Aqui você encontra de tudo um pouco. E cada dia mais um pouquinho! Por onde ando e por onde andarei, sentimentos, perguntas, respostas, protestos. Só espero poder contribuir com a minha curiosidade, trazer reflexão por alguns instantes e contagiar com minha alegria!!! Seja Bem-Vindo e Obrigada pela Visitinha!
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- Flá
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- Quem sou Eu??? Ahhh....!!! Curiosa por natureza, gente fina (rs), com o riso meio frouxo, alguém feliz , mas sempre em busca de mais e mais! Tudo na minha vida tem seus extremos. Desde o tempero na comida até o sentimento. Tudo na minha vida precisa de mudanças, desde o móvel da sala até o rumo da própria vida. Eu gosto dessa "rotina imprevisível". Sabe...? Uns dizem que me conhecem, outros nem tanto, muitos só de vista, alguns lembram da minha risada, mas uns poucos têm acesso ao meu íntimo. Estou criando esse blog pra deixar gravado um pouco de mim! Deixar minha impressões e expressões. Fazer minha terapia. Desamarrar o nó da garganta, chorar minhas pitangas, minhas dúvidas e respostas, deixar um pedacinho da Flávia nesse mundo virtual. Não é um diário, nem a sala do psicanalista, este blog é parte de mim, do meu jeito, como eu quero. Como sou e gostaria de ser. Obrigada pela visitinha e se gostou ou não do que viu, deixe seu comentário!
TÁ EM DÚVIDA??? CONSULTE AQUI QUE É BOM PRA BURRO!
Mostrando postagens com marcador Recursos Humanos. Mostrar todas as postagens
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Desistir ou Prosseguir???
PORQUE RAZÃO DESISTIMOS DOS NOSSOS OBJETIVOS?
Quando ainda era um jovem atleta,
iniciei-me nas corridas de corta-mato e estrada. Mas, revelo que não
tinha qualquer talento para as corridas de fundo e meio-fundo, o que
mais tarde se viria a comprovar com a minha paixão no salto em altura e
no qual consegui atingir alguns bons resultados a nível nacional.
Voltemos então às corridas de meio fundo, onde eu sempre que entrava em
competição passava por um calvário mental, uma luta entre a dor,
angustia e o orgulho de não desistir. Era um desconforto enorme que eu
sentia assim que se instalava o cansaço, as dores nas pernas e a
respiração ofegante e dolorosa. Depois, sempre que eu entrava neste tipo
de competição, acontecia algo de curioso, a minha mente era pródiga em
lembrar-me o quanto eu tinha sofrido na corrida anterior e rapidamente
se projetava uns quilómetros mais para a frente, para a meta. E assim,
abruptamente só pensava em parar.
Só pensava em chegar ao fim, só pensava
no momento em que eu iria parar assim que terminasse, que terminasse a
corrida e as minhas dores horríveis. A ideia que a minha dor poderia
terminar era tão incisiva que a minha capacidade para lhe resistir caía
drasticamente. Naturalmente, a quantidade de dor que eu estava sentindo
naquele momento não era pior do que a quantidade que eu sentia no
momento anterior. O que tinha mudado era a minha capacidade para lidar
com a dor. Porquê? Porque quando a minha mente começou a visualizar o
fim da corrida, deixou de conseguir gerir a dor que o meu corpo estava a
sentir, desviei o foco da minha atenção para onde não devia. Focando-me
na meta a minha capacidade de resistência à dor reduziu drasticamente.
Ainda assim, nunca desisti por 3 razões:
- Não me via como alguém que fosse capaz de desistir
- Gostava sempre de atingir aquilo a que me propunha
- O orgulho era maior do que a dor que sentia
FOQUE-SE NAS SUAS MOTIVAÇÕES PODEROSAS
Penso que este tipo de situações e
pensamentos por vezes também ocorrem noutras áreas da nossa vida. A
partir do momento em que nos propomos a um objetivo exigente, a um
desafio empolgante ou a mudar algo, inúmeras razões poderão surgir que
nos empurram para a dúvida e incerteza (por exemplo, o medo do fracasso,
medo do sucesso, a preguiça, falta de acreditar em nós mesmos, etc).
Uma maneira de pensar sobre o porquê de não desistirmos é que outras
motivações mais poderosas atraem a nossa atenção (por exemplo, o desejo
de melhorar o nosso nível de aptidão, reduzir o nosso nível de gordura,
ter prestígio, ganhar dinheiro).
A ideia de desistir só permanece na nossa mente enquanto existirem
razões para desistirmos, mas as probabilidades de desistirmos só
aumentam quando nos focamos na desistência.
Nós não acabamos por desistir de algo
porque enfrentamos muitos obstáculos ou por esses obstáculos serem muito
difíceis. Nós acabamos por desistir porque em determinadas situações
somos demasiado fracos. Na grande maioria da vezes não porque na
realidade o somos, mas principalmente por pensarmos que somos fracos.
