatamente o que o Chefe quer escutar.
Por que você acha que nunca alguém respondeu ser desorganizado ou esquecido?
É contratado quem é bom em conversar, em fingir. Da mesma forma, na maioria das vezes, são promovidos aqueles que fazem o jogo do poder.
O vice-presidente de uma as maiores empresas do planeta me disse:
” Sabe, Roberto, ninguém chega à vice-presidência sem mentir”.
Isso significa que quem fala a verdade não chega a diretor?
ISTOÉ — Temos um modelo de gestão que premia pessoas mal preparadas?
Shinyashiki — Ele cria pessoas arrogantes, que não têm a humildade de se preparar, que não têm capacidade de ler um livro até o fim e não se preocupam com o conhecimento.
Muitas equipes precisam de motivação, mas o maior problema no Brasil é competência.
CUIDADO COM OS BURROS MOTIVADOS.
Há muita gente motivada fazendo besteira.
Não adianta você assumir uma função para a qual não está preparado.
Fui cirurgião e me orgulho de nunca um paciente ter morrido na minha mão.
Mas tenho a humildade de reconhecer que isso nunca aconteceu graças a meus chefes, que foram sábios em não me dar um caso para o qual eu não estava preparado.
Hoje, o garoto sai da faculdade achando que sabe fazer uma neurocirurgia.
O Brasil se tornou incompetente e não acordou para isso.
ISTOÉ — Está sobrando auto-estima?
Shinyashiki — Falta às pessoas a verdadeira auto-estima.
Se eu preciso que os outros digam que sou o melhor, minha auto-estima está baixa.
Antes, o ter conseguia substituir o ser.
O cara mal-educado dava uma gorjeta alta para conquistar o respeito do garçom.
Hoje, como as pessoas não conseguem nem ser nem ter, o objetivo de vida se tornou parecer.
As pessoas parecem que sabem, parece que fazem, parece que acreditam.
E poucos são humildes para confessar que não sabem.
Há muitas mulheres solitárias no Brasil que preferem dizer que é melhor assim.
Embora a auto-estima esteja baixa, fazem pose de que está tudo bem.
ISTOÉ — Por que nos deixamos levar por essa necessidade de sermos perfeitos em tudo e de valorizar a aparência?
Shinyashiki — Isso vem do vazio que sentimos. A gente continua valorizando os heróis.
Quem vai salvar o Brasil? O Lula.
Quem vai salvar o time? O técnico.
Quem vai salvar meu casamento? O terapeuta.
O problema é que eles não vão salvar nada! Tive um professor de filosofia que dizia:
“Quando você quiser entender a essência do ser
humano, imagine a rainha Elizabeth com uma crise de diarréia durante um jantar no Palácio de Buckingham”.
Pode parecer incrível, mas a rainha Elizabeth também tem diarréia.
Ela certamente já teve dor de dente, já chorou de tristeza, já fez coisas que não deram certo.
A gente tem de parar de procurar super-heróis. Porque se o super-herói não segura a onda, todo mundo o considera um fracassado.
ISTOÉ — O conceito muda quando a expectativa não se comprova?
Shinyashiki — Exatamente.
A gente não é super-herói nem superfracassado. A gente acerta, erra, tem dias de alegria e dias de tristeza. Não há nada de errado nisso.
Hoje, as pessoas estão questionando o Lula em parte porque acreditavam que ele fosse mudar
suas vidas e se decepcionaram.
A crise será positiva se elas entenderem que a responsabilidade pela própria vida é delas.
ISTOÉ — Muitas pessoas acham que é fácil para o Roberto Shinyashiki dizer essas coisas, já que ele é bem-sucedido. O senhor tem defeitos?
Shinyashiki — Tenho minhas angústias e inseguranças.
Mas aceitá-las faz minha vida fluir facilmente.
Há várias coisas que eu queria e não consegui.
Jogar na Seleção Brasileira, tocar nos Beatles (risos).
Meu filho mais velho nasceu com uma doença cerebral e hoje tem 25 anos.
Com uma criança especial, eu aprendi que ou eu a amo do jeito que ela é ou vou massacrá-la o resto da vida para ser o filho que eu gostaria que fosse.
Quando olho para trás, vejo que 60% das coisas que fiz deram certo.
O resto foram apostas e erros.
Dia desses apostei na edição de um livro que não deu certo.
Um amigão me perguntou:
” Quem decidiu publicar esse livro?”
Eu respondi que tinha sido eu. O erro foi meu.
Não preciso mentir.
ISTOÉ – Como as pessoas podem se livrar dessa tirania da aparência?
