Aqui você encontra de tudo um pouco. E cada dia mais um pouquinho! Por onde ando e por onde andarei, sentimentos, perguntas, respostas, protestos. Só espero poder contribuir com a minha curiosidade, trazer reflexão por alguns instantes e contagiar com minha alegria!!! Seja Bem-Vindo e Obrigada pela Visitinha!
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- Flá
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- Quem sou Eu??? Ahhh....!!! Curiosa por natureza, gente fina (rs), com o riso meio frouxo, alguém feliz , mas sempre em busca de mais e mais! Tudo na minha vida tem seus extremos. Desde o tempero na comida até o sentimento. Tudo na minha vida precisa de mudanças, desde o móvel da sala até o rumo da própria vida. Eu gosto dessa "rotina imprevisível". Sabe...? Uns dizem que me conhecem, outros nem tanto, muitos só de vista, alguns lembram da minha risada, mas uns poucos têm acesso ao meu íntimo. Estou criando esse blog pra deixar gravado um pouco de mim! Deixar minha impressões e expressões. Fazer minha terapia. Desamarrar o nó da garganta, chorar minhas pitangas, minhas dúvidas e respostas, deixar um pedacinho da Flávia nesse mundo virtual. Não é um diário, nem a sala do psicanalista, este blog é parte de mim, do meu jeito, como eu quero. Como sou e gostaria de ser. Obrigada pela visitinha e se gostou ou não do que viu, deixe seu comentário!
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Professor do Século XVIII
Em pleno século XX, o sr. Teixeira, um grande professor brasileiro do século XVIII, voltou ao Brasil e, chegando à sua cidade, ficou abismado com o que viu: as casas eram altíssimas e cheias de janelas, as ruas pretas e passavam umas sobre as outras, com uma infinidade de máquinas andando em velocidade; o povo falava muitas palavras que o professor Teixeira não conhecia (poluição, telefone, avião, rádio, barato, metrô, televisão, computador, internet...). As roupas deixavam o professor Teixeira ruborizado. Tudo havia mudado. Muito surpreso e preocupado, o professor visitou a cidade inteira e, cada vez mais compreendia menos o que estava acontecendo. Resolveu então visitar uma igreja, mas que susto levou. O padre rezava missa, não em latim, mas em português e de costas para o altar; o órgão estava parado e um grupo de cabeludos tocavam nas guitarras uma música estranha, ao invés do canto gregoriano. O desespero do professor aumentava. Resolveu ainda visitar algumas famílias. Mas... o que significava aquilo? Depois do jantar todos se reuniram durante muitas horas para adorar um aparelho que mostrava imagens e emitia sons. O professor Teixeira ficou impressionado com tanta capacidade de concentração e de adoração!!! Ninguém falava uma palavra diante do aparelho. Tudo havia mudado completamente e o professor Teixeira desanimava cada vez mais, até que resolveu visitar uma escola. Foi uma idéia sensacional porque quando lá chegou, sentiu o que procurava: tudo continuava da mesma forma como ele havia deixado: as carteiras uma atrás das outras. Professor falando, falando... e os alunos escutando, escutando. Sentiu-se em casa.
O que Pedagogos e Professores desse Brasil não Aprenderam
Pode passar pela melhor universidade, concluir a melhor pós-graduação, ter um currículo exemplar, mas o que mostra nesse pequeno vídeo, não se encontra em nenhuma cátedra, não é ensinado em curso algum!
É uma questão de ser humano apenas.... de ser simples e sensível, de saber.... um saber que, posso dizer, nasce com cada um. Não se compra, não se adquire com um diploma, mas que pode ser apreendido ao longo da vida.
Apesar de ser apenas um vídeo, com apenas bonequinhos e de apenas uns poucos minutos.... ele me emociona.
Me sinto mal e muito triste em saber que essa é a realidade educacional que tivemos e damos às nossas crianças. Me sinto pior quando percebo que eu talvez tenha sido uma menina como esse menininho do vídeo, que pensa e sente e aprende diferente, mas que é paulatinamente engolido por uma sociedade que desconhece alguns saberes, alguns sentimentos e desrespeita os seus pequenos.
Talvez alguma coisa que eu não tenha superado, e mais um dos motivos de me sentir impotente e ter "fugido" da área educacional.
Talvez alguma coisa que eu não tenha superado, e mais um dos motivos de me sentir impotente e ter "fugido" da área educacional.
Uma frase de Joseph Joubert:
"As crianças têm mais necessidade de modelos do que de críticas".
O Mestre e o Escorpião
Essa parábola traz um tanto de mim... Eu sou assim!
Só que se fosse eu no lugar do Mestre, já estaria triste e muito.... de tanto o escorpião fazer a mesma coisa e eu, na minha impotência, não conseguir mudar sua natureza....
Ainda tenho muito que aprender, muito a mudar...!
"Um mestre do Oriente viu quando um escorpião estava se afogando e decidiu tirá-lo da água, mas quando o fez, o escorpião o picou. Pela reação de dor, o mestre o soltou e o animal caiu de novo na água e estava se afogando. O mestre tentou tirá-lo novamente e outra vez o animal o picou.
Alguém que estava observando se aproximou do mestre e lhe disse:
-Desculpe-me mas você é teimoso! Não entende que todas as vezes que tentar tirá-lo da água ele irá picá-lo?
O mestre respondeu:
-A natureza do escorpião é picar, e isto não vai mudar a minha, que é ajudar.
