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Natal, RN, Brazil
Quem sou Eu??? Ahhh....!!! Curiosa por natureza, gente fina (rs), com o riso meio frouxo, alguém feliz , mas sempre em busca de mais e mais! Tudo na minha vida tem seus extremos. Desde o tempero na comida até o sentimento. Tudo na minha vida precisa de mudanças, desde o móvel da sala até o rumo da própria vida. Eu gosto dessa "rotina imprevisível". Sabe...? Uns dizem que me conhecem, outros nem tanto, muitos só de vista, alguns lembram da minha risada, mas uns poucos têm acesso ao meu íntimo. Estou criando esse blog pra deixar gravado um pouco de mim! Deixar minha impressões e expressões. Fazer minha terapia. Desamarrar o nó da garganta, chorar minhas pitangas, minhas dúvidas e respostas, deixar um pedacinho da Flávia nesse mundo virtual. Não é um diário, nem a sala do psicanalista, este blog é parte de mim, do meu jeito, como eu quero. Como sou e gostaria de ser. Obrigada pela visitinha e se gostou ou não do que viu, deixe seu comentário!

TÁ EM DÚVIDA??? CONSULTE AQUI QUE É BOM PRA BURRO!

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Os materiais que não concordam com as leis da física



O mundo real é sempre mais complicado, mas a equipe já está produzindo seus protótipos usando unidades fabricadas por impressão 3D para testar a capacidade preditiva do seu modelo. [Imagem: Metamaterials Unit/Chemistry/University of Malta]
Auxéticos
Puxe um elástico e ele se tornará mais longo e mais fino. Faça isso com virtualmente qualquer outro material, e o fenômeno se repetirá. Por isso, até há pouco tempo os cientistas acreditavam que essa era uma "lei geral na natureza", que todos os materiais que se esticam, por decorrência se afinam.
Mas eles estavam enganados: surgiram pela frente alguns "materiais impossíveis", que engrossam quando esticados, ou que esticam quando comprimidos. Assim são os chamados materiais auxéticos, que prontamente se mostraram potencialmente muito úteis, por exemplo, para a fabricação de stents e outros dispositivos médicos para combater o entupimento de veias e artérias, além de materiais inteligentes para uso em robótica e na indústria aeroespacial.
Antes que todas essas possibilidades virem realidade, contudo, os cientistas precisam entender exatamente como esses materiais auxéticos se formam e se comportam, para que seja possível adequá-los a cada uso.
Isto agora ficou mais fácil, graças a um modelo desenvolvido por Ruben Gatt e seus colegas da Universidade de Malta.


Taxa de Poisson
A estrutura do modelo é representada por uma série de quadrados conectados, que a equipe chama de "subunidades rotativas rígidas". Quando esses elementos giram uns em relação aos outros, a densidade do material diminui, mas sua espessura aumenta. Isto explica a propriedade dos materiais auxéticos chamada "taxa negativa de Poisson", que os torna mais grossos num sentido quando são tensionados na perpendicular.
Usando o modelo, torna-se possível construir metamateriais auxéticos hierárquicos, que sejam mais versáteis em termos de suas propriedades mecânicas, que podem então ser ajustadas, controladas e variadas ao longo das suas dimensões.
"Com a perspectiva realista de propriedades mecânicas auxéticas ajustáveis [...] o potencial de aplicações destas novas estruturas de metamateriais, particularmente na área da biomedicina e catálise, torna-se verdadeiramente entusiasmante," disse o professor Anselm Griffin.
É claro que o mundo real é sempre mais complicado do que os modelos, mas a equipe já está produzindo seus protótipos usando unidades fabricadas por impressão 3D para testar a capacidade preditiva do seu
modelo matemático.