Acredito firmemente, que o ponto de inflexão no qual não podemos mais
evitar prestar atenção na ideia de desistir, é o ponto em que as nossas
forças nos abandonam, e isto pode ser alterado. Nós podemos tornar-nos
mais fortes em algumas áreas da nossa vida ou perante determinadas
situações se desafiarmos a nossa fraqueza, mesmo que no inicio não
sejamos bem sucedidos. Aumentar a resiliência, física e mental, é um
processo árduo não linear. Ou seja, é um processo preenchido por avanços
e recuos, períodos de progresso e períodos de regressão. O que importa é
não desistir. A não ser que se comprove que a desistência é a melhor
opção. Mas, isto será sempre a excepção.
OS CONTRATEMPOS SÃO PARTE DA MUDANÇA DE MENTALIDADE
Todos nós, mais tarde ou mais cedo somos confrontados com contratempos na nossa vida. Existem razões para alguns de nós ficarmos paralisados nestas situações levando-nos à desistência. Apresento, 3 dos maiores obstáculos que promovem a desistência:- Você não antecipa as razões que o podem levar a falhar
- Você não antecipa formas de lidar com os contratempos
- Você não acredita que consegue mudar
Assim que você se proponha a mudar e comece a fazer alguns progressos, é provável que se depare com alguns contratempos.
Os contratempos fazem parte do processo para nos tornarmos mais
resilientes na vida. As mudanças não são acontecimentos lineares,
ocorrendo por vezes em 3 passos para a frente e 2 para trás. Os
resultados bem sucedidos são originados pelo foco contínuo nos passos
que damos em frente. Ao invés de usar os contratempos como desculpas
para desistir, use-os como oportunidades para aprender acerca do que não
funciona na sua vida e o que necessita de ser mudado. O fracasso é uma opção, mas o medo não.
Se você olhar para os
contratempos como experiências de aprendizagem, facilitará certamente a
preparação de um novo plano para evitar as dificuldade e seguir em
frente. Se olhar para os recuos e obstáculos como falhanços,
coloca-se no caminho da desistência. A melhor estratégia é tentar
perceber o que funciona. O que não funciona? Continue a fazer as coisas
que funcionam e analise novas abordagens naquelas em que não teve
sucesso. Faça alguma coisa que não tenha feito antes. Não desista do seu
objetivo, tente uma abordagem com uma perspectiva diferente. Em treino,
aos atletas, quando eles enfrentam algumas dificuldades na realização
de exercícios exigentes, e repetidamente falham, digo-lhes para
experimentarem fazerem o que lhes está a ser pedido de forma diferente,
para experimentarem novas formas, novos movimentos.
Existe uma diferença entre um lapso/recuso e uma recaída.
Um lapso pode ser definido por um breve retorno a um comportamento ou
atitude indesejável e uma recaída como um completo retorno para velhos
hábitos/atitudes, e/ou pensamentos. Se você fumar um cigarro, você não
deitou tudo a perder na sua intenção de deixar de fumar, mas se você
voltar a fumar um maço inteiro por dia, então sim, podemos dizer
que interrompeu o processo de mudança e desistiu do seu projeto de
desabituação tabágica. Se você recuar um pouco e por lapso tiver
comportamentos indesejados, desde que breves, pode usar isso para obter
informação acerca das situações que são mais tentadoras e/ou
incapacitantes e formular novas formas de lidar com os problemas em
futuros cenários.
TENTE, TENTE SEMPRE QUE LHE SEJA POSSÍVEL
O risco de tornar-se enraizado em
pensamentos auto-destrutivos, quando você é derrotado por si mesmo (ou
seja, optar por desistir), devemos perceber, que é muito maior do que
quando é derrotado por acontecimentos exteriores ou que não estão sobre o
seu controlo. Pode muito bem ser psicologicamente mais benéfico se você
se propuser a tentar novamente, esta atitude é bastante mais adequada,
do que entrar numa atitude de raciocínio desfavorável, enveredando numa
narrativa que o define como desistente e, portanto, merecedor de
insucesso.
Mas a auto-sabotagem é uma falsa narrativa.
Mesmo que falhe porque decidiu desistir, você pode tentar novamente.
Deverá relembrar-se constantemente que o fato de tentar, aumenta as
suas hipóteses de ignorar as vozes que ecoam na sua cabeça, dizendo-lhe
para desistir. Relembre-se sempre, que a chave para a vitória é a sua
força interior, e a chave para desenvolver essa força é tentar de novo,
não se agarrando aos fatores desculpabilizantes. Pense positivo, insista no pensamento positivo.
Algumas da razões pelas quais a
desistência na grande maioria das vezes tem um valor negativo e
desadequado foram apresentadas. Proponho-lhe que faça uma lista acerca
de novas formas de como lidar com os obstáculos e contratempos no
futuro. A seguir apresento uma lista construída com base em respostas de
pacientes em consulta clínica. Use-a para que o possa ajudar a
identificar as mudanças que quer fazer, e escreva alguma das razões que o
fazem pensar não conseguir vir a ser bem sucedido.
Apresento ainda uma “fórmula” para usar
na resolução de problemas. Pode usar estes passos para descobrir
soluções alternativas que não tenham sido apresentadas nos exemplos
anteriores:
-
Escreva os detalhes dos problemas ou contratempos mais significativos na sua vida. Passe a usar um registro que descreva detalhadamente as razões que encontra para o fato de não ter conseguido alcançar os resultados que desejava.
