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Quem sou Eu??? Ahhh....!!! Curiosa por natureza, gente fina (rs), com o riso meio frouxo, alguém feliz , mas sempre em busca de mais e mais! Tudo na minha vida tem seus extremos. Desde o tempero na comida até o sentimento. Tudo na minha vida precisa de mudanças, desde o móvel da sala até o rumo da própria vida. Eu gosto dessa "rotina imprevisível". Sabe...? Uns dizem que me conhecem, outros nem tanto, muitos só de vista, alguns lembram da minha risada, mas uns poucos têm acesso ao meu íntimo. Estou criando esse blog pra deixar gravado um pouco de mim! Deixar minha impressões e expressões. Fazer minha terapia. Desamarrar o nó da garganta, chorar minhas pitangas, minhas dúvidas e respostas, deixar um pedacinho da Flávia nesse mundo virtual. Não é um diário, nem a sala do psicanalista, este blog é parte de mim, do meu jeito, como eu quero. Como sou e gostaria de ser. Obrigada pela visitinha e se gostou ou não do que viu, deixe seu comentário!

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“Transformamos problemas cotidianos em transtornos mentais”



Allen Frances (Nova York, 1942) dirigiu durante anos o Manual Diagnóstico e Estatístico (DSM), documento que define e descreve as diferentes doenças mentais. Esse manual, considerado a bíblia dos psiquiatras, é revisado periodicamente para ser adaptado aos avanços do conhecimento científico. Frances dirigiu a equipe que redigiu o DSM IV, ao qual se seguiu uma quinta revisão que ampliou enormemente o número de transtornos patológicos. Em seu livro Saving Normal (inédito no Brasil), ele faz uma autocrítica e questiona o fato de a principal referência acadêmica da psiquiatria contribuir para a crescente medicalização da vida.
Pergunta. No livro, o senhor faz um mea culpa, mas é ainda mais duro com o trabalho de seus colegas do DSM V. Por quê?
Resposta. Fomos muito conservadores e só introduzimos [no DSM IV] dois dos 94 novos transtornos mentais sugeridos. Ao acabar, nos felicitamos, convencidos de que tínhamos feito um bom trabalho. Mas o DSM IV acabou sendo um dique frágil demais para frear o impulso agressivo e diabolicamente ardiloso das empresas farmacêuticas no sentido de introduzir novas entidades patológicas. Não soubemos nos antecipar ao poder dos laboratórios de fazer médicos, pais e pacientes acreditarem que o transtorno psiquiátrico é algo muito comum e de fácil solução. O resultado foi uma inflação diagnóstica que causa muito dano, especialmente na psiquiatria infantil. Agora, a ampliação de síndromes e patologias no DSM V vai transformar a atual inflação diagnóstica em hiperinflação.


P. Seremos todos considerados doentes mentais?
R. Algo assim. Há seis anos, encontrei amigos e colegas que tinham participado da última revisão e os vi tão entusiasmados que não pude senão recorrer à ironia: vocês ampliaram tanto a lista de patologias, eu disse a eles, que eu mesmo me reconheço em muitos desses transtornos. Com frequência me esqueço das coisas, de modo que certamente tenho uma demência em estágio preliminar; de vez em quando como muito, então provavelmente tenho a síndrome do comedor compulsivo; e, como quando minha mulher morreu a tristeza durou mais de uma semana e ainda me dói, devo ter caído em uma depressão. É absurdo. Criamos um sistema de diagnóstico que transforma problemas cotidianos e normais da vida em transtornos mentais.


P. Com a colaboração da indústria farmacêutica... 
R. É óbvio. Graças àqueles que lhes permitiram fazer publicidade de seus produtos, os laboratórios estão enganando o público, fazendo acreditar que os problemas se resolvem com comprimidos. Mas não é assim. Os fármacos são necessários e muito úteis em transtornos mentais severos e persistentes, que provocam uma grande incapacidade. Mas não ajudam nos problemas cotidianos, pelo contrário: o excesso de medicação causa mais danos que benefícios. Não existe tratamento mágico contra o mal-estar.


P. O que propõe para frear essa tendência?
R. Controlar melhor a indústria e educar de novo os médicos e a sociedade, que aceita de forma muito acrítica as facilidades oferecidas para se medicar, o que está provocando além do mais a aparição de um perigosíssimo mercado clandestino de fármacos psiquiátricos. Em meu país, 30% dos estudantes universitários e 10% dos do ensino médio compram fármacos no mercado ilegal. Há um tipo de narcótico que cria muita dependência e pode dar lugar a casos de overdose e morte. Atualmente, já há mais mortes por abuso de medicamentos do que por consumo de drogas.


P. Em 2009, um estudo realizado na Holanda concluiu que 34% das crianças entre 5 e 15 anos eram tratadas por hiperatividade e déficit de atenção. É crível que uma em cada três crianças seja hiperativa?
R. Claro que não. A incidência real está em torno de 2% a 3% da população infantil e, entretanto, 11% das crianças nos EUA estão diagnosticadas como tal e, no caso dos adolescentes homens, 20%, sendo que metade é tratada com fármacos. Outro dado surpreendente: entre as crianças em tratamento, mais de 10.000 têm menos de três anos! Isso é algo selvagem, desumano. Os melhores especialistas, aqueles que honestamente ajudaram a definir a patologia, estão horrorizados. Perdeu-se o controle.


P. E há tanta síndrome de Asperger como indicam as estatísticas sobre tratamentos psiquiátricos?
R. Esse foi um dos dois novos transtornos que incorporamos no DSM IV, e em pouco tempo o diagnóstico de autismo se triplicou. O mesmo ocorreu com a hiperatividade. Calculamos que, com os novos critérios, os diagnósticos aumentariam em 15%, mas houve uma mudança brusca a partir de 1997, quando os laboratórios lançaram no mercado fármacos novos e muito caros, e além disso puderam fazer publicidade. O diagnóstico se multiplicou por 40.