Shinyashiki — O primeiro passo é pensar nas coisas que fazem as pessoas cederem a essa tirania e tentar evitá-las.
São três fraquezas.
A primeira é precisar de aplauso, a segunda é precisar se sentir amada e a terceira é buscar segurança.
Os Beatles foram recusados por gravadoras e nem por isso desistiram.
Hoje, o erro das escolas de música é definir o estilo do aluno.
Elas ensinam a tocar como o Steve Vai, o B. B. King ou o Keith Richards.
Os MBAs têm o mesmo problema: ensinam os alunos a serem covers do Bill Gates.
O que as escolas deveriam fazer é ajudar o aluno a desenvolver suas próprias potencialidades.
ISTOÉ — Muitas pessoas têm buscado sonhos que não são seus?
Shinyashiki — A sociedade quer definir o que é certo.
São quatro loucuras da sociedade.
A primeira é instituir que todos têm de ter
sucesso, como se ele não tivesse significados individuais.
A segunda loucura é: Você tem de estar feliz todos os dias.
A terceira é: Você tem que comprar tudo o que puder.
O resultado é esse consumismo absurdo.
Por fim, a quarta loucura:
Você tem de fazer as coisas do jeito certo.
Jeito certo não existe!
Não há um caminho único para se fazer as coisas. As metas são interessantes para o sucesso, mas não para a felicidade.
Felicidade não é uma meta, mas um estado de espírito.
Tem gente que diz que não será feliz enquanto não casar, enquanto outros se dizem infelizes justamente por causa do casamento.
Você pode ser feliz tomando sorvete, ficando em casa com a família ou com amigos verdadeiros, levando os filhos para brincar ou indo a praia ou ao cinema.
Quando era recém-formado em São Paulo,
trabalhei em um hospital de pacientes terminais. Todos os dias morriam nove ou dez pacientes.
Eu sempre procurei conversar com eles na hora da morte.
A maior parte pega o médico pela camisa e diz:
“Doutor, não me deixe morrer.
Eu me sacrifiquei a vida inteira, agora eu quero aproveitá-la e ser feliz”.
Eu sentia uma dor enorme por não poder fazer nada.
Ali eu aprendi que a felicidade é feita de coisas pequenas.
Ninguém na hora da morte diz se arrepender por não ter aplicado o dinheiro em imóveis ou ações, mas sim de ter esperado muito tempo ou perdido várias oportunidades para aproveitar a vida .
Segue link para matéria: Revista Isto É
A revista Isto é publicou esta entrevista por Camilo Vanucci, gostei e resolvi compartilhar.
O entrevistado é Roberto Shinyashiki, médico psiquiatra, com Pós-Graduação em administração de empresas pela USP, consultor organizacional e conferencista de renome nacional e internacional.
Em “Heróis de Verdade”, o escritor combate a supervalorização das Aparências, diz que falta ao Brasil competência, e não auto-estima.
ISTOÉ – QUEM SÃO OS HERÓIS DE VERDADE?
Roberto Shinyashiki — Nossa sociedade ensina que, para ser uma pessoa de sucesso, você precisa ser diretor de uma multinacional, ter carro importado, viajar de primeira classe.
O mundo define que poucas pessoas deram certo. Isso é uma loucura.
Para cada diretor de empresa, há milhares de funcionários que não chegaram a ser gerentes.
E essas pessoas são tratadas como uma multidão de fracassados.
Quando olha para a própria vida, a maioria se convence de que não valeu a pena porque não conseguiu ter o carro nem a casa maravilhosa.
Para mim, é importante que o filho da moça que trabalha na minha casa possa se orgulhar da mãe. O mundo precisa de pessoas mais simples e transparentes.
Heróis de verdade são aqueles que trabalham para realizar seus projetos de vida, e não para impressionar os outros.
São pessoas que sabem pedir desculpas e admitir que erraram.
ISTOÉ — O SR. CITARIA EXEMPLOS?
Shinyashiki — Quando eu nasci, minha mãe era empregada doméstica e meu pai, órfão aos sete anos,empregado em uma farmácia .
Morávamos em um bairro miserável em São Vicente (SP) chamado Vila Margarida. Eles são meus heróis.
Conseguiram criar seus quatro filhos, que hoje estão bem.
Acho lindo quando o Cafu põe uma camisa em que está escrito “100% Jardim Irene”.
É pena que a maior parte das pessoas esconda suas raízes.
O resultado é um mundo vítima da depressão, doença que acomete hoje 10% da população americana.
Em países como Japão, Suécia e Noruega, há mais suicídio do que homicídio. Por que tanta gente se mata?