Veja mais em: Vídeos

Bibliografia:
Hierarchical Auxetic Mechanical Metamaterials
Ruben Gatt, Luke Mizzi, Joseph I. Azzopardi, Keith M. Azzopardi, Daphne Attard, Aaron Casha, Joseph Briffa, Joseph N. Grima Nature Scientific Reports
Vol.: 5: 8395
DOI: 10.1038/srep08395

Fonte:  http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=materiais-auxeticos&id=010160150306&ebol=sim#.VPtBlqDtp5g.blogger

Ser Mulher...!



"Jamais permitas que algum homem a escravize, nasceste livre para amar e não para ser escrava.

Jamais permitas que teu coração sofra em nome do amor.
Amar é um ato de felicidade, por quê sofrer?

Jamais permitas que teus olhos derramem lágrimas por alguém que jamais fará você sorrir!
Jamais permitas que o uso do teu próprio corpo seja cerceado.O corpo é moradia do espírito, por quê mantê-lo aprisionado?

Jamais te permitas ficar horas esperando por alguém que jamais virá, mesmo tendo prometido.


Jamais permitas que teu nome seja pronunciado em vão por um homem cujo nome tu sequer sabes!

Jamais permitas que teu tempo, corpo e coração seja desperdiçado por alguém que nunca terá tempo para ti.

Jamais permitas ouvir gritos em teu ouvido.
O Amor é o único que pode falar mais alto!

Jamais permitas que paixões desenfreadas te transportem de um mundo real para outro que nunca existiu.

Jamais permitas que os outros sonhos se misturem aos seus, fazendo-os virar um grande pesadelo.

Jamais acredites que alguém possa voltar quando nunca esteve presente.
Jamais permitas que teu útero gere um filho que nunca terá um pai. (E se tu o gerar saiba que a dádiva da Mãe-Deusa é apenas Tua, crie e eduque teu filho/filha de modo que possa vir a ter força e jamais tema ser mãe solteira; o pecado está apenas na mente dos fracos.)

Jamais permitas viver na dependência de um homem como se tu tivesses nascido inválida.

Jamais permitas que a dor, a tristeza, a solidão, o ódio, o ressentimento, o ciúme, o remorso e tudo aquilo que possa tirar os brilho de teus olhos a dominem, fazendo arrefecer a força que existe dentro de ti.
E, sobretudo, jamais permita-se perder a dignidade de ser mulher!"

Provável código de honra e moral das mulheres sábias e sacerdotisas celtas.

(Para ser utilizado também como um código de conduta e moral feminina entre todas as Mulheres e Filhas da Grande Mãe)

Japonês é mesmo F.... antástico!!!



A produção e manufatura de plásticos consome 7% das extrações globais de petróleo. Depois de sua normalmente curta vida útil, os produtos plásticos deixam uma pegada difícil de apagar: lotam aterros sanitários, emitem carbono durante a incineração e

Alimentos Orgânicos



Quem lembra daquela notícia que saiu na Folha: "Canários rejeitam comida orgânica"? Então aqui está:
"Nas nações mais afluentes do mundo, Estados Unidos e Europa, os alimentos ditos "orgânicos" já representam 2% a 3% de toda a comida vendida. Um mercado avaliado em R$ 64 bilhões anuais, que cresce à taxa de 14%.
No Brasil, a área ocupada por plantações naturebas não alcança 2% da superfície cultivada. Em alguns hipermercados, por outro lado, a oferta de produtos orgânicos aumenta em 20% a 40% anuais. Isso apesar de custarem cerca de 40% mais que a comida convencional.
Cada vez mais gente se sente atraída pelos gêneros produzidos sem pesticidas e fertilizantes artificiais, considerados mais saudáveis. Só falta convencer canários e outros passarinhos da superioridade dos orgânicos. Sério.
O estudo de Ailsa McKenzie e Mark Whittingham, da Universidade de Newcastle (Reino Unido), bem que..."  Clique aqui para ler a matéria completa.