Então, com a ajuda de uma folha, o mestre tirou o escorpião da água e salvou sua vida, e continuou:
-Não mude sua natureza se alguém te faz algum mal; apenas tome precauções. Alguns perseguem a felicidade, outros a criam.
-Desculpe-me mas você é teimoso! Não entende que todas as vezes que tentar tirá-lo da água ele irá picá-lo?
O mestre respondeu:
-A natureza do escorpião é picar, e isto não vai mudar a minha, que é ajudar.
Então, com a ajuda de uma folha, o mestre tirou o escorpião da água e salvou sua vida, e continuou:
-Não mude sua natureza se alguém te faz algum mal; apenas tome precauções. Alguns perseguem a felicidade, outros a criam.
Quando a vida te apresentar mil razões para chorar, mostre- lhe que tens mil e uma razões pelas quais sorrir. Preocupe-se mais com sua consciência do que com sua reputação.
Porque sua consciência é o que você é, e sua reputação é o que os outros pensam de você.
E o que os outros pensam… é problema deles."
E o que os outros pensam… é problema deles."
Olha o Fumacê!!!!
Essa coluna copiei na íntegra porque me identifiquei. Sinto-me uma fumante passiva, ou alguém meio defumada... com uma sensação de torpor, embriaguez dos sentidos... Mas de pleno acordo com o doutor! Eu sempre digo: " Educação... mandou um abraço!"
Temos problemas de origem educacional, já que, desde a escolinhas, às crianças não são ofertados grandes atrativos para esse mundo que é a leitura.
Problemas de origem cultural, porque o brasileiro se acostumou ao "mínimo necessário", inclusive ao ler.
Quando adolescentes na escola, lemos o resumo do livro para o vestibular (por quê não o livro todo?), mais tarde lemos as manchetes do jornal (por quê não o artigo todo?), lemos.... hum... lemos mais o quê hein? O horóscopo no jornal, o resumo dos últimos capítulos da novela... algo mais???
Então! Está aí nosso mal!
Nem bulas de remédios, nem manual do novo celular, nem a caixa de emails se lê mais!!! Ler um livro?????? Acho que estamos a pedir demais.
Mas eu me diferencio dos outros!!!!
Eu percebo que sou míope, meio cega, sabe...!? Mas as pessoas, aliás, muitas pessoas não! Não percebem ou fingem que tudo está normal!
Devagar eu vou me consertando, uso diariamente meus óculos para não ficar mais míope, mas ainda sou fumante passiva, nesse mundo onde o fumacê ainda passa na minha rua.
E sem esquecer o aspecto econômico. Em outros países, livro é bem barato! Existem sebos, trocas. E no Brasil, a gente fala em sebo e o povo torce o nariz, torce a cara toda! Mas livro aqui ainda é artigo de luxo, artigo para poucos.
Vamos ler a matéria que copiei aqui no post:
"Quando um certo alguém disse que “existe um limite para tudo, menos para a estupidez humana”, acertou na mosca. Pode ter sido Einstein, Sartre, Schoppenhauer, Tiririca, sei lá. Certamente vou receber um email dizendo de quem é esta máxima, mas que a mosca levou um peteleco no meio da testa, ah levou.
Como não é possível deixar a estupidez humana de lado (teríamos que alugar um planeta inteiro só para isso), vamos esquecê-la por alguns instantes e nos concentrar na primeira parte da frase. “Existe um limite para tudo”.
Existe um limite para o seu esforço, um limite para seus amigos, amores, vitórias e derrotas basicamente porque existe um limite para sua quantidade de dias. Apesar disso não ser novidade, conheço poucas pessoas que aprenderam a dimensionar esta verdade no tira-colo do cotidiano.
Quer um exemplo cinematográfico da nossa falta de visão? No filme “Homem de Ferro”, o personagem Tony Stark se vê preso em uma caverna nas montanhas nos confins do Afeganistão (hum… “confins do Afeganistão” não é uma redundância?), coagido a construir um míssil para os rebeldes com a promessa de ser libertado em seguida.
- Haja o que houver – ele diz para si mesmo –, de qualquer forma, fazendo ou não o míssil, estarei morto em uma semana.
- Então – diz seu companheiro de cela –, esta é uma semana muito importante para você, não?
A tragédia e a beleza de tudo se esconde no limite.
Transformando a teoria em prática, suponhamos que você seja capaz de ler um livro a cada dois meses. Da alfabetização até estar com Alzheimer e não conseguir lembrar onde diabos colocou o livro (“hein, eu estava lendo um?”), vamos dizer que tenham se passado cerca de 80 anos. Isso daria um total de 480 obras. Sua capacidade de leitura ao longo da vida se restringirá a uma pilha de 480 títulos. Beeem menos do que o mercado editorial brasileiro lança em um ano.
Daí a importância do que você lê. Cada obra é importante, porque seu número de livros será limitado pelos seus dias. Em A Filosofia da Ciência, Rubem Alves comenta muito apropriadamente que o refinamento do pensamento depende da riqueza de vocabulário. Quem lê mais ganha mais palavras para ter mais ideias e raciocinar melhor. A inteligência é mais um produto de hábitos que uma benção divina.
Talvez nenhum outro livro tenha mudado tanto minha visão da medicina quanto “O Físico”, de Noah Gordon. O título original, “The Physician”, teria sido melhor traduzido para O Médico, mas tudo bem. Não é por causa de uma ervilha amassada que vou jogar todo o risoto fora.