Parte da culpa está na depressão das aparências, que acomete a mulher que, embora não ame mais o marido, mantém o casamento, ou o homem que passa décadas em um emprego que não o faz se sentir realizado, mas o faz se sentir seguro.
ISTOÉ — Qual o resultado disso?
Shinyashiki — Paranóia e depressão cada vez mais precoces.
O pai quer preparar o filho para o futuro e mete o menino em aulas de inglês, informática e mandarim.
Aos nove ou dez anos a depressão aparece.
A única coisa que prepara uma criança para o futuro é ela poder ser criança.
Com a desculpa de prepará-los para o futuro, os malucos dos pais estão roubando a infância dos filhos.
Essas crianças serão adultos inseguros e terão discursos hipócritas.
Aliás, a hipocrisia já predomina no mundo corporativo.
ISTOÉ – Por quê?
Shinyashiki — O mundo corporativo virou um mundo de faz-de-conta, a começar pelo processo de recrutamento.
É contratado o sujeito com mais marketing pessoal.
As corporações valorizam mais a auto-estima do que a competência.
Sou presidente da Editora Gente e entrevistei uma moça que respondia todas as minhas perguntas com uma ou duas palavras.
Disse que ela não parecia demonstrar interesse. Ela me respondeu estar muito interessada, mas, como falava pouco, pediu que eu pesasse o desempenho dela, e não a conversa.
Até porque ela era candidata a um emprego na contabilidade, e não de relações públicas. Contratei-a na hora.
Num processo clássico de seleção, ela não passaria da primeira etapa.
ISTOÉ — Há um script estabelecido?
Shinyashiki — Sim. Quer ver uma pergunta estúpida feita por um Presidente de multinacional no programa O aprendiz ?
“Qual é seu defeito?”
Todos respondem que o defeito é não pensar na vida pessoal:
“Eu mergulho de cabeça na empresa.
Preciso aprender a relaxar”.
É exatamente o que o Chefe quer escutar.
Por que você acha que nunca alguém respondeu ser desorganizado ou esquecido?
É contratado quem é bom em conversar, em fingir. Da mesma forma, na maioria das vezes, são promovidos aqueles que fazem o jogo do poder.
O vice-presidente de uma as maiores empresas do planeta me disse:
” Sabe, Roberto, ninguém chega à vice-presidência sem mentir”.
Isso significa que quem fala a verdade não chega a diretor?
ISTOÉ — Temos um modelo de gestão que premia pessoas mal preparadas?
Shinyashiki — Ele cria pessoas arrogantes, que não têm a humildade de se preparar, que não têm capacidade de ler um livro até o fim e não se preocupam com o conhecimento.
Muitas equipes precisam de motivação, mas o maior problema no Brasil é competência.
CUIDADO COM OS BURROS MOTIVADOS.
Há muita gente motivada fazendo besteira.
Não adianta você assumir uma função para a qual não está preparado.
Fui cirurgião e me orgulho de nunca um paciente ter morrido na minha mão.
Mas tenho a humildade de reconhecer que isso nunca aconteceu graças a meus chefes, que foram sábios em não me dar um caso para o qual eu não estava preparado.
Hoje, o garoto sai da faculdade achando que sabe fazer uma neurocirurgia.
O Brasil se tornou incompetente e não acordou para isso.
ISTOÉ — Está sobrando auto-estima?
Shinyashiki — Falta às pessoas a verdadeira auto-estima.
Se eu preciso que os outros digam que sou o melhor, minha auto-estima está baixa.
Antes, o ter conseguia substituir o ser.
O cara mal-educado dava uma gorjeta alta para conquistar o respeito do garçom.
Hoje, como as pessoas não conseguem nem ser nem ter, o objetivo de vida se tornou parecer.
As pessoas parecem que sabem, parece que fazem, parece que acreditam.
E poucos são humildes para confessar que não sabem.
Há muitas mulheres solitárias no Brasil que preferem dizer que é melhor assim.
Embora a auto-estima esteja baixa, fazem pose de que está tudo bem.
ISTOÉ — Por que nos deixamos levar por essa necessidade de sermos perfeitos em tudo e de valorizar a aparência?
Shinyashiki — Isso vem do vazio que sentimos. A gente continua valorizando os heróis.
Quem vai salvar o Brasil? O Lula.
Quem vai salvar o time? O técnico.
Quem vai salvar meu casamento? O terapeuta.
O problema é que eles não vão salvar nada! Tive um professor de filosofia que dizia:
“Quando você quiser entender a essência do ser
humano, imagine a rainha Elizabeth com uma crise de diarréia durante um jantar no Palácio de Buckingham”.
Pode parecer incrível, mas a rainha Elizabeth também tem diarréia.