Pois bem, tenho minha pulga atrás da orelha com esse tal de orgânico... Como se livram das pestes sem químicas? Que negócio é esse de vaca orgânica? Além de tudo, caríssimo nas prateleiras. Se nem os canários não querem, por que eu vou comprar?
E fui atrás de artigos sobre a coisa dos orgânicos. 
Ser ou não ser? 
Eis a questão!
E (por enquanto) me parece que a única desvantagem é o preço.
Aqui tem um site para consulta: Saúde e Orgânicos


Picanha Maturada e o Educar



Que título mais esquisito! O que tem uma coisa a ver com outra?
Mas olhem só esse artigo da revista Super Interessante:

Enzimas fazem a carne ficar mais macia

Maturação é a técnica natural de amaciar a carne, sem nenhum tipo de produto.

O que é uma carne maturada?É uma carne amaciada naturalmente, sem que se misture a ela qualquer produto. Geralmente, esse processo de maturação é usado para a carne bovina. Existem enzimas dentro dela que fazem com que os filamentos de proteínas das fibras musculares se rompam. A carne fica então mais molinha, além do sabor tornar-se mais acentuado. Mas como o alimento se estraga com muita facilidade, é preciso que esse processo aconteça sob refrigeração (abaixo de 2 graus Célsius). Se a carne for embalada a vácuo, a segurança será maior ainda porque ela não será atacada pelos microorganismos externos que causam a deterioração. (Só os microorganismos internos...! Só??? Será??? O nome disso é ESTADO DE DECOMPOSIÇÃO)
É importante destacar que a carne maturada tem uma composição idêntica à da fresca e nenhum ingrediente é adicionado a ela, explica o veterinário especializado em engenharia de alimentos Pedro Eduardo de Felício, da Universidade Estadual de Campinas, em São Paulo. Durante a maturação, porém, perde-se um pouco de umidade e de proteínas solúveis presentes no alimento. 


Bom, não satisfeita só com esse texto, busquei mais na fonte, um site sobre o Desenvolvimento de Agronegócios: 
A maturação é o amaciamento (tenderização) da carne que ocorre após o rigor mortis, durante a estocagem refrigerada.  Outra definição é que, carne maturada é aquela resultante do processo que consiste em manter a carne refrigerada sob temperatura próximas de 0oC por um período suficiente para torná-la não apenas amaciada, como também melhorar outras qualidades organolépticas inerentes, como por exemplo, o sabor (Kubota et al., 1993; Lawrie, 1985; Puga et al., 1999).

Segundo Goll et al. (1992) e Koohmaraie (1992), durante a maturação ocorrem importantes mudanças químicas e estruturais (degradação da linha Z, degradação de desmina, degradação e desaparecimento de troponina-T, degradação de titina e nebulina, aparecimento de polipeptídeos de peso molecular de 95 e 28 - 32 kDa, e a não degradação dos miofilamentos actina e miosina), que vão influenciar a maciez da carne.

A maturação consiste em armazenar a carne em embalagens à vácuo (sem oxigênio) em temperaturas entre 0-1 oC por um período de 15 dias. A necessidade de embalagem a vácuo visa o retardamento do crescimento de bactérias aeróbicas putrefativas e favorece o crescimento de bactérias lácticas, que, por sua vez, produzem substâncias antimicrobbianas (Puga et al, 1999).

Segundo Kubota et al. (1993) a técnica para a preparação da carne maturada seguiria os seguintes passos:  1) Retirada cuidadosa de aponevroses (gorduras, tendões) da superfície das peças;  2) embalamento à vácuo, com filme termoencolhível;  3) manter em refrigeração entre 0-4oC, durante 15-21 dias.