Em “O Físico”, o vendedor ambulante Barber se desloca de uma cidade a outra comercializando seu Tônico Universal, uma bebida doce, com leve teor alcoólico, específico para o tratamento de todas as doenças – como o próprio nome sugere.
Em um de seus acessos de sinceridade, Barber comenta com seu aprendiz, o jovem Rob Cole:
- Quando eu morrer e estiver na fila na frente do portão, São Pedro vai perguntar, “Como você ganhou a vida?” “Eu era fazendeiro”, dirá um homem, ou, “Eu fazia sapatos de couro.” Mas eu responderei: “Fumum vendit”. Eu vendia fumaça.
O Físico se passa na Idade Média. É triste perceber que não mudamos muito desde então. O que chamamos de desenvolvimento ou progresso não passa de mais do de sempre. A despeito do maior acesso ao conhecimento, as pessoas ainda insistem em basear suas decisões em mitos, dogmas e desinformação. Ninguém quer pensar. Todo mundo está inebriado em um torpor de fumaça ignorante com cheiro de pão e circo.
Inserida neste cenário, a medicina está se tornando uma neblina que mais confunde que ilumina. Acompanhando o restante da sociedade, nós médicos vamos perdendo (ou já perdemos?) o rumo e, ao invés de acumular sabedoria para oferecer ao próximo bússolas para dias melhores, estamos nos tornando especialistas na arte de vender fumaça. Exames caros, procedimentos sofisticados, nenhuma empatia.
Também, de que adianta? Quantas vezes seu médico tentou lhe convencer de exercícios físicos, largar o cigarro, diminuir a bebida, combater o sobrepeso, manter a pressão e o diabetes sob controle, melhorar o sono, reduzir o estresse…? E quantas vezes você realmente ouviu, refletiu e mudou? Vendedores de fumaça existirão enquanto existirem compradores de fumaça.
A única saída que vejo para esse problema está na leitura. Assim como você planeja sua carreira, seu salário, seu guarda-roupa e o menu da semana, seria maravilhoso programar sua leitura para este mês e ano. Quais obras deseja ler? Uma rápida pesquisa na internet pode lhe fornecer um cardápio saboroso de idéias.
Você é o que come. Mas se tornará aquilo que lê. Se você consegue ler apenas um livro por ano, então, como diria Tony Stark, esse será um livro muito importante, não? Escolha-o com cuidado. Leia-o com atenção. Ou continue cego para o mundo à sua volta, sorvendo goles generosos de tônico universal, enquanto espera pelo próximo vendedor de fumaça.
Eu? Eu não fumo mais."
Fonte:
Por Dr. Alessandro Loiola . 17.03.11 - 21h06
Economize Água
Achei bonitinho esa propaganda do Animal Planet!!!
Crianças!!! Vamos economizar água!!!
Pra gente tomar banho, beber, comer, gerar energia!!!
Sobre o post Xenofobia da Elite e Racismo
Primeiro temos que dar uma olhadinha na legislação.
Essa está comentada que busquei no site DireitoNet. Para ler na íntegra clique no site.
Quando da promulgação de Nossa Constituição Federal em 1988, seu art. 5º, inciso XLII, determinava que “a prática do racismo constitui crime inafiançável e imprescritível, sujeito à pena de reclusão, nos termos da lei”, sendo referido inciso um mandado expresso de criminalização, o qual teve sua eficácia com a promulgação da Lei nº 7.716/89.
Curiosamente a Lei nº 7.716/89 determina em seu título a punição de crimes resultantes de preconceito de raça ou de cor, categorias estas que foram ampliadas no ano de 1.997, quando o legislador então acrescentou ao art. 1º da referida lei os termos etnia, religião e procedência nacional, passando referido art. a vigorar da seguinte forma:
“Art. 1º Serão punidos, na forma desta Lei, os crimes resultantes de discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional”. (Redação dada pela Lei nº 9.459, de 15/05/97).
A lei 9.459 de 15 maio de 1.997 além de criar novas categorias para a “lei de racismo”, também acresceu ao artigo 140 do Código Penal, o parágrafo terceiro, criando com isso a figura da injúria qualificada, in verbis:
Art. 140 - Injuriar alguém, ofendendo-lhe a dignidade ou o decoro:
(...)
§ 3º - Se a injúria consiste na utilização de elementos referentes a raça, cor, etnia, religião ou origem.
Pena - reclusão de um a três anos e multa.
O parágrafo terceiro do art. 140 do Código Penal ainda sofreu nova alteração no ano de 2.003, com a Lei nº 10.741, quando então foram incluídas duas novas categorias, pessoa idosa ou portadora de deficiência, passando a vigorar da seguinte forma:
§ 3o Se a injúria consiste na utilização de elementos referentes a raça, cor, etnia, religião, origem ou a condição de pessoa idosa ou portadora de deficiência...
Isso só vem acrescentar e confirmar o que eu já disse em outros posts sobre as pessoas, sobre minha desilusão com o mundo. Fazendo uma pequena observação: não sou dona perfeitinha, mas tento ser sim! E assumo isso. Tento ser correta, sincera e só vejo um mal nisso: não me encaixo nesse mundo. ( ou não aprendi a lidar com ele e com a maioria das pessoas que destoam do MEU mundo...)
Digo e repito:
AS PESSOAS FINGEM, fingem o tempo todo, mentem inclusive para elas próprias! Fingem que são educadas e quando você vira as costam comentam. Por que ao invés de falar de você não falam para você? Ajudaria a ser alguém melhor...FALSAS!