Ela certamente já teve dor de dente, já chorou de tristeza, já fez coisas que não deram certo.
A gente tem de parar de procurar super-heróis. Porque se o super-herói não segura a onda, todo mundo o considera um fracassado.
ISTOÉ — O conceito muda quando a expectativa não se comprova?
Shinyashiki — Exatamente.
A gente não é super-herói nem superfracassado. A gente acerta, erra, tem dias de alegria e dias de tristeza. Não há nada de errado nisso.
Hoje, as pessoas estão questionando o Lula em parte porque acreditavam que ele fosse mudar
suas vidas e se decepcionaram.
A crise será positiva se elas entenderem que a responsabilidade pela própria vida é delas.
ISTOÉ — Muitas pessoas acham que é fácil para o Roberto Shinyashiki dizer essas coisas, já que ele é bem-sucedido. O senhor tem defeitos?
Shinyashiki — Tenho minhas angústias e inseguranças.
Mas aceitá-las faz minha vida fluir facilmente.
Há várias coisas que eu queria e não consegui.
Jogar na Seleção Brasileira, tocar nos Beatles (risos).
Meu filho mais velho nasceu com uma doença cerebral e hoje tem 25 anos.
Com uma criança especial, eu aprendi que ou eu a amo do jeito que ela é ou vou massacrá-la o resto da vida para ser o filho que eu gostaria que fosse.
Quando olho para trás, vejo que 60% das coisas que fiz deram certo.
O resto foram apostas e erros.
Dia desses apostei na edição de um livro que não deu certo.
Um amigão me perguntou:
” Quem decidiu publicar esse livro?”
Eu respondi que tinha sido eu. O erro foi meu.
Não preciso mentir.
ISTOÉ – Como as pessoas podem se livrar dessa tirania da aparência?
Shinyashiki — O primeiro passo é pensar nas coisas que fazem as pessoas cederem a essa tirania e tentar evitá-las.
São três fraquezas.
A primeira é precisar de aplauso, a segunda é precisar se sentir amada e a terceira é buscar segurança.
Os Beatles foram recusados por gravadoras e nem por isso desistiram.
Hoje, o erro das escolas de música é definir o estilo do aluno.
Elas ensinam a tocar como o Steve Vai, o B. B. King ou o Keith Richards.
Os MBAs têm o mesmo problema: ensinam os alunos a serem covers do Bill Gates.
O que as escolas deveriam fazer é ajudar o aluno a desenvolver suas próprias potencialidades.
ISTOÉ — Muitas pessoas têm buscado sonhos que não são seus?
Shinyashiki — A sociedade quer definir o que é certo.
São quatro loucuras da sociedade.
A primeira é instituir que todos têm de ter
sucesso, como se ele não tivesse significados individuais.
A segunda loucura é: Você tem de estar feliz todos os dias.
A terceira é: Você tem que comprar tudo o que puder.
O resultado é esse consumismo absurdo.
Por fim, a quarta loucura:
Você tem de fazer as coisas do jeito certo.
Jeito certo não existe!
Não há um caminho único para se fazer as coisas. As metas são interessantes para o sucesso, mas não para a felicidade.
Felicidade não é uma meta, mas um estado de espírito.
Tem gente que diz que não será feliz enquanto não casar, enquanto outros se dizem infelizes justamente por causa do casamento.
Você pode ser feliz tomando sorvete, ficando em casa com a família ou com amigos verdadeiros, levando os filhos para brincar ou indo a praia ou ao cinema.
Quando era recém-formado em São Paulo,
trabalhei em um hospital de pacientes terminais. Todos os dias morriam nove ou dez pacientes.
Eu sempre procurei conversar com eles na hora da morte.
A maior parte pega o médico pela camisa e diz:
“Doutor, não me deixe morrer.
Eu me sacrifiquei a vida inteira, agora eu quero aproveitá-la e ser feliz”.
Eu sentia uma dor enorme por não poder fazer nada.
Ali eu aprendi que a felicidade é feita de coisas pequenas.
Ninguém na hora da morte diz se arrepender por não ter aplicado o dinheiro em imóveis ou ações, mas sim de ter esperado muito tempo ou perdido várias oportunidades para aproveitar a vida .
Segue link para matéria: Revista Isto É
Ser Mulher...!
"Jamais permitas que algum homem a escravize, nasceste livre para amar e não para ser escrava.
Jamais permitas que teu coração sofra em nome do amor.
Amar é um ato de felicidade, por quê sofrer?
Jamais permitas que teus olhos derramem lágrimas por alguém que jamais fará você sorrir!
Jamais permitas que teu coração sofra em nome do amor.