P. A influência dos laboratórios é evidente, mas um psiquiatra dificilmente prescreverá psicoestimulantes a uma criança sem pais angustiados que corram para o seu consultório, porque a professora disse que a criança não progride adequadamente, e eles temem que ela perca oportunidades de competir na vida. Até que ponto esses fatores culturais influenciam? 
R. Sobre isto tenho três coisas a dizer. Primeiro, não há evidência em longo prazo de que a medicação contribua para melhorar os resultados escolares. Em curto prazo, pode acalmar a criança, inclusive ajudá-la a se concentrar melhor em suas tarefas. Mas em longo prazo esses benefícios não foram demonstrados. Segundo: estamos fazendo um experimento em grande escala com essas crianças, porque não sabemos que efeitos adversos esses fármacos podem ter com o passar do tempo. Assim como não nos ocorre receitar testosterona a uma criança para que renda mais no futebol, tampouco faz sentido tentar melhorar o rendimento escolar com fármacos. Terceiro: temos de aceitar que há diferenças entre as crianças e que nem todas cabem em um molde de normalidade que tornamos cada vez mais estreito. É muito importante que os pais protejam seus filhos, mas do excesso de medicação.


P. Na medicalização da vida, não influi também a cultura hedonista que busca o bem-estar a qualquer preço?
R. Os seres humanos são criaturas muito maleáveis. Sobrevivemos há milhões de anos graças a essa capacidade de confrontar a adversidade e nos sobrepor a ela. Agora mesmo, no Iraque ou na Síria, a vida pode ser um inferno. E entretanto as pessoas lutam para sobreviver. Se vivermos imersos em uma cultura que lança mão dos comprimidos diante de qualquer problema, vai se reduzir a nossa capacidade de confrontar o estresse e também a segurança em nós mesmos. Se esse comportamento se generalizar, a sociedade inteira se debilitará frente à adversidade. Além disso, quando tratamos um processo banal como se fosse uma enfermidade, diminuímos a dignidade de quem verdadeiramente a sofre.


P. E ser rotulado como alguém que sofre um transtorno mental não tem consequências também?
R. Muitas, e de fato a cada semana recebo emails de pais cujos filhos foram diagnosticados com um transtorno mental e estão desesperados por causa do preconceito que esse rótulo acarreta. É muito fácil fazer um diagnóstico errôneo, mas muito difícil reverter os danos que isso causa. Tanto no social como pelos efeitos adversos que o tratamento pode ter. Felizmente, está crescendo uma corrente crítica em relação a essas práticas. O próximo passo é conscientizar as pessoas de que remédio demais faz mal para a saúde.


P. Não vai ser fácil…
R. Certo, mas a mudança cultural é possível. Temos um exemplo magnífico: há 25 anos, nos EUA, 65% da população fumava. Agora, são menos de 20%. É um dos maiores avanços em saúde da história recente, e foi conseguido por uma mudança cultural. As fábricas de cigarro gastavam enormes somas de dinheiro para desinformar. O mesmo que ocorre agora com certos medicamentos psiquiátricos. Custou muito deslanchar as evidências científicas sobre o tabaco, mas, quando se conseguiu, a mudança foi muito rápida.


P. Nos últimos anos as autoridades sanitárias tomaram medidas para reduzir a pressão dos laboratórios sobre os médicos. Mas agora se deram conta de que podem influenciar o médico gerando demandas nos pacientes.
R. Há estudos que demonstram que, quando um paciente pede um medicamento, há 20 vezes mais possibilidades de ele ser prescrito do que se a decisão coubesse apenas ao médico. Na Austrália, alguns laboratórios exigiam pessoas de muito boa aparência para o cargo de visitador médico, porque haviam comprovado que gente bonita entrava com mais facilidade nos consultórios. A esse ponto chegamos. Agora temos de trabalhar para obter uma mudança de atitude nas pessoas.


P. Em que sentido?
R. Que em vez de ir ao médico em busca da pílula mágica para algo tenhamos uma atitude mais precavida. Que o normal seja que o paciente interrogue o médico cada vez que este receita algo. Perguntar por que prescreve, que benefícios traz, que efeitos adversos causará, se há outras alternativas. Se o paciente mostrar uma atitude resistente, é mais provável que os fármacos receitados a ele sejam justificados.


P. E também será preciso mudar hábitos.
R. Sim, e deixe-me lhe dizer um problema que observei. É preciso mudar os hábitos de sono! Vocês sofrem com uma grave falta de sono, e isso provoca ansiedade e irritabilidade. Jantar às 22h e ir dormir à meia-noite ou à 1h fazia sentido quando vocês faziam a sesta. O cérebro elimina toxinas à noite. Quem dorme pouco tem problemas, tanto físicos como psíquicos.

Fonte: El País

Autossabotagem



Os processos de autossabotagem acontecem por diversas razões. E uma dessas razões é a tentativa inconsciente de proteger a si mesmo. Vou explicar como isso funciona.

Imagine uma mãe que sempre fala pra filha: cuidado, os homens não prestam, são todos iguais. Todos eles traem e decepcionam. Essa menina se torna adulta e quer ter um relacionamento sério. No entanto, ela percebe que seus relacionamentos sempre dão errado de alguma forma e ela nunca consegue se realizar nessa área. Ela só se interessa por quem não se interessa por ela. Ou então, quando engata um relacionamento, ela perde o interesse rapidamente, ou ainda, acaba tendo brigas que levam ao término do relacionamento.