Quer dizer, deteriorização mudou de nome! O mundo dos Agronegócios chamam de tenderização. Não tenho mais o que dizer, eles já dizem por mim. 
Você escolhe o quê, e como consome.
Inclusive, lembro da violência de pais que costumam forçar seus filhos a comer, alegando que é preciso senão vão ficar anêmicos. Me lembro de amiguinhas de infância que passavam mal, de bebês numa creche que estagiei, que vomitavam  a papinha com carne... e ainda assim as Pedagogas forçavam a comida guela abaixo dizendo que a mãe iria reclamar que seu bebê não se alimentou. Aliás esse é UM dos vários motivos que encheram meu saquinho para  eu não seguir na profissão. A falta e noção, de bom senso e de educação de quem se dizia Educadora. Agora, lembrando bem, antes de ingressar na universidade, me diziam  um trocadilho... algo de PedaGOGO que parecia PedaCOCÔ.

Saúde também é uma questão de costume. Precisamos nos acostumar com o mudar, com o fazer diferente, com o experimentar o novo, o saudável e comparar os resultados por si mesmo. Que raios de Educador, que passa sua graduação toda (e talvez a pós-graduação) repetindo, (sim, repetindo porque muitos não passam de louros) coisas que não aplicam nem acreditam?
- Sobre  a abordagem sóciointeracionista de Vygotsky esclarecendo a influência do ambiente no desenvolvimento da criança e as zonas de desenvolvimento proximal. Se somos produto do meio, por que não podemos explorar que outras possibilidades ele nos oferece? O crescimento seria muito mais rico!
- E aquela frase batida entre os pedagogos " Aprender a Aprender". Ai que raiva tenho quando escuto! Não sou contra a ideia, mas contra o discurso sem prática.
- E o respeito ao saber do educando, tão pregado por Paulo Freire (êita velhinho sabido!), à sua Pedagogia da Autonomia? Um aprendizado mais humano como o de Rogers, com liberdade e responsabilidade de Montessori!
Poxaaaa.... passamos alguns anos estudando as ideias dessas mentes para no final na faculdade ouvir que são TEÓRICOS DA EDUCAÇÃO!?
E se tornam teóricos mesmo! Poucos são os que aplicam em suas instituições de ensino. 
Se é particular o problema é o lucro: não pode perder aluno e faz tudo o que o papai e a mamãe querem. "TÔ PAGAAAANDO!"
Se é pública, não existe nada! Nem amparo legal, nem, estrutura, nem boa vontade, nem verbas, absolutamente nada! Uma que outra alma boa... recém chegada... ainda tem disposição.
Mas uma andorinha só não faz verão...

Aaaafff.......!!!
Deixo aqui minha desilusão com a Educação e, principalmente, com as pessoas...

Mas Que Sacola!!!

Quem já me conhece ouve muuuuuito essa frase....! rs
Outra que sai de vez em quando é: Aaai minha sacolinha!
Pois é... mas só quando tô meio aborrecida.

Só que o objetivo deste post é outro.
Eu estava cansada de ir aos mercados e ler coisas do tipo: sustentável, meio ambiente, não utilize sacolas plásticas e coisas assim.
Pra começar, como é que um supermercado, que ainda por cima nem é nacional, vem com essa ladainha de sustentável e nos bastidores acontece o desperdício de alimento?
Tudo bem que como é Super, os alimentos tem que ser selecionados, bonitos para sua clientela vip, mas quando o setor da feirinha está meio murcho, meio amassado, por que não doar à comunidade local, já que não vai estar à venda?
Ou faça uma feirinha com preços mais em conta! Tenho certeza que o mercado vai lotar e sempre que alguém entra no mercado pra comprar 1 sai com 3... rs Olha o Marketing! Até eu sei!
Bom, um dia perguntei a uma pessoa do controle de qualidade das mercadorias que me disse que o problema vai além de simplesmente doar o que não vende. Existem leis, fiscalização, multa etc que não permitem essa redistribuição, caso algum cliente passe mal, pode processar o mercado.
Entendi, afinal leis devem ser cumpridas, mas não concordo! 
Sabe aquela banana meio pretinha, mas que quando você abre ainda dá pra comer? Alguém já passou mal com isso? E olha, tem muita gente carente que vive do lixo. De certa forma já está imune! Não é o legume feio ou a banana pretinha que vão causar algum problema.
Mas para minha alegria, só não é regra comum a todos os mercados, soube que alguns deles em off, fazem essa doação sim. Mas muito bem escondido por causa da fiscalização.
E voltando ao caso da sacola e do meio ambiente, minha primeira revolta foi com: "Não use sacolas plásticas, compre a sua sacola retornável!"
Mas que sacola!
Mais uma fonte de lucro! Pensei logo. Tudo bem que é baratinha, mas o mercado deveria socializar mais essas sacolas ao invés de vender.
Então tá! Aí pensei com meus botões: Eu adotaria a sacola retornável, até gosto! Acho bonitinha!
Mas onde vou colocar meu lixo se não levar a de plástico?
Aí andei lendo por aí, pensando no assunto e descobri algumas alternativas no site: Meu Mundo Sustentável