Te dizem bom dia por uma mera formalidade, mecanicamente, isso não quer dizer que querem que seu dia seja realmente bom... nem te olham nos olhos!
FRIAS!
Em público te apoiam, dizem que você está certo, que é preciso reivindicar! Mas quando é necessário pôr as mãos na massa e agir, enfiam o rabo entre as pernas (provavelmente um rabo sujo, porque quem não deve não teme!) e saem pela tangente!
A Internet é como uma festa à fantasia, as pessoas entram, se disfarçam (ou não) mas dão a cara à tapa. São o que são e ali se entregam. Às vezes até se descobrem.
E o que aconteceu não foi coisa do mundo virtual! É real!
É assim que muitos são e pensam e agem e excluem (ou talvez se excluam). Na verdade, só veio à tona um problema histórico! É impressionante como se avança tecnologicamente, economicamente e ao mesmo se percebe uma pausa moral no tempo, na história de várias gerações. Não dá pra dizer retrocesso porque acredito que o ser humano nunca regride. Apenas estagnou. Parou aí! Não QUIS crescer e avançar no que chamam de Inteligência Emocional, Evolução Espiritual ou, para ser mais simples, mantém-se como um ser anti-ético. Cultivado a cada geração, passado de pai para filho, para netos e bisnetos de forma muito sutil, entranhado nos mais simples gestos. Porque a gente não é o que diz, a gente é o que faz, de que modo agimos. Para quem não sabe, esse é o processo inicial e base do aprendizado infantil, como já dizia Vigotsky sobre a zona de desenvolvimento proximal, e todas as teorias existentes sobre valor cognitivo-afetivo nos processos de ensino-aprendizagem. Acho que é por isso que até agora não tive filhos... porque sei que vou tentar educá-los não só com palavras, mas principalmente com atitudes. Porque eles irão crescer e perceber que tiveram uma educação coerente entre o que era dito e o que era praticado. Tentando criar neles discernimento e entendimento de que toda ação tem suas consequências e quais são elas. Talvez o universo não conspire ao meu favor. Talvez esteja aí a explicação de não ter filhos apesar das tentativas. Talvez o mundo não precise de pessoas assim...
COVARDES!
Pelo amor de Deus! Quão POLITICAMENTE CORRETAS se dizem essas criaturas, se batem no peito e afirmam o que não praticam?! Está escrito na testa!HIPÓCRITAS!
Entram em seus carros de luxo são verdadeiros transformistas! Aquela aparência elegante e bons modos ao falar vão por terra depois de picotar o trânsito e daquela fechada que te dão na primeira esquina, sem sequer um gesto de desculpas.IGNORÂNCIA
Pois é... ignorância resume tudo. Todos nós estamos sujeitos à momentos de ignorância. De desconhecimento do caso, da situação, dos sentimentos e das consequências. Não consigo acreditar que as pessoas tenham tais atitudes conscientes. Mas como disse, estamos sujeitos à MOMENTOS. Quero dizer que temos a capacidade de perceber o erro e modificar atitudes e padrões de pensamentos.A Internet é como uma festa à fantasia, as pessoas entram, se disfarçam (ou não) mas dão a cara à tapa. São o que são e ali se entregam. Às vezes até se descobrem.
E o que aconteceu não foi coisa do mundo virtual! É real!
É assim que muitos são e pensam e agem e excluem (ou talvez se excluam). Na verdade, só veio à tona um problema histórico! É impressionante como se avança tecnologicamente, economicamente e ao mesmo se percebe uma pausa moral no tempo, na história de várias gerações. Não dá pra dizer retrocesso porque acredito que o ser humano nunca regride. Apenas estagnou. Parou aí! Não QUIS crescer e avançar no que chamam de Inteligência Emocional, Evolução Espiritual ou, para ser mais simples, mantém-se como um ser anti-ético. Cultivado a cada geração, passado de pai para filho, para netos e bisnetos de forma muito sutil, entranhado nos mais simples gestos. Porque a gente não é o que diz, a gente é o que faz, de que modo agimos. Para quem não sabe, esse é o processo inicial e base do aprendizado infantil, como já dizia Vigotsky sobre a zona de desenvolvimento proximal, e todas as teorias existentes sobre valor cognitivo-afetivo nos processos de ensino-aprendizagem. Acho que é por isso que até agora não tive filhos... porque sei que vou tentar educá-los não só com palavras, mas principalmente com atitudes. Porque eles irão crescer e perceber que tiveram uma educação coerente entre o que era dito e o que era praticado. Tentando criar neles discernimento e entendimento de que toda ação tem suas consequências e quais são elas. Talvez o universo não conspire ao meu favor. Talvez esteja aí a explicação de não ter filhos apesar das tentativas. Talvez o mundo não precise de pessoas assim...
Pedagogia
E o pior de tudo foi ouvir de "doutores em Educação", sobre o "método freireano". Que é isso? Onde estamos? Será que esses ditos "professores" eram mesmo doutores do saber?
Com que cara de pau dão nomes ao saber de Paulo Freire? Será que intenção era "tornar mais didático"????....
Hahahaha
Pois muito ouvi a respeito, ao longos dos meus poucos e rápidos 5 anos estudando sobre Educação.
Gostaria de ter encontrado o vídeo abaixo em português também, mas infelizmente ainda não consegui.
Para um bom entendedor, como diz o ditado, risco é Francisco!
Caramba...!
É tão simples! (de se entender) Mas ao mesmo tempo complexo! (para se pôr em prática)
Ser educador é ser! É saber ser... conforme a obra.