Amar é um ato de felicidade, por quê sofrer?
Jamais permitas que teus olhos derramem lágrimas por alguém que jamais fará você sorrir!
Jamais permitas que o uso do teu próprio corpo seja cerceado.O corpo é moradia do espírito, por quê mantê-lo aprisionado?
Jamais te permitas ficar horas esperando por alguém que jamais virá, mesmo tendo prometido.
Jamais te permitas ficar horas esperando por alguém que jamais virá, mesmo tendo prometido.
Jamais permitas que teu nome seja pronunciado em vão por um homem cujo nome tu sequer sabes!
Jamais permitas que teu tempo, corpo e coração seja desperdiçado por alguém que nunca terá tempo para ti.
Jamais permitas ouvir gritos em teu ouvido.
O Amor é o único que pode falar mais alto!
Jamais permitas que paixões desenfreadas te transportem de um mundo real para outro que nunca existiu.
Jamais permitas que os outros sonhos se misturem aos seus, fazendo-os virar um grande pesadelo.
Jamais acredites que alguém possa voltar quando nunca esteve presente.
Jamais
permitas que teu útero gere um filho que nunca terá um pai. (E se tu o
gerar saiba que a dádiva da Mãe-Deusa é apenas Tua, crie e eduque teu
filho/filha de modo que possa vir a ter força e jamais tema ser mãe
solteira; o pecado está apenas na mente dos fracos.)
Jamais permitas viver na dependência de um homem como se tu tivesses nascido inválida.
Jamais permitas viver na dependência de um homem como se tu tivesses nascido inválida.
Jamais permitas que a dor, a tristeza, a solidão, o ódio, o ressentimento, o ciúme, o remorso e tudo aquilo que possa tirar os brilho de teus olhos a dominem, fazendo arrefecer a força que existe dentro de ti.
E, sobretudo, jamais permita-se perder a dignidade de ser mulher!"
Provável código de honra e moral das mulheres sábias e sacerdotisas celtas.
(Para ser utilizado também como um código de conduta e moral feminina entre todas as Mulheres e Filhas da Grande Mãe)
Professor do Século XVIII
Em pleno século XX, o sr. Teixeira, um grande professor brasileiro do século XVIII, voltou ao Brasil e, chegando à sua cidade, ficou abismado com o que viu: as casas eram altíssimas e cheias de janelas, as ruas pretas e passavam umas sobre as outras, com uma infinidade de máquinas andando em velocidade; o povo falava muitas palavras que o professor Teixeira não conhecia (poluição, telefone, avião, rádio, barato, metrô, televisão, computador, internet...). As roupas deixavam o professor Teixeira ruborizado. Tudo havia mudado. Muito surpreso e preocupado, o professor visitou a cidade inteira e, cada vez mais compreendia menos o que estava acontecendo. Resolveu então visitar uma igreja, mas que susto levou. O padre rezava missa, não em latim, mas em português e de costas para o altar; o órgão estava parado e um grupo de cabeludos tocavam nas guitarras uma música estranha, ao invés do canto gregoriano. O desespero do professor aumentava. Resolveu ainda visitar algumas famílias. Mas... o que significava aquilo? Depois do jantar todos se reuniram durante muitas horas para adorar um aparelho que mostrava imagens e emitia sons. O professor Teixeira ficou impressionado com tanta capacidade de concentração e de adoração!!! Ninguém falava uma palavra diante do aparelho. Tudo havia mudado completamente e o professor Teixeira desanimava cada vez mais, até que resolveu visitar uma escola. Foi uma idéia sensacional porque quando lá chegou, sentiu o que procurava: tudo continuava da mesma forma como ele havia deixado: as carteiras uma atrás das outras. Professor falando, falando... e os alunos escutando, escutando. Sentiu-se em casa.
Senhor, tirai-me uma dúvida
Um mortal pergunta:
- Deus, se Você sabia que Eva corromperia Adão a comer maçã, e que depois disso viria toda essa problemática que vivemos hoje, por que então os criou?
Você merece ser castigado, Pai.
Você merece ser castigado, Pai.
E Deus diz em sua onipotência:
- E criaturas como ti, perambulando pelo mundo que passei sete dias para criar já não é castigo suficiente?
Mais uma...
Um alemão, um francês, um inglês e um brasileiro apreciam um quadro de Adão e Eva no Paraíso.
O alemão comenta:
- Olhem que perfeição de corpos: ela, esbelta e espigada; ele, com este corpo atlético, os músculos perfilados... Devem ser alemães!