E pra essa mulher parece que ela tem má sorte no amor. Tudo dá errado. Tudo conspira contra. Mas, no fundo, sem perceber, ela dá um jeito de sabotar seus relacionamentos pra que realmente não deem certo. Afinal de contas, tem uma informação gravada no seu inconsciente que diz que os homens não prestam e a farão sofrer. Assim ela está apenas se protegendo. Mas essa proteção, que seria pra prevenir um sofrimento, gera outros tipos de sofrimento com a falta de realização na vida amorosa.

Uma coisa semelhante ocorre também na parte financeira. É muito comum as pessoas associarem dinheiro a coisas negativas. Dinheiro é sujo. Dinheiro corrompe. Dinheiro muda as pessoas. Dinheiro afasta do caminho espiritual. Dinheiro tira a paz interior e causa discórdia. Com essas crenças gravadas, seu inconsciente vai dar um jeito de impedir o seu progresso financeiro pra que você não tenha uma coisa que traz tantos males.

O consciente e o inconsciente travam uma batalha. Por um lado a mulher quer se casar e encontrar um bom relacionamento, esse é o seu lado racional. O lado emocional e inconsciente diz que isso é perigoso e que trará muito sofrimento. E essa parte inconsciente é muito mais ampla e profunda, tem um poder sabotador imenso. Ela vai contaminar as escolhas e a forma de interpretar o mundo pra afastar a pessoa do aparente perigo.

Com o dinheiro é a mesma coisa. Por mais que racionalmente você diga que deseja mais prosperidade, se você carrega essas crenças negativas que ligam o dinheiro a coisas ruins, o seu inconsciente, que é infinitamente mais esperto que o seu lado racional, vai dar um jeito de sabotar o seu crescimento.

Imagine agora uma pessoa que deseja ser um empreendedor, que veio pra esse mundo com essa vocação. Mas seus pais são funcionários públicos e passaram a vida inteira falando que o concurso é o único caminho seguro pra ter uma vida e renda tranquila. Esses pais sempre mostram os exemplos dos autônomos e empreendedores que se deram mal na vida. Então, essa pessoa pode sabotar suas tentativas de se tornar um empreendedor por que seu inconsciente estará tentando lhe proteger de todos os perigos de não ser um funcionário público.

O mesmo mecanismo sabotador de proteção pode acontecer também por medo da inveja. O sucesso muitas vezes está negativamente associado ao medo de atrair pessoas aproveitadores, invejosas e interesseiras. Quando alguém se destaca em qualquer coisa que seja, sempre haverá quem admire e queira ajudar, e também quem sinta inveja e queira atrapalhar o seu caminho. Então, por medo de sofrer e sendo alvo da inveja, muitas pessoas sabotam o próprio sucesso. Mais uma vez o seu inconsciente entra em ação para lhe proteger dos perigos.

A forma de se eliminar esses mecanismos é através da liberação das emoções e crenças limitantes. Só assim você desarma essas proteções inconscientes. Eu recomendo a utilização da *EFT (técnica para autolimpeza emocional, baixe o manual gratuito aqui) pra isso, por que é uma técnica simples e muito eficaz que nos ajuda a dissolver com maior facilidade a negatividade que nós carregamos.

Problemas na nossa autoestima também nos farão criar mecanismos de proteção sabotadores. Pontos fracos na autoestima nos levam a ter medo de criticas e de rejeição. Nesse caso você começa a evitar se expor, crescer, se destacar, ou simplesmente se relacionar socialmente. Assim o seu inconsciente o mantém seguro na sua zona de conforto. Em tese, isso poupa você do sofrimento, mas acaba evitando o seu desenvolvimento como pessoa.

Falando em autoestima, elaborei um teste com perguntas que farão você descobrir como está o nível da sua agora. O mais importante não é nem tanto a pontuação final que você vai obter nesse teste. O mais importante é a reflexão que cada pergunta traz. Pra fazer o teste é só acessar: Teste a Sua Autoestima. Faça agora!

*EFT - Emotional Freedom Techniques - Técnica que ensina a desbloquear a energia estagnada nos meridianos, de forma fácil, rápida e extremamente eficaz, proporcionando a cura para questões físicas emocionais. Você mesmo pode se autoaplicar o método. Para receber manual gratuito da técnica e já começar a se beneficiar, acesse este link

Fonte: Andre Lima

Ingressar em Universidades no Brasil na era do ENEM



Eu estava esses dias pela internet badalando por um blog quando vi este post sobre o sonho que virou pesadelo mas sinceramente acredito que aí houve um problema de informação.... o rapaz não estava ciente da metodologia de tal universidade argentina, nem averiguou antes de sua empreitada, quais as estruturas físicas e que tipo de suporte ele teria como aluno.... etc. E no final das contas desdenha a tudo e a todos que concluem o feito de graduar-se em Medicina. 
No entanto, o que me chamou a atenção e me fez escrever este post foi um dos poucos comentários que li e concordo muito, que fala não só sobre isso mas também sobre a infeliz realidade educacional atual do nosso Brasil.  Justo agora que praticamente todos os vestibulares de universidades públicas foram abolidos, ficando apenas o ENEM e suas possíveis (e passíveis) fraudes, e temos para este ano redução das vagas à metade, pois a outra metade é destinada ao sistema de COTAS, para àqueles que nele se enquadrem..... Estou vendo um grande afunilamento para o acesso ao ensino superior, mas quisera eu que este tivesse alguma qualidade. Como podemos ver... não é assim que a banda está tocando. 
Vazamento de provas em 2009.  Resultado: Deu em nada! Processo não foi anulado e seguimos com cara de palhaços.


Abaixo segue a cópia dos comentários do blog do colega Maximus, aos quais eu me referia:


"Manual do Estudante 28 de junho de 2013 23:53
Acredito que se o indivíduo conseguiu concluir sua graduação e além disso revalidou seu diploma no Brasil ele não deve ser tratado como "gentinha incompetente".