 Primeiro de tudo, o lugar onde você mora deve estar comprometido com isso.
Não é meu caso aqui em Natal. Raros são os locais que possuem lixeira seletiva.
Eu ainda tenho uma "dificuldade psicológica" quando junto meu lixo orgânico com o reciclável. Infelizmente e com muita dó, aqui eu junto porque, mesmo que eu separe, o Senhor lixeiro vai amassar tudo no caminhão e despejar no mesmo canto. 
Essa estratégia depende também das autoridades locais.
Em casa precisa de duas lixeiras: uma pro orgânico e outra pro reciclável. No começo eu reclamei porque morava em apartamento, não tinha espaço e ainda tinha que separar!
Mas agora depois passei a gostar. Deixava umm cantinho separado onde juntava todo o material e só separava quando chegava nos coletores do edifício.

Pra quem leva as compras de carro ou táxi, dá muito bem para colocar em caixas de papelão até em casa. É só querer e sugerir que o mercado disponibilize.
Para as mais madames, que adoram uma moda, lembrei daquelas cestas de vime, que são comuns e baratas aqui no nordeste. Só encomendar com umas alças e deixar na mala do carro para quando for ao mercado, transportar as compras.
E as mais divulgadas e alvo de comércio são as sacolas retornáveis.
Tem de tudo que é jeito, estampa, personalizada, feitas até da reciclagem de garrafa pet!
Aliás eu tenho 2 blusinhas de garrafa pet! Claro que depois de reciclar....rs 
Não ando por aí igual a Madonna.
E como será que fizeram hein?!!! Essa vai para o próximo post.


E esta última dica depende de nós.
De usarmos todo saquinho dos produtos que já consumimos para o lixo orgânico.
Tudo na vida é questão de costume!
É fácil estar cômodo, fazer as coisas como sempre fez, mas mudar também é muito bom!
Uma renovação no corpo, uma leveza no espírito e o planeta agradece!