-
Soluções de brainstorming. Trabalhe com outras pessoas, medite, leia, mantenha uma mente aberta, escreva todas as alternativas que lhe passem na cabeça sobre como pode lidar com a situação.
-
Escolha várias soluções. Reveja as soluções, e foque-se naquela que lhe parece ser a melhor.
-
Implemente as soluções. Idealize um plano para a acção. Seja paciente e persistente até que obtenha os resultados que deseja.
-
Use a sua força de vontade para manter a sua atenção na finalização do resultado que deseja. Insista, persista, a persistência torna-se num hábito.
E aí??? Vai desistir???
Autor do texto: Miguel Lucas
Motivação
Copiado integralmente do blog A vida simples assim, pq eu adorei, mas segue abaixo o texto completo:
A revista Isto é publicou esta entrevista por Camilo Vanucci, gostei e resolvi compartilhar.
O entrevistado é Roberto Shinyashiki, médico psiquiatra, com Pós-Graduação em administração de empresas pela USP, consultor organizacional e conferencista de renome nacional e internacional.
Em “Heróis de Verdade”, o escritor combate a supervalorização das Aparências, diz que falta ao Brasil competência, e não auto-estima.
ISTOÉ – QUEM SÃO OS HERÓIS DE VERDADE?
Roberto Shinyashiki — Nossa sociedade ensina que, para ser uma pessoa de sucesso, você precisa ser diretor de uma multinacional, ter carro importado, viajar de primeira classe.
O mundo define que poucas pessoas deram certo. Isso é uma loucura.
Para cada diretor de empresa, há milhares de funcionários que não chegaram a ser gerentes.
E essas pessoas são tratadas como uma multidão de fracassados.
Quando olha para a própria vida, a maioria se convence de que não valeu a pena porque não conseguiu ter o carro nem a casa maravilhosa.
Para mim, é importante que o filho da moça que trabalha na minha casa possa se orgulhar da mãe. O mundo precisa de pessoas mais simples e transparentes.
Heróis de verdade são aqueles que trabalham para realizar seus projetos de vida, e não para impressionar os outros.
São pessoas que sabem pedir desculpas e admitir que erraram.
ISTOÉ — O SR. CITARIA EXEMPLOS?
Shinyashiki — Quando eu nasci, minha mãe era empregada doméstica e meu pai, órfão aos sete anos,empregado em uma farmácia .
Morávamos em um bairro miserável em São Vicente (SP) chamado Vila Margarida. Eles são meus heróis.
Conseguiram criar seus quatro filhos, que hoje estão bem.
Acho lindo quando o Cafu põe uma camisa em que está escrito “100% Jardim Irene”.
É pena que a maior parte das pessoas esconda suas raízes.
O resultado é um mundo vítima da depressão, doença que acomete hoje 10% da população americana.
Em países como Japão, Suécia e Noruega, há mais suicídio do que homicídio. Por que tanta gente se mata?
Parte da culpa está na depressão das aparências, que acomete a mulher que, embora não ame mais o marido, mantém o casamento, ou o homem que passa décadas em um emprego que não o faz se sentir realizado, mas o faz se sentir seguro.
ISTOÉ — Qual o resultado disso?
Shinyashiki — Paranóia e depressão cada vez mais precoces.
O pai quer preparar o filho para o futuro e mete o menino em aulas de inglês, informática e mandarim.
Aos nove ou dez anos a depressão aparece.
A única coisa que prepara uma criança para o futuro é ela poder ser criança.
Com a desculpa de prepará-los para o futuro, os malucos dos pais estão roubando a infância dos filhos.
Essas crianças serão adultos inseguros e terão discursos hipócritas.
Aliás, a hipocrisia já predomina no mundo corporativo.
ISTOÉ – Por quê?
Shinyashiki — O mundo corporativo virou um mundo de faz-de-conta, a começar pelo processo de recrutamento.
É contratado o sujeito com mais marketing pessoal.
As corporações valorizam mais a auto-estima do que a competência.
Sou presidente da Editora Gente e entrevistei uma moça que respondia todas as minhas perguntas com uma ou duas palavras.
Disse que ela não parecia demonstrar interesse. Ela me respondeu estar muito interessada, mas, como falava pouco, pediu que eu pesasse o desempenho dela, e não a conversa.
Até porque ela era candidata a um emprego na contabilidade, e não de relações públicas. Contratei-a na hora.
Num processo clássico de seleção, ela não passaria da primeira etapa.
ISTOÉ — Há um script estabelecido?
Shinyashiki — Sim. Quer ver uma pergunta estúpida feita por um Presidente de multinacional no programa O aprendiz ?
“Qual é seu defeito?”
Todos respondem que o defeito é não pensar na vida pessoal:
“Eu mergulho de cabeça na empresa.
Preciso aprender a relaxar”.
É exatamente o que o Chefe quer escutar.
Por que você acha que nunca alguém respondeu ser desorganizado ou esquecido?