Imediatamente, o francêscontesta:
- Não acredito. É evidente o erotismo que se desprende de ambas as figuras. Ela, tão feminina... Ele, tão masculino... Sabem que em breve chegará a tentação... Devem ser franceses!
Movendo negativamente a cabeça, o inglês comenta:
- Que nada! Notem a serenidade dos seus rostos, a delicadeza da pose, a sobriedade do gesto. Só podem ser ingleses!
Depois de alguns segundos mais de contemplação silenciosa, o brasileiro declara:
- Não concordo. Olhem bem: não têm roupa, não têm sapatos, não têm casa, estão na merda... Só têm uma única maçã para comer. Mas não protestam, ainda estão pensando em sacanagem e o pior, acreditam que estão no Paraíso. Só podem ser brasileiros!
O Mestre e o Escorpião
Essa parábola traz um tanto de mim... Eu sou assim!
Só que se fosse eu no lugar do Mestre, já estaria triste e muito.... de tanto o escorpião fazer a mesma coisa e eu, na minha impotência, não conseguir mudar sua natureza....
Ainda tenho muito que aprender, muito a mudar...!
"Um mestre do Oriente viu quando um escorpião estava se afogando e decidiu tirá-lo da água, mas quando o fez, o escorpião o picou. Pela reação de dor, o mestre o soltou e o animal caiu de novo na água e estava se afogando. O mestre tentou tirá-lo novamente e outra vez o animal o picou.
Alguém que estava observando se aproximou do mestre e lhe disse:
-Desculpe-me mas você é teimoso! Não entende que todas as vezes que tentar tirá-lo da água ele irá picá-lo?
O mestre respondeu:
-A natureza do escorpião é picar, e isto não vai mudar a minha, que é ajudar.
Então, com a ajuda de uma folha, o mestre tirou o escorpião da água e salvou sua vida, e continuou:
-Não mude sua natureza se alguém te faz algum mal; apenas tome precauções. Alguns perseguem a felicidade, outros a criam.
-Desculpe-me mas você é teimoso! Não entende que todas as vezes que tentar tirá-lo da água ele irá picá-lo?
O mestre respondeu:
-A natureza do escorpião é picar, e isto não vai mudar a minha, que é ajudar.
Então, com a ajuda de uma folha, o mestre tirou o escorpião da água e salvou sua vida, e continuou:
-Não mude sua natureza se alguém te faz algum mal; apenas tome precauções. Alguns perseguem a felicidade, outros a criam.
Quando a vida te apresentar mil razões para chorar, mostre- lhe que tens mil e uma razões pelas quais sorrir. Preocupe-se mais com sua consciência do que com sua reputação.
Porque sua consciência é o que você é, e sua reputação é o que os outros pensam de você.
E o que os outros pensam… é problema deles."
E o que os outros pensam… é problema deles."
Meretrizes do Mundo
Sabe... tem dias que eu tô perturbada, viu?! São meus dias de emo.
Escrevo cada coisa aqui no blog..... com sentido, claro! Mas percebe-se que foi num momento "biopolar" do meu ser... rs
Um surto! Mas vamos ao assunto né...
Pois cheguei a conclusão de que desde que o mundo é mundo, que o mundo é das meretrizes.
Entendeu?
O mundo sempre foi assim, não importa a época.
Quando estava em São Paulo aprendi que o mundo é gay e, convenhamos, muito mais alegre e bonito assim.
Agora.... em conjunto com minhas aulas de História Antiga, apreendo que o mundo é e sempre foi das meretrizes. Digo apreendo porque já sabia, mas não me conformava.
Olha na Itália:
Olha na Holanda:
Olha no Brasil:
Meretrizes de luxo transformam-se em escritoras famosas e "ensinam" sobre a "vida fácil".
O sucesso é tanto, que vira filme recorde de bilheterias da semana.
E mais: se bem entendi a propaganda acima sugere uma orgia, sem preconceitos! Ok! Mas essa aí não subiu na vida, trepou mesmo!
A Record está usando artilharia pesada para contratar Raquel Pacheco, a ex-prostituta mais conhecida como Bruna Surfistinha, para o reality-show "A Fazenda 4", que estreia em julho. (Fonte: Pronto, falei! Publicado por Leo Dias, sexta-feira, 1 de abril de 2011 17:39 BRT)
E nada mais me surpreende...!!!!
Como já dizia Clodovil: "Só no Brasil p... dá porque gosta."
E agora essa da Rede Record cujo dono, Sr. Edir Macedo se entitula bispo da Igreja Universal.
Qual será o novo Ministério criado pela instituição?
É.... porque de acordo com a filosofia do dono da emissora, templo é dinheiro!
(A forma como se consegue é o que menos importa pra eles...)