Êita velhinho sabido!
A primeira vez que li um de seus livros disse para meu marido: Me apaixonei ... por um velhinho... ele (meu esposo) ficou meio branco, quase acreditou! Mas era verdade!
Ser educador é ser! É saber ser... conforme a obra.
Êita velhinho sabido!
A primeira vez que li um de seus livros disse para meu marido: Me apaixonei ... por um velhinho... ele (meu esposo) ficou meio branco, quase acreditou! Mas era verdade!
Paulo Freire expõe o educar de forma simples, com toda sua "boniteza", valorizando o que deve ser valorizado:
A VIDA
AS RELAÇÕES
O EDUCANDO
O EDUCADOR
OS SONHOS
OS MEDOS
OS PRINCÍPIOS
OS VALORES E RECONSTRUÇÃO DESTES
A CURIOSIDADE INERENTE AO SER HUMANO
AO QUE CADA UM SABE
A HISTÓRIA DE CADA INDIVÍDUO
AO RESPEITO
E AO AMOR.
Muito provavelmente eu deixei de enumerar várias outras coisa de igual valor, de igual importância, mas quem conhece Paulo Freire, sabe bem do que estou falando.
Isso é Pedagogia! Paulo Freire não é um método!!! Que absurdo!!! Ele foi uma vida, uma pessoa que sentia, se ressentia pelo povo, que se indignava e que buscou a qualquer custo trazer à tona as consciências com todas as bases éticas possíveis!
Freire diz: "Não há docência sem discência" e eu completo... sem decência, sem delicadeza.
Sem a consciência de um "inacabado".
Aqui está um link para ler ou baixar o livro Pedagogia da Autonomia. E no site tem mais de graça!
Clique Aqui Para Abrir
Freire diz: "Não há docência sem discência" e eu completo... sem decência, sem delicadeza.
Sem a consciência de um "inacabado".
Aqui está um link para ler ou baixar o livro Pedagogia da Autonomia. E no site tem mais de graça!
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Vale a pena assistir o vídeo abaixo e buscar mais sobre dele (e me indicar também!)
Picanha Maturada e o Educar
Que título mais esquisito! O que tem uma coisa a ver com outra?
Mas olhem só esse artigo da revista Super Interessante:
Enzimas fazem a carne ficar mais macia
Maturação é a técnica natural de amaciar a carne, sem nenhum tipo de produto.
O que é uma carne maturada?É uma carne amaciada naturalmente, sem que se misture a ela qualquer produto. Geralmente, esse processo de maturação é usado para a carne bovina. Existem enzimas dentro dela que fazem com que os filamentos de proteínas das fibras musculares se rompam. A carne fica então mais molinha, além do sabor tornar-se mais acentuado. Mas como o alimento se estraga com muita facilidade, é preciso que esse processo aconteça sob refrigeração (abaixo de 2 graus Célsius). Se a carne for embalada a vácuo, a segurança será maior ainda porque ela não será atacada pelos microorganismos externos que causam a deterioração. (Só os microorganismos internos...! Só??? Será??? O nome disso é ESTADO DE DECOMPOSIÇÃO)
É importante destacar que a carne maturada tem uma composição idêntica à da fresca e nenhum ingrediente é adicionado a ela, explica o veterinário especializado em engenharia de alimentos Pedro Eduardo de Felício, da Universidade Estadual de Campinas, em São Paulo. Durante a maturação, porém, perde-se um pouco de umidade e de proteínas solúveis presentes no alimento.
Bom, não satisfeita só com esse texto, busquei mais na fonte, um site sobre o Desenvolvimento de Agronegócios:
A maturação é o amaciamento (tenderização) da carne que ocorre após o rigor mortis, durante a estocagem refrigerada. Outra definição é que, carne maturada é aquela resultante do processo que consiste em manter a carne refrigerada sob temperatura próximas de 0oC por um período suficiente para torná-la não apenas amaciada, como também melhorar outras qualidades organolépticas inerentes, como por exemplo, o sabor (Kubota et al., 1993; Lawrie, 1985; Puga et al., 1999).
Segundo Goll et al. (1992) e Koohmaraie (1992), durante a maturação ocorrem importantes mudanças químicas e estruturais (degradação da linha Z, degradação de desmina, degradação e desaparecimento de troponina-T, degradação de titina e nebulina, aparecimento de polipeptídeos de peso molecular de 95 e 28 - 32 kDa, e a não degradação dos miofilamentos actina e miosina), que vão influenciar a maciez da carne.
A maturação consiste em armazenar a carne em embalagens à vácuo (sem oxigênio) em temperaturas entre 0-1 oC por um período de 15 dias. A necessidade de embalagem a vácuo visa o retardamento do crescimento de bactérias aeróbicas putrefativas e favorece o crescimento de bactérias lácticas, que, por sua vez, produzem substâncias antimicrobbianas (Puga et al, 1999).
Segundo Kubota et al. (1993) a técnica para a preparação da carne maturada seguiria os seguintes passos: 1) Retirada cuidadosa de aponevroses (gorduras, tendões) da superfície das peças; 2) embalamento à vácuo, com filme termoencolhível; 3) manter em refrigeração entre 0-4oC, durante 15-21 dias.
Quer dizer, deteriorização mudou de nome! O mundo dos Agronegócios chamam de tenderização. Não tenho mais o que dizer, eles já dizem por mim.
Você escolhe o quê, e como consome.
Você escolhe o quê, e como consome.