É contratado quem é bom em conversar, em fingir. Da mesma forma, na maioria das vezes, são promovidos aqueles que fazem o jogo do poder.
O vice-presidente de uma as maiores empresas do planeta me disse:
” Sabe, Roberto, ninguém chega à vice-presidência sem mentir”.
Isso significa que quem fala a verdade não chega a diretor?
ISTOÉ — Temos um modelo de gestão que premia pessoas mal preparadas?
Shinyashiki — Ele cria pessoas arrogantes, que não têm a humildade de se preparar, que não têm capacidade de ler um livro até o fim e não se preocupam com o conhecimento.
Muitas equipes precisam de motivação, mas o maior problema no Brasil é competência.
CUIDADO COM OS BURROS MOTIVADOS.
Há muita gente motivada fazendo besteira.
Não adianta você assumir uma função para a qual não está preparado.
Fui cirurgião e me orgulho de nunca um paciente ter morrido na minha mão.
Mas tenho a humildade de reconhecer que isso nunca aconteceu graças a meus chefes, que foram sábios em não me dar um caso para o qual eu não estava preparado.
Hoje, o garoto sai da faculdade achando que sabe fazer uma neurocirurgia.
O Brasil se tornou incompetente e não acordou para isso.
ISTOÉ — Está sobrando auto-estima?
Shinyashiki — Falta às pessoas a verdadeira auto-estima.
Se eu preciso que os outros digam que sou o melhor, minha auto-estima está baixa.
Antes, o ter conseguia substituir o ser.
O cara mal-educado dava uma gorjeta alta para conquistar o respeito do garçom.
Hoje, como as pessoas não conseguem nem ser nem ter, o objetivo de vida se tornou parecer.
As pessoas parecem que sabem, parece que fazem, parece que acreditam.
E poucos são humildes para confessar que não sabem.
Há muitas mulheres solitárias no Brasil que preferem dizer que é melhor assim.
Embora a auto-estima esteja baixa, fazem pose de que está tudo bem.
ISTOÉ — Por que nos deixamos levar por essa necessidade de sermos perfeitos em tudo e de valorizar a aparência?
Shinyashiki — Isso vem do vazio que sentimos. A gente continua valorizando os heróis.
Quem vai salvar o Brasil? O Lula.
Quem vai salvar o time? O técnico.
Quem vai salvar meu casamento? O terapeuta.
O problema é que eles não vão salvar nada! Tive um professor de filosofia que dizia:
“Quando você quiser entender a essência do ser
humano, imagine a rainha Elizabeth com uma crise de diarréia durante um jantar no Palácio de Buckingham”.
Pode parecer incrível, mas a rainha Elizabeth também tem diarréia.
Ela certamente já teve dor de dente, já chorou de tristeza, já fez coisas que não deram certo.
A gente tem de parar de procurar super-heróis. Porque se o super-herói não segura a onda, todo mundo o considera um fracassado.
ISTOÉ — O conceito muda quando a expectativa não se comprova?
Shinyashiki — Exatamente.
A gente não é super-herói nem superfracassado. A gente acerta, erra, tem dias de alegria e dias de tristeza. Não há nada de errado nisso.
Hoje, as pessoas estão questionando o Lula em parte porque acreditavam que ele fosse mudar
suas vidas e se decepcionaram.
A crise será positiva se elas entenderem que a responsabilidade pela própria vida é delas.
ISTOÉ — Muitas pessoas acham que é fácil para o Roberto Shinyashiki dizer essas coisas, já que ele é bem-sucedido. O senhor tem defeitos?
Shinyashiki — Tenho minhas angústias e inseguranças.
Mas aceitá-las faz minha vida fluir facilmente.
Há várias coisas que eu queria e não consegui.
Jogar na Seleção Brasileira, tocar nos Beatles (risos).
Meu filho mais velho nasceu com uma doença cerebral e hoje tem 25 anos.
Com uma criança especial, eu aprendi que ou eu a amo do jeito que ela é ou vou massacrá-la o resto da vida para ser o filho que eu gostaria que fosse.
Quando olho para trás, vejo que 60% das coisas que fiz deram certo.
O resto foram apostas e erros.
Dia desses apostei na edição de um livro que não deu certo.
Um amigão me perguntou:
” Quem decidiu publicar esse livro?”
Eu respondi que tinha sido eu. O erro foi meu.
Não preciso mentir.
ISTOÉ – Como as pessoas podem se livrar dessa tirania da aparência?
Shinyashiki — O primeiro passo é pensar nas coisas que fazem as pessoas cederem a essa tirania e tentar evitá-las.
São três fraquezas.
A primeira é precisar de aplauso, a segunda é precisar se sentir amada e a terceira é buscar segurança.
Os Beatles foram recusados por gravadoras e nem por isso desistiram.
Hoje, o erro das escolas de música é definir o estilo do aluno.
Elas ensinam a tocar como o Steve Vai, o B. B. King ou o Keith Richards.
Os MBAs têm o mesmo problema: ensinam os alunos a serem covers do Bill Gates.