Anônimo 25 de abril de 2014 10:12
Perfeito Manual do Estudante, algumas pessoas são realmente autodidatas. Eu mesmo, perdi horas e horas em bancos da universidade, assistindo aulas que não me levaram a nada. Teria ganhado muito mais se ficasse estudando na biblioteca naquele horário.
No Brasil estamos acostumados a universidades que tratam o acadêmico como se estivesse no jardim da infância, com trabalhinhos para ajudar na nota.
Por outro lado, já faz muito tempo que o vestibular não é empecilho para alguém cursar medicina, e sim a capacidade de pagar cinco ou seis mil reais por mês de mensalidade, fora as demais despesas.
Sim, porque tenho visto vestibulares em que a concorrência é de 1,2/vagas, ou seja, se um ou dois desistirem, todos os outros serão aprovados.
E digo mais, diferentemente do que foi dito aqui, de que os exames na UBA são bastante rigorosos (não conheço a metodologia), no Brasil, CONHEÇO um monte de gente cursando não só medicina, mas odonto, enfermagem, fisio, entre outros cursos, que não sabem o que é uma mitocôndria, mas conseguem concluir o curso. Parece-me que os estudos dos anos do básico não existem mais. Simplesmente se ingressa na universidade já iniciam as atividades práticas, porque aqueles alunos não têm a menor compreensão de biofísica ou bioquímica por exemplo, mas todos irão se formar!
Passariam no revalida? Acho pouco provável.
Conhecimento, habilidade, aptidão, vocação, são características muito pessoais, e vestibular é muito relativo.
Minha formação não é em saúde, é jurídica, mas gostaria de falar sobre um amigo, que por não poder pagar uma universidade particular, tentou ingressar na UFPE, no curso de Direito, e não conseguiu, porque não era bom nas matérias de exatas(mat/fis/qui). Depois, resolveu arriscar a na UNICAP (Católica), Foi aprovado e conseguiu cursar graças ao antigo crédito educativo.
Pois bem, destacou-se durante a graduação e logo que se formou foi aprovado para Procurador da República, uma das carreiras almejadas no meio jurídico.
Moral da estória: o vestibular não é um critério absoluto, existem no Brasil inúmeros cursos de medicina de péssima qualidade, nem todo mundo que se forma no exterior é incompetente, o critério mais importante para se obter uma graduação nos cursos de elite no Brasil hoje em dia é a condição econômica do candidato, e não sua capacidade intelectual."



Mas sabe o que é pior de tudo isso e o que me deixa mais triste....? 
POR FAVOR ALGUÉM ME CORRIJA SE EU FALAR BOBAGENS!!!!
Mas tenho visto na prática toda essa diferença de opiniões.... ok! Cada um tem o direito de ter a sua.
Só que uns parece que não enxergam que vão com o seu discurso, contra si mesmos! Contra uma possível melhoria da Educação!
Os governos nos devem muito ainda! Uns tentam arrumar, mas não agradam a todos, outros não priorizam tanto ao setor... enfim.... e assim temos o histórico educacional que se apresenta.
Só que o mais lamentável é ver mais de perto que estudantes querem a todo custo ingressar em uma universidade de peso (federais), em especial os do curso de Medicina, e para isso pagam, literalmente o preço que for. Passam por cima de quem for para conseguir seu feito. Mandam alguém fazer a prova em seu lugar... ou ingressam com seus méritos mas depois.... sai debaixo....
Eu entendo que colar em prova.... é até "aceitável".... coisa de adolescente.... mas não acho ético e não concordo com isso. 
Fico pensando que se essas criaturas querem passar ou conseguir nota a qualquer custo... perturbam professores por pontos ou décimos... e se utilizam das últimas artimanhas para saírem "ganhando"..... que tipo de profissionais serão?
É desse médico que eu corro! E tem aos montes se formando nas particulares do Brasil e, pasmem, nas Federais! 
Ahhh.... quisera eu poder dizer aqui que recebo um ensino de qualidade e tenho orgulho porque estudo numa Universidade Federal.... e olha que esta é a segunda por onde passo.... e o nível não caiu.... despencou. 

Mas insisto em repetir o que me deixa mais indignada: tem tanto problema em nossa volta (nós alunos) e muitos alunos como eu estão achando é bom que o curso tenha tal e tal falha, porque assim ele enquanto aluno tem menos trabalho, é menos cobrado. 
E é com isso que me sinto velha e desmotivada pra estudar junto desse grupo de jovens que ingressa agora com essa mentalidade tão fresca e ao mesmo tempo tão inútil. Digo e repito: não é opinião de um, dois ou três. É da maioria. 
E digo mais: isso que conto, provavelmente se for confrontado por algum professor ou coordenação de curso... será tomado como falso porque para fazer a aparência de alunos interessados, eles reclamam, mas entre eles o discurso muda. Ou são um bando de falsos ou um bando de loucos!
Ahhh e ainda lembrei do seguinte... pedem que a coordenação abra turmas específicas de férias e depois quem solicitou desiste com desculpas de ordem pessoal... bom... eu faço o possível para cumprir meus compromissos...
E por fim... este ano a universidade fez a média de provas que era de 7,0 passar para 5,0......... Preciso listar mais algum motivo........?
Agora gostaria, de verdade, que alguém que leu isto até aqui deixasse um comentário dizendo se estou tão errada assim... e se estou, pode e deve me dizer! Gosto de repensar meus valores, mas até quando tenho que passar por isso? Até quando a Educação precisa ser uma porcaria ao ponto do povo estar contra o próprio povo???