Inclusive, lembro da violência de pais que costumam forçar seus filhos a comer, alegando que é preciso senão vão ficar anêmicos. Me lembro de amiguinhas de infância que passavam mal, de bebês numa creche que estagiei, que vomitavam a papinha com carne... e ainda assim as Pedagogas forçavam a comida guela abaixo dizendo que a mãe iria reclamar que seu bebê não se alimentou. Aliás esse é UM dos vários motivos que encheram meu saquinho para eu não seguir na profissão. A falta e noção, de bom senso e de educação de quem se dizia Educadora. Agora, lembrando bem, antes de ingressar na universidade, me diziam um trocadilho... algo de PedaGOGO que parecia PedaCOCÔ.
Saúde também é uma questão de costume. Precisamos nos acostumar com o mudar, com o fazer diferente, com o experimentar o novo, o saudável e comparar os resultados por si mesmo. Que raios de Educador, que passa sua graduação toda (e talvez a pós-graduação) repetindo, (sim, repetindo porque muitos não passam de louros) coisas que não aplicam nem acreditam?
- Sobre a abordagem sóciointeracionista de Vygotsky esclarecendo a influência do ambiente no desenvolvimento da criança e as zonas de desenvolvimento proximal. Se somos produto do meio, por que não podemos explorar que outras possibilidades ele nos oferece? O crescimento seria muito mais rico!
- E aquela frase batida entre os pedagogos " Aprender a Aprender". Ai que raiva tenho quando escuto! Não sou contra a ideia, mas contra o discurso sem prática.
- E o respeito ao saber do educando, tão pregado por Paulo Freire (êita velhinho sabido!), à sua Pedagogia da Autonomia? Um aprendizado mais humano como o de Rogers, com liberdade e responsabilidade de Montessori!
Poxaaaa.... passamos alguns anos estudando as ideias dessas mentes para no final na faculdade ouvir que são TEÓRICOS DA EDUCAÇÃO!?
E se tornam teóricos mesmo! Poucos são os que aplicam em suas instituições de ensino.
Se é particular o problema é o lucro: não pode perder aluno e faz tudo o que o papai e a mamãe querem. "TÔ PAGAAAANDO!"
Se é pública, não existe nada! Nem amparo legal, nem, estrutura, nem boa vontade, nem verbas, absolutamente nada! Uma que outra alma boa... recém chegada... ainda tem disposição.
Mas uma andorinha só não faz verão...
Mas uma andorinha só não faz verão...
Aaaafff.......!!!
Deixo aqui minha desilusão com a Educação e, principalmente, com as pessoas...
Fazendo a Feira
Muitas vezes vamos ao mercado (porque aqui a feira é longe), e cada vez que passamos no caixa com legumes, verduras e frutas a pessoa pergunta: o que é isso? Algumas ainda me perguntam para que serve, como usar etc...
Bom, o fato é que as pessoas não conhecem nada, nem o que comem, como preparam, de que é feito.
Consequências da modernidade: mulher passou a trabalhar fora, comer fora ou mora com a mamãe que cozinha para ela, ou ele, para os netos e assim vivemos. E assim se perpetua o exemplo de família.
Oras! Eu também trabalho fora, como fora, cozinho quando tenho que cozinhar, mas conheço muitas coisas. Se não conheço, procuro conhecer e provar.
Nos perguntam o que é espinafre, rabanete, coentro, majericão, alguns tipos de laranja, frutas diferentes então... nem se fala!
O engraçado é damos o nome, mas às vezes, por causa da diferença na linguagem, a coisa que tem um nome no sul e sudeste aqui se conhece por outro nome. Aí fica difícil, né!
Acho que já paguei mais caro na fruta porque o nome era outro que eles não achavam na porcaria da listinha de códigos e preços.
Eu já tinha no blog um tópico com Ervas e Frutos, despois deste posto vou mudar para Frutos, Ervas, Temperos Etc. Pois bem, lá vou postar o que é e os benefícios de cada coisa que costumo utilizar nos meus pratos ou gosto de comer.
E que faz bem!!!
Ou a população só conhece arroz com feijão? Cuzcuz com carne-de-sol?
É só abrir a internet, deixar de olhar sites de fofocas e buscar que encontra aos montes informação sobre tudo!
Esse blog é mais um!
Será uma questão de cultura ou de educação?
Onde está o problema? Por que as pessoas não se interessam em aprender, em conhecer, em sair do seu mundo e deixar de olhar o próprio umbigo?
...
SEM COMENTÁRIOS
Mas Que Sacola!!!
Quem já me conhece ouve muuuuuito essa frase....! rs
Outra que sai de vez em quando é: Aaai minha sacolinha!
Pois é... mas só quando tô meio aborrecida.
Só que o objetivo deste post é outro.
Eu estava cansada de ir aos mercados e ler coisas do tipo: sustentável, meio ambiente, não utilize sacolas plásticas e coisas assim.
Pra começar, como é que um supermercado, que ainda por cima nem é nacional, vem com essa ladainha de sustentável e nos bastidores acontece o desperdício de alimento?
Tudo bem que como é Super, os alimentos tem que ser selecionados, bonitos para sua clientela vip, mas quando o setor da feirinha está meio murcho, meio amassado, por que não doar à comunidade local, já que não vai estar à venda?
Ou faça uma feirinha com preços mais em conta! Tenho certeza que o mercado vai lotar e sempre que alguém entra no mercado pra comprar 1 sai com 3... rs Olha o Marketing! Até eu sei!