O que as escolas deveriam fazer é ajudar o aluno a desenvolver suas próprias potencialidades.
ISTOÉ — Muitas pessoas têm buscado sonhos que não são seus?
Shinyashiki — A sociedade quer definir o que é certo.
São quatro loucuras da sociedade.
A primeira é instituir que todos têm de ter
sucesso, como se ele não tivesse significados individuais.
A segunda loucura é: Você tem de estar feliz todos os dias.
A terceira é: Você tem que comprar tudo o que puder.
O resultado é esse consumismo absurdo.
Por fim, a quarta loucura:
Você tem de fazer as coisas do jeito certo.
Jeito certo não existe!
Não há um caminho único para se fazer as coisas. As metas são interessantes para o sucesso, mas não para a felicidade.
Felicidade não é uma meta, mas um estado de espírito.
Tem gente que diz que não será feliz enquanto não casar, enquanto outros se dizem infelizes justamente por causa do casamento.
Você pode ser feliz tomando sorvete, ficando em casa com a família ou com amigos verdadeiros, levando os filhos para brincar ou indo a praia ou ao cinema.
Quando era recém-formado em São Paulo,
trabalhei em um hospital de pacientes terminais. Todos os dias morriam nove ou dez pacientes.
Eu sempre procurei conversar com eles na hora da morte.
A maior parte pega o médico pela camisa e diz:
“Doutor, não me deixe morrer.
Eu me sacrifiquei a vida inteira, agora eu quero aproveitá-la e ser feliz”.
Eu sentia uma dor enorme por não poder fazer nada.
Ali eu aprendi que a felicidade é feita de coisas pequenas.
Ninguém na hora da morte diz se arrepender por não ter aplicado o dinheiro em imóveis ou ações, mas sim de ter esperado muito tempo ou perdido várias oportunidades para aproveitar a vida .
Segue link para matéria: Revista Isto É
A revista Isto é publicou esta entrevista por Camilo Vanucci, gostei e resolvi compartilhar.
O entrevistado é Roberto Shinyashiki, médico psiquiatra, com Pós-Graduação em administração de empresas pela USP, consultor organizacional e conferencista de renome nacional e internacional.
Em “Heróis de Verdade”, o escritor combate a supervalorização das Aparências, diz que falta ao Brasil competência, e não auto-estima.
ISTOÉ – QUEM SÃO OS HERÓIS DE VERDADE?
Roberto Shinyashiki — Nossa sociedade ensina que, para ser uma pessoa de sucesso, você precisa ser diretor de uma multinacional, ter carro importado, viajar de primeira classe.
O mundo define que poucas pessoas deram certo. Isso é uma loucura.
Para cada diretor de empresa, há milhares de funcionários que não chegaram a ser gerentes.
E essas pessoas são tratadas como uma multidão de fracassados.
Quando olha para a própria vida, a maioria se convence de que não valeu a pena porque não conseguiu ter o carro nem a casa maravilhosa.
Para mim, é importante que o filho da moça que trabalha na minha casa possa se orgulhar da mãe. O mundo precisa de pessoas mais simples e transparentes.
Heróis de verdade são aqueles que trabalham para realizar seus projetos de vida, e não para impressionar os outros.
São pessoas que sabem pedir desculpas e admitir que erraram.
ISTOÉ — O SR. CITARIA EXEMPLOS?
Shinyashiki — Quando eu nasci, minha mãe era empregada doméstica e meu pai, órfão aos sete anos,empregado em uma farmácia .
Morávamos em um bairro miserável em São Vicente (SP) chamado Vila Margarida. Eles são meus heróis.
Conseguiram criar seus quatro filhos, que hoje estão bem.
Acho lindo quando o Cafu põe uma camisa em que está escrito “100% Jardim Irene”.
É pena que a maior parte das pessoas esconda suas raízes.
O resultado é um mundo vítima da depressão, doença que acomete hoje 10% da população americana.
Em países como Japão, Suécia e Noruega, há mais suicídio do que homicídio. Por que tanta gente se mata?
Parte da culpa está na depressão das aparências, que acomete a mulher que, embora não ame mais o marido, mantém o casamento, ou o homem que passa décadas em um emprego que não o faz se sentir realizado, mas o faz se sentir seguro.
ISTOÉ — Qual o resultado disso?
Shinyashiki — Paranóia e depressão cada vez mais precoces.
O pai quer preparar o filho para o futuro e mete o menino em aulas de inglês, informática e mandarim.
Aos nove ou dez anos a depressão aparece.
A única coisa que prepara uma criança para o futuro é ela poder ser criança.
Com a desculpa de prepará-los para o futuro, os malucos dos pais estão roubando a infância dos filhos.
Essas crianças serão adultos inseguros e terão discursos hipócritas.
Aliás, a hipocrisia já predomina no mundo corporativo.
ISTOÉ – Por quê?
Shinyashiki — O mundo corporativo virou um mundo de faz-de-conta, a começar pelo processo de recrutamento.
É contratado o sujeito com mais marketing pessoal.
As corporações valorizam mais a auto-estima do que a competência.
Sou presidente da Editora Gente e entrevistei uma moça que respondia todas as minhas perguntas com uma ou duas palavras.