E eu estou tentando digerir tudo isso... talvez não exista o certo ou errado, o bem e o mal, e sim, pontos de vista diferentes....
Ai... por isso que eu detestava tanto as aulas de Filosofia e Psicologia... sempre me perdia... divagava pelos pensamentos, sentimentos, e ficava triste, e ninguém pra me ouvir, e voltava a estaca zero.....
Game Over... de novo.
Game Over... de novo.
Indústria do Sexo - Parte II (editado)
(Já tinha iniciado um post que dei o mesmo nome Parte I, mas nunca tive a coragem de escrever.... hoje tenho aqui uma partezinha do que sinto. O todo, vou reunir coragem para postar no próximo....)
Tem coisas que a gente pensa que só existem em certos lugares né... Eu é que sou ingênua demais (ou burra mesmo). Recentemente voltei a estudar uma coisa que nunca aprendi: História. E desse estudo faz parte a História Antiga. Eu já tinha escutado falar mas não sabia que em outras épocas não existia orientação sexual, fazia parte da normalidade homem com mulher, mulher com mulher , homem com homem e entre vários. Orgias! Em homenagem ao Deus Baco, e não tem nada de mitológico não, era o cotidiano sim, até aparecer a Igreja.
Bom, mas daí até os dias de hoje, muita coisa não mudou.
Descobri que o bacanal continua e a traição também. Tentaram mudar com a formação da família sagrada.... de monogamia.... mas em vão. O mundo não mudou nadinha.
Aí a gente pensa que mora num lugar tranquilo, que certos problemas não chegaram como nas capitais do sudeste, mas que nada! Aqui tem tudo! Violência, drogas e muita, muita, muita "sacanagem". Desde as praias cheias de turistas até o nosso vizinho.
Outro dia fui a uma festa. Aparentemente, pensei que era familiar porque lá estavam algumas crianças, alguns tios, tias, alguns parentes mais velhos da anfitriã. Eu já tinha ido há 1 ano na festinha, mas nada demais aconteceu, pelo menos nada tão gritante. Então fui novamente esse ano, meio sem querer ir por outros bons motivos, mas fui para acompanhar o marido.
Eu sei que já tenho problemas, mas a primeira vontade que tive ao chegar foi de sair. E conforme entrava na casa, a vontade de correr, chorar e ir embora só aumentavam. Mas engoli o choro, disfarcei e como se nada acontecesse, entramos. A anfitriã estava com uma roupinha dessas da moda conforme a foto de Ana abaixo:
Não parece nada demais né... mas a dela tinha um elástico na altura dos culotes e era o suficiente para cobrir a bunda, mas conforme andava, aparecia a polpa e se dançava... nem preciso dizer o que se via.. Mas eu nada tenho com isso, ela é solteira, já com uma certa idade e está à caça. Uma das meninas, brincando com ela, abaixou seu vestido e ela não gostou! Levantou de novo até a bunda, o suficiente para cobrir a bunda, prontinho para subir.
Eu sei que tudo isso é muito irônico, afinal a gente vai à praia com trajes bem menores e tudo é permitido.
Mas continuando, para minha surpresa, ela não era a única semipelada, mas ainda assim estava comportada, só dançando e muito feliz. Mas suas amigas.... eu nem vou entrar em detalhes....
Antigamente a "sacanagem" se dava por debaixo dos panos, em locais mais reservados, hoje as mulheres esfregam as partes nas partes dos homens com a desculpa de que estão só dançando.... ou que tomaram uma cervejinha a mais... então tá... mas foi bem constrangedor estar lá, tentando me divertir e ver essa cena. E minha vontade de chorar e sair correndo foi por causa da roupa que escolhi:
Toda mulher tem sua vaidade, não importa o modo. Eu também tenho, do meu jeito. Não ando em salões fazendo unhas nem cabelos, mas tenho. E foi justamente por estar fora desses padrões que me senti um lixo. Meu ego deu um grito nesse momento, e eu fui lá no fundo do poço.
Optei por um vestidinho nos moldes antigos, tanto de tecido, como na modelagem, com manguinha, gola.... calma! Não era uma batina.
Parecido com este só que mais curto e mais elegante para festa, numa estampa floral. Sei que a moda voltou e mesmo que não estivesse em alta, eu gosto. E mulher... te olha de cima a baixo, isso me incomodou. Me senti vestida demais naquele dia. Se estivesse de calça jeans e uma blusinha, estaria mais à vontade.E continuando o assunto do post, já não gosto de ir sozinha a Ponta Negra. Outro dia fui almoçar e um homem veio puxar assunto, como se eu estivesse ali esperando por isso! Hoje não existe diferença entre uma pessoa qualquer e uma moça de programa, e que muitas vezes estão ali e nem vão cobrar nada! Querem dar mesmo!