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Este site é ótimo conversor!
Nutricional, geográfico, matemático, químico, físico, astronômico, musical, biológico, econômico.... ih... muita coisa! 
Mas está todo em inglês.... 

Veja aí o link:

E aqui o link para celular:

Frase do Dia


“Crê nos que buscam a verdade, duvida dos que a encontram” (André Gide, escritor francês).

Professor do Século XVIII





Em pleno século XX, o sr. Teixeira, um grande professor brasileiro do século XVIII, voltou ao Brasil e, chegando à sua cidade, ficou abismado com o que viu: as casas eram altíssimas e cheias de janelas, as ruas pretas e passavam umas sobre as outras, com uma infinidade de máquinas andando em velocidade; o povo falava muitas palavras que o professor Teixeira não conhecia (poluição, telefone, avião, rádio, barato, metrô, televisão, computador, internet...). As roupas deixavam o professor Teixeira ruborizado. Tudo havia mudado. Muito surpreso e preocupado, o professor visitou a cidade inteira e, cada vez mais compreendia menos o que estava acontecendo. Resolveu então visitar uma  igreja, mas que susto levou. O padre rezava missa, não em latim, mas em português e de costas para o altar; o órgão estava parado e um grupo de cabeludos tocavam nas guitarras uma música estranha, ao invés do canto gregoriano. O desespero do professor aumentava. Resolveu ainda visitar algumas famílias. Mas... o que significava aquilo? Depois do jantar todos se reuniram durante muitas horas para adorar um aparelho que mostrava imagens e emitia sons. O professor Teixeira ficou impressionado com tanta capacidade de concentração e de adoração!!! Ninguém falava uma palavra diante do aparelho. Tudo havia mudado completamente e o professor Teixeira desanimava cada vez mais, até que resolveu visitar uma escola. Foi uma idéia sensacional porque quando lá chegou, sentiu o que procurava: tudo continuava da mesma forma como ele havia deixado: as carteiras uma atrás das outras. Professor falando, falando... e os alunos escutando, escutando. Sentiu-se em casa.

O que Pedagogos e Professores desse Brasil não Aprenderam


Pode passar pela melhor universidade, concluir a melhor pós-graduação, ter um currículo exemplar, mas o que mostra nesse pequeno vídeo, não se encontra em nenhuma cátedra, não é ensinado em curso algum!
É uma questão de ser humano apenas.... de ser simples e sensível, de saber.... um saber que, posso dizer, nasce com cada um. Não se compra, não se adquire com um diploma, mas que pode ser apreendido ao longo da vida.
Apesar de ser apenas um vídeo, com apenas bonequinhos e de apenas uns poucos minutos.... ele me emociona.
Me sinto mal e muito triste em saber que essa é a realidade educacional que tivemos e damos às nossas crianças. Me sinto pior quando percebo que eu talvez tenha sido uma menina como esse menininho do vídeo, que pensa e sente e aprende diferente, mas que é paulatinamente engolido por uma sociedade que desconhece alguns saberes, alguns sentimentos e desrespeita os seus pequenos.
Talvez alguma coisa que eu não tenha superado, e mais um dos motivos de me sentir impotente e ter "fugido" da área educacional.

Uma frase de Joseph Joubert:
"As crianças têm mais necessidade de modelos do que de críticas".


UNIVERSOL



Pesquisadores da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) descobriram e depositaram pedido de patente de um composto que dissolve praticamente qualquer material orgânico ou inorgânico.
O agente resolve um problema antigo ao ser capaz de dissolver sem alterar a composição química da substância.
A dissolução é um passo essencial para a análise de amostras, usada para avaliações de controle de qualidade ou da presença de componentes inorgânicos ou orgânicos, tóxicos ou não.
Os autores da descoberta são os professores Claudio Luis Donnici e José Bento Borba da Silva, do Departamento de Química da UFMG.
A substância, registrada com a marca Universol, está pronta para ser aplicada e ter sua tecnologia transferida a empresas que desejem produzir e comercializar o produto em larga escala.
Solvente universal
Segundo Donnici, o Universol é útil, por exemplo, para mostrar se um cosmético ou um alimento contém metal pesado, ou se a casca de uma árvore a ser utilizada para produzir um medicamento está contaminada com metais ou substâncias tóxicas.
"Ele também dissolve rapidamente carnes, unha, cabelo, pele, sementes, cereais ou qualquer outra matéria orgânica", comenta o professor.
Segundo Donnici, o composto é um agente solubilizante simples, eficiente e reprodutível, que dissolve praticamente qualquer tipo de amostra em um tempo que varia de um a 30 minutos. "Por isso pode ser considerado um agente solubilizante praticamente universal".
Outra vantagem do solvente é promover a solubilização à temperatura ambiente e, em quase todos os casos, sem necessidade de uso de métodos adicionais, como ultrassom e micro-ondas.
"Apesar do seu enorme poder solubilizante, o Universol é um reagente seguro, que pode ser manipulado sem complicações em qualquer laboratório e com a utilização de frascos de vidro ou de plástico (tipo eppendorf) comuns", informa.
Solubilização rápida
Claudio Donnici ressalta que outros agentes conhecidos de solubilização demoram cerca de 12 horas para dissolver, por exemplo, amostras de unhas ou de fios de cabelo, enquanto o Universol realiza essa solubilização em cerca de 30 minutos.
"Com o desenvolvimento desse método, mais simples e adequado para preparação de amostras, evitam-se dissoluções ácidas, extrações e outras dificuldades para o uso de técnicas espectrométricas de análise química, tornando-o mais viável para análises de grande quantidade de qualquer tipo de amostras para avaliação da sua composição química, especialmente quanto aos componentes inorgânicos", explica.
A equipe realizou testes com diversos materiais e demonstrou a eficácia do agente em alimentos, desde bebidas a cereais a sementes; em qualquer tecido animal ou vegetal; amostras minerais e inorgânicas ou biológicas, a exemplo de cogumelos, insetos e microrganismos, bem como em resíduos biológicos e materiais petroquímicos da área de cosméticos, o que possibilitou a realização de testes cromatográficos e espectrométricos, para análises das mais diversas.
"O grande trabalho foi mostrar o escopo e a confiabilidade da técnica para os mais variados tipos de amostra", informa Donnici.
Simplicidade impressionante
Donnici conta que os estudos foram patrocinados por um programa da Fundação de Amparo à Pesquisa de Minas Gerais (Fapemig), cujo objetivo era consolidar estudos ambientais avançados.
"A intenção era estabelecer novas tecnologias científicas e computacionais para o monitoramento ambiental e análise de poluentes. Dentre as várias descobertas realizadas nesses anos de pesquisas, destacamos o desenvolvimento do Universol", comenta.
"O problema preliminar de análise química orgânica ou inorgânica dos mais diversos materiais é obter a total dissolução das amostras, com a formação de soluções homogêneas, de modo a não alterar sua composição química", esclarece.
Donnici revela que a equipe ficou impressionada com o que descobriu, uma vez que a composição é relativamente simples e barata, "de alta eficiência e rapidez e de escopo e aplicabilidade enormes".