Disse que ela não parecia demonstrar interesse. Ela me respondeu estar muito interessada, mas, como falava pouco, pediu que eu pesasse o desempenho dela, e não a conversa.
Até porque ela era candidata a um emprego na contabilidade, e não de relações públicas. Contratei-a na hora.
Num processo clássico de seleção, ela não passaria da primeira etapa.
ISTOÉ — Há um script estabelecido?
Shinyashiki — Sim. Quer ver uma pergunta estúpida feita por um Presidente de multinacional no programa O aprendiz ?
“Qual é seu defeito?”
Todos respondem que o defeito é não pensar na vida pessoal:
“Eu mergulho de cabeça na empresa.
Preciso aprender a relaxar”.
É exatamente o que o Chefe quer escutar.
Por que você acha que nunca alguém respondeu ser desorganizado ou esquecido?
É contratado quem é bom em conversar, em fingir. Da mesma forma, na maioria das vezes, são promovidos aqueles que fazem o jogo do poder.
O vice-presidente de uma as maiores empresas do planeta me disse:
” Sabe, Roberto, ninguém chega à vice-presidência sem mentir”.
Isso significa que quem fala a verdade não chega a diretor?
ISTOÉ — Temos um modelo de gestão que premia pessoas mal preparadas?
Shinyashiki — Ele cria pessoas arrogantes, que não têm a humildade de se preparar, que não têm capacidade de ler um livro até o fim e não se preocupam com o conhecimento.
Muitas equipes precisam de motivação, mas o maior problema no Brasil é competência.
CUIDADO COM OS BURROS MOTIVADOS.
Há muita gente motivada fazendo besteira.
Não adianta você assumir uma função para a qual não está preparado.
Fui cirurgião e me orgulho de nunca um paciente ter morrido na minha mão.
Mas tenho a humildade de reconhecer que isso nunca aconteceu graças a meus chefes, que foram sábios em não me dar um caso para o qual eu não estava preparado.
Hoje, o garoto sai da faculdade achando que sabe fazer uma neurocirurgia.
O Brasil se tornou incompetente e não acordou para isso.
ISTOÉ — Está sobrando auto-estima?
Shinyashiki — Falta às pessoas a verdadeira auto-estima.
Se eu preciso que os outros digam que sou o melhor, minha auto-estima está baixa.
Antes, o ter conseguia substituir o ser.
O cara mal-educado dava uma gorjeta alta para conquistar o respeito do garçom.
Hoje, como as pessoas não conseguem nem ser nem ter, o objetivo de vida se tornou parecer.
As pessoas parecem que sabem, parece que fazem, parece que acreditam.
E poucos são humildes para confessar que não sabem.
Há muitas mulheres solitárias no Brasil que preferem dizer que é melhor assim.
Embora a auto-estima esteja baixa, fazem pose de que está tudo bem.
ISTOÉ — Por que nos deixamos levar por essa necessidade de sermos perfeitos em tudo e de valorizar a aparência?
Shinyashiki — Isso vem do vazio que sentimos. A gente continua valorizando os heróis.
Quem vai salvar o Brasil? O Lula.
Quem vai salvar o time? O técnico.
Quem vai salvar meu casamento? O terapeuta.
O problema é que eles não vão salvar nada! Tive um professor de filosofia que dizia:
“Quando você quiser entender a essência do ser
humano, imagine a rainha Elizabeth com uma crise de diarréia durante um jantar no Palácio de Buckingham”.
Pode parecer incrível, mas a rainha Elizabeth também tem diarréia.
Ela certamente já teve dor de dente, já chorou de tristeza, já fez coisas que não deram certo.
A gente tem de parar de procurar super-heróis. Porque se o super-herói não segura a onda, todo mundo o considera um fracassado.
ISTOÉ — O conceito muda quando a expectativa não se comprova?
Shinyashiki — Exatamente.
A gente não é super-herói nem superfracassado. A gente acerta, erra, tem dias de alegria e dias de tristeza. Não há nada de errado nisso.
Hoje, as pessoas estão questionando o Lula em parte porque acreditavam que ele fosse mudar
suas vidas e se decepcionaram.
A crise será positiva se elas entenderem que a responsabilidade pela própria vida é delas.
ISTOÉ — Muitas pessoas acham que é fácil para o Roberto Shinyashiki dizer essas coisas, já que ele é bem-sucedido. O senhor tem defeitos?
Shinyashiki — Tenho minhas angústias e inseguranças.
Mas aceitá-las faz minha vida fluir facilmente.
Há várias coisas que eu queria e não consegui.
Jogar na Seleção Brasileira, tocar nos Beatles (risos).
Meu filho mais velho nasceu com uma doença cerebral e hoje tem 25 anos.
Com uma criança especial, eu aprendi que ou eu a amo do jeito que ela é ou vou massacrá-la o resto da vida para ser o filho que eu gostaria que fosse.
Quando olho para trás, vejo que 60% das coisas que fiz deram certo.
O resto foram apostas e erros.
Dia desses apostei na edição de um livro que não deu certo.