Ouvi dizer que na Holanda sexo em público é permitido! Assim como a maconha... talvez eles não tenham tantos problemas como temos no Brasil... talvez o caminho da liberação seja a melhor opção para o mundo e eu, digo e repito: eu que sou a torta, eu que estou errada e não consigo me encaixar nessa realidade.
A gente abre os emails e como propaganda, ao lado, aparece: tenha um encontro hoje! Encontre sua alma gêmea! Normal....! E tem sempre alguém que se cadastra lá para encontrar alguém perfeito, aliás tem um site com esse nome.... par perfeito! Com certeza será perfeito 1 semana, 1 mês, 1 ano.... mas mora junto pra ver até onde vai a beleza, a gentileza, a paixão toda ....! As rotinas e as coisas que "temos que fazer", além do tempo que nos ocupa, mata, cada dia um pouquinho, a relação de qualquer um., entre outras coisas...
E fora os sites de sexo mesmo. Além dos que vão direto ao ponto, da mesma forma ao lado aparecem as propagandas: aumente seu pênis, casadas insatisfeitas, casal procura.... E essa rede que temos de computadores, Internet.... identifica de onde acessamos e indica: encontre mulher para sexo rápido no seu bairro. hahaha Tudo para facilitar a vida sexual de quem não quer ter o trabalho de um sexo bem feito, nem amor, só uns momentinhos de alegria.
Da mesma forma que tem homens que pensam que mulher é pra isso mesmo e que todas são iguais, sentem igual, e gostam das mesmas coisas, tem mulheres que não tem valor e, como têm várias "aventuras" sabem bem como se satisfazer, o homem é o que menos importa pra elas. Aí, com esperteza, ganham dinheiro com isso. E também tem os casais, que publicam como em classificados: casal de Maceió (ou qulaquer lugar) procura para sexo rápido e discreto, sem preconceitos. Outros oferecem a mulher. Tudo nesse mundo pode, é permitido.
Entendi que tudo pode, tudo é permitido, eu é que não sabia do esquema. É fato que a verdade dói.
Por isso que eu prefiro brincar com as crianças.... pena que elas crescem....
Por isso que eu prefiro brincar com as crianças.... pena que elas crescem....
Como disse no início do post, eu não tenho nada com os outros, com o que fazem... Mas acho que ele só deveriam fazer com quem está de acordo, quem também quer participar da indústria de fundo do quintal. E que sejam respeitosos com quem não quer.
E para não ser mal interpretada... tenho que explicar que não me acho a melhor, nem a santa, a boa. O problema não é o mundo. Sou eu que não estou adaptada, sou anti-social, sou torta mesmo. Muito e muito ao contrário, eu penso que algumas atitudes e sentimentos são importantes, aprendi assim, e por isso tento seguir, tento ser o que 'pensei' ser melhor. Mas pelas coisas que vejo e vivencio, tô vendo que não têm nada de melhor. Que o bom sempre perde, o honesto sempre é enganado e o trouxa sempre é usado. Não me adaptei ao mundo, a vida, às pessoas. Não consigo me sentir prte de nada. Não construí nada de bom na minha vida, nada útil, e olhando pra frente, pro futuro.... não vejo muito mais, não consigo muita coisa e o pouco que se tem é sempre difícil. Às vezes tenho um relâmpago de esperança e toco a vida. Às vezes fico assim...
Seria bom qualquer dia eu dormir e não acordar mais.........
E para não ser mal interpretada... tenho que explicar que não me acho a melhor, nem a santa, a boa. O problema não é o mundo. Sou eu que não estou adaptada, sou anti-social, sou torta mesmo. Muito e muito ao contrário, eu penso que algumas atitudes e sentimentos são importantes, aprendi assim, e por isso tento seguir, tento ser o que 'pensei' ser melhor. Mas pelas coisas que vejo e vivencio, tô vendo que não têm nada de melhor. Que o bom sempre perde, o honesto sempre é enganado e o trouxa sempre é usado. Não me adaptei ao mundo, a vida, às pessoas. Não consigo me sentir prte de nada. Não construí nada de bom na minha vida, nada útil, e olhando pra frente, pro futuro.... não vejo muito mais, não consigo muita coisa e o pouco que se tem é sempre difícil. Às vezes tenho um relâmpago de esperança e toco a vida. Às vezes fico assim...
Seria bom qualquer dia eu dormir e não acordar mais.........
Assinar:
Postagens (Atom)






