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Algarrobina ou Algaroba


Agora também no Cariri paraibano! Essa é a árvore de algarrobina.
Temos que aproveitar essas maravilhas da natureza!
Aproveitar sim, exterminar não.
Nativa das regiões desérticas do Perú e trazida ao Brasil na década de 40, a algaroba (Prosopis Juliflora), que está bem difundida e adaptada ao semi-árido, reúne uma série de características que a transforma numa grande esperança econômica para o sertanejo da região. Suas longas raízes chegam a 30 metros de comprimento, facilitando o acesso à água, o que deixa a planta verde durante todo ano. Costuma-se dizer que da algaroba se aproveita tudo: raízes e galhos na produção de carvão vegetal, caule é madeira de boa qualidade, a casca é usada para curtir couro e a vagem, na alimentação de animais, na fabricação de farinha e na preparação de uma bebida semelhante ao café. Neste blog você encontra receitas como o Cocktail de  Algarrobina.
O engenheiro de alimentos Clóvis Gouveia Silva vê no vegetal a solução de desenvolvimento para o Nordeste. Pesquisador da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), ele estuda formas de aproveitar as vagens da algaroba na alimentação e fabricação de bebidas. O seu projeto de mestrado, "Dimensionamento do sistema de produção de aguardente bidestilada e envelhecida em barril de carvalho, a partir da vagem do algaroba", não se reduz à produção de aguardente, mas visa o aproveitamento integral das potencialidades oferecidas pela vagem da planta na produção de alimentos.
Por enquanto, o uso mais amplo da algaroba é na alimentação animal. “A desinformação leva as populações locais a subestimar o valor econômico da cultura que, se aproveitada racionalmente, sendo processada com tecnologias modernas, pode gerar grandes benefícios para a região”, diz Gouveia.
Ele desenvolveu a primeira aguardente de algaroba, bidestilada. A bebida se destaca pelas características aromáticas, da suavidade, do sabor e da coloração dourada. Na opinião de Gouveia, é o sabor que diferencia essa bebida das demais aguardentes. A planta é rica em sacarose (teor médio de 30%), em proteína, nitrogênio, aminoácidos e contêm considerável teor de sais minerais; condições ideais para os processos de biotransformação. A árvore produz de 5 a 15 toneladas de frutos por hectare, e o rendimento na fabricação de aguardente é alto graças aos altos níveis de açúcar na planta.
A viabilidade econômica do projeto está ém estudo, mas os indicativos são de que a algaroba é mesmo muito útil para o sertanejo. O aproveitamento das vantagens oferecidas pela planta pode ser uma fonte de renda e emprego no sertão nordestino. O estudo da algaroba servirá ainda como forma de complementar o cardápio local. Com a goma produzida com as sementes se faz farofa, farinha, pães, biscoitos, bolos, pudins. A partir do momento que as técnicas de aproveitamento da algaroba chegarem à população, pensa Gouveia, a carência por alimentos no semi-árido nordestino pode diminuir muito.
Porém, a algaroba tem status de “praga” do sertão. A planta é tão bem adaptada a região que se espalha rapidamente, invadindo áreas de plantas nativas. A semente germina principalmente em áreas salinizadas e degradadas (com pouca densidade de espécies nativas). Animais que se alimentam de sementes não trituradas da algaroba contribuem ainda mais para a disseminação.
A preocupação do pesquisador da Embrapa Semi-Árido, Paulo César Lima, é o impacto ecológico que a algaroba pode desencadear. O benefício econômico é claro, o que ele defende é um plano de manejo da algaroba. O crescimento desordenado da planta deve ser controlado, até para que ela não perca a esperança de solução e se torne problema.
Em julho de 2004, Lima apresentará ao Ministério do Meio Ambiente o projeto “Manejo de Áreas Invadidas por Algarobeiras”. Uma das soluções apontadas por ele para o controle da planta é o emprego maior da algaroba na produção de lenha e carvão.
Autor: Rodrigo Augusto

Que es el Algarrobo?
El algarrobo es un árbol perenne, que llega a alcanzar hasta 10 m de altura, con un fruto en forma de haba, dispuesta en vaina, de 2 a 3 dm, y con semillas que, por su dureza, forma y peso casi constante (195–199 mg) se utilizaron antiguamente como medida de peso de metales nobles y piedras preciosas (semitismo karat que dará ‘quilate’).
La algarroba, fruto del algarrobo o garrofero, conocido en el Perú como árbol de la vida (refiriéndose allí a la especie Prosopis pallida), es rica en sacarosa, glucosa, fructosa y fibra. Contiene también vitaminas A, B1, B2, D, hierro, calcio, fósforo, magnesio, potasio, tanino y otras sustancias mucilaginosas. Sus componentes la hacen idónea tanto para forraje o alimentación animal como para la fabricación de productos destinados a la pastelería.

Fonte: Brasil Oeste
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