Um amigão me perguntou:
” Quem decidiu publicar esse livro?”
Eu respondi que tinha sido eu. O erro foi meu.
Não preciso mentir.
ISTOÉ – Como as pessoas podem se livrar dessa tirania da aparência?
Shinyashiki — O primeiro passo é pensar nas coisas que fazem as pessoas cederem a essa tirania e tentar evitá-las.
São três fraquezas.
A primeira é precisar de aplauso, a segunda é precisar se sentir amada e a terceira é buscar segurança.
Os Beatles foram recusados por gravadoras e nem por isso desistiram.
Hoje, o erro das escolas de música é definir o estilo do aluno.
Elas ensinam a tocar como o Steve Vai, o B. B. King ou o Keith Richards.
Os MBAs têm o mesmo problema: ensinam os alunos a serem covers do Bill Gates.
O que as escolas deveriam fazer é ajudar o aluno a desenvolver suas próprias potencialidades.
ISTOÉ — Muitas pessoas têm buscado sonhos que não são seus?
Shinyashiki — A sociedade quer definir o que é certo.
São quatro loucuras da sociedade.
A primeira é instituir que todos têm de ter
sucesso, como se ele não tivesse significados individuais.
A segunda loucura é: Você tem de estar feliz todos os dias.
A terceira é: Você tem que comprar tudo o que puder.
O resultado é esse consumismo absurdo.
Por fim, a quarta loucura:
Você tem de fazer as coisas do jeito certo.
Jeito certo não existe!
Não há um caminho único para se fazer as coisas. As metas são interessantes para o sucesso, mas não para a felicidade.
Felicidade não é uma meta, mas um estado de espírito.
Tem gente que diz que não será feliz enquanto não casar, enquanto outros se dizem infelizes justamente por causa do casamento.
Você pode ser feliz tomando sorvete, ficando em casa com a família ou com amigos verdadeiros, levando os filhos para brincar ou indo a praia ou ao cinema.
Quando era recém-formado em São Paulo,
trabalhei em um hospital de pacientes terminais. Todos os dias morriam nove ou dez pacientes.
Eu sempre procurei conversar com eles na hora da morte.
A maior parte pega o médico pela camisa e diz:
“Doutor, não me deixe morrer.
Eu me sacrifiquei a vida inteira, agora eu quero aproveitá-la e ser feliz”.
Eu sentia uma dor enorme por não poder fazer nada.
Ali eu aprendi que a felicidade é feita de coisas pequenas.
Ninguém na hora da morte diz se arrepender por não ter aplicado o dinheiro em imóveis ou ações, mas sim de ter esperado muito tempo ou perdido várias oportunidades para aproveitar a vida .
Segue link para matéria: Revista Isto É
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- Pode dar um leve destaque aos títulos em negrito ou azul/cinza (evite chamar atenção)
- Número de folhas (no máximo 2 folhas)
- Número de folhas (no máximo 2 folhas)
2) Dados Pessoais (deve ser colocado do lado direito do papel)
- Nome Completo
- Estado Civil
- Idade (com data de nascimento)
- Endereço Completo (incluindo CEP)
- Telefone (fixo e celular) ou recado
- Endereço de E-MAIL
- Nome Completo
- Estado Civil
- Idade (com data de nascimento)
- Endereço Completo (incluindo CEP)
- Telefone (fixo e celular) ou recado
- Endereço de E-MAIL
3 ) Objetivo Profissional
- Demonstre de forma resumida até aonde você pretende chegar em sua carreira, qual é seu foco.
- Demonstre de forma resumida até aonde você pretende chegar em sua carreira, qual é seu foco.
4 ) Sua formação Escolar
- Nome completo da escola (sempre em ordem decrescente);
- Especificação do curso caso haja; ex: Técnico em Contabilidade (se tiver), Administração de Empresas (completo, cursando ou trancado), etc
- Ano da conclusão do curso, ou se tiver cursando informar o período .
- Obs.: Nunca coloque tudo, sempre as últimas. Exemplo:
"Graduação em Letras (USP) - 2000/2004"
"Mestrado em Literatura (USP) - 2005/2007"
- Nome completo da escola (sempre em ordem decrescente);
- Especificação do curso caso haja; ex: Técnico em Contabilidade (se tiver), Administração de Empresas (completo, cursando ou trancado), etc
- Ano da conclusão do curso, ou se tiver cursando informar o período .
- Obs.: Nunca coloque tudo, sempre as últimas. Exemplo:
"Graduação em Letras (USP) - 2000/2004"
"Mestrado em Literatura (USP) - 2005/2007"
5 ) Experiência Profissional
- Nome da empresa (sempre em ordem decrescente)
- Nome da empresa (sempre em ordem decrescente)
- Período Trabalhado (no formato: mm/AAAA a mm/AAAA)
- Local:
- Função:
- Atividades Desenvolvidas (resumo, cerca de três linhas)
- Dependendo da vaga pleiteada, vale colocar no currículo suas experiências sem registro na carteira.
- Local:
- Função:
- Atividades Desenvolvidas (resumo, cerca de três linhas)
- Dependendo da vaga pleiteada, vale colocar no currículo suas experiências sem registro na carteira.