Nosso Lar



Moramos num grande pedregulho, que às vezes se movimenta e às vezes chispa fogo.
E continuo sem resposta às minhas indagações.... : se os terremotos e tremores não têm ligação com a erupção ou ameaça dos vulcões? Já que o magma é que se movimenta... então tudo que está em cima se movimenta junto! Há controvérsias! ... rs

Olha o Fumacê!!!!



Essa coluna copiei na íntegra porque me identifiquei. Sinto-me uma fumante passiva, ou alguém meio defumada... com uma sensação de torpor, embriaguez dos sentidos... Mas de pleno acordo com o doutor! Eu sempre digo: " Educação... mandou um abraço!" 
Temos problemas de origem educacional, já que, desde a escolinhas, às crianças não são ofertados grandes atrativos para esse mundo que é a leitura.
Problemas de origem cultural, porque o brasileiro se acostumou ao "mínimo necessário", inclusive ao ler. 
Quando adolescentes na escola, lemos o resumo do livro para o vestibular (por quê não o livro todo?), mais tarde lemos as manchetes do jornal (por quê não o artigo todo?), lemos.... hum... lemos mais o quê hein? O horóscopo no jornal, o resumo dos últimos capítulos da novela... algo mais???
Então! Está aí nosso mal! 
Nem bulas de remédios, nem manual do novo celular, nem a caixa de emails se lê mais!!! Ler um livro?????? Acho que estamos a pedir demais.
Mas eu me diferencio dos outros!!!!
Eu percebo que sou míope, meio cega, sabe...!? Mas as pessoas, aliás, muitas pessoas não! Não percebem ou fingem que tudo está normal! 
Devagar eu vou me consertando, uso diariamente meus óculos para não ficar mais míope, mas ainda sou fumante passiva, nesse mundo onde o fumacê ainda passa na minha rua.
E sem esquecer o aspecto econômico. Em outros países, livro é bem barato! Existem sebos, trocas. E no Brasil, a gente fala em sebo e o povo torce o nariz, torce a cara toda! Mas livro aqui ainda é artigo de luxo, artigo para poucos.
Vamos ler a matéria que copiei aqui no post:


"Quando um certo alguém disse que “existe um limite para tudo, menos para a estupidez humana”, acertou na mosca. Pode ter sido Einstein, Sartre, Schoppenhauer, Tiririca, sei lá. Certamente vou receber um email dizendo de quem é esta máxima, mas que a mosca levou um peteleco no meio da testa, ah levou.
Como não é possível deixar a estupidez humana de lado (teríamos que alugar um planeta inteiro só para isso), vamos esquecê-la por alguns instantes e nos concentrar na primeira parte da frase. “Existe um limite para tudo”.
Existe um limite para o seu esforço, um limite para seus amigos, amores, vitórias e derrotas basicamente porque existe um limite para sua quantidade de dias. Apesar disso não ser novidade, conheço poucas pessoas que aprenderam a dimensionar esta verdade no tira-colo do cotidiano.
Quer um exemplo cinematográfico da nossa falta de visão? No filme “Homem de Ferro”, o personagem Tony Stark se vê preso em uma caverna nas montanhas nos confins do Afeganistão (hum… “confins do Afeganistão” não é uma redundância?), coagido a construir um míssil para os rebeldes com a promessa de ser libertado em seguida.
-  Haja o que houver – ele diz para si mesmo –, de qualquer forma, fazendo ou não o míssil, estarei morto em uma semana.
- Então – diz seu companheiro de cela –, esta é uma semana muito importante para você, não?
A tragédia e a beleza de tudo se esconde no limite.
Transformando a teoria em prática, suponhamos que você seja capaz de ler um livro a cada dois meses. Da alfabetização até estar com Alzheimer e não conseguir lembrar onde diabos colocou o livro (“hein, eu estava lendo um?”), vamos dizer que tenham se passado cerca de 80 anos. Isso daria um total de 480 obras. Sua capacidade de leitura ao longo da vida se restringirá a uma pilha de 480 títulos. Beeem menos do que o mercado editorial brasileiro lança em um ano.
Daí a importância do que você lê. Cada obra é importante, porque seu número de livros será limitado pelos seus dias. Em A Filosofia da Ciência, Rubem Alves comenta muito apropriadamente que o refinamento do pensamento depende da riqueza de vocabulário. Quem lê mais ganha mais palavras para ter mais ideias e raciocinar melhor. A inteligência é mais um produto de hábitos que uma benção divina.
Talvez nenhum outro livro tenha mudado tanto minha visão da medicina quanto “O Físico”, de Noah Gordon. O título original, “The Physician”, teria sido melhor traduzido para O Médico, mas tudo bem. Não é por causa de uma ervilha amassada que vou jogar todo o risoto fora.
Em “O Físico”, o vendedor ambulante Barber se desloca de uma cidade a outra comercializando seu Tônico Universal, uma bebida doce, com leve teor alcoólico, específico para o tratamento de todas as doenças – como o próprio nome sugere.
Em um de seus acessos de sinceridade, Barber comenta com seu aprendiz, o jovem Rob Cole:
- Quando eu morrer e estiver na fila na frente do portão, São Pedro vai perguntar, “Como você ganhou a vida?” “Eu era fazendeiro”, dirá um homem, ou, “Eu fazia sapatos de couro.” Mas eu responderei: “Fumum vendit”. Eu vendia fumaça.
O Físico se passa na Idade Média. É triste perceber que não mudamos muito desde então. O que chamamos de desenvolvimento ou progresso não passa de mais do de sempre. A despeito do maior acesso ao conhecimento, as pessoas ainda insistem em basear suas decisões em mitos, dogmas e desinformação. Ninguém quer pensar. Todo mundo está inebriado em um torpor de fumaça ignorante com cheiro de pão e circo.
Inserida neste cenário, a medicina está se tornando uma neblina que mais confunde que ilumina. Acompanhando o restante da sociedade, nós médicos vamos perdendo (ou já perdemos?) o rumo e, ao invés de acumular sabedoria para oferecer ao próximo bússolas para dias melhores, estamos nos tornando especialistas na arte de vender fumaça. Exames caros, procedimentos sofisticados, nenhuma empatia.
Também, de que adianta? Quantas vezes seu médico tentou lhe convencer de exercícios físicos, largar o cigarro, diminuir a bebida, combater o sobrepeso, manter a pressão e o diabetes sob controle, melhorar o sono, reduzir o estresse…? E quantas vezes você realmente ouviu, refletiu e mudou? Vendedores de fumaça existirão enquanto existirem compradores de fumaça.
A única saída que vejo para esse problema está na leitura. Assim como você planeja sua carreira, seu salário, seu guarda-roupa e o menu da semana, seria maravilhoso programar sua leitura para este mês e ano. Quais obras deseja ler? Uma rápida pesquisa na internet pode lhe fornecer um cardápio saboroso de idéias.
Você é o que come. Mas se tornará aquilo que lê. Se você consegue ler apenas um livro por ano, então, como diria Tony Stark, esse será um livro muito importante, não? Escolha-o com cuidado. Leia-o com atenção. Ou continue cego para o mundo à sua volta, sorvendo goles generosos de tônico universal, enquanto espera pelo próximo vendedor de fumaça.
Eu? Eu não fumo mais."


Fonte:

Por Dr. Alessandro Loiola . 17.03.11 - 21h06

Economize Água

Achei bonitinho esa propaganda do Animal Planet!!!
Crianças!!! Vamos economizar água!!!
Pra gente tomar banho, beber, comer, gerar energia!!!

Não acredito...

NÃO ACREDITO MAIS NAS PESSOAS.
Antes as mudanças de opinião fossem apenas para crescimento, aprendizado;
No entanto são usadas apenas quando convenientes.
Antes as palavras ditas fossem apenas as do sentimento, boas ou más, tanto faz, mas reais;
No entanto... são apenas palavras: usadas na conveniência ou de forma inconveniente; muitas vezes irreais e muitas vezes vazias...
(eu preciso aprender com o silêncio).
Antes as pessoas fossem mais honestas consigo mesmas...
Assim eu seria mais feliz, você seria mais feliz e o mundo menos chato.

Antigamente se podia dizer que as crianças eram sinceras, inclusive eu mais estava com elas do que com os adultos, nas festinhas, em família, onde eu não conhecesse ninguém, lá estava eu brincando com as crianças e igual a uma!
Pois hoje... nem isso é possível. Primeiro que tudo é processo! E esse negócio de pedofilia... (acho que é só com homens) mas é sempre bom evitar, porque para uma família maliciosa, tudo é motivo.
E não é só isso!
As crianças não são tão crianças quanto antes... acabou-se a inocência, são tratadas como adultos, são cobradas por serem sempre mais e fazerem mais e o mundo não é mais o mesmo.
Se crianças estão assim, como serão os futuros adultos?
É por isso que cada dia mais gosto da minha cachorra. Me mostra os dentes toda hora, mas é sincera como ninguém!


Lauroka

Enchentes... Deslizamentos.... Tudo sempre igual.

Esta é em SP, veja a altura da água!

Mais uma calamidade pública? Um caos sócio-político? Um bom motivo, um argumento para eleições? Um acidente...? Ou algo possível de evitar? 
Bom... agora não adianta chorar o leite derramado, a coisa já está feita e o resultado tá aí e Inês é morta, aliás muitas Inês estão mortas, até o momento e só no Rio temos cerca de 650 mortes confirmadas, sem contar os desaparecidos e, se existem sobreviventes. 
Fora os de Franco da Rocha, Atibaia.... e ainda não podemos esquecer que essas localidades são as que a mídia divulga como piores, mas temos várias outras regiões com o mesmo problema, só que numa proporção menor.
Agora os mercados, que também foram invadidos pela enchente e lama, vendem o que se aproveita a preços exorbitantes! E produtos de necessidade básica!