Bom, um dia perguntei a uma pessoa do controle de qualidade das mercadorias que me disse que o problema vai além de simplesmente doar o que não vende. Existem leis, fiscalização, multa etc que não permitem essa redistribuição, caso algum cliente passe mal, pode processar o mercado.
Entendi, afinal leis devem ser cumpridas, mas não concordo!
Sabe aquela banana meio pretinha, mas que quando você abre ainda dá pra comer? Alguém já passou mal com isso? E olha, tem muita gente carente que vive do lixo. De certa forma já está imune! Não é o legume feio ou a banana pretinha que vão causar algum problema.
Mas para minha alegria, só não é regra comum a todos os mercados, soube que alguns deles em off, fazem essa doação sim. Mas muito bem escondido por causa da fiscalização.
E voltando ao caso da sacola e do meio ambiente, minha primeira revolta foi com: "Não use sacolas plásticas, compre a sua sacola retornável!"
Mas que sacola!
Mais uma fonte de lucro! Pensei logo. Tudo bem que é baratinha, mas o mercado deveria socializar mais essas sacolas ao invés de vender.
Então tá! Aí pensei com meus botões: Eu adotaria a sacola retornável, até gosto! Acho bonitinha!
Mas onde vou colocar meu lixo se não levar a de plástico?
Aí andei lendo por aí, pensando no assunto e descobri algumas alternativas no site: Meu Mundo Sustentável
Primeiro de tudo, o lugar onde você mora deve estar comprometido com isso.
Não é meu caso aqui em Natal. Raros são os locais que possuem lixeira seletiva.
Eu ainda tenho uma "dificuldade psicológica" quando junto meu lixo orgânico com o reciclável. Infelizmente e com muita dó, aqui eu junto porque, mesmo que eu separe, o Senhor lixeiro vai amassar tudo no caminhão e despejar no mesmo canto.
Essa estratégia depende também das autoridades locais.
Em casa precisa de duas lixeiras: uma pro orgânico e outra pro reciclável. No começo eu reclamei porque morava em apartamento, não tinha espaço e ainda tinha que separar!
Mas agora depois passei a gostar. Deixava umm cantinho separado onde juntava todo o material e só separava quando chegava nos coletores do edifício.
Em casa precisa de duas lixeiras: uma pro orgânico e outra pro reciclável. No começo eu reclamei porque morava em apartamento, não tinha espaço e ainda tinha que separar!
Mas agora depois passei a gostar. Deixava umm cantinho separado onde juntava todo o material e só separava quando chegava nos coletores do edifício.
Pra quem leva as compras de carro ou táxi, dá muito bem para colocar em caixas de papelão até em casa. É só querer e sugerir que o mercado disponibilize.
Para as mais madames, que adoram uma moda, lembrei daquelas cestas de vime, que são comuns e baratas aqui no nordeste. Só encomendar com umas alças e deixar na mala do carro para quando for ao mercado, transportar as compras.
E as mais divulgadas e alvo de comércio são as sacolas retornáveis.
Tem de tudo que é jeito, estampa, personalizada, feitas até da reciclagem de garrafa pet!
Aliás eu tenho 2 blusinhas de garrafa pet! Claro que depois de reciclar....rs
Não ando por aí igual a Madonna.
E como será que fizeram hein?!!! Essa vai para o próximo post.
E esta última dica depende de nós.
De usarmos todo saquinho dos produtos que já consumimos para o lixo orgânico.
Tudo na vida é questão de costume!
É fácil estar cômodo, fazer as coisas como sempre fez, mas mudar também é muito bom!
Uma renovação no corpo, uma leveza no espírito e o planeta agradece! Clique aqui e compre SACOLAS RETORNÁVEIS sem sair de casa! Tem sacolas, bolsões, bolsinhas, chinelos, porta-níquel... tem de tudo lá!
Educação Mandou um Abraço!
UM OLHAR SOBRE O EDUCAR...
Um "de menor", delinquente, marginal, trombadinha, menor infrator... ?! Tantos nomes que deram pros "meninos de rua", mas .... eeei!!! Essa receita é a mesma que cria o rapaz da classe média, média-alta... qualquer classe!
Criar bem um filho independe de classe. Morar na favela não significa ser bandido ou traficante, nem morar em condomínios de luxo significa ser bom menino.
São muitas as variáveis na educação de um indivíduo. São aspectos morais (quanta hipocrisia), religiosos (se é que existem), culturais (onde não existe respeito a diversidade), costumes (que nunca mudam), políticos (manda quem pode, obedece quem tem juízo) ... enfim, tudo aquilo que se descarta, que se mantém, mas principalmente, o que se exemplifica.
Simples: aquilo que você é....!
A frase de alguém já dizia: o mundo muda quando a gente muda. É verdade! Que tanto se discute educação, política, as aulas nas universidades dão até raiva, de tantas divagações e ninguém conclui nada, resolve nada!? Pra quê complicar...? Pra quê falar bonito, usar toda retórica...?
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Confesso que tenho minhas crises existenciais, tipo... nasci no mundo errado, que é que tô fazendo aqui, pra quê nasci... e por aí vai! (em alguns momentos... ou quase sempre)!
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Confesso que tenho minhas crises existenciais, tipo... nasci no mundo errado, que é que tô fazendo aqui, pra quê nasci... e por aí vai! (em alguns momentos... ou quase sempre)!
Mas muito se fala por aí em perda de valores, perda da identidade... mas será que tivemos algo pra perder? Acho que nunca se criaram tais valores... ou os alicerces eram fracos e quebraram.