6) Idiomas
- Cite o grau de Conhecimento: básico , intermediário , avançado
- Curso feitos fora do país
- Cite o grau de Conhecimento: básico , intermediário , avançado
- Curso feitos fora do país
7) Cursos
- Destaque os que posam agregar qualificação ao cargo pretendido (informática, palestras mini cursos, etc.)
- Destaque os que posam agregar qualificação ao cargo pretendido (informática, palestras mini cursos, etc.)
8 ) Outras Atividades
- Caso você desenvolva outras atividades interessantes que possam ajudar a se destacar para a vaga, podem ser trabalhos voluntários ou mesmo hobbie que tenha alguma coisa a ver com o trabalho.
- Caso você desenvolva outras atividades interessantes que possam ajudar a se destacar para a vaga, podem ser trabalhos voluntários ou mesmo hobbie que tenha alguma coisa a ver com o trabalho.
NUNCA COLOQUE: número de documentos. Foto e pretensão salarial somente se solicitado.
Cuidado com a foto que escolher! Precisa ser atual e formal, afinal seu currículo é um documento.
O que é Grafologia?
Revela aspectos dos mais variados e tem sido muito utilizada por empresas, principalmente na Alemanha e toda Europa desde muito tempo.E devagar chega ao Brasil.
Muito já me interessei em estudar Grafologia em RH, mas apesar de achar interessante como um auto-conhecimento, também me pergunto: até que ponto é ético aplicar o teste e utilizá-lo para um processo seletivo, sem prévio conhecimento e conssentimento do candidato?
Nessa análise se descobre de tudo! Não só os aspectos interessantes à empresa mas aspectos pessoais, como por exemplo, a sexualidade de uma pessoa, doenças, tendências psicóticas etc.
De fato, é um conhecimento antigo, reconhecido e que não tem porque se duvidar, apenas aperfeiçoar!
Olhem esse artigo da Luisa Gubitosi de Medeiros que explica melhor o que é Grafologia:
A Grafologia é uma ciência que obedece a criteriosa análise científica, não tendo nada de esoterismo e misticismo. É uma ciência que existe há mais de um século muito utilizada em toda a Europa, principalmente na França, Canadá e Estados Unidos.
Ela consiste em analisar e interpretar a letra (grafia) de quem escreve. A grafia de cada ser humano é ímpar, até mesmo a grafia de dois gêmeos idênticos não são iguais, elas podem ser apenas similares. Sua letra é como a impressão digital. Com apenas um texto (tema livre) de no mínimo 20 linhas em um papel sulfite e a sua assinatura no final já é possível analisar o seu caráter, os seus temperamentos e a sua personalidade. A Grafologia analisa muitos aspectos que, às vezes, outros testes psicotécnicos não mensuram. Ela traz vantagens como: rapidez, simplicidade e amplitude de informações, a pessoa avaliada não necessita estar presente e um custo compensador pelo resultado que ela fornece tanto para a Orientação Vocacional tanto para as empresas de que nela confiam.
As empresas querem conhecer quem elas estão contratando para “tocar os seus negócios” em qualquer função ou departamento. A Grafologia nesse sentido pode ser uma aliada de mão dupla, ou seja, pode auxiliar tanto os adolescentes a definirem a sua profissão quanto pode auxiliar a empresa na busca de candidatos que se identificam com o cargo almejado. Estamos em uma era onde cada vez mais o autoconhecimento e a espiritualidade estão presentes. É importante o indivíduo ser equilibrado e conhecer seus pontos fortes, habilidades e competências e tentar melhorar os pontos que ainda não estão maduros.
Fonte: Ciência da Escrita
Ela consiste em analisar e interpretar a letra (grafia) de quem escreve. A grafia de cada ser humano é ímpar, até mesmo a grafia de dois gêmeos idênticos não são iguais, elas podem ser apenas similares. Sua letra é como a impressão digital. Com apenas um texto (tema livre) de no mínimo 20 linhas em um papel sulfite e a sua assinatura no final já é possível analisar o seu caráter, os seus temperamentos e a sua personalidade. A Grafologia analisa muitos aspectos que, às vezes, outros testes psicotécnicos não mensuram. Ela traz vantagens como: rapidez, simplicidade e amplitude de informações, a pessoa avaliada não necessita estar presente e um custo compensador pelo resultado que ela fornece tanto para a Orientação Vocacional tanto para as empresas de que nela confiam.
As empresas querem conhecer quem elas estão contratando para “tocar os seus negócios” em qualquer função ou departamento. A Grafologia nesse sentido pode ser uma aliada de mão dupla, ou seja, pode auxiliar tanto os adolescentes a definirem a sua profissão quanto pode auxiliar a empresa na busca de candidatos que se identificam com o cargo almejado. Estamos em uma era onde cada vez mais o autoconhecimento e a espiritualidade estão presentes. É importante o indivíduo ser equilibrado e conhecer seus pontos fortes, habilidades e competências e tentar melhorar os pontos que ainda não estão maduros.
E para distrair um pokin, aki tem o teste online!
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