Os corpos chegam em caminhões e ficam assim para reconhecimento dos parente pois os necrotérios estão lotados.
Pois é... mas como eu dizia no título do post, tudo sempre igual, as coisas acontecem mas não como castigo ou revolta da natureza,  como dizem muitos religiosos, e sim como consequências! (dos nossos próprios atos, atos de e vidas, de gerações a gerações que nunca mudam).
E por que acontecem? Para se aprender alguma coisa! Não para "cumprir os desígnios de Deus", ou se queimar o carma... ai quanta bobagem o povo fala pra superar a dor, para consolo próprio e ainda dizem em nome da religião.
Essa tragédia traz uma oportunidade, mais uma, de mudança! Mesmo que aparentemente trágica, é uma oportunidade.
Oras! Tem gente que perdeu tudo!  Só ficou a vida... até a esperança foi embora! Aí essa gente olha pro lado e vê que tem muita gente ajudando, voluntários que vão até lá sem a menor intenção de ter nada em troca. Um sentimento simples de solidariedade, boa vontade e disponibilidade. 
Mas também olham para outro lado e vêem pessoas e países e mídias querendo apenas o lucro, benefícios próprios.
Empresas de telecomunicações que vão aos locais fazer a melhor reportagem, o melhor ângulo para a foto da dor, mas que não têm a coragem de levar suprimentos para essa população.
Países que se propõem ajudar o Brasil, mas cheios de segundas intenções para futuros acordos políticos e econômicos.
Donos de mercados e mercadinhos vendendo aos olhos da cara produtos como água e gás a preços absurdos! Por que não fazem uma troca: eu te dou galão de água e você o que pode fazer para ajudar ou ou trazer para oferecer? Mas não... só querem dinheiro e para si.
Poxa! Esse era o momento certo de fazer diferente! Se estão pensando em reconstruir as cidades, essa seria a hora de reconstruir num sistema diferente, onde a ganância, filha do capitalismo não teria espaço, onde todos trabalhariam por todos, para reerguer um lugar para todos e não só para um! Onde o meu é melhor que o seu.
Daria até gosto, até vontade de ir lá para ajudar nessa reconstrução, nesse novo lugar, se a mentalidade do povo fosse diferente.... Se pensassem em NÓS e não em MIM.
Mas infelizmente, as pessoas não pensam nisso né... só querem saber de refazer cada um as suas vidas. 
Mas não posso criticar muito porque essas pessoas sempre estiveram tão afundadas no próprio umbigo e agora na própria dor, que não conseguem olhar para o lado, nem pensar, nem agir diferente.
Tudo o que aconteceu (muito lamentável) continuará acontecendo... e isso sim é lamentável. Se não for nessa localidade será em outra e em mais outra.... até quando?
Até que aprendamos a lição.
Obs.: e eu continuo me sentindo só no mundo... ninguém ou poucos compartilham com o que eu penso... acho ainda estou na adolescência: o que faço aqui? por que nasci?  sirvo pra quê? nasci no mundo errado... por que sou assim? etc.. etc.. etc... e cada dia mais sem respostas... só perguntas... os que já passaram da adolescência não pensam mais nessas coisas, vivem num mundo adulto, será que chego lá?




Para um Planeta Sustentável



"Todo mundo ‘pensando’ em deixar um planeta melhor para nossos filhos…
Quando é que ‘pensarão’ em deixar filhos melhores para o nosso planeta?"
Essa pergunta foi vencedora em um congresso sobre vida sustentável (vi na Internet).

 Isso é falar em Educação!

Criando alicerces firmes. Onde mais seria senão nas crianças? 
Sempre me perguntei por onde começar, já que temos no Brasil um histórico de escravidão, de inversão de valores e culturas?
É preciso reciclar as mentes e os sentimentos!
Quando eu tenho consciência das razões que levam a determinado fato, eu tenho um maior poder de compreensão do outro. Isso não quer dizer que minha tolerância se estenda ao injusto, apenas que tenho maior capacidade de modificar as ações futuras.
Não aceito o erro, mas compreendo porque está ali.
Sou de uma geração que não tem, nem se criou, nenhum engajamento político, nenhum sentimento do tipo. Geração em que as aulas de Educação Moral e Cívica da escola eram criticadas pelos nossos pais. Daí aprendemos (e apreendemos) a ficar alheios à esse conhecimento do mundo político. Pais estes, que talvez evitem essa aproximação por terem vivido num período de ditadura... quem sabe seus motivos...?
Enfim... e repetindo as ideias de outros posts meus: como educar sem dar o exemplo? 
Todos temos o negativo e o positivo. Somos o que há de pior e podemos ser o que há de melhor no ser humano.
Então por quê se acomodar no: "Tá bom assim...!"
Essa foto achei bem interessante! Mostra o contraste de uma época quando o mais velho era respeitado; quando o professor entrava em classe e os alunos se levantavam em respeito. E dos dias de hoje, quando o professor entra em sala e o aluno continua de pé, de costas, como se "nada" tivesse entrado; quando é o professor quem implora silêncio para ensinar algo que é de importância para os próprios alunos!
Antes a família era mais presente, confiava na escola e dava continuidade em casa, exigindo o máximo de seus filhos para que fossem pessoas de bem num futuro.
Hoje a família desestruturada está mais ausente, não confia na escola descontinuando o trabalho em casa, ou seja, os valores ensinados na escola não são os mesmos praticados pela família. E por conta dessa ausência, muitos pais ou mães imaginam que a escola fará milagres pela educação de seu filho. Que irá fazer o que ele ou ela como responsáveis não o fazem.
Seus filhos têm que estudar para passar de ano (nem precisam ter ótimas notas, apenas a média) para entrarem na universidade, numa carreira que pague e muito bem!
Os valores invertidos, cada dia mais. Os interesses estão no ter e não mais no ser.
Para ter um planeta sustentável, nós temos que o tornar sustentável.
Reciclando e revendo nossos atos e consequências.


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