Eu que estou errada ou como dizia Sartre, o inferno são os outros?
Aaaai.... tô passando mal, eu sou da geração Gardenal.
Churrasco de Domingo
Pra quem curte e acha que feriado é sinônimo de churrasco, vou mostrar de trás para frente todo esse processo:
Tá babando, né?!
Tá babando, né?!
Linda picanha! Vai já para o seu prato!
Local bonito e agradável para um dia de churrasco...
Te parecem bonitas? Tem que saber escolher!
Bovina?
Ou suína?
Outro tipo? Tá na dúvida?
E esses filhotes? Você separaria da mãe?
Bom... se forem machos vão para o lixo simplesmente porque não põem ovos, não produzem.
Bom... se forem machos vão para o lixo simplesmente porque não põem ovos, não produzem.
E este bezerro???
Ffoi desmamado antes da hora por sua causa:
Ffoi desmamado antes da hora por sua causa:
- Para que o leite produzido (para o bezerro) fosse embalado para o mercado;
- Este bezerro não morreu (ainda) pois está sendo alimentado com ração, hormônios e medicamentos para crescer rápido e "saudável";
- Mas esta vaca, logo que deixar de produzir leite irá para o abate;
- Mas e o bezerro?
- Macho não dá leite nem reproduz, então também vai para o abate;
- Aparece no mercado como carne tenra;
Um tiro na cabeça? Ou você prefere abater como a maioria?
Com marreta? Lentamente....
...
E AINDA NÃO CONSEGUE VIVER SEM CARNE?
BULLYING - Uma solução em conjunto
"Para elas, o mundo é estranho e desconcertante: as pessoas não dizem aquilo que pensam, dizem aquilo que não pensam, fazem comentários triviais e sem significado, aborrecem-se e perdem a paciência quando uma pessoa com síndrome de Asperger lhes refere centenas de factos fascinantes sobre horários, as inúmeras variedades de cenouras ou o movimento dos planetas. Também não entendem como é que as pessoas conseguem tolerar tantas luzes, sons, cheiros, texturas, paladares, sem se desnortearem, se preocupam tanto com a hierarquia social, têm relações emocionais tão complicadas, conseguem utilizar e interpretar tantas convenções sociais, são tão ilógicos."
Esta é a forma como Lorna Wing, a psiquiatra que usou pela primeira vez o termo síndrome de Asperger, caracteriza as pessoas com esta síndrome. Quem contacta diariamente com crianças com Asperger considera que esta psiquiatra faz, de uma forma sintética, uma boa caracterização deste tipo de problemática. Apesar de, cognitivamente, apresentarem capacidades médias ou acima da média, ao nível das competências sociais os portadores de Asperger apresentam défices que lhes limitam seriamente a capacidade de interagir socialmente de uma forma gratificante. Para além de terem dificuldade em estabelecer diálogo, têm tendência para fazer comentários inoportunos, "demasiado honestos", que muitas vezes magoam os outros. A dificuldade em perceber sinais não verbais e expressões faciais que exprimem sentimentos é outra característica que os define e que dificulta o estabelecimento de relações sociais satisfatórias.
Para além de défices ao nível das competências sociais, estas crianças têm também dificuldades ao nível da comunicação, pois apesar de muitas vezes falarem de forma pomposa e fluente parecem ausentes do diálogo. A dificuldade em extrair o significado de metáforas e entoações leva as pessoas com quem interagem a questionarem as suas capacidades cognitivas. O facto de habitualmente apresentarem interesses obsessivos também não facilita a comunicação, uma vez que os outros ficam rapidamente cansados de ouvir constantemente falar em carros, comboios, planetas e outros temas pelos quais habitualmente se interessam.
As dificuldades referidas levam a que estas crianças frequentemente se isolem ou sejam vítimas de abuso, nomeadamente bullying. Estes riscos exigem que sejam alvo de um acompanhamento muito próximo.
Ao abordar este tema, vêm-me imediatamente à memória os muitos casos de meninos com Asperger que vou acompanhando no SPO. O Jorge, por exemplo, que agora é aluno do 8.º ano de escolaridade, é acompanhado desde o 5.º ano. Ao longo destes anos tem havido uma articulação constante entre o director de turma, os professores do conselho de turma e os pais do aluno em questão, pois é alvo constante de agressão por parte dos colegas, alguns deles colegas novos que entram para a turma no início de cada ano lectivo. Sem intervenção e vigilância permanentes, o Jorge estaria certamente perdido neste mundo tão complexo, cheio de segundos sentidos e subtilezas.
O contacto com estas crianças, com quem habitualmente estabeleço uma excelente relação, leva-me a concordar plenamente com a opinião de Tony Attwood, psicólogo clínico especialista mundial em síndrome de Asperger, relativamente às capacidades e talentos dos portadores desta síndrome. A capacidade para estabelecerem relações de grande lealdade, o discurso isento de falsidades, a conversação objectiva e sem manipulação, a perspectiva original de resolução de problemas e a clareza de valores fazem deles pessoas muito especiais. Como diria este especialista, "Precisamos de pessoas com Asperger, uma vez que são mais criativos do que a população em geral. A cura para o cancro será provavelmente descoberta por alguém com Asperger!".
FONTE: Adriana Campos| 2009-10-28 (Site Educare)
Outras informações:
Tipos de Bullying - ENTRE NESSE SITE PORQUE TEM MUITA INFORMAÇÃO
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