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Natal, RN, Brazil
Quem sou Eu??? Ahhh....!!! Curiosa por natureza, gente fina (rs), com o riso meio frouxo, alguém feliz , mas sempre em busca de mais e mais! Tudo na minha vida tem seus extremos. Desde o tempero na comida até o sentimento. Tudo na minha vida precisa de mudanças, desde o móvel da sala até o rumo da própria vida. Eu gosto dessa "rotina imprevisível". Sabe...? Uns dizem que me conhecem, outros nem tanto, muitos só de vista, alguns lembram da minha risada, mas uns poucos têm acesso ao meu íntimo. Estou criando esse blog pra deixar gravado um pouco de mim! Deixar minha impressões e expressões. Fazer minha terapia. Desamarrar o nó da garganta, chorar minhas pitangas, minhas dúvidas e respostas, deixar um pedacinho da Flávia nesse mundo virtual. Não é um diário, nem a sala do psicanalista, este blog é parte de mim, do meu jeito, como eu quero. Como sou e gostaria de ser. Obrigada pela visitinha e se gostou ou não do que viu, deixe seu comentário!

TÁ EM DÚVIDA??? CONSULTE AQUI QUE É BOM PRA BURRO!

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Cada um vê o que lhe é conveniente...


Acredita naquilo que adquiriu em suas vidas
Mas felizmente tem a capacidade de raciocinar e discernir o que é bom ou não para si
E só então dar um passo de cada vez
Pois ninguém pode dar o que não tem nem ser o que não é
Por isso, eu posso não concordar com sua postura ou opinião, mas sempre vou respeitar os seus limites de aprendizado.




Motivação

Copiado integralmente do blog  A vida simples assim, pq eu adorei, mas segue abaixo o texto completo:

A revista Isto é publicou esta entrevista por Camilo Vanucci, gostei e resolvi compartilhar.
O entrevistado é Roberto Shinyashiki, médico psiquiatra, com Pós-Graduação em administração de empresas pela USP, consultor organizacional e conferencista de renome nacional e internacional.
Em “Heróis de Verdade”, o escritor combate a supervalorização das Aparências, diz que falta ao Brasil competência, e não auto-estima.
ISTOÉ – QUEM SÃO OS HERÓIS DE VERDADE?
Roberto Shinyashiki — Nossa sociedade ensina que, para ser uma pessoa de sucesso, você precisa ser diretor de uma multinacional, ter carro importado, viajar de primeira classe.
O mundo define que poucas pessoas deram certo. Isso é uma loucura.
Para cada diretor de empresa, há milhares de funcionários que não chegaram a ser gerentes.
E essas pessoas são tratadas como uma multidão de fracassados.
Quando olha para a própria vida, a maioria se convence de que não valeu a pena porque não conseguiu ter o carro nem a casa maravilhosa.
Para mim, é importante que o filho da moça que trabalha na minha casa possa se orgulhar da mãe. O mundo precisa de pessoas mais simples e transparentes.
Heróis de verdade são aqueles que trabalham para realizar seus projetos de vida, e não para impressionar os outros.
São pessoas que sabem pedir desculpas e admitir que erraram.
ISTOÉ — O SR. CITARIA EXEMPLOS?
Shinyashiki — Quando eu nasci, minha mãe era empregada doméstica e meu pai, órfão aos sete anos,empregado em uma farmácia .
Morávamos em um bairro miserável em São Vicente (SP) chamado Vila Margarida. Eles são meus heróis.
Conseguiram criar seus quatro filhos, que hoje estão bem.
Acho lindo quando o Cafu põe uma camisa em que está escrito “100% Jardim Irene”.
É pena que a maior parte das pessoas esconda suas raízes.
O resultado é um mundo vítima da depressão, doença que acomete hoje 10% da população americana.
Em países como Japão, Suécia e Noruega, há mais suicídio do que homicídio. Por que tanta gente se mata?
Parte da culpa está na depressão das aparências, que acomete a mulher que, embora não ame mais o marido, mantém o casamento, ou o homem que passa décadas em um emprego que não o faz se sentir realizado, mas o faz se sentir seguro.
ISTOÉ — Qual o resultado disso?
Shinyashiki — Paranóia e depressão cada vez mais precoces.
O pai quer preparar o filho para o futuro e mete o menino em aulas de inglês, informática e mandarim.
Aos nove ou dez anos a depressão aparece.
A única coisa que prepara uma criança para o futuro é ela poder ser criança.
Com a desculpa de prepará-los para o futuro, os malucos dos pais estão roubando a infância dos filhos.
Essas crianças serão adultos inseguros e terão discursos hipócritas.
Aliás, a hipocrisia já predomina no mundo corporativo.
ISTOÉ – Por quê?
Shinyashiki — O mundo corporativo virou um mundo de faz-de-conta, a começar pelo processo de recrutamento.
É contratado o sujeito com mais marketing pessoal.
As corporações valorizam mais a auto-estima do que a competência.
Sou presidente da Editora Gente e entrevistei uma moça que respondia todas as minhas perguntas com uma ou duas palavras.
Disse que ela não parecia demonstrar interesse. Ela me respondeu estar muito interessada, mas, como falava pouco, pediu que eu pesasse o desempenho dela, e não a conversa.
Até porque ela era candidata a um emprego na contabilidade, e não de relações públicas. Contratei-a na hora.
Num processo clássico de seleção, ela não passaria da primeira etapa.
ISTOÉ — Há um script estabelecido?
Shinyashiki — Sim. Quer ver uma pergunta estúpida feita por um Presidente de multinacional no programa O aprendiz ?
“Qual é seu defeito?”
Todos respondem que o defeito é não pensar na vida pessoal:
“Eu mergulho de cabeça na empresa.
Preciso aprender a relaxar”.
É exatamente o que o Chefe quer escutar.
Por que você acha que nunca alguém respondeu ser desorganizado ou esquecido?
É contratado quem é bom em conversar, em fingir. Da mesma forma, na maioria das vezes, são promovidos aqueles que fazem o jogo do poder.
O vice-presidente de uma as maiores empresas do planeta me disse:
” Sabe, Roberto, ninguém chega à vice-presidência sem mentir”.
Isso significa que quem fala a verdade não chega a diretor?
ISTOÉ — Temos um modelo de gestão que premia pessoas mal preparadas?
Shinyashiki — Ele cria pessoas arrogantes, que não têm a humildade de se preparar, que não têm capacidade de ler um livro até o fim e não se preocupam com o conhecimento.
Muitas equipes precisam de motivação, mas o maior problema no Brasil é competência.
CUIDADO COM OS BURROS MOTIVADOS.
Há muita gente motivada fazendo besteira.
Não adianta você assumir uma função para a qual não está preparado.
Fui cirurgião e me orgulho de nunca um paciente ter morrido na minha mão.
Mas tenho a humildade de reconhecer que isso nunca aconteceu graças a meus chefes, que foram sábios em não me dar um caso para o qual eu não estava preparado.
Hoje, o garoto sai da faculdade achando que sabe fazer uma neurocirurgia.
O Brasil se tornou incompetente e não acordou para isso.
ISTOÉ — Está sobrando auto-estima?
Shinyashiki — Falta às pessoas a verdadeira auto-estima.
Se eu preciso que os outros digam que sou o melhor, minha auto-estima está baixa.
Antes, o ter conseguia substituir o ser.
O cara mal-educado dava uma gorjeta alta para conquistar o respeito do garçom.
Hoje, como as pessoas não conseguem nem ser nem ter, o objetivo de vida se tornou parecer.
As pessoas parecem que sabem, parece que fazem, parece que acreditam.
E poucos são humildes para confessar que não sabem.
Há muitas mulheres solitárias no Brasil que preferem dizer que é melhor assim.
Embora a auto-estima esteja baixa, fazem pose de que está tudo bem.
ISTOÉ — Por que nos deixamos levar por essa necessidade de sermos perfeitos em tudo e de valorizar a aparência?
Shinyashiki — Isso vem do vazio que sentimos. A gente continua valorizando os heróis.
Quem vai salvar o Brasil? O Lula.
Quem vai salvar o time? O técnico.
Quem vai salvar meu casamento? O terapeuta.
O problema é que eles não vão salvar nada! Tive um professor de filosofia que dizia:
“Quando você quiser entender a essência do ser
humano, imagine a rainha Elizabeth com uma crise de diarréia durante um jantar no Palácio de Buckingham”.
Pode parecer incrível, mas a rainha Elizabeth também tem diarréia.
Ela certamente já teve dor de dente, já chorou de tristeza, já fez coisas que não deram certo.
A gente tem de parar de procurar super-heróis. Porque se o super-herói não segura a onda, todo mundo o considera um fracassado.
ISTOÉ — O conceito muda quando a expectativa não se comprova?
Shinyashiki — Exatamente.
A gente não é super-herói nem superfracassado. A gente acerta, erra, tem dias de alegria e dias de tristeza. Não há nada de errado nisso.
Hoje, as pessoas estão questionando o Lula em parte porque acreditavam que ele fosse mudar
suas vidas e se decepcionaram.
A crise será positiva se elas entenderem que a responsabilidade pela própria vida é delas.
ISTOÉ — Muitas pessoas acham que é fácil para o Roberto Shinyashiki dizer essas coisas, já que ele é bem-sucedido. O senhor tem defeitos?
Shinyashiki — Tenho minhas angústias e inseguranças.
Mas aceitá-las faz minha vida fluir facilmente.
Há várias coisas que eu queria e não consegui.
Jogar na Seleção Brasileira, tocar nos Beatles (risos).
Meu filho mais velho nasceu com uma doença cerebral e hoje tem 25 anos.
Com uma criança especial, eu aprendi que ou eu a amo do jeito que ela é ou vou massacrá-la o resto da vida para ser o filho que eu gostaria que fosse.
Quando olho para trás, vejo que 60% das coisas que fiz deram certo.
O resto foram apostas e erros.
Dia desses apostei na edição de um livro que não deu certo.
Um amigão me perguntou:
” Quem decidiu publicar esse livro?”
Eu respondi que tinha sido eu. O erro foi meu.
Não preciso mentir.
ISTOÉ – Como as pessoas podem se livrar dessa tirania da aparência?
Shinyashiki — O primeiro passo é pensar nas coisas que fazem as pessoas cederem a essa tirania e tentar evitá-las.
São três fraquezas.
A primeira é precisar de aplauso, a segunda é precisar se sentir amada e a terceira é buscar segurança.
Os Beatles foram recusados por gravadoras e nem por isso desistiram.
Hoje, o erro das escolas de música é definir o estilo do aluno.
Elas ensinam a tocar como o Steve Vai, o B. B. King ou o Keith Richards.
Os MBAs têm o mesmo problema: ensinam os alunos a serem covers do Bill Gates.
O que as escolas deveriam fazer é ajudar o aluno a desenvolver suas próprias potencialidades.
ISTOÉ — Muitas pessoas têm buscado sonhos que não são seus?
Shinyashiki — A sociedade quer definir o que é certo.
São quatro loucuras da sociedade.
A primeira é instituir que todos têm de ter
sucesso, como se ele não tivesse significados individuais.
A segunda loucura é: Você tem de estar feliz todos os dias.
A terceira é: Você tem que comprar tudo o que puder.
O resultado é esse consumismo absurdo.
Por fim, a quarta loucura:
Você tem de fazer as coisas do jeito certo.
Jeito certo não existe!
Não há um caminho único para se fazer as coisas. As metas são interessantes para o sucesso, mas não para a felicidade.
Felicidade não é uma meta, mas um estado de espírito.
Tem gente que diz que não será feliz enquanto não casar, enquanto outros se dizem infelizes justamente por causa do casamento.
Você pode ser feliz tomando sorvete, ficando em casa com a família ou com amigos verdadeiros, levando os filhos para brincar ou indo a praia ou ao cinema.
Quando era recém-formado em São Paulo,
trabalhei em um hospital de pacientes terminais. Todos os dias morriam nove ou dez pacientes.
Eu sempre procurei conversar com eles na hora da morte.
A maior parte pega o médico pela camisa e diz:
“Doutor, não me deixe morrer.
Eu me sacrifiquei a vida inteira, agora eu quero aproveitá-la e ser feliz”.
Eu sentia uma dor enorme por não poder fazer nada.
Ali eu aprendi que a felicidade é feita de coisas pequenas.
Ninguém na hora da morte diz se arrepender por não ter aplicado o dinheiro em imóveis ou ações, mas sim de ter esperado muito tempo ou perdido várias oportunidades para aproveitar a vida .

Segue link para matéria: Revista Isto É

Eu vejo o Futuro repetir o Passado, Eu vejo um Museu de grandes Novidades

Dias sim, dias não
Eu vou sobrevivendo sem um arranhão
Da caridade de quem me detesta

A tua piscina tá cheia de ratos
Tuas ideias não correspondem aos fatos

O tempo não para
Eu vejo o futuro repetir o passado

Eu vejo um museu de grandes novidades
O tempo não para
Não para, não, não para

Eu não tenho data pra comemorar
Às vezes os meus dias são de par em par
Procurando agulha num palheiro

Nas noites de frio é melhor nem nascer
Nas de calor, se escolhe: é matar ou morrer
E assim nos tornamos brasileiros

Te chamam de ladrão, de bicha, maconheiro
Transformam o país inteiro num puteiro

Pois assim se ganha mais dinheiro

O que Pedagogos e Professores desse Brasil não Aprenderam


Pode passar pela melhor universidade, concluir a melhor pós-graduação, ter um currículo exemplar, mas o que mostra nesse pequeno vídeo, não se encontra em nenhuma cátedra, não é ensinado em curso algum!
É uma questão de ser humano apenas.... de ser simples e sensível, de saber.... um saber que, posso dizer, nasce com cada um. Não se compra, não se adquire com um diploma, mas que pode ser apreendido ao longo da vida.
Apesar de ser apenas um vídeo, com apenas bonequinhos e de apenas uns poucos minutos.... ele me emociona.
Me sinto mal e muito triste em saber que essa é a realidade educacional que tivemos e damos às nossas crianças. Me sinto pior quando percebo que eu talvez tenha sido uma menina como esse menininho do vídeo, que pensa e sente e aprende diferente, mas que é paulatinamente engolido por uma sociedade que desconhece alguns saberes, alguns sentimentos e desrespeita os seus pequenos.
Talvez alguma coisa que eu não tenha superado, e mais um dos motivos de me sentir impotente e ter "fugido" da área educacional.

Uma frase de Joseph Joubert:
"As crianças têm mais necessidade de modelos do que de críticas".


Super Bactéria E. Coli - Um desrespeito à Vida Humana


Uma decodificação genética pode revelar o "histórico" de uma bactéria e, segundo estudos, esta bactéria foi exposta e exaustivas vezes aos seguintes tipos de antibióticos: 
Penicilinas
Tetraciclina
Ácido nalidíxico
Cotrimoxazol
Cefalosporina
Amoxicilina / ácido clavulânico
Piperacilina-Sulbactam sódico
Piperacilina-tazobactam

Além disso elas produzem enzimas que  as tornam resistentes às cefalosporinas, como por exemplo: cefuroxima, cefotaxima e ceftazidima - que são os antibióticos mais utilizados em muitos hospitais"
Daí se pode deduzir que ela não se "fortaleceu" ao longo de bilhões de anos, e sim, que sua origem foi em algum laboratório....
...Mas se você pode fazer as pessoas tereme medo de vegetais frescos, ou até mesmo proibi-los totalmente, então você pode forçar a população inteira a uma dieta de alimentos mortos e processados, que promovem doenças degenerativas e impulsionam os lucros das poderosas companhias farmacêuticas...

LUCRO
LUCRO 
LUCRO

Esse é o interesse das indústrias farmacêuticas e de alimentos.
Cuidado com o que você lê, com o que você come e como você se previne.
A melhor prevenção é a informação e a melhor cura é saber como colocar em prática os conhecimentos e recursos dos quais você dispõe.
Não vá sair por aí se antecipando, como muita gente fez na ocasião da vacina H1N1.
INFORME-SE!

Fonte: Trechos copiados do site Doce Limão

Quando o de cima perde a Vergonha, o debaixo perde o Respeito


Quem muito se abaixa o fiofó aparece!

E parece que aqui em Natal é igual. Tá  todo  mundo dentro! E dizendo amém!

Em todo canto tem corrupção e Natal não está livre. Da politicagem ao condomínio.
Hoje vejo a notícia de que a passagem de ônibus vai subir. Oras! Num lugar que é um ovo, onde levo num trajeto longo uns 40  minutos, nada justifica o aumento. A qualidade de transporte público, bem como as vias são ruins sim, poderia ser melhor....
Mas subir a passagem alegando que é para as empresas equiparem com gps os ônibus, ahhhh já é demais! Será que os R$2,00 que se paga até agora não foram suficientes pra modernizar????
Como diz o povo aqui: Sei não....!
Acho, tenho uma leve impressão de que o potiguar é o famoso "pobre soberbo", daqueles que não tem muito mas querem mostrar que tem.
Tipo: vamos aumentar o condomínio! E o povo diz: amém. O síndico vira as costas e falam mal horrores, mas pra ele disseram: amém!
O ônibus sobe o preço! O povo diz: amém!
O mercado nos assalta: amém!
Acho que é pra se equiparar às cidades grandes e poder dizer: aqui em Natal também é assim! Nós podemos pagar por isso também!
Ah... faça-me o favor! Cada lugar com sua peculiariedades... não precisa imitar.
E com que estrutura querem sediar alguma coisa????? Às custas de quem???? Têm dinheiro pra demolir o Machadão mas não tem pra construir umas casinhas pro povo carente??? Dão um prato de sopa e acham que fizeram sua parte...?
Lá de onde vim, o povo manda geral descer e põe fogo no ônibus! (tá errado né... mas foi a forma que acharam de serem ouvidos ou vistos por alguém)
Como disse no título do post: Quando o de cima perde a Vergonha, o debaixo perde o Respeito. Os políticos continuam governando sem vergonha e o povo aturando sem o devido respeito.

Lendas Urbanas



Lenda???
Que nada!!!
É o Rio de Janeiro!
 E quem disse que lá é cidade sem lei???
A lei é a do tráfico. 
O poder vigente (por agora) é o do tráfico.
E sabe o que é pior?
Quem "trabalha" para esse grupo é de extrema burrice! 
Alguns são usuários, outros são traficantes, a maioria mora em comunidades e dão a vida em nome desse "trabalho". Acham que é "a oportunidade"!
Pois quem financia a grande empresa nem neste país mora!
Está nos Estados Unidos, na Europa, em uma de suas mansões ou por aí em algum dos seus carros de última tecnologia.
Gente besta essa que dá a vida pelo mundo do tráfico.
Seguem direitinho o slogan: Do pó viemos, pelo pó vivemos e ao pó voltaremos.
E metade desses contribuintes (usuários e/ou traficantes de pequena escala) são filhos dos mesmos que estavam na piscina de uma daquelas mansões ou desfilando num carrão. 

Olha o resultado de um desses trabalhadores, coisa que aliás é rotina no Rio, só não é divulgado nos jornais:
  
Foto de Parazão antes...

Foto de Parazão depois!
 Chocou-se com meu post?
Os cariocas apesar de tristes, desiludidos, indignados, cansados, sem esperanças... também estão chocados, mas ao mesmo, acostumados, senão é impossível (sobre)viver lá. 
Obs.: eu me dou ao direito de falar sim, pois também sou carioca, eu me dou ao direito de estar indignada me envorgonhar do último post meu sobre Rio 2016, e de achar que não vão resolver numa cidade um problema que existe no mundo todo: drogas e violência.
Olho por olho, dente por dente.
Voltamos à Era Medieval, onde o troféu era uma cabeça!

Abaixo segue um relato de uma repórter num dia comum de trabalho:

Quinta-feira, 4 Novembro, 2010

"Sei quem matou não, mas 'geral' viu a cabeça dele pela favela"

Ontem (quinta-feira) passava das 12h50. Eu esperava o presidente da Associação de Moradores do Morro da Serrinha vir me buscar para entrar na comunidade e fazer uma matéria lá no alto quando sou parada por um morador:
"Aê, quer comprar uma foto da cabeça
do Parazão?",diz o morador.
" O Parazão morreu? Agora? Quando?".
"Ontem à noite. Sei quem matou não, mas 'geral' viu a cabeça dele pela favela".
" Traz a foto para eu ver".
O morador então segue em busca da foto para ver se eu me interessava.
Pouco depois das 13h recebo uma ligação da redação dizendo que haviam acabado de receber uma denúncia sobre a morte do Parazão. Contei a conversa com o morador e disse que era possível que o boate procedesse e que veria a foto para confirmar. Resolvo ligar mais uma vez para o comandante do 41º BPM (Irajá), o tenente coronel Alexandre Fontenelli, para saber como estava a atuação da polícia no alto da favela e novidades relevantes sobre a guerra pelo controle de vendas do tráfico que acontece há um mês. Conversando com o comandante falávamos justamente da noite e manhã tranquilas vividas pelo bairro quando ouço um tiro. Dois tiros de pistola e digo: ouviu?! acabei de ouvir um tiro.
" Nossos policiais estão aí", perguntou o comandante
"Acho que é um assalto...", eu disse.
Ao correr para saber do que se tratava a ligação cai. Corro, pelo canto da parede, na direção dos tiros e percebo, ao mesmo tempo em que tento retornar a ligação para o comandante, um motorista saindo do carro em direção a um comércio. Pedestres faziam o mesmo. Um caminhão que entregava bebidas foi abandonado na pista, impedindo, inclusive a minha visão para o outro lado. Vi, então, os criminosos entrando numa blazer que já se distanciava. O comandante atende:
" Uns bandidos acabaram de passar atirando do meio da Edgar Romero para o Morro do Cajueiro", contei.
"Vou mandar uma viatura chegar isso agora", informou ele.
O comandante desliga ao mesmo tempo que consigo passar pelo caminhão parado. Ainda do outro lado da rua vejo a cabeça do Parazão que bandidos haviam acabado de tentar jogar na favela mas ela acabou caindo na via. E antes de continuar a minha apuração da selvageria para seguir para o alto da Serrinha, ligo para a redação:
"O boato procede. Achei a cabeça do Parazão. Está aqui do meu lado "


POSTADO POR: Isabel Boechat às 21:37 
Fonte: Jornal O Dia On line

Para um Planeta Sustentável



"Todo mundo ‘pensando’ em deixar um planeta melhor para nossos filhos…
Quando é que ‘pensarão’ em deixar filhos melhores para o nosso planeta?"
Essa pergunta foi vencedora em um congresso sobre vida sustentável (vi na Internet).

 Isso é falar em Educação!

Criando alicerces firmes. Onde mais seria senão nas crianças? 
Sempre me perguntei por onde começar, já que temos no Brasil um histórico de escravidão, de inversão de valores e culturas?
É preciso reciclar as mentes e os sentimentos!
Quando eu tenho consciência das razões que levam a determinado fato, eu tenho um maior poder de compreensão do outro. Isso não quer dizer que minha tolerância se estenda ao injusto, apenas que tenho maior capacidade de modificar as ações futuras.
Não aceito o erro, mas compreendo porque está ali.
Sou de uma geração que não tem, nem se criou, nenhum engajamento político, nenhum sentimento do tipo. Geração em que as aulas de Educação Moral e Cívica da escola eram criticadas pelos nossos pais. Daí aprendemos (e apreendemos) a ficar alheios à esse conhecimento do mundo político. Pais estes, que talvez evitem essa aproximação por terem vivido num período de ditadura... quem sabe seus motivos...?
Enfim... e repetindo as ideias de outros posts meus: como educar sem dar o exemplo? 
Todos temos o negativo e o positivo. Somos o que há de pior e podemos ser o que há de melhor no ser humano.
Então por quê se acomodar no: "Tá bom assim...!"
Essa foto achei bem interessante! Mostra o contraste de uma época quando o mais velho era respeitado; quando o professor entrava em classe e os alunos se levantavam em respeito. E dos dias de hoje, quando o professor entra em sala e o aluno continua de pé, de costas, como se "nada" tivesse entrado; quando é o professor quem implora silêncio para ensinar algo que é de importância para os próprios alunos!
Antes a família era mais presente, confiava na escola e dava continuidade em casa, exigindo o máximo de seus filhos para que fossem pessoas de bem num futuro.
Hoje a família desestruturada está mais ausente, não confia na escola descontinuando o trabalho em casa, ou seja, os valores ensinados na escola não são os mesmos praticados pela família. E por conta dessa ausência, muitos pais ou mães imaginam que a escola fará milagres pela educação de seu filho. Que irá fazer o que ele ou ela como responsáveis não o fazem.
Seus filhos têm que estudar para passar de ano (nem precisam ter ótimas notas, apenas a média) para entrarem na universidade, numa carreira que pague e muito bem!
Os valores invertidos, cada dia mais. Os interesses estão no ter e não mais no ser.
Para ter um planeta sustentável, nós temos que o tornar sustentável.
Reciclando e revendo nossos atos e consequências.


Sobre o post Xenofobia da Elite e Racismo


Primeiro temos que dar uma olhadinha na legislação. 
Essa está comentada que busquei no site DireitoNet. Para ler na íntegra clique no site.

Quando da promulgação de Nossa Constituição Federal em 1988, seu art. 5º, inciso XLII, determinava que “a prática do racismo constitui crime inafiançável e imprescritível, sujeito à pena de reclusão, nos termos da lei”, sendo referido inciso um mandado expresso de criminalização, o qual teve sua eficácia com a promulgação da Lei nº 7.716/89.
Curiosamente a Lei nº 7.716/89 determina em seu título a punição de crimes resultantes de preconceito de raça ou de cor, categorias estas que foram ampliadas no ano de 1.997, quando o legislador então acrescentou ao art. 1º da referida lei os termos etnia, religião e procedência nacional, passando referido art. a vigorar da seguinte forma:
“Art. 1º Serão punidos, na forma desta Lei, os crimes resultantes de discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional”. (Redação dada pela Lei nº 9.459, de 15/05/97).
A lei 9.459 de 15 maio de 1.997 além de criar novas categorias para a “lei de racismo”, também acresceu ao artigo 140 do Código Penal, o parágrafo terceiro, criando com isso a figura da injúria qualificada, in verbis:
Art. 140 - Injuriar alguém, ofendendo-lhe a dignidade ou o decoro:
(...)
§ 3º - Se a injúria consiste na utilização de elementos referentes a raça, cor, etnia, religião ou origem.
Pena - reclusão de um a três anos e multa.
O parágrafo terceiro do art. 140 do Código Penal ainda sofreu nova alteração no ano de 2.003, com a Lei nº 10.741, quando então foram incluídas duas novas categorias, pessoa idosa ou portadora de deficiência, passando a vigorar da seguinte forma:
§ 3o Se a injúria consiste na utilização de elementos referentes a raça, cor, etnia, religião, origem ou a condição de pessoa idosa ou portadora de deficiência...
Isso só vem acrescentar e confirmar o que eu já disse em outros posts sobre as pessoas, sobre minha desilusão com o mundo. Fazendo uma pequena observação: não sou dona perfeitinha, mas tento ser sim! E assumo isso. Tento ser correta, sincera e só vejo um mal nisso: não me encaixo nesse mundo. ( ou não aprendi a lidar com ele e com a maioria das pessoas que destoam do MEU mundo...)
Digo e repito: 
AS PESSOAS FINGEM, fingem o tempo todo, mentem inclusive para elas próprias! Fingem que são educadas e quando você vira as costam comentam.  Por que ao invés de falar de você não falam para você? Ajudaria a ser alguém melhor...
FALSAS!
Te dizem bom dia por uma mera formalidade, mecanicamente, isso não quer dizer que querem que seu dia seja realmente bom... nem te olham nos olhos!
FRIAS!
Em público te apoiam, dizem que você está certo, que é preciso reivindicar! Mas quando é necessário pôr as mãos na massa e agir, enfiam o rabo entre as pernas  (provavelmente um rabo sujo, porque quem não deve não teme!) e saem pela tangente! 
COVARDES! 
Pelo amor de Deus! Quão POLITICAMENTE CORRETAS se dizem essas criaturas, se batem no peito e afirmam o que não praticam?! Está escrito na testa!
HIPÓCRITAS!
Entram em seus carros de luxo são verdadeiros transformistas! Aquela aparência elegante e bons modos ao falar vão por terra depois de picotar o trânsito e daquela fechada que te dão na primeira esquina, sem sequer um gesto de desculpas.
IGNORÂNCIA
Pois é... ignorância resume tudo. Todos nós estamos sujeitos à momentos de ignorância. De desconhecimento do caso, da situação, dos sentimentos e das consequências. Não consigo acreditar que as pessoas tenham tais atitudes conscientes. Mas como disse, estamos sujeitos à MOMENTOS. Quero dizer que temos a capacidade de perceber o erro e modificar atitudes e padrões de pensamentos.

A Internet é como uma festa à fantasia, as pessoas entram, se disfarçam (ou não) mas dão a cara à tapa. São o que são e ali se entregam. Às vezes até se descobrem.

E o que aconteceu não foi coisa do mundo virtual! É real! 
É assim que muitos são e pensam e agem e excluem (ou talvez se excluam). Na verdade, só veio à tona um problema histórico! É impressionante como se avança tecnologicamente, economicamente e ao mesmo se percebe uma pausa moral no tempo, na história de várias gerações. Não dá pra dizer retrocesso porque acredito que o ser humano nunca regride. Apenas estagnou. Parou aí! Não QUIS crescer e avançar no que chamam de Inteligência Emocional, Evolução Espiritual ou, para ser mais simples, mantém-se como um ser anti-ético. Cultivado a cada geração, passado de pai para filho, para netos e bisnetos de forma muito sutil, entranhado nos mais simples gestos. Porque a gente não é o que diz, a gente é o que faz, de que modo agimos. Para quem não sabe, esse é o processo inicial e base do aprendizado infantil, como já dizia Vigotsky sobre a zona de desenvolvimento proximal, e todas as teorias existentes sobre valor cognitivo-afetivo nos processos de ensino-aprendizagem. Acho que é por isso que até agora não tive filhos... porque sei que vou tentar educá-los não só com palavras, mas principalmente com atitudes. Porque eles irão crescer e perceber que tiveram uma educação coerente entre o que era dito e o que era praticado. Tentando criar neles discernimento e entendimento de que toda ação tem suas consequências e quais são elas. Talvez o universo não conspire ao meu favor.  Talvez esteja aí a explicação de não ter filhos apesar das tentativas. Talvez o mundo não precise de pessoas assim...

 

Vídeo Xenofobia da Elite e Racismo

E quem disse que isso é coisa da Internet?

Isso é vida real!!!

Pais e Filhos - Legião Urbana

Essa é para aqueles meus momentos de crise existencial como num dos últimos posts.
... Estou com medo...
... Tive um pesadelo...
... Sou um grão de areia...

Pedagogia



E o pior de tudo foi ouvir de "doutores em Educação", sobre o "método freireano". Que é isso? Onde estamos? Será que esses ditos "professores" eram mesmo doutores do saber?
Com que cara de pau dão nomes ao saber de Paulo Freire? Será que intenção era "tornar mais didático"????....
Hahahaha
Pois muito ouvi a respeito, ao longos dos meus poucos e rápidos 5 anos estudando sobre Educação.
Gostaria de ter encontrado o vídeo abaixo em português também, mas infelizmente ainda não consegui.
Para um bom entendedor, como diz o ditado, risco é Francisco!
Caramba...!
É tão simples! (de se entender) Mas ao mesmo tempo complexo! (para se pôr em prática)
Ser educador é ser! É saber ser... conforme a obra. 
Êita velhinho sabido!
A primeira vez que li um de seus livros disse para meu marido: Me apaixonei ... por um velhinho... ele (meu esposo) ficou meio branco, quase acreditou! Mas era verdade!
Paulo Freire expõe o educar de forma simples, com toda sua "boniteza", valorizando o que deve ser valorizado:
A VIDA
AS RELAÇÕES
O EDUCANDO
O EDUCADOR
OS SONHOS
OS MEDOS
OS PRINCÍPIOS
OS VALORES E RECONSTRUÇÃO DESTES
A CURIOSIDADE INERENTE AO SER HUMANO
AO QUE CADA UM SABE
A HISTÓRIA DE CADA INDIVÍDUO
AO RESPEITO
E AO AMOR.

Muito provavelmente eu deixei de enumerar várias outras coisa de igual valor, de igual importância, mas quem conhece Paulo Freire, sabe bem do que estou falando.
Isso é Pedagogia! Paulo Freire não é um método!!! Que absurdo!!! Ele foi uma vida, uma pessoa que sentia, se ressentia pelo povo, que se indignava e que buscou a qualquer custo trazer à tona as consciências com todas as bases éticas possíveis!
Freire diz: "Não há docência sem discência" e eu completo... sem decência, sem delicadeza.
Sem a consciência de um "inacabado".
Aqui está um link para ler ou baixar o livro Pedagogia da Autonomia. E no site tem mais de graça!
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Vale a pena assistir o vídeo abaixo e buscar mais sobre dele (e me indicar também!)

Quando vacinar seu Animal?



Este tirei do site: Mãe de Cachorro também é Mãe

Mais uma vez trago a vocês material não só confiável e com referências, mas de extrema importância para quem está realmente preocupado com a saúde de seus cães e gatos. Literalmente não ganho nenhum tipo de compensação financeira para tanto, sendo minha recompensa única o bem-estar dos peludos, caso as pessoas passem a considerar e estudar os assuntos abordados. Aproveitem, é de coração, com muito carinho e demanda toda atenção do mundo da parte de vocês, ok? Boa leitura e bom estudo!

Vacinações... São necessárias ou não?
Há apenas alguns anos as pessoas eram obrigadas a trazer seus cães para uma visita anual ao veterinário a fim de que fossem vacinados. Os tempos mudaram. 

Leia o que a médica-veterinária Christina Chambreau tem a dizer sobre reforços vacinais anuais:
"Como você reagiria se seu médico te dissesse para tomar vacina contra sarampo, caxumba, rubéola, difteria, coqueluxe, tétano e hepatite todos os anos de sua vida, até a sua morte, em vez de apenas algumas doses na infância?"
Mesmo entrando em contato com centenas de pessoas no dia-a-dia as pessoas não precisam de re-vacinações anuais. E veterinários pesquisadores imunologistas agora nos dizem: cães e gatos também não precisam!
Uma das maiores "bíblias" veterinárias, diz:
"Uma prática que teve início há muitos anos e que é destituída de validade ou verificação científica são os reforços vacinais anuais. Com raras exceções, não há necessidade imunológica para a revacinação anual. Imunidade contra vírus persiste por anos ou por toda a vida do animal.
Apenas a resposta imunológica a TOXINAS requer reforços (exemplo: o reforço contra a toxina tetânica que, para humanos, é recomendado uma vez a cada 7-10 anos). Para cães e gatos atualmente NENHUMA vacina contra toxina é utilizada."
Por favor releia essa parte. Porque é importante.
Isso é o que informa o Kirk's Current Veterinary Therapy XI - a "bíblia" de muitos veterinários. Esse capítulo foi escrito pelo Dr. Ronald Schultz, Ph.D (Imunologista e Presidente do Departamento de Ciências Patobiológicas da faculdade de Medicina Veterinária da Universidade de Wisconsin), junto com o Dr. Tom Phillips, médico-veterinário Ph.D.
Em português claro, significa que o sistema imunológico tem uma "memória". De fato, o sistema imune contém células de memória. Uma vez que foi demonstrado a essas células de memória o que fazer no caso de uma determinada doença (o que é obtido com uma vacinação bem-sucedida entre 12 e 16 semanas de idade), essas células de memória produzirão anticorpos contra aquela doença toda vez que a encontrarem - por anos e anos e, provavelmente, para toda a vida.
Lembretes anuais não são necessários. Na verdade, lembretes anuais são inúteis na maioria das vezes, porque, de acordo com o mesmo artigo no livro Kirk's Current Veterinary Therapy XI:
"Além disso, os reforços vacinais anuais não estimulam uma resposta secundária devido à presença de anticorpos existentes."
Mais uma vez, em português claro, isso quer dizer que revacinações não funcionam quando o organismo de seu pet JÁ tem anticorpos das vacinações anteriores. Esses anticorpos existentes neutralizam o reforço vacinal. Portanto, repetir as vacinas não reforça a imunidade de seu pet. Na verdade, re-vacinar um animal que já é imune oferece virtualmente nenhum benefício uma vez que a imunidade criada anteriormente inativa a vacina.
Então, por que os veterinários vacinam os pacientes todos os anos?
O Dr. Phillips e o Dr. Schultz terminam seu artigo no livro Kirk's Current Veterinary Therapy XI com essa revelação - o verdadeiro motivo por que tantos veterinários continuam a insistir que os pets sejam vacinados anualmente:
"A prática de vacinar anualmente, em nossa opinião, deve ser considerada de eficácia questionável, a não ser que seja empregada como forma de fornecer um exame físico anual."
Em outras palavras, seu veterinário atrai clientes com a declaração de que seus animais precisam ser vacinados anualmente. Vacinações correspodem a uma boa parte da renda de um veterinário. Veterinários (nos Estados Unidos) cobram 15 a 50 dólares por vacinas que custam a eles menos de dois dólares cada. E (nos Estados Unidos) você ainda paga 25 a 35 dólares pela consulta. É do interesse financeiro do seu veterinário que você volte com seu cão ou gato anualmente.
Não me entenda mal - check-ups físicos regulares podem ser bons, especialmente para pets mais velhos. Mas veterinários éticos precisam parar de usar o falso pretexto de que "reforços anuais são necessários" como forma de atrair clientes para seus consultórios.
Na verdade, reforços vacinais são prejudiciais.
"Mas, mesmo que os reforços vacinais anuais não sejam necessários, mal eles não fazem, certo?" Infelizmente, isso não é verdade. Leia o que o Dr. Charles Loops, médico veterinário, tem a dizer sobre o poder das vacinas:
"A primeira coisa que precisa mudar é a crença de que as vacinas são inofensivas. Veterinários e proprietários precisam perceber que eles não estão protegendo os animais de doenças com vacinações anuais, e sim, destruindo a saúde e o sistema imunológico dos animais que amam e cuidam."
A médica-veterinária Dra. Christina Chambreau concorda:
"Vacinações de rotina são provavelmente a pior coisa que fazemos com nossos animais. Elas causam todo tipo de enfermidades. Repetir anualmente as vacinas é uma afronta ao equilíbrio energético dos nossos animais. Veterinários imunologistas nos dizem que vacinas precisam ser aplicadas apenas uma ou duas vezes no decorrer da vida do animal.  Em primeiro lugar, não há necessidade para vacinações anuais e, em segundo lugar, elas definitivamente causam doenças crônicas."
O médico-veterinário Dr. Roger DeHann diz o seguinte:
"Estamos destruindo o sistema imune. Ao longo dos anos tem ficado cada vez mais claro que algumas vacinas são ineficazes ou desnecessárias, e que algumas vacinas são perigosas, capazes até mesmo de causar sintomas da doença que elas deveriam evitar."
Você pode suspirar aliviado ao pensar que seu pet escapou de reações imediatas com as vacinações recebidas até hoje. Mas, na realidade, você não tem ideia do que está se passando dentro dele. Os verdadeiros problemas podem aparecer no mês seguinte ou no ano seguinte. Leia o que o médico-veterinário, Dr. Pedro Rivera tem a dizer sobre a relação entre vacinas e doenças crônicas:
"Vacinose é a reação que decorre de inoculações comuns. Reações podem levar meses a anos para aparecerem. Em nossa clínica, vimos hipotireoidismo, otites, doenças imunológicas, afecções articulares e distúrbios comportamentais como reações da vacinação excessiva."
O médico-veterinário Dr. Charles Loops, diz:
"Vacinações representam um grande ataque ao sistema imune, (o que) causa irregularidades e anormalidades na imunidade, o que então se manifesta na forma de doenças crônicas que variam de condições potencialmente fatais a crises auto-imunes que acabam com a qualidade de vida do animal, como é o caso das alergias de pele crônicas.  O que vemos hoje são gerações de animais vacinados em excesso."
A médica-veterinária Dra. Pat Bradley, observa:
"Os problemas mais comuns que atendo e que estão diretamente relacionados às vacinas no dia-a-dia são otites e doenças de pele, como eliminação de secreções e coceira crônicas. Também vejo problemas comportamentais, como medo e agressividade. Muitas vezes, os proprietários relatam que esses problemas ocorrem logo após a vacinação, e que são exacerbados com cada inoculação. Em um contexto mais generalista e assustador, vejo a saúde geral e a longevidade dos animais deteriorando."
Deixe o Jornal da American Veterinary Medical Association (AVMA) de 1996 resumir tudo para você:
"Não existem dados científicos para apoiar a atual recomendação para a administração anual de vacinas. Além disso, a repetida administração de vacinas pode estar associada com um risco maior de anafilaxia e doenças anto-imunes."
Nesta mesma edição:
"Existe pouca documentação científica para apoiar as recomendações das bulas para administrar a maioria das vacinas anualmente. No passado, acreditava-se que a vacinação anual não faria mal e provavelmente ajudaria muitos animais. Contudo, preocupações sobre efeitos colaterais têm começado a mudar essa atitude. O cliente está pagando por algo que não tem efeito ou que tem o potencial de provocar uma reação adversa."
Protocolos de vacinação anual sempre se basearam - preste atenção - nas sugestões dos fabricantes das vacinas - e não nos resultados de pesquisas independentes. Será que é de surpreender que eles recomendam reforços anuais? Não se deixe intimidar por seu veterinário!
Don Hamilton, médico-veterinário, alerta: NÃO deixe seu veterinário fazer você sentir culpa!
"Outra tendência observada nos últimos anos é a coerção de proprietários para procedimentos como vacinações. A coerção pode ser forte, como a recusa em fornecer serviços, até mesmo tratamento emergencial, a menos que as vacinas do animal estejam 'em dia'.  (Nos Estados Unidos) às vezes até mesmo cães e gatos em estado crítico são vacinados a fim de serem admitidos para tratamento.
Outros meios mais sutis incluem a indução do medo e/ou da culpa por meio de afirmações (como uma figura autoritária) de que animais de companhia correm risco caso não sejam vacinados anualmente, e que deixar de obedecer a essa recomendação é sinal de negligência.
Táticas como essas podem gerar sentimentos de culpa no dono, o que leva a uma decisão de vacinar um animal que não corre risco movida por medo. Isso é anti-ético, senão evidência de incompetência, e a recusa do dono deve ser uma resposta aceitável."
A conclusão é clara: VOCÊ deve tomar o controle do protocolo de vacinação de seu animal.
Artigo: "Puppy Shots and Dog Vaccinations", escrito por Michele Welton e publicado aqui. Tradução: Sylvia Angélico

O que você come é o que você é


 Por algum motivo meu corpo rejeita alguns alimentos. A natureza é sabia (e nós, cegos). Falando de um modo bem feio, eu vomito mesmo!
Aqui estão alguns dos vilões da minha vida, o adoçante, a carne, mas os vídeos mostram também outros problemas com alimentos.
Só faço uma observação quando ele comenta como um bom assunto, falar dos alimentos orgânicos. Tenho meu pé atrás e mil dúvidas! Mas fica para outro post.
Os vídeos estão divididos em partes, tire suas conclusões e pense qual será sua atitude depois de ver. 
Acho que vamos "viver de luz".... rs



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NÁUFRAGO

E temo, e temo tudo, e nem sei o que temo.
Perde-se o meu olhar pelas trevas sem fim.
Medonha é a escuridão do céu, de extremo a extremo...
De que noite sem luar, mísero e triste, vim?

Amedronta-me a terra, e se a contemplo, tremo.
Que mistério fatal corveja sobre mim?
E ao sentir-me no horror do caos, como um blasfemo,
Não sei por que padeço, e choro, e anseio assim.

A saudade tirita aos meus pés: vai deixando
Atrás de si a mágoa e o sonho... E eu, miserando,
Caminho para a morte alucinado e só.

O naufrágio, meu Deus! Sou um navio sem mastros.
Como custa a minha alma a transformar-se em astros,
Como este corpo custa a desfazer-se em pó!
Autor: Afonso Henriques da Costa Guimarães (Alphonsus de Guimaraens)

Bem à calhar essa foto para chorar minhas pitangas! Se eu soubesse usar o Photoshop, eu colocaria essa pessoa enterrada com a cabeça num buraco, pra demonstrar meu sentimento.
Quem sou? O que estou fazendo aqui? Mas... aqui onde? Onde estamos? Para quê? Para onde seguir? E por quê?
Acho que estou regredindo... voltando à adolescência cheia de dúvidas e crises existenciais, ou ficando louca mesmo e ninguém pra me dizer!!!
Será que sigo como navio sem mastros, ao sabor das ondas (como até agora). Ou sigo contra a correnteza? 
Mas aí me pergunto... contra a correnteza... mas pra onde? Em que sentido? Com qual sentido?
Não vejo motivos..., nem sentidos.
Tenho medo sim, tenho vergonha sim, me falta alguma coisa... um não sei o quê.
........
Um vazio
.......
Que vida a gente vive! Que vida gente tem!
No final de tudo, é sempre igual, tudo a mesmo coisa.
Acordo, tenho que fazer a higiene, tenho que comer, tenho sair, tenho que trabalhar, tenho que jantar, tenho que lavar, tenho que me socializar, tenho que me distrair, tenho que dormir... e acordo.... e de novo tudo (quase) igual. Tenho que, tenho que, tenho que, tenho que, tenho que, tenho que, tenho que, tenho que, tenho que..... Mas por que tenho que...? Por que a vida é assim? Do jeito que tem que ser?
Às vezes, como criança, vivo como quem não sabe o que se passa, o que se espera. Onde tudo é alegria, tudo é riso, tudo é motivo, tudo é intenso, intensamente vivido.
Às vezes, como velha, vivo como quem já sabe o que espera. Onde nada tem tanta alegria, onde não existe motivo, quando a vida, na verdade, parece mais uma aproximação da morte (que nunca chega).
Que chato... Onde que estou errando?
Será que é igual com todo mundo e só eu que lamento?
Por que na hora que a gente precisa, nunca aparece uma alma boa que diga: Oooolha.... por que você não segue esse caminho que é melhor?
Eu sei que todo mundo tem problemas, mas por que parece que ninguém tem? Quanta gente fingida no mundo...
Sabe... tô cansada